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domingo, 7 de julho de 2013

Maciel denuncia maus tratos a policiais militares no município de Humaitá


De acordo com Maciel esse áudio foi gravado em um auditório onde


A perseguição é tanta que ele transfere o policial por determinados (Arquivo)


O deputado estadual Cabo Maciel (PR) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) para apresentar denúncias recebidas de policiais militares que estão trabalhando em torno de 30 dias e recebendo apenas dez no mês, sistema esse de pagamento que, segundo ele, estaria prejudicando grande parte desses policiais militares deslocados para o interior do Estado.

Prejudicial sim, disse Maciel, uma vez que só recebem cerca de 33% sobre o valor bruto que consta no recibo, ou seja, se um policial militar vai para o interior consta no recibo de pagamento que ele recebeu 30 diárias, mas somente lhes são depositados 10 diárias, um absurdo que deve ser apurado e os envolvidos punidos.

O deputado Cabo Maciel apresentou dois áudios onde comprova a denúncia feita semana passada referente ao tratamento desumano e descortês por parte do comandante do 4° Batalhão de Policiamento de Humaitá - BPM (a 590 km de Manaus), major PM Luzeiro, contra os policiais militares desse município. “No áudio ele afirma que a instituição Polícia Militar não tem dinheiro para pagar diária ou então vai ter que transferir pessoal, além de ofendê-los com palavras de baixo calão”, denunciou.

De acordo com Maciel esse áudio foi gravado em um auditório onde, o major reuniu com os militares em sua maioria pais de famílias utilizando essas palavras e ameaçando-os de transferência porque a informação que ele tem é a de que o Estado tem apenas R$ 300 mil para ser utilizado no pagamento de diárias. “Os policiais são ameaçados na formatura, além de criar uma guerra contra os policiais universitários para que se adéquem à escala de serviços com a da faculdade.

A perseguição é tanta que ele transfere o policial por determinados dias a outro município para que falte às aulas na faculdade, afirmando que ele nunca estudou e que estudo não leva ninguém para frente, prejudicando a categoria numa falta de respeito aos policiais e famílias”, denunciou revoltado Maciel.

Em vista dessa situação, Maciel pediu do Comando-Geral da PM a retirada do major Luzeiro do comando do Batalhão por conduta irregular contra esses profissionais “que estão lá para dar segurança ao povo e não serem maltratados por seu comandante”.



Com Informação da Assessoria

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Maciel reclama sobre pagamento de policiais deslocados para o interior do Estado

Maciel falou que policiais militares tem direito a receber diárias que variam

Quando forem transferidos para municípios de alcance médio(Divulgação)

O deputado Cabo Maciel (PR) denunciou nesta quinta-feira (27), na tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), o sistema de pagamento que, segundo ele, estaria prejudicando grande parte dos policiais militares deslocados para o interior do Estado, uma vez que, geralmente, só recebem por volta de 33% sobre o valor bruto que consta no recibo 
“Por exemplo, se um policial militar vai para o interior do Estado
consta, no recibo,  que ele recebeu 30 diárias, mas somente lhe são
depositados 10 dias. Alguém está ficando com o dinheiro”, acusou
Maciel.

Maciel falou que policiais militares tem direito a receber diárias que
variam de 15 a 60 dias, mas os valores nunca batem entre o que é
devido, de fato, ao policial, pelo montante de diárias concedidas.

“Isso é maquiagem, pois está virando praxe na Polícia Militar. Já
comuniquei o fato ao comandante da PM, coronel Almir David e ao
governador Omar Aziz e vamos esperar pelas providencias”, disse ele.

O deputado Maciel voltou a pedir ao comandante da PM e ao governador
Omar Aziz que determine o reajuste, urgente, do auxílio-moradia dos
policiais militares, uma vez que os R$ 300,00 que atualmente são pagos
“ não dão nem mesmo para alugarem um tapiri”.  

Segundo Maciel, já foi elaborado um documento ao Governor do Estado contendo as propostas dos militares e encaminhado por ele, descrevendo os valores que devem ser pagos aos militares quando foram transferidos para outros locais. “Quando o local for perto de Manaus o valor é menor. 

Quando forem transferidos para municípios de alcance médio, o valor é outro e, quando o município for mais longe, ou seja, mais perto das
fronteiras,  o valor será aumentado”, explicou ele.


Com Informação da Assessoria

terça-feira, 26 de março de 2013

Atos criminosos contra PMs em Manacapuru

Se eu fosse o comandante, um fato desse acontecendo, no mínimo teria que chamar o comandante Major PM Michel Pereira

O que não pode é essa situação continuar como está(zecarlosborges)

O deputado estadual Cabo Maciel (PP) classificou como incompetência do comando da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) a não apuração dos atos criminosos ocorridos contra policiais nos últimos meses e, portanto, sem resposta ou solução para a população do município de Manacapuru (a 84 quilômetros).

Cabo Maciel citou nomes de soldados que sofreram atentado por parte de criminosos, entre eles o soldado Aleandro Noronha, ferido quando estava de serviço, em 12 de junho de 2010. “Todos os casos até o momento não tiveram solução e, o pior, o soldado Noronha, encontra-se em uma cadeira de rodas”, denunciou Cabo Maciel.

O discurso, em forma de desabafo, foi feito da tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), na manhã desta terça-feira (26), afirmando que “se houve o fato e não teve resposta, nada foi apurado, não tem outra palavra que se possa usar a não ser incompetência”.

“Se eu fosse o comandante, um fato desse acontecendo, no mínimo teria que chamar o comandante Major PM Michel Pereira, do efetivo de Manacapuru, saber o que está acontecendo e mandar reforço para ele apurar o fato, além de fortalecer a Polícia Civil para não sossegar enquanto não pegar os culpados, pois Manacapuru é uma cidade pequena”, disse o parlamentar .

De acordo com Maciel, o que não pode é essa situação continuar como está e , a todo momento, policiais em serviço, morram ou sofram atentados e nada se faça para combater essa situação.

“Não estou aqui incitando ninguém a matar bandido, mas aos policiais hoje a única medida a fazer para se defender e a seus familiares é agir de qualquer forma para não morrer e deixar seus familiares desamparados”, observou.


Com Informação da Assessoria

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Município de Iranduba (AM) inicia projeto-piloto do programa 'Ronda no Bairro'

Após ser implantado em toda a capital amazonense, o Ronda no Bairro segue para o interior do Estado

Iranduba é o primeiro município a receber as ações para implantação do programa Ronda no Bairro
Iranduba é o primeiro município a receber as ações para implantação do programa Ronda no Bairro (Agecom)
O município de Iranduba (a 28 quilômetros de Manaus) é o primeiro a receber as ações para implantação do programa, cuja operação na cidade servirá como projeto-piloto para estender o Ronda no Bairro a mais 12 municípios do Amazonas, inicialmente.
 
Um dos primeiros passos para a implantação do novo sistema de segurança em Iranduba foi a realização do curso de capacitação para mais de 60 policiais militares e civis que vão atuar na região, assim que o governador Omar Aziz oficializar a implantação do programa na cidade. O município também já passou pelo processo de mapeamento de áreas, com a divisão da cidade em seis setores, incluindo o Cacau Pirêra, para o planejamento das ações do Ronda no Bairro.


Na manhã desta segunda-feira, a pedido do governador Omar Aziz, a presidente de honra do Fundo de Promoção Social (FPS), primeira-dama Nejmi Aziz, realizou a entrega dos certificados de conclusão do curso aos policiais, em solenidade no plenário da Câmara Municipal de Iranduba. 

O evento também contou com a presença da titular da Secretaria de Governo (Segov), Rebecca Garcia.

Durante a cerimônia, Nejmi Aziz destacou a importância do Ronda no Bairro. “A população dos municípios quer e precisa de ações que são realizadas em Manaus em diversas áreas, inclusive na área da segurança. E hoje o Ronda no Bairro existe para somar e estar junto da comunidade. É importante que as pessoas saibam que a eficiência do programa se deve à interação entre as policias civil e militar e os cidadãos”, ressaltou. 

O secretário executivo do Ronda no Bairro, tenente-coronel Amadeu Soares, comentou sobre a escolha de Iranduba para o projeto-piloto e ressaltou como deverão ser conduzidos os trabalhos nas demais localidades. “Iranduba foi escolhido pela proximidade com a capital e pela praticidade que teremos de montar um projeto-piloto e, a partir dele, iremos implantar o programa nos outros 11 municípios, escolhidos por calha de rio. As calhas de divisa de fronteira foram priorizadas também”, pontuou.

Investimento

Para o interior, o programa vai contar com investimentos iniciais de R$ 100 milhões, beneficiando cerca de 685,6 mil pessoas nas cidades de Manacapuru, Iranduba, Parintins, Tefé, Tabatinga, São Gabriel da Cachoeira, Lábrea, Eirunepé, Coari, Humaitá, Boca do Acre e Itacoatiara.

Adaptado à realidade

Além das disciplinas comuns, que foram aplicadas pelo programa na formação dos policiais do Ronda no Bairro na capital, o efetivo do interior deve receber treinamento com três novas disciplinas que fazem referências às realidades territoriais dos municípios amazonenses. São elas: policiamento ambiental e fluvial e desenvolvimento local.

ACRITICA.COM*
*Com informações da Agecom

sábado, 21 de abril de 2012

Polícia Militar do AM vive a crise dos coronéis

Principais auxiliares do comandante geral da PM entregaram os cargos por discordar dos critérios para promoção de oficiais

Almir David durante formatura nesta sexta-feira (20), sem a presença dos coroneis Hebert e José
Almir David durante formatura nesta sexta-feira (20), sem a presença dos coroneis Hebert e José (Márcio Melo)

Uma crise se abriu no alto escalão da Polícia Militar. O subcomandante, coronel José Alves, e o chefe do Estado Maior, coronel Herbert Araújo, entregaram, na quinta-feira, suas funções ao comandante geral da corporação, coronel Almir David. Para completar, três membros da Comissão de Promoção de Oficial (CPO), os coronéis José Militão Rodrigues, Augusto Sérgio da Silva e Ricardo Mágno Ferreira, foram exonerados de suas funções. A decisão foi motivada por discordarem do comandante que, segundo eles, foi induzido por um grupo de tenentes-coronéis que anseia o comando da instituição, a descumprir a lei estadual de promoção de oficiais.
De acordo com a lei estadual, elas só podem acontecer mediante a análise e aprovação da CPO. De acordo com informações de oficiais que não apoiam a decisão do comandante, a ilegalidade está na forma como foi conduzido o processo de abertura de vagas para coronéis. Baseado na lei, a CPO informou ao comando que não havia vaga para a promoção de tenentes-coroneis a coronéis. Se tivesse, esta necessariamente teria que passar pela aprovação da comissão. Segundo os oficiais, Almir David nomeou o coronel Lindomar Gonçalves como relator de promoções de oficiais e este, com apoio de um outro grupo encabeçado pelo tenente-coronel Eliézio Silva, conseguiu criar sete vagas na corporação.
Candidatos
Para estas vagas estão no páreo dez tenentes-coronéis. São eles: Amadeu Soares (secretário executivo do programa Ronda no Bairro); Gilvandro Mota (Diretor do Colégio da Polícia Militar); Gilberto Gouvêa; o próprio Eliézio Silva; Romel Paulo; Marcos César; Roosevelt Conceição; Aroldo Ribeiro; Samuel Gomes e Berilo Bernardino. Sete deles serão os mais novos coronéis da Polícia Militar do Amazonas. Alves e Herbert não concordaram com a medida e tentaram impedir que a mesma fosse publicada no Boletim Geral (BG), uma espécie de diário da instituição, onde são publicadas medidas administrativas.
Foi então constituida uma nova CPO formada pelos coronéis George Catete, Lindomar Gonçalves e Aristoteles Conte. Durante a tarde de ontem, a reportagem tentou falar como o coronel Alves e este não atendeu ao telefone. Já o coronel Herbert atendeu ao telefone e disse que preferia não comentar o assunto. A informação obtida pela reportagem era de que os dois não compareceriam à solenidade de formatura que aconteceu no Comando Geral, ontem à noite, pela passagem do Dia do Tiradentes. O secretário de Segurança, Paulo Roberto Vital, disse que estava aguardando uma resposta do comandante para poder falar sobre a crise no comando da Polícia Militar. De acordo com informações da assessoria de imprensa da PM, o caso vai para as mãos do governador Omar Aziz para que ele decida sobre a promoção de oficiais.