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terça-feira, 28 de abril de 2015

Francisco Souza em parceria com universidades irá realizar a Semana Estadual do Turismo

Francisco Souza (PSC), institui o dia 8 de maio como o Dia  (Foto: Aleam)


O Projeto de Lei Ordinária n° 3.913 criada pelo deputado Francisco Souza (PSC), institui o dia 8 de maio como o Dia Estadual do Turismo, diante disso, juntamente com os coordenadores e acadêmicos do curso de Turismo das universidades Fametro, Uninorte, Ciesa, Nilton Lins e UEA, Souza irá realizar evento da Semana Estadual do Turismo, que contará com programações nos dias 4 a 8 de maio.

O evento é uma parceria da Comissão de Turismo e Empreendedorismo (CTur) com as faculdades e tem com objetivo celebrar a união dos docentes e discentes para destacar a classe dos turismólogos. “Sem sombra de dúvidas, esse evento vai alcançar seu objetivo, no que diz respeito à integração e cooperação conjunta dos discentes e docentes do curso de turismo com a Ctur. Com isso, quem ganha é o turismo, e consequentemente o nosso estado que terá mais estratégias para essa área”,  declarou Souza.

Programação dia 4

UEA

Palestra no Instituto de Educação do Amazonas (IEA) com exposição de painel com banner no laboratório de música das 14h às 17h. 
CIESA

Palestra na Escola Agenor Ferreira Lima (CEJA).
FAMETRO

Palestra na Escola Sólon de Lucena.
UNINORTE

Palestra na Escola Santa Dorotéia.
 NILTON LINS

Palestra na Escola Aldeia do Conhecimento.
Programação dia 5

Workshop no Centro de Convenções do Amazonas Vasco Vasques, realizado pelas faculdades. 
Programação dia 7

Visita técnica a Casa Eduardo Ribeiro de 13h às 16h.
Abraço simbólico a Praça do Largo São Sebastião. 
Programação dia 8

Sessão Especial na Aleam às 10h.

Com Informação da Assessoria



sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Universidades do AM figuram com baixas notas e posições em ranking nacional

2º Ranking Universitário da Folha, divulgado nesta quinta-feira (12), constatou que os três centros acadêmicos de Manaus avaliados estão abaixo da média. A lista ainda é dividida em subcategorias, com notas em cada uma

Para os estudantes finalistas do Ensino Médio são oferecidas 2.718 vagas nos 114 cursos de graduação da capital e dos campi da Ufam do interior do Estado
A Ufam é a mais bem colocada no ranking entre as universidades do Amazonas, em 66° lugar (Euzivaldo Queiroz)
O 2º Ranking Universitário da Folha (RUF), divulgado na tarde desta quinta-feira (12) no site da Folha de São Paulo, coloca três universidades do Amazonas – as únicas incluídas na pesquisa foram a Universidade Federal do Amazonas, Universidade do Estado do Amazonas e Centro Universitário Nilton Lins – em posições e com notas relativamente baixas na lista.

A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) ainda é a melhor opção de estudos da capital e figura em 66° lugar, com nota geral de 52,63. Já a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) aparece em 101°, com 37.78 de nota, e Centro Universitário Nilton Lins (UniNilton Lins) em 166°, cem posições abaixo da Federal e distante apenas 26 casas da última posição, somando 17.38 pontos na nota.

O RUF leva em consideração cinco indicadores que, juntos, somam até 100 pontos: Ensino, valendo 32 pontos; que considera alguns subindicadores, como a porcentagem de professores que tem doutorado, quantos têm dedicação integral e a nota geral no Enade; Mercado de Trabalho, que chega a 18 pontos e usa como base dados da área de recursos humanos de empresas de todo o País; Inovação, com 4 pontos, que analisa o número de pedidos de patentes; Pesquisa, valendo 40 pontos, com o total de trabalhos e artigos científicos publicados; e Internacionalização, com 6 pontos, que considera principalmente a quantidade de publicações em reação ao número de docentes.

A lista ainda monta subrankings para cada indicador. A Ufam ficou em 105º no Ensino, 61º em Pesquisa, 43º em Mercado, 27º em Inovação e 80º em Internacionalização. A UEA ficou com os lugares 130º (Ensino), 96º (Pesquisa), 81º (Mercado) e 34º (Internacionalização). Por último, e com as piores médias, está a UniNilton Lins: 190º, 130º, 155º e 143º, respectivamente. O ranking não levou em conta dados de Inovação nem para a UEA nem para a UniNilton Lins, por falta de dados.

O ranking

O RUF analisou 192 universidades brasileiras e constatou poucas mudanças no cenário geral em comparação à sua primeira edição. A Universidade de São Paulo (USP) continua em primeiro lugar e a UERR, de Roraima, permanece em último. Para isso, o ranking utiliza dados do Ministério da Educação, da DataFolha e do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi).

As dez melhores colocadas no RUF

1º Universidade de São Paulo (USP)
Nota 96.89

2º Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Nota 95.64

3º Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Nota 94.9

4º Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Nota 94.58    

5º Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Nota 94.27     
       
6º Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP)
Nota 91.76

7º Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Nota 91.7

8º Universidade de Brasília (UNB)
Nota 91.65

9º Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Nota 90.1

10º Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Nota 89.21

Veja a lista completa aqui, que também oferece rankings por cursos

ACRITICA.COM

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Professores da Ufam deflagram greve por tempo indeterminado

Apenas uma das unidades acadêmicas da Ufam ainda não aderiu a paralisação. Estima-se que mais de 70% das aulas estejam paralisadas






A paralisação das atividades dos professores da Ufam começa nesta quinta-feira (17) e será de ocupação do campus universitário por tempo indeterminado
A paralisação das atividades dos professores da Ufam começa nesta quinta-feira (17) e será de ocupação do campus universitário por tempo indeterminado (Euzivaldo Queiroz)
 
Professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) decidiram aderir à greve nacional, durante Assembleia Geral, realizada na manhã desta terça-feira(15), na sede da Associação dos Docentes da Ufam (Adua). A paralisação das atividades começa nesta quinta-feira (17) e será de ocupação do campus universitário por tempo indeterminado.
 “A proposta não é fazer uma greve de esvaziamento do campus e sim de atividades previstas pelo calendário de ações do Comando Local de Greve (CLG)”, disse o presidente da Adua, professor Antônio Neto. 
O CLG irá se reunir às 15h, para protocolizar a decisão na reitoria da Ufam, solicitando a suspensão do calendário acadêmico. Além disso, durante a assembleia o professor do curso de Ciências Sociais, Luiz Fernando Santos, foi escolhido como representante do CLG para participar das reuniões em Brasília (DF). Um dos pontos definidos na assembleia foi o desconto de R$ 50 do salário dos professores para viabilizar os custos da paralisação.
A principal bandeira de luta dos professores federais é a reestruturação da carreira docente, aprovada durante o 31º Congresso do Sindicato Nacional e já protocolada junto aos órgãos do governo desde fevereiro.
A categoria reivindica carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho. Hoje, o vencimento básico de um professor federal é de R$ 557,51, para uma jornada de 20 horas semanais. O acordo emergencial firmado entre o Sindicato Nacional e o governo.