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terça-feira, 28 de maio de 2013

Missão do Amazonas conhece mina de potássio em Sergipe e a planta de licença ambiental

De acordo com Sinésio Campos, o objetivo da visita é conhecer o processo de exploração do cloreto 

O deputado Sinésio Campos lembrou que a exploração mineral no Amazonas inicia(Divulgação/Assessoria)


O presidente da Comissão de Geodiversidades, Recursos Hídricos, Minas, Gás e Energia da Assembleia Legislativa e líder do governo, deputado Sinésio Campos (PT) comandou nesta segunda-feira, 27, visita oficial a mina de cloreto de potássio “Taquari-Vassouras”, no município de Rosário do Catete, em Sergipe. 


A jazida é a única do Brasil em operação desde 1986 de propriedade da Companhia Vale do Rio Doce, produz em média 560 mil toneladas do minério por ano e atende apenas 10% da demanda nacional.

A viagem à Sergipe faz parte da programação da agenda de atividade das Audiências Públicas – Potássio, uma realidade do Amazonas para o Brasil e do Fórum dos Municípios Mineradores e Exploradores de Petróleo e Gás. 

Os encontros vêem sendo realizados desde março pela Comissão de Geodiversidade e já percorreu os municípios de Nova Olinda, Autazes, Borba, Silves e Itapiranga, este último sexta-feira, dia 24. No próximo dia 17 de junho, a reunião acontecerá em Nhamundá (a 375 quilômetros de Manaus).

Integram a missão os prefeitos de Nova Olinda do Norte, Joseias Lopes, os vereadores de Itacoatiara, Cheila Moreira (PT) e Air Neto (PSD), além do secretário de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos (Semgrh), Daniel Nava e geólogos do órgão, Miguel Martins e Maria do Carmo Neves, diretor de Licenciamento Ambiental do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), Dulcimar Andrade, coordenador de Planejamento da Secretaria de Planejamento (Seplan), Luis Almir, e o engenheiro ambiental do Instituto de desenvolvimento do Amazonas (Idam), Pedro Benício.

De acordo com Sinésio Campos, o objetivo da visita é conhecer o processo de exploração do cloreto de potássio em uma profundidade de 650 metros e, principalmente, o modelo de planta elaborada pelos órgãos ambientais de Sergipe para a autorização da licença de exploração do mineral componente do NPK (nitrogênio, potássio e fósforo). 

O fertilizante é utilizado na correção do pH do solo na agricultura e pecuária, o qual o Brasil importa 92% do Canadá, Rússia e Biolorússia.

O deputado informou que, a partir de agora, os representantes dos órgãos ambientais do Amazonas, como o Ipaam e o Idam, começam a trabalhar uma proposta de licenciamento para o projeto de exploração do potássio no Amazonas, mais especificamente no município de Autazes. 

“A visita é de grande importância para todo o povo do Amazonas. As questões ambientais estão sendo analisadas com muito cuidado e a orientação do governador Omar Aziz é esclarecer todas as etapas do processo de exploração do mineral”, disse.

Estratégia - O secretário geral do Ministério da Integração Nacional (MIN), Sérgio Duarte, afirmou que a exploração mineral no Amazonas faz parte de um plano estratégico do Governo Federal para o desenvolvimento social e econômico dos municípios. 

A declaração foi feita sexta-feira, 24, durante a 5ª Audiência Pública – Potássio, uma realidade do Amazonas para o Brasil, promovida pela Comissão de Mineração, no município de Itapiranga (à 360 quilômetros).

De acordo com Duarte, o Amazonas tem grande potencial mineral e a orientação da presidenta Dilma Housseff e do ministro do MIN, Fernando Pimental, é de garantir todo o apoio ao processo de exploração do potássio na região do rio Madeira, principalmente no município de Autazes. 

“A exploração mineral faz parte da pauta de discussão em Brasília. A minha vinda ao Amazonas, especialmente a Itapiranga, é para dizer que o projeto Potássio terá todo o apoio do Governo Federal”, disse o secretário.

As declarações de Sérgio Duarte foram reforçadas pelo superintendente de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), Djalma Mello, que também esteve presente na Audiência Pública. 

“O projeto Potássio é política e socialmente correto, porque vai gerar o desenvolvimento das cidades amazonenses e, conseqüentemente ao povo do Amazonas. 

E a Sudam vai garantir todo o apoio necessário para que a exploração mineral seja alavancada e o nosso Estado se transforme em referência para o Brasil”, garantiu.

O deputado Sinésio Campos lembrou que a exploração mineral no Amazonas inicia uma nova fase e avança para o processo de discussão do licenciamento ambiental. 

Nesta segunda-feira, 27, o parlamentar e líder do governo na Assembleia Legislativa, visita pela quarta vez a mina de potássio Taquari-Vassouras, em Aracajú (SE), acompanhado dos prefeitos de Nova Olinda do Norte, Autazes, Itapiranga, Borba, Itacoatiara, Silves e Nhamundá, que formam o Fórum dos Municípios Mineradores (FMM).


Para o prefeito de Autazes, Wanderlan Sampaio, a expectativa do início da atividade de exploração do cloreto de potássio no município é muito grande, principalmente depois que a empresa Potássio do Brasil anunciou um investimento de U$ 2 bilhões nos próximos quatro anos na cidade. 

“Em um ano foram investidos mais de R$ 11 milhões no trabalho de pesquisa. E com o apoio do Governo do Amazonas estamos garantindo a capacitação da população por meio de cursos do Cetam”, informou.



Antônio Lopes

sábado, 2 de março de 2013

Situação do calcário do rio Jatapu em Audiência Pública na ALEAM

Para o deputado Sinésio Campos, uma rodada de reuniões com todos os componentes envolvidos deve ser agendada para o período de 11 a 15 de Março

Alguns problemas sociais que Presidente Figueiredo enfrentaria.(Aleam)
O deputado Sinésio Campos (PT), líder do Governo na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), realizou na última quinta-feira (28), uma Audiência Pública da Comissão de Geodiversidade,  Recursos Hídricos, Minas, Gás e Energia para discutir a situação do calcário do rio Jatapu, em São Sebastião do Uatumã (a 247 quilômetros) e Presidente Figueiredo (a 117 quilômetros) para a agricultura.

O secretário de Mineração, Daniel Navas, esteve presente ao encontro quando o representante do Grupo Itautinga, José Emídio, disse que não poderia investir mais dinheiro na elaboração de um projeto definitivo, porque o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) não havia liberado a licença de exploração do minério e para a utilização de uma estrada pelo centro da mata que levaria à mina.

O representante do Prefeito de Presidente Figueiredo, Neilson Cavalcante, disse que o município se tornou parceiro do grupo Itautinga, porque viu na solicitação da empresa, a seriedade e a solução de alguns problemas sociais que Presidente Figueiredo enfrentaria.

O Grupo Itautinga garante que os investimentos seriam maiores e mais maciços, caso o Ipaam e o Governo do Estado liberassem o projeto. “Não se pode produzir cimento bom e barato se as dificuldades são enormes” disse Emídio, ao afirmar que se o produto faltasse na cidade a imprensa seria a primeira a culpar a Itautinga pelos prejuízos. ”Mal sabe ela (imprensa) que a culpa é de outras pessoas”, acentuou.

Para o deputado Sinésio Campos, uma rodada de reuniões com todos os componentes envolvidos deve ser agendada para o período de 11 a 15 de Março, para que todos possam expor suas ideias.

Com Informação da Assessoria