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segunda-feira, 25 de março de 2013

Criação de hospital veterinário é tema de audiência na ALEAM

Estarão presentes na Aleam representantes do Conselho de Medicina Veterinária do Amazonas, Centro de Zoonoses de Manaus, estudantes do curso de Veterinária e Ongs que combatem os maus tratos aos animas

Veterinários e a população divergem quanto a criação de hospitais públicos para animais
Veterinários e a população divergem quanto a criação de hospitais públicos para animais (Luiz Vasconcelos)
Uma audiência pública, que será realizada nesta segunda-feira (25), às 10h, no auditório Belarmino Lins, da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), vai discutir o projeto de criação do Hospital Público Veterinário do Amazonas. A proposta de criação deste tipo de estabelecimento é do deputado estadual Tony Medeiros (PSL) e conta com o apoio dos autobatizados grupos de “cachoeiros e gateiros” do Amazonas.

Nesta audiência estarão presentes representantes do Conselho de Medicina Veterinária do Amazonas, Centro de Zoonoses de Manaus, estudantes do curso de Veterinária e Ongs que combatem os maus tratos aos animas, entre outros representantes e instituições.

O evento vai discutir a necessidade de criação do Hospital Público Veterinário e os riscos para os moradores das grandes cidades onde diariamente centenas de animais domésticos são abandonados, levando riscos de zoonoses à população.

O Censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no ano 2000 mostrou que mais de 50% dos domicílios no País tinham algum tipo de animal doméstico. A estimativa é que esse número tenha aumentado na última década, inclusive em regiões metropolitanas como a de Manaus.

Na realização do Censo de 2012, o IBGE não pesquisou o número de animais domésticos existentes nos lares do País.

Cautela 

O primeiro do país foi criado no bairro do Tatuapé, Zona Leste de São Paulo. Lá são oferecidos tratamentos variados para os bichos que necessitam de cuidados especiais. Mas, essa questão divide opiniões da população e de profissionais, que julgam a necessidade de haver cautela nessa discussão.

 ACRITICA


domingo, 8 de julho de 2012

Cães sofrem maus tratos em casa abandonada no Amazonas

Vizinhos denunciam proprietário de casa abandonada no bairro Dom Pedro I de Manaus, que possui quatro cães no local vivendo sem acesso diário a água ou comida , em meio a sujeira de urina e fezes. Vizinhos reclamam dos maus tratos aos cães e do mau cheiro que a casa exala.

Três dos quatro cães que estão sendo vítimas de maus tratos, o quarto que não aparece na foto vive acorrentado.
Três dos quatro cães que estão sendo vítimas de maus tratos, o quarto que não aparece na foto vive acorrentado. (divulgação)

Vizinhos de uma casa abandonada, localizada na rua Wenceslau Braz, no bairro Dom Pedro I, Zona Centro-Oeste de Manaus, denunciam o proprietário por manter quatro cães em condições precárias no local.
Eles dizem que o dono dos cães vai até a casa somente aos sábados para dar ração e água para os animais, e que durante toda a semana eles ficam ao relento, sem alimento, debaixo de sol e chuva e com o chão repleto de urina e fezes, exalando um forte odor ao redor da casa. Um dos três cães vive acorrentado o tempo todo, sem chance de se locomover pela área disponível
Segundo a ativista pelo direito dos animais, Erika Schloemp, o proprietário dos animais já responde a três processos por crimes ambientais: "Sempre que é denunciado, ele vai até a casa, limpa toda a área e dá fim nos cadáveres dos animais. Foi assim que aconteceu com o cão anterior, que era uma mistura de pitbull com sharpei. Os vizinhos têm que se acostumar com o cheiro putrefato de cadáver de cachorro. A casa é um verdadeiro depósito de lixo e está completamente destruída. Infelizmente os processos contra ele não avançam, não chegam a passar a vara do meio ambiente", denuncia.
Ao saber da denúncia, a reportagem do Portal acritica.com entrou em contato com o Batalhão Ambiental da Polícia Militar que informou que deslocaria uma viatura de patrulhamento para verificar a situação no local.
Os entrevistados não tinham o contato do proprietário da residência. 

BRUNO STRAHM