Mostrando postagens com marcador PTN. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PTN. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Orlando Cidade solicita ao TCE-AM nova inspeção nas contas da Prefeitura de Manacapuru

Após novas denúncias envolvendo o prefeito do município de Manacapuru


(Foto: Portalamazonia.com) Agora surgem novas denúncias envolvendo o prefeito do município de Manacapuru



Após novas denúncias envolvendo o prefeito do município de Manacapuru, Jaziel Nunes de Alencar, o ‘Tororó’, o deputado estadual Orlando Cidade (PTN), pediu mais uma vez, que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) faça uma inspeção e tomada de contas na prefeitura. Em março deste ano, o parlamentar já havia feito requerimento ao TCE, indicando que havia indícios de malversação de recursos públicos por parte do Executivo municipal, em relação a obras de escavação de tanques de piscicultura, que estavam sendo construídos sem qualquer critério.

“Agora surgem novas denúncias envolvendo o prefeito do município de Manacapuru, que firmou 25 contratos com a mesma empresa sem qualquer critério que somam mais de R$ 10 milhões. Está empresa não têm qualquer credibilidade e foi fundada a pouco mais de um ano”, afirmou.

Ainda segundo o deputado, é preciso também fiscalizar o recebimento de recursos federais enviados ao município e de que maneira estão sendo aplicados.  “Esses recursos são destinados a melhorias para a população. Eu defendo a tese de que o prefeito deve apresentar relatórios que comprovem onde esses valores estão sendo aplicados, caso contrário devolva aos cofres públicos o dinheiro usado indevidamente”, ressaltou Orlando.


Com Informação da Assessoria


sábado, 28 de novembro de 2015

‘Pirarucu da Amazônia’

Durante o evento, serão apresentadas tecnologias para

(Fotos: FotosdaNatureza) O projeto Estruturante Pirarucu da Amazônia que serão debatidos durante o 3º Workshop

(Foto: Internete) Precisamos elevar ainda mais a média de consumo desse pescados no país



As técnicas de reprodução, alimentação, manejo, oportunidades de mercado, assim como os resultados de pesquisas e o projeto Estruturante Pirarucu da Amazônia que serão debatidos durante o 3º Workshop ‘Pirarucu da Amazônia’ que está sendo realizado em Palmas (TO), foram temas do pronunciamento do deputado Orlando Cidade (PTN), na manhã desta quinta-feira (26), no plenário Ruy Araújo, da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

Durante o evento, serão apresentadas tecnologias para os principais elos da cadeia produtiva da espécie, além de também ser realizado o festival gastronômico, no qual os participantes poderão degustar pratos criados com o peixe típico da região Norte.

“Esse evento é de grande importância para difundir a produção entre os pequenos aquicultores. Precisamos elevar ainda mais a média de consumo desse pescados no país”, declarou o parlamentar, ressaltando que nossa população ainda está com o consumo de peixe abaixo do recomendado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), que é de 18,8 quilos por habitante ao ano.


Com Informação da Assessoria



segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Aleam adota novos critérios para avaliação de Projetos de Lei

Nos últimos meses, a Assembleia Legislativa do Amazonas

(Foto: Aleam) Os critérios mais rígidos da CCJR incluem uma proposta de que os projetos



Nos últimos meses, a Assembleia Legislativa do Amazonas tem buscado aprimorar suas ferramentas de avaliação dos Projetos de Lei apresentados pelos deputados estaduais, com a finalidade de analisá-los não apenas pelo aspecto da legalidade, mas também por outros filtros que assegurem celeridade na tramitação, eficiência e transparência às proposituras. Por sugestão do presidente Josué Neto (PSD), a Mesa Diretora e a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), por exemplo, estão adotando uma “peneira” na análise dos projetos.

Há dois meses, por exemplo, a Mesa Diretora determinou à Diretoria de Apoio Legislativo (DAL) que avaliasse os projetos antes que eles fossem encaminhados à CCJR, para evitar a tramitação de leis repetidas, já existentes – e o desperdício de tempo de análise, cadastro no sistema, servidores e tecnologias, “Dessa maneira o sistema não vai ser ocupado por temas que já existem, o que tornará mais rápida a análise de outras propostas”, aponta o deputado Orlando Cidade.

Os critérios mais rígidos da CCJR incluem uma proposta de que os projetos, além da análise da constitucionalidade, passem por uma “avaliação de eficácia”. O Projeto de Resolução nº 21/2015, aprovado na última reunião da CCJR, em 12 de novembro, altera o Regimento Interno da Casa, e prevê que além dos critérios já exigidos para análise dos projetos – que são a observação da constitucionalidade, legalidade, e dos aspectos jurídico, regimental e de técnica legislativa – também seja considerada a “eficácia” da proposta. A proposta de resolução ainda precisa ser aprovada em plenário.

O presidente da CCJR, deputado Orlando Cidade (PTN), autor da proposta, disse que a mudança foi uma sugestão da maioria dos deputados, que entenderam haver a necessidade de critérios mais específicos para analisar os projetos, já que alguns não podem ser consideradas inconstitucionais mesmo tratando de assuntos de pouca relevância em relação aos projetos de interesse da população. “Às vezes o projeto é constitucional, mas não tem a relevância necessária para passar por todas as comissões, análise dos deputados, e ir a plenário”, disse o presidente da CCJR.

Utilidade Pública
Um exemplo prático dos novos filtros aplicados pela CCJR é a mudança para a concessão de títulos de “Utilidade Pública” para entidades filantrópicas. A partir de agora, além de informações como nome e endereço, os projetos deverão conter fotos do local e das atividades realizadas pela entidade, documentos que comprovem que ela está devidamente constituída no Amazonas, como estatuto e certidão autenticada em cartório.

A entidade ainda deve se enquadrar nas exigências legais, que incluem a necessidade de funcionamento há mais de dois anos, além de não remunerar seus dirigentes e a promoção de atividades compatíveis com o título.

A CCJR também definiu a formação de uma equipe que fará a visita “in loco” para comprovar as informações fornecidas pelo autor da proposta. Segundo o coordenador da CCJR, Elionai Biela, esse trabalho de averiguação é feito por membros e assessores CCJR da Aleam para evitar que entidades que existem apenas no papel recebam o título.

O presidente da CCJR, deputado Orlando Cidade (PTN) informou que muitas das entidades sugeridas pelos deputados não estão aptas a receber este título devido a pendências, entre elas a de não ter endereço fixo. “A declaração de Utilidade Pública concedida pelo Legislativo é um documento sério, porque permite que entidades não-governamentais, filantrópicas, de natureza social ou cultural recebam recursos públicos da prefeitura, governo do Estado e governo federal”, explicou.

O título de “Utilidade Pública” é o reconhecimento dado a uma entidade que presta serviços sem interesse financeiro à sociedade. Somente as entidades legalmente constituídas no Estado podem obter esse título da Aleam. A declaração é feita através de um Projeto de Lei que pode ser apresentado por um deputado, por comissão ou pelo governador. Com o título, essas entidades podem receber recursos do Estado e da União através de convênios.

Documentos
Os projetos de concessão do título de Utilidade Pública devem conter:
• cópia autenticada do Estatuto Social da entidade, registrado em cartório, com informação expressa de não ter finalidade lucrativa;
• cópia autenticada de certidão, emitida em cartório, que comprove a não interrupção, nos últimos 12 meses, do funcionamento da entidade;
• cópia autenticada da ata de eleição da atual diretoria;
• declaração original, emitida por autoridade pública, que ateste que os membros da diretoria são pessoas adequadas ao cargo.


Com Informação da Assessoria


sábado, 21 de novembro de 2015

CCJR da Assembleia Legislativa terá novos critérios para avaliação de projetos

Os membros da Comissão de Constituição, Justiça e Redação

(Foto: Aleam) O Projeto de Resolução nº 21/2015, aprovado na última reunião da CCJR


Os membros da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) estão definindo regras mais rígidas para análise dos projetos que passam pela comissão. Uma das medidas é que os projetos, além da análise da constitucionalidade, passem por uma “avaliação de eficácia”.

O Projeto de Resolução nº 21/2015, aprovado na última reunião da CCJR, que aconteceu no dia 12 de novembro, altera o Regimento Interno da Casa, e prevê que além dos critérios já exigidos para análise dos projetos — que são a observação da constitucionalidade, legalidade, e dos aspectos jurídico, regimental e de técnica legislativa — também seja considerada a “eficácia” da proposta. A proposta de resolução ainda precisa ser aprovada em plenário.

O presidente da CCJR, deputado Orlando Cidade (PTN), autor da proposta, disse que a mudança foi uma sugestão da maioria dos deputados, que entenderam haver a necessidade de critérios mais específicos para analisar os projetos, já que alguns não podem ser consideradas inconstitucionais mesmo tratando de assuntos de pouca relevância em relação aos projetos de interesse da população. “Às vezes o projeto é constitucional, mas não tem a relevância necessária para passar por todas as comissões, análise dos deputados, e ir a plenário”, disse Orlando.

O coordenador da CCJR, Elionai Biela, disse que esse tipo de projetos acabam demandando tempo de análise, cadastro no sistema, e outras ferramentas necessárias à tramitação, que poderiam ser dedicados a projetos de maior interesse da população.

Utilidade Pública

A Comissão também definiu regras para a análise de projetos que tratam da concessão do título de “Utilidade Pública” para entidades filantrópicas. A partir de agora, além de informações como nome e endereço, os projetos deverão conter fotos do local e das atividades realizadas pela entidade, documentos que comprovem que ela está devidamente constituída no Amazonas, como estatuto e certidão autenticada em cartório. A entidade ainda deve se enquadrar nas exigências legais, que incluem a necessidade de funcionamento há mais de dois anos, além de não remunerar seus dirigentes e a promoção de atividades compatíveis com o título.

A CCJR também definiu a formação de uma equipe que fará a visita in loco para comprovar as informações fornecidas. Segundo o coordenador da CCJR, Elionai Biela, esse trabalho de averiguação é feito por membros e assessores CCJR da Aleam para evitar que entidades que existem apenas no papel recebam o título.

O presidente da CCJR, deputado Orlando Cidade (PTN) informou que muitas das entidades sugeridas pelos deputados não estão aptas a receber este título devido a pendências, entre elas a de não ter endereço fixo. “A declaração de Utilidade Pública concedida pelo Legislativo é um documento sério, porque permite que entidades não governamentais, filantrópicas, de natureza social ou cultural recebam recursos públicos da Prefeitura de Manaus, Governo do Estado e Governo Federal”, disse.

O título de “Utilidade Pública” é o reconhecimento dado a uma entidade que presta serviços sem interesse financeiro à sociedade. Somente as entidades legalmente constituídas no Estado podem obter esse título da Aleam. A declaração é feita através de um Projeto de Lei que pode ser apresentado por um deputado, por comissão ou pelo governador. Com o título, essas entidades podem receber recursos do Estado e da União através de convênios.

Documentos

Os projetos de concessão do título de Utilidade Pública devem conter:
— cópia autenticada do Estatuto Social da entidade, registrado em cartório, com informação expressa de não ter finalidade lucrativa;
— cópia autenticada de certidão, emitida em cartório, que comprove a não interrupção, nos últimos 12 meses, do funcionamento da entidade;
— cópia autenticada da ata de eleição da atual diretoria;
— declaração original, emitida por autoridade pública, que ateste que os membros da diretoria são pessoas adequadas ao cargo.


Com Informação da Assessoria



segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Justiça Federal ouvirá Eletrobrás para decidir sobre suspensão do reajuste

O presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa 

(Imagem: Eletrobras) Segundo ele, a população não tem condições de pagar o reajuste que foi aprovado


O presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Abdala Fraxe (PTN) informou que a Justiça Federal ouvirá a Eletrobrás antes de se manifestar sobre a Medida Cautelar que pede a suspensão do aumento de 38,8% e 42% da tarifa de energia elétrica, em vigor desde o último dia 1º de novembro.

O pedido foi feito através de uma ação conjunta ingressada na última quarta-feira pela Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) da Aleam em mais seis órgãos de defesa do consumidor do Amazonas, entre eles os Procons estadual e municipal.

“Estamos aguardando, agora, sua tramitação e decisão junto à Justiça Federal após ela ouvir a justificativa da Eletrobras/Amazonas Energia explicando a metodologia que foi aplicada para formalizar o reajuste na tarifa de consumo das famílias amazonenses. Nossa ação está bastante embasada e consubstanciada do ponto de vista jurídico, por isso, esperamos ter o mesmo sucesso de nossa ação anterior quando da mesma forma conseguimos barrar a cobrança da bandeira tarifária que o governo federal tentava impor para nossa região”, disse Abdala.

Segundo ele, a população não tem condições de pagar o reajuste que foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e que agora será aplicado pela Eletrobrás, que é de 38,8% para usuários de baixa tensão (residências), e 42% para os de alta tensão (fábricas e empresas). Para ele o reajuste não tem justificativa. 

Combustíveis

Abdala também informou estar preocupado com um possível aumento do valor do combustível que tem previsão para vigorar a partir desse final de semana. “Existe a possibilidade de um novo aumento antes do final do ano. Isto é certo. Contudo, se isso vier a acontecer, acredito que todas as entidades que tomaram a decisão de entrar com uma ação para barrar o aumento na tarifa de energia elétrica, devam também, formalizar uma ação com o objetivo de evitar mais esse reajuste em cima dos combustíveis que vai impactar diretamente no bolso do consumidor”, afirmou o deputado.


Com informação da Assessoria


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Cidade demonstra preocupação com setor primário por conta da cheia dos rios Juruá, Madeira, Purus e Negro

O parlamentou citou informações da Defesa Civil de que o nível das águas


Durante o discurso, o deputado estadual também cobrou medidas urgentes (Foto: Aleam)


O deputado estadual Orlando Cidade (PTN) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) para expor sua preocupação com a situação da produção do setor primário no Amazonas em função da cheia dos rios, que já levou municípios a decretarem estado de emergência.

O parlamentou citou informações da Defesa Civil de que o nível das águas já é superior ao verificado no mesmo período, em 2014, e lembrou que este ficou marcado como o ano de maior prejuízo para os produtores rurais em decorrência da cheia. “Na enchente do ano passado (2014), registrou-se a maior perda em toda a produção do Estado e o secretário de Defesa Civil já aponta para os quatro grandes rios - Juruá, Madeira, Purus e Negro - que já apresentam alagações superiores do que a do ano passado”, alertou.

Durante o discurso, o deputado estadual também cobrou medidas urgentes no setor de Segurança Pública para combater o crescimento da violência no município de Manacapuru (a 68 km de Manaus). Segundo Cidade, os índices se devem em grande parte ao tráfico de drogas, que utiliza a cidade como rota da droga oriunda da região do alto Solimões.

“Solicitamos à Polícia Federal que implantasse naquele município um posto para combater o tráfico de drogas, que é muito frequente, como também estamos solicitando a intervenção do nosso secretário de Segurança, doutor Sérgio (Fontes), para que faça uma barreira permanente na entrada e na saída daquele município para combatermos esses crimes tão violentos que estão acontecendo lá em Manacapuru”, contou.

Com Informação da Assessoria


terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Nova Mesa Diretora da Câmara de Manicoré tomou posse no dia 1º de janeiro

No biênio 2015-2016 em que ficará à frente da CMM


Roberval Neves foi eleito, na última sessão plenária (Foto: Edy Lima)




O novo presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereador Roberval Neves (PSD), e demais membros da Mesa Diretora do Legislativo-eleitos para o biênio 2015-2016 — Foram empossados nos respectivos cargos no dia primeiro de janeiro, na quinta-feira (01), em uma cerimônia no prédio do poder legislativo. 


Além do vereador Roberval Neves, que assumiu a presidência da Câmara Municipal, os parlamentares Anderson Ferreira (Burrin do 180) (PC d B), Michel Breves (PTN), Helton Paes (PT) e o vereador Denilto Silva (Bombom) (PMDB), tomaram  posse no mesmo dia. Roberval Neves foi eleito, na última sessão plenária no dia 22 de dezembro, com sete votos, enquanto os demais membros da Mesa Diretora foram escolhidos também por 7 votos. 
Roberval Neves assumiu o cargo, em substituição ao ex-presidente da CMM Sabá Medeiros (PV), que possivelmente pode deixa a Câmara para exercer o cargo em uma secretaria do Executivo. 



No biênio 2015-2016 em que ficará à frente da CMM, o novo presidente Roberval Neves pretende ter como prioridades a defesa pelo cumprimento das leis municipais em favor da população Manicoreense. 

Roberval Neves assumiu o cargo, em substituição ao ex-presidente da CMM Sabá Medeiros (PV), que possivelmente pode deixa a Câmara para exercer o cargo em uma secretaria do Executivo. 



No biênio 2015-2016 em que ficará à frente da CMM, o novo presidente Roberval Neves pretende ter como prioridades a defesa pelo cumprimento das leis municipais em favor da população Manicoreense. 

A Composição da Mesa Diretora biênio 2015/2016 ficou assim:



Presidente: Roberval Neves (PSD)
1º Vice-Presidente: Anderson Ferreira (PC do B)
2º Vice-Presidente: Michel Breves (PTN)
1º Secretário: Helton Paes (PT)
2º Secretário: Denilto Silva (PMDB)

Vereador Roberval Neves, está em seu terceiro mandato como vereador deste de  2004/2008, 2009/2012 e 2013/2016. Atualmente Roberval é líder Independente do Partido Socialista Democrático (PSD).


Edy Lima DRT-AM 1823

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Assembleia Legislativa do Amazonas apreciou 523 projetos em 2014

Balanço das atividades da Comissão de Constituição


Os deputados David Almeida (PSD) e Marcelo Ramos (PSB) relataram 80 (Foto: Aleam)



Balanço das atividades da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), presidida pelo deputado estadual David Almeida (PSD), indica que ao longo do ano de 2014, foram apreciados 523 projetos elaborados tanto pelos parlamentares, quanto pelo Executivo e outros órgãos. Desse total, 314 propostas tiveram pareceres favoráveis, 86 contrários e 123 ainda estão em tramitação.

Quanto ao tipo de propositura apresentada, a CCJ revela que foram aprovadas seis Emendas Constitucionais, duas foram rejeitadas e cinco ainda tramitam. Também passaram 11 Leis Complementares e uma foi rejeitada, enquanto outra está sob análise.

Segundo dados da CCJ, no quesito “Leis Ordinárias”, foram aprovadas 260 e 81 tiveram parecer contrário. Outras 108 estão tramitando. A CCJ ainda deu parecer favorável a 26 Decretos Legislativos e 11 Resoluções Legislativas. Outras duas Resoluções tiveram parecer contrários e nove estão em tramitação.

Os deputados David Almeida (PSD) e Marcelo Ramos (PSB) relataram 80 projetos cada. O mesmo ocorrendo com os deputados Sinésio Campos (PT) e Belarmino Lins (PMDB) com 72 projetos. Orlando Cidade (PTN) foi o relator de 57 projetos, Abdala Fraxe (PTN) relatou cinco e Wanderley Dallas (PMDB) e Luiz Castro (PPS) analisaram um projeto cada.

Com Informação da Assessoria


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Assembleia aprova 20 projetos de lei de autoria dos deputados

Outro projeto aprovado é o que inclui nos departamentos integrados


Dentre os projetos aprovados pela Aleam está o de nº 358/2012 de autoria do deputado (Foto: Aleam.com.br)




A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) apreciou nesta quarta-feira (29) 25 projetos de lei de autoria dos deputados, aprovando oito separadamente e 12 em bloco. Do total de projetos em pauta, cinco foram retirados pela ausência dos respectivos autores. Esta foi a primeira pauta votada após o processo eleitoral, encerrado no último domingo (26).

Dentre os projetos aprovados pela Aleam está o de nº 358/2012 de autoria do deputado estadual Luiz Castro (PPS) que dispõe sobre a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos públicos que especifica a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis no âmbito do Estado do Amazonas.

Segundo Luiz Castro, o projeto vai ajudar a reduzir os impactos ambientais, principalmente nos municípios amazonense que ainda não possuem aterro sanitário. “Além de ajudar o meio ambiente, propicia emprego e renda às famílias pobres, que com altivez e dignidade trabalham em função da proteção ambiental e da geração de renda de forma sustentável”, disse o deputado, frisando que ao aprovar o projeto a Aleam dá sua contribuição.

Outro projeto aprovado é o que inclui nos departamentos integrados de polícia do Estado do Amazonas profissionais psicólogos e assistentes sociais. O projeto é de autoria do deputado estadual Abdala Fraxe (PTN) que também teve aprovado um projeto que agiliza a tramitação dos processos judiciais que objetivem a adoção de menores.

Na rodada de projetos aprovados se encontra ainda o que concede a Medalha do Mérito Legislativo “Coronel Jorge Teixeira” de autoria dos deputados Belarmino Lins (PMDB) e Tony Medeiros (PSL), que também teve projeto aprovado concedendo título de Cidadão Amazonense ao general de Exército Guilherme Cals Theóphilo Gaspar de Oliveira. Outra que receberá a comenda é a senhora Janete Cristina Silva Canto, de autoria do deputado Sinésio Campos (PT).


Com Informação da Assessoria


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Militante do PTN é presa após ameaçar atear fogo em cartório

Declarações da secretária do PTN, Kelly Mar, do município de Manicoré, resultaram na sua prisão nesta quarta-feira (10)

Inconformados com a derrota nas urnas, militantes do PTN de Manicoré ameaçaram invadir e atear fogo no cartório
Inconformados com a derrota nas urnas, militantes do PTN de Manicoré ameaçaram invadir e atear fogo no cartório (Arquivo A Crítica)
O procurador eleitoral Edmilson Barreiros confirmou na tarde desta quarta-feira (10), a prisão da secretária do PTN do município de Manicoré – situado a 333 quilômetros de Manaus -, Kelly Mar, após a declaração ao jornal A Crítica, de uma possível invasão seguida de incêndio ao cartório do referido município, em vitude de possíveis fraudes nas eleições da cidade.

Conforme Edmilson, a declaração foi o suficiente para que o juiz eleitoral de Manicoré, Jeferson Galvão de Melo, acatasse o pedido de prisão da militante do PTN, que foi solicitado pelo Ministério Público Eleitoral.

“A declaração desta senhora de invadir e tocar fogo no cartório de Manicoré é algo criminoso, é um atentado à democracia”, disse ele, durante uma coletiva de imprensa, que também contou com a presença do presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM), desembargador Flávio Pascarelli, e o juiz eleitoral de Lábrea, Jorcenildo Dourado.

Segundo Barreiros, ainda na tarde desta quarta-feira, ele e Pascarelli se deslocariam com uma equipe da Polícia Federal até Manicoré, para acompanhar a prisão da militante do PTN, e verificar se há outras pessoas envolvidas na possível tentativa de invasão ao cartório local, que não chegou a ser concretizada.

“Há meios civilizados para que aquelas pessoas que tenham se sentido prejudicadas pelo resultado das eleições possam questionar. Aqueles que atentarem contra a democracia serão punidos” asseverou Pascarelli.
Tanto ele quanto Edmilson Barreiros asseguraram que não há como as urnas eletrônicas, utilizadas na votação do último domingo (7), terem sido violadas, como alegaram vários candidatos derrotados no interior do Amazonas.

Distúrbios
 
Alem de Manicoré, outros distúrbios em virtude do resultado das eleições também foram verificados nos municípios de Amaturá Anamã, Borba e Lábrea.

Neste último, de acordo com o juiz eleitoral Jorcenildo Dourado, foi necessário o reforço na segurança do cartório, pelas policias Militar e Civil, para garantir não só integridade do prédio, bem como dos servidores. Dourado também solicitou à polícia a investigação e identificação dos envolvidos nas ameaças.

Segundo ele, alguns simpatizantes políticos ameaçaram os servidores do cartório, após as eleições, além de insuflar a população espalhando o boato de que 1.300 títulos de eleitor da Zona Rural do referido município seriam entregues antes das eleições.

“Me certifiquei com o chefe do cartório e o que havia eram apenas a segunda via de 11 títulos de eleitores para serem entregues”, informa o magistrado.

Dias antes das eleições, relembrou Jorcenildo, alghumas prisões foram efetuadas na cidade, entre elas a de um empresário, por porte ilegal de arma de fogo. Em sua residência também foram encontrados a quantia de R$ 30 mil escondidos dentro do banheiro. Ele não descarta a possibilidade de que o dinheiro apreendido seria utilizado na compra de votos.

“Quem se sentiu prejudicado nestas eleições tem medidas legais para contestar o resultado. O que não pode é insuflar o povo à prática de crimes”, observa.
De acordo com o desembargador Flávio Pascarelli, apesar da ocorrência de alguns casos isolados, não ocorreram conflitos violentos no interior do Amazonas, pois houve um levantamento prévio dos locais onde poderiam ocorrer conflitos.

“Visitei 14 municípios antes das eleições e onde foi identificado algum tipo de problema mais sério, foi solicitado o reforço policial para lá”, destacou.