Mostrando postagens com marcador shows. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador shows. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Músico Zeca Torres lança novo CD em show no Teatro Amazonas

Novo álbum ‘Bailando na escuridão’ é primeiro do artista desde ‘Porto de lenha’, de 1991. As canções serão apresentadas nesta sexta-feira (30), na capital


Zeca Torres conta que sempre houve cobrança do público por um novo disco,(Márcio Silva )



Quase 24 anos após o lançamento de “Porto de lenha”, Zeca Torres apresenta seu novo álbum, “Bailando na escuridão”, em show amanhã, às 20h, no Teatro Amazonas. No espetáculo, o cantor e compositor dividirá o palco com vários dos artistas que fizeram participação especial no novo CD, entre eles o carioca Maurício Maestro, produtor e arranjador do grupo Boca Livre, que assina a direção musical do show. Os ingressos têm preço de R$ 20.

O repertório do espetáculo é baseado nas canções do novo CD, com destaque para a faixa-título “Bailando na escuridão”. A música, que já está na programação das rádios de Manaus, é uma homenagem ao tripa do boi-bumbá, figura que dança sob o boi nas apresentações folclóricas. Ao todo, 12 faixas compõem o disco – 11 delas com produção e arranjos de Maestro, e “Nativa”, com produção e participação especial do Duofel.
O show também terá espaço para canções mais conhecidas de Torres, entre elas “Porto de lenha”. Escrita em parceria com o poeta Aldisio Filgueiras nos anos 1970, a composição foi cantada e regravada por vários artistas, e até hoje é uma das músicas mais célebres do cancioneiro amazonense. Outras faixas de “Porto de lenha”, como “Dia de festa” e “Papagaio de famão” (escrita com Anibal Beça), também estarão no show.
Além do repertório, o time de convidados especiais será outro destaque do espetáculo no Teatro Amazonas. São eles Andréa Pinheiro (PA), Claudio Nucci (SP), Eudes Fraga (CE), Kay Lyra (RJ), Lula Barbosa (SP), Mauricio Maestro (RJ) e Sergio Souto (AC), todos parceiros e colaboradores de Torres em “Bailando na escuridão” – e alguns também no predecessor “Porto de lenha”, como é o caso de Nucci e Maestro.
A banda base do espetáculo será composta por Sérvio Túlio (contrabaixo), Ygor Saunier (bateria), Ênio Prieto (sax/flauta), Alcides Alexandre (percussão) e Paulo Marinho (teclados/piano). A cenografia e a iluminação ficaram a cargo de Sergio Cardoso.
Espera e maturidade
Zeca Torres conta que sempre houve cobrança do público por um novo disco, depois do sucesso de “Porto de lenha” – que ele lançou em 1991 sob o nome artístico de Torrinho, pelo qual ainda é lembrado. A demora, ele justifica, deveu-se ao fato de ter esperado pelo “momento certo” em termos de maturidade musical e condições para produção do CD.
“Esperei pelo momento em que pudesse ter a chance de fazer um trabalho como estava idealizando, e com a qualidade que eu queria”, conta o músico, nascido em Belo Horizonte e radicado em Manaus desde 1968. Sem nunca ter parado de produzir, há poucos anos ele sentiu que a hora afinal havia chegado: “Meu amadurecimento, tanto como intérprete como compositor, me levou a acreditar que eu tinha um trabalho pronto para ser gravado”.
Especiais participações
As gravações de “Bailando na escuridão” foram realizadas no ano passado, na Drum Akustic & Studio, no Rio de Janeiro. Além dos convidados do show de lançamento, o disco teve participações especiais dos paulistas Lula Barbosa e Natan Marques, e dos cariocas Tavynho Bonfa e Zé Renato – este também integrante do Boca Livre –, além de Luiz Bueno e Fernando Melo, do Duofel.
“Todos participaram com o maior prazer, curtiram fazer parte do álbum. Fomos agregando as pessoas durante o trabalho em estúdio, fui convidando as pessoas e elas foram aceitando. Ainda na fase de repertório, já fui pensando em algumas parcerias e participações especiais que eu poderia ter. No final, o disco quase todo teve participações especiais”, comemora ele, que se declara feliz com o resultado final. “Acho que a espera valeu a pena. Fiquei supersatisfeito com o disco. E tanto quem já ouviu como quem participou da produção também gostou muito do álbum”.
Após o show, “Bailando na escuridão” estará à venda no hall do Teatro Amazonas. O show de lançamento do CD tem patrocínio de Marjom Estofados e Colchões, Hotel do Largo, Pousada Mango Guesthouse, Rizzato Outdoor e restaurantes La Barca e Tambaqui de Banda. O evento recebeu ainda apoio cultural da Secretaria de Estado de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos.
Serviço
O que: é Show de lançamento do CD “Bailando na escuridão”, com Zeca Torres e convidados
Onde: Teatro Amazonas, Largo de São Sebastião, Centro
Quando: Amanhã, às 20h
Quanto: Ingressos a R$ 20 (preço único)
Informações: Na bilheteria do teatro ou pelo telefone (92) 99148-3238
JONY CLAY BORGES


domingo, 27 de maio de 2012

Virada Cultural em Manaus é marcada por atrasos

Mesmo com registros de atrasos, programação acontece em diversos pontos de Manaus.

Público que está no Palco Ponta Negra durante programação da Virada Cultural
Público que está no Palco Ponta Negra durante programação da Virada Cultural (Reprodução)

Público já curte shows no palco Ponta Negra, um dos oito montados para a Virada Cultural 2012. No início da noite, algumas pessoas que estavam no local reclamaram do atraso na programação que estavam com quase duas horas de atraso. A primeira atração na Ponta Negra começou a se apresentar às 20h10.
De acordo com a programação divulgada pela Prefeitura de Manaus, por meio da Manauscult, os shows deveriam ter começado à 17h com apresentação da banda local Bandaid, seguida das bandas Black Mersey, RG7, Artigo Quinto, Sinon, Fly Now, e outras.
Os shows mais aguardados pela população tem a previsão para acontecer às 23h50, com a apresentação da banda CPM22, seguida do DJ Pedro Gaiotto, e do DJ Jesus Luz.
O estudante Joao Paulo Moura (16), se diz frustrado com a demora. “Cheguei aqui às 16h querendo acompanhar toda a programação, mas, o que estamos vendo é um desrespeito conosco. Não valeu à pena sair de casa”, reclamou.
A primeira atração do palco Ponta Negra começou a tocar por volta das 20h.
Além de música, a Virada Cultural também quer levar o público a ser solidário. Todos os oito palcos montados vão estar com pontos de coleta de donativos para vítimas da enchente. A estimativa da Prefeitura é arrecadar só no sábado, uma tonelada de alimentos. O trabalho de arrecadação das doações está sendo feito por bolsistas do programa Bolsa Universidade.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Jornalistas de A Crítica dão sugestões para aproveitar a Virada Cultural de Manaus

Júlio Ventilari, Omar Gusmão, Artur César e Leandro Tapajós indicam as principais atrações para o este fim de semana  

Uma das coisas que a Virada Cultural traz é a deliciosa dúvida de definir o que assistir. São tantas coisas boas acontecendo simultaneamente que o público se perde na programação. Este ano, o evento conta com seis palcos espalhados pelas quatro zonas da cidade e inclui performances circenses, teatro, shows com artistas renomados e uma programação didática. O Acritica.com, em parceria com jornalistas e colunistas da área de cultura, elaborou um roteiro com várias dicas. Confira.
Samba e rock
Artur César, editor do caderno Vida&Estilo afirma que a mistura de samba com rock pode dar certo.
Para o jornalista, sem dúvida nenhuma, as melhores opções dessa edição da Virada Cultural os shows dos grupos ‘Sambô’ e ‘Funk Como Le Gusta’, ambos no domingo. “O primeiro está programado para subir no palco da Ponta Negra (18h às 20h) e o segundo no do CSU do Parque Dez, 20h30 e 22h30, respectivamente. Ou seja, já vi que vou ter que correr de um extremo ao outro da cidade no próximo dia 27”, diz.
O grupo “Sambô” tem feito um enorme sucesso no País com sua levada ritmada. Aos instrumentos típicos do samba como o pandeiro, banjo e cavaquinho, o Sambô acrescenta bateria, teclado e guitarra.
Teatro, dança e música

Leandro Tapajós, artista plástico e editor do Portal A Crítica, optou por uma programação menos agitada. “Escolhi um roteiro ‘light’, com opções para a noite de sábado e domingo. No sábado vou investir em teatro, artes plásticas, dança e boa música valorizando uma das melhores vozes do estado. Já no domingo a dica é investir no samba. Com três atrações nacionais”, diz.
No sábado (26), Leandro indica a ida até a exposição Grafismos da Amazônia, no Manaus Plaza Shopping. Após ver a “arte pop amazônica” o jornalista vai seguir para o espetáculo “Confissão”, com o ator Ângelo Paes Leme, que ocorre no Teatro Direcional, localizado no Manauara Shopping, Zona Centro-Sul. A peça inicia às 18h. O roteiro de sábado vai terminar com o show da cantora Márcia Siqueira, que ocorre ali próximo, no CSU do Parque 10, às 21h.
No Domingo (27), Tapajós aproveita a virada assistindo o show de Lecy Brandão e Arlindo Cruz Neto. O show começa meia noite, no Eldorado. Às 20h30 também tem samba com Diogo Nogueira.
Benito de Paula

O colunista Júlio Ventilari aposta no show de Benito de Paula como uma das boas atrações na programação da Virada Cultural. “Uday Vellozo ganhou fama internacional com esse pseudônimo nos anos 70, quando chegou disputar espaço com Roberto Carlos no mercado fonográfico. Autodidata, pianista, cantor e compositor, Benito é considerado um dos grandes nomes da música brasileira. Gosto do seu trabalho, que tem o rótulo de ‘samba joia’, porque mistura o samba tradicional com piano e arranjos românticos e jazzísticos”, comenta.
Outra boa pedida é a “Funk Como Le Gusta”. A banda paulista tem um trabalho bem interessante, pois mistura black music com música latina e samba-rock, com toques eletrônicos. “Seu Jorge também vale a pena incluir na agenda de shows. Diogo Nogueira é tudo  de bom! É um dos bambambãs da nova geração do samba”, diz Júlio
Fora dos palcos

O sub-editor do caderno Bem Viver, Omar Gusmão, afirma que muitas pessoas podem não estar cientes de algumas atrações importantes. Ele indica um circuito fora dos palcos, como as peças “A Confissão”, no sábado (26), e shows de Dalto Tunai e Milton Guedes, que ocorre de 02h às 4h no domingo (27).
O que usar
Omar e Ventilari avisam que a Virada Cultural é um evento aberto e indicam roupas mais leves. “Nada de glamour! Como os shows são nas ruas é melhor usar roupas básicas. Calçar uma rasteirinha ou tênis para aguentar o agito”, diz Júlio.