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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

O que é o Dia de Ação de Graças:

Dia de Ação de Graças é um feriado celebrado majoritariamente

(Mvpmportuguese) A Sexta-feira depois do dia de Ação de Graças é conhecida como Black Friday


Dia de Ação de Graças é um feriado celebrado majoritariamente nos Estados Unidos e Canadá. Nos Estados Unidos é celebrado na quarta Quinta-feira de Novembro, e no Canadá, na segunda Segunda-feira de Outubro.

Como o próprio nome diz o Dia de Ação de Graças é um dia onde as pessoas se juntam para demonstrarem a sua gratidão a Deus pelas bênçãos recebidas durante o ano, expressando também carinho pelos seus amigos e familiares. Este é um dos feriados mais importantes dos Estados Unidos e Canadá, juntamente com o Natal e a Passagem de Ano.
O Dia de Ação de Graças é um feriado familiar, onde é normal realizar longas viagens para que os parentes estejam reunidos. Outra grande tradição deste feriado é a comida. As famílias celebram este dia com muita fartura gastronômica, onde tipicamente se come peru (por isso também é conhecido como Turkey Day - Dia do Peru), batata-doce, purê de batata, torta de abóbora, torta de maçã, torta de nozes, entre muitas outras coisas.

Origem do Dia de Ação de Graças

 

Os primeiro Dia de Ação de Graças foi celebrado nos Estados Unidos em 1620 em Plymouth, Massachusetts, pelos peregrinos fundadores da vila.
Depois das colheitas terem sido gravemente prejudicadas pelo Inverno rigoroso, os colonos tiveram uma boa colheita de milho no Verão seguinte, em 1621. Para marcar e celebrar a ocasião depois de sucessivos anos complicados no que diz respeito à agricultura, o governador da vila resolveu organizar uma festa no Outono de 1621. Nessa festa participaram cerca de 90 índios e foram comidos patos, perus, peixes e milho. A partir desse ano, na Nova Inglaterra, em cada Outono era organizada uma festa de gratidão a Deus, por causa das boas colheitas.
Em 1863, Abraham Lincoln (presidente na época) anunciou que a quarta quinta-feira de Novembro seria conhecida como o Dia Nacional de Ação de Graças.

Curiosidades sobre o Dia de Ação de Graças

 

Existe uma cerimônia no Dia de Ação de Graças, onde o Presidente americano em exercício perdoa dois perus (um oficial e um reserva), salvando assim os animais do mesmo destino dos outros 46 milhões de perus - a estimativa de perus que são consumidos durante o feriado.
O Dia de Ação de Graças é também muito conhecido por grandes desfiles. O mais conhecido desfile de todos é o da Macy's em Nova Iorque, onde participam centenas de figuras mediáticas e personagens do mundo infantil e da fantasia como Mickey, Homem Aranha, entre outros. No Dia de Ação de Graças também é disputado um jogo de futebol americano, um dos esportes mais apreciados nos Estados Unidos.
A Sexta-feira depois do dia de Ação de Graças é conhecida como Black Friday (Sexta-feira Negra em português). Nesse dia, várias lojas fazem promoções surpreendentes, e por esse motivo, as lojas ficam superlotadas, de tal forma que todos os anos, há sempre casos de confrontos entre clientes que lutam tentando obter os mesmos produtos, ou pessoas que passam mal por estarem nesse tipo 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Governador sugere levar água do AM para resolver crise hídrica no Sudeste

José Melo disse que o Amazonas tem como socorrer estados em crise.

Governador afirma que em 10 anos obras podem colocar ideia em prática.

 

Proposta sugerida pelo governo do AM é captar águas e levá-las para regiões do país com crise de abastecimento (Foto: José de Oliveira/TV Amazonas)


Enquanto estados da Região Sudeste do país enfrentam uma crise hídrica, os rios que banham o Norte do Brasil seguem abundantes. Levar água do Rio Amazonas - um dos maiores do mundo - para São Paulo e outros estados que sofrem com falta d'água foi justamente a proposta sugerida pelo governador do estado, José Melo (PROS), nesta terça-feira (3). Para Melo, se obras para o fornecimento fossem realizadas, em dez anos, eventuais crises hídricas poderiam ser solucionadas com utilização das águas de rios que passam pelo estado da Região Norte.

A declaração do governador foi dada durante solenidade que marca o início dos trabalhos da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), em Manaus. Questionado sobre a crise hídrica e energética registrada na Região Sudeste, José Melo disse que o país planejou, mas não executou da forma que deveria as ações para os setores.
"O Brasil tem muitos investimentos no setor de geração de energia e de abastecimento, mas que não andaram na medida e velocidade que deveriam. Sei que existem aí muitas dificuldades de ordem ambiental e financeira, mas eu acho que o Brasil pode resolver esse problema com o Amazonas", avaliou.

A proposta do governador é levar água de rios do Amazonas para as regiões que sofrem com abastecimento, dentre elas, o Nordeste e o Sudeste. Uma das sugestões é utilizar água de um dos mais extensos rios do mundo e de maior fluxo de água por vazão: o Rio Amazonas.

"Eu sou daqueles que entende que a solução passa pelo Amazonas. Você tem o Nordeste Brasileiro com solos extremamente férteis, mas não tem água. E agora o Sudeste do Brasil padecendo da falta de água. A pergunta que deixo para o Brasil é o seguinte: por que não levar água da Foz do Amazonas, que tem em abundância, para o Sul, Sudeste e, sobretudo, para o Nordeste, onde há solos abundantes e ricos? Não precisaríamos levar água todo dia. Quando no período de chuvas resolvessem a questão do abastecimento dos reservatórios, a torneira estava fechada. Quando isso não acontecesse, o Amazonas estaria lá para socorrer", afirmou José Melo.

Segundo o governador, se em médio prazo, o Brasil optasse por levar água do Amazonas para outros estados, nos próximos dez, seria possível criar um ciclo. "Hoje, você vê o petróleo e o gás sair lá dos Urais, percorrer mais de oito mil quilômetros para chegar ao mar da Turquia. Hoje, você vê um gasoduto sair da Bolívia e chegando a São Paulo. Hoje, você vê a China comprando milhares de metros cúbicos de água do Canadá. Não tem dificuldade de solução de engenharia. As tecnologias de transferência estão todas dominadas", enfatizou, sem mecionar detalhes de projetos.


Adneison Severiano
Do G1 AM




sexta-feira, 7 de junho de 2013

Estudo descobre a origem do câncer de mama


A descoberta será fundamental no monitoramento a partir de amostras de tecidos e sangue

Nesse caso, podendo se transformar em células cancerígenas com facilidade(Divulgação)


Pesquisadores dizem ter encontrado a origem do câncer de mama, o que pode contribuir para um melhor tratamento da doença.

Segundo informações da BBC, os responsáveis pela descoberta foram os estudiosos David Gilley, da Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, e Connie Eaves, do Laboratório Terry Fox da Agência para o Câncer em Vancouver, no Canadá. Eles constataram que as células cancerígenas são sempre desenvolvidas nos ductos que levam o leite da glândula mamária até o mamilo.

Gilleu e Eaves explicam em uma publicação na revista "Stem Cell Reports", que todas as mulheres possuem uma classe particular de células-mãe com telômeros (estruturas que formam as extremidades do cromossomo) extremamente curtos.

Essas extremidades muito pequenas fazem com que as células sejam mais propensas a sofrer mutações.

Nesse caso, podendo se transformar em células cancerígenas com facilidade.

Para chegar ao resultado, a pesquisa contou com a análise de tecidos doados por mulheres que fizeram redução de mama, por motivos estéticos.

A procura era justamente por células comuns e vulneráveis, assim como foi encontrado no estudo.

As células do ducto mamário, que originam o câncer, são formadas por células-mãe que se dividem em células chamadas de diferenciadas ou finais.

Quando os telômeros das células finais perdem sua função (manter a estrutura do cromossomo, evitando que suas extremidades se juntem ou combinem com os outros), pode ocorrer um caos no ciclo que se segue.

Mesmo que todas as mulheres possuam essa característica em seus telômeros, a incidência da doença varia muito de pessoa para pessoa.

A descoberta será fundamental no monitoramento a partir de amostras de tecidos e sangue, que poderão detectar as pacientes que possuem altos riscos.



Redação O POVO Online




terça-feira, 28 de maio de 2013

Missão do Amazonas conhece mina de potássio em Sergipe e a planta de licença ambiental

De acordo com Sinésio Campos, o objetivo da visita é conhecer o processo de exploração do cloreto 

O deputado Sinésio Campos lembrou que a exploração mineral no Amazonas inicia(Divulgação/Assessoria)


O presidente da Comissão de Geodiversidades, Recursos Hídricos, Minas, Gás e Energia da Assembleia Legislativa e líder do governo, deputado Sinésio Campos (PT) comandou nesta segunda-feira, 27, visita oficial a mina de cloreto de potássio “Taquari-Vassouras”, no município de Rosário do Catete, em Sergipe. 


A jazida é a única do Brasil em operação desde 1986 de propriedade da Companhia Vale do Rio Doce, produz em média 560 mil toneladas do minério por ano e atende apenas 10% da demanda nacional.

A viagem à Sergipe faz parte da programação da agenda de atividade das Audiências Públicas – Potássio, uma realidade do Amazonas para o Brasil e do Fórum dos Municípios Mineradores e Exploradores de Petróleo e Gás. 

Os encontros vêem sendo realizados desde março pela Comissão de Geodiversidade e já percorreu os municípios de Nova Olinda, Autazes, Borba, Silves e Itapiranga, este último sexta-feira, dia 24. No próximo dia 17 de junho, a reunião acontecerá em Nhamundá (a 375 quilômetros de Manaus).

Integram a missão os prefeitos de Nova Olinda do Norte, Joseias Lopes, os vereadores de Itacoatiara, Cheila Moreira (PT) e Air Neto (PSD), além do secretário de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos (Semgrh), Daniel Nava e geólogos do órgão, Miguel Martins e Maria do Carmo Neves, diretor de Licenciamento Ambiental do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), Dulcimar Andrade, coordenador de Planejamento da Secretaria de Planejamento (Seplan), Luis Almir, e o engenheiro ambiental do Instituto de desenvolvimento do Amazonas (Idam), Pedro Benício.

De acordo com Sinésio Campos, o objetivo da visita é conhecer o processo de exploração do cloreto de potássio em uma profundidade de 650 metros e, principalmente, o modelo de planta elaborada pelos órgãos ambientais de Sergipe para a autorização da licença de exploração do mineral componente do NPK (nitrogênio, potássio e fósforo). 

O fertilizante é utilizado na correção do pH do solo na agricultura e pecuária, o qual o Brasil importa 92% do Canadá, Rússia e Biolorússia.

O deputado informou que, a partir de agora, os representantes dos órgãos ambientais do Amazonas, como o Ipaam e o Idam, começam a trabalhar uma proposta de licenciamento para o projeto de exploração do potássio no Amazonas, mais especificamente no município de Autazes. 

“A visita é de grande importância para todo o povo do Amazonas. As questões ambientais estão sendo analisadas com muito cuidado e a orientação do governador Omar Aziz é esclarecer todas as etapas do processo de exploração do mineral”, disse.

Estratégia - O secretário geral do Ministério da Integração Nacional (MIN), Sérgio Duarte, afirmou que a exploração mineral no Amazonas faz parte de um plano estratégico do Governo Federal para o desenvolvimento social e econômico dos municípios. 

A declaração foi feita sexta-feira, 24, durante a 5ª Audiência Pública – Potássio, uma realidade do Amazonas para o Brasil, promovida pela Comissão de Mineração, no município de Itapiranga (à 360 quilômetros).

De acordo com Duarte, o Amazonas tem grande potencial mineral e a orientação da presidenta Dilma Housseff e do ministro do MIN, Fernando Pimental, é de garantir todo o apoio ao processo de exploração do potássio na região do rio Madeira, principalmente no município de Autazes. 

“A exploração mineral faz parte da pauta de discussão em Brasília. A minha vinda ao Amazonas, especialmente a Itapiranga, é para dizer que o projeto Potássio terá todo o apoio do Governo Federal”, disse o secretário.

As declarações de Sérgio Duarte foram reforçadas pelo superintendente de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), Djalma Mello, que também esteve presente na Audiência Pública. 

“O projeto Potássio é política e socialmente correto, porque vai gerar o desenvolvimento das cidades amazonenses e, conseqüentemente ao povo do Amazonas. 

E a Sudam vai garantir todo o apoio necessário para que a exploração mineral seja alavancada e o nosso Estado se transforme em referência para o Brasil”, garantiu.

O deputado Sinésio Campos lembrou que a exploração mineral no Amazonas inicia uma nova fase e avança para o processo de discussão do licenciamento ambiental. 

Nesta segunda-feira, 27, o parlamentar e líder do governo na Assembleia Legislativa, visita pela quarta vez a mina de potássio Taquari-Vassouras, em Aracajú (SE), acompanhado dos prefeitos de Nova Olinda do Norte, Autazes, Itapiranga, Borba, Itacoatiara, Silves e Nhamundá, que formam o Fórum dos Municípios Mineradores (FMM).


Para o prefeito de Autazes, Wanderlan Sampaio, a expectativa do início da atividade de exploração do cloreto de potássio no município é muito grande, principalmente depois que a empresa Potássio do Brasil anunciou um investimento de U$ 2 bilhões nos próximos quatro anos na cidade. 

“Em um ano foram investidos mais de R$ 11 milhões no trabalho de pesquisa. E com o apoio do Governo do Amazonas estamos garantindo a capacitação da população por meio de cursos do Cetam”, informou.



Antônio Lopes

terça-feira, 23 de abril de 2013

Extração mineral como alternativa econômica para o Amazonas


Essa é uma luta de mais de 10 anos e o governador e as secretarias afins entenderam que é fundamental que o calcário agrícola chegue ao


Entendo que em países como Austrália e Canadá existe a questão mineral(Divulgação)

O deputado estadual Sinésio Campos (PT) falou durante a Sessão Plenária da última quinta-feira (18), na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), sobre o compromisso do governo Federal com a Zona Franca de Manaus, mas ressaltou que é necessário buscar alternativas para alavancar a economia do Estado.

Para o deputado, a extração mineral é uma opção para o desenvolvimento do Amazonas e citou a exploração do calcário agrícola como um caminho a ser seguido.

“Essa é uma luta de mais de 10 anos e o governador e as secretarias afins entenderam que é fundamental que o calcário agrícola chegue ao agricultor familiar para a correção do solo; assim como não existe também piscicultura se não houver a correção do PH da água, ou seja, existe hoje uma decisão política”, comemorou.

O parlamentar também lembrou que o Congresso Nacional analisa a questão mineral nas terras indígenas e defendeu a atividade como uma alternativa econômica para este segmento da população.

“Entendo que em países como Austrália e Canadá existe a questão mineral em área indígena que pode ser feita de forma sustentável e que pode dar aos nossos irmãos indígenas uma vida mais decente, pois se abre oportunidade de emprego e renda para muitos que hoje estão nas periferias de Manaus e das sedes dos municípios sem ter um horizonte.

Se vale para um país de primeiro mundo também tem que valer para o Brasil? Os seres tutelado não são seres impotentes”, declarou o deputado.


Com Informação da Assessoria