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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Faleceu em Manaus Geraldo (Geco) de Manicoré

Geraldo Cesar trabalhou como Secretário da Mesa até o ano de 2000


A viúva dona Vanice, Caitano Trindade, amigo  de Geco, funcionário da Câmara Municipal de Manicoré, muito consternados com a perda de Geraldo

(Foto: Edy Lima) Geraldo está sendo velado na residência de sua mãe Dona Gloris na Av. Getúlio Vargas


O Prefeito Municipal de Manicoré Lúcio Flávio do Rosário e Vice-prefeito Paulo Sérgio, muito consternado com a dor da família pela perda irreparável do Sr. Geraldo Cesar dos Reis Junior (Geco) que faleceu na madrugada de ontem em Manaus, vem de público prestar os mais sinceros Pêsames a toda família enlutada.

Geco, como era conhecido carinhosamente no meio da sociedade manicoreense, tinha 71 anos de idade, era esposo de Dona Vanice, trabalhou por mais de 25 anos como Secretário Geral da Câmara Municipal de Manicoré. Geraldo Cesar trabalhou como Secretário da Mesa até o ano de 2000, no último mandato do ex-presidente da Câmara Municipal Lúcio Flávio do Rosário quando vereador nesse período.

Segundo informações da família, Geco vinha lutando contra o câncer de faringe há dois anos. “Papai nesse meio tempo já tinha perdido a voz, por causa da gravidade da doença, e isso lhe irritava muito, porque ele queria falar com as pessoas e não conseguia”. Disse uma das filhas de Geraldo. Geraldo faleceu em Manaus, e o corpo dele, a família trouxe para Manicoré, a terra natal dele. O corpo do Geco chegou á Manicoré, na tarde dessa segunda-feira (07) por volta das 15h.

Geraldo está sendo velado na residência de sua mãe Dona Gloris na Av. Getúlio Vargas - Centro, em frente à loja Tend Tudo. O sepultamento deve ocorrer ainda hoje, por volta das 15h, no Cemitério da cidade de Manicoré, São João Batista. Mas segundo a viúva Geco, dona Vanice, talvez não, porque estão esperando mais duas filhas do saudoso Geraldo, que estão vindos de Manaus.


Edy Lima DRT/AM 1823


quarta-feira, 6 de maio de 2015

Pai do repórter Valter Filho é sepultado em Manicoré

O corpo do senhor Valter veio de Manaus em um avião

O repórter Valter Filho, totalmente inconformado com a morte de seu pai querido  (Foto: Edy Lima)



O senhor Valter Azevedo, faleceu na última segunda-feira (04) em Manaus, a morte dele foi por causa de complicações renais. Valter Azevedo estava em Manaus, hospitalizado alguns dias buscando tratamento, mas infelizmente não resistiu os tratamentos e veio a falecer.

O corpo do senhor Valter veio de Manaus em um avião, acompanhado pelo filho dele, repórter e correspondente da Rede Amazônica, Valter Filho. O velório foi realizado na casa de seus familiares, próximo ao Ginásio Pedro Aguirre – Centro. A família muito consternada sentiu a perda de seu ente querido, principalmente Valter Filho, que está muito abalado com a perda repentina de seu pai.

O sepultamento aconteceu na manhã desta quarta-feira (06) no Cemitério da Cidade de Manicoré, São João Batista.


Edy Lima DRT-AM 1823

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Morre aos 64 anos, o jornalista Célio Antunes

O jornalista Célio Antunes Freitas foi um dos pioneiros no jornalismo televisivo amazonense na década de 70. O corpo está sendo velado na funerária Almir Neves, na rua Joaquim Nabuco, Centro de Manaus. O enterro será às 10 horas desta quinta-feira (19), no Cemitério N.S de Aparecida, no Tarumã

Célio Antunes morre aos 64 anos em Manaus
Célio Antunes morre aos 64 anos em Manaus (Divulgação)

Morreu por volta das 6 horas de desta quarta-feira (18), o jornalista Célio Antunes Freitas, 64 anos, decorrente de uma parada cardíaca. Célio Antunes foi um dos pioneiros no jornalismo televisivo amazonense na década de 70.
O jornalista estava internado no Hospital Prontocor, em Manaus (AM). Célio se encontrava enfermo há dias, estando hospitalizado desde o último dia 28 de março. De acordo com os amigos e familiares, o jornalista apresentava vários problemas de saúde como hipertensão arterial e disfunção renal, além de ser diabético.
O corpo do jornalista está sendo velado na funerária Almir Neves, na rua Joaquim Nabuco, Centro. O enterro será às 10 horas desta quinta-feira (19), no Cemitério Nossa Senhora de Aparecida, no Tarumã, Zona Oeste de Manaus.
Mineiro bem caboco
Célio Antunes Freitas era natural de São Thomaz de Aquino, cidade do interior de Minas Gerais. Mas, como relata o seu filho mais velho, Marcelo Ribeiro, 39, "ele só nasceu mineiro, e foi criado em Londrina, no Paraná, e dali depois seguiu para Boa Vista, em Roraima, quando começou a profissão jornalística, sendo um dos criadores do programa "Mensageiros do Ar", na rádio Difusora, hoje atual rádio Roraima AM, em que levava informação, principalmente para os garimpos".
Junto com Célio Antunes estavam Jadir Corrêa, Laucídes de Oliveira, entre outros veteranos que ajudaram a levar informação aos quatro cantos de Roraima e da Amazônia, "em um tempo em que tudo era bem diferente de hoje, onde o "ao vivo", era ao vivo mesmo, sem telepronter, e meu pai tinha uma capacidade de memorizar, e isto o ajudou a ser um profissional diferenciado", relata com emoção o filho Marcelo, que também seguiu a profissão de jornalista, atuando no mercado de Roraima, e veio para Manaus para enterrar o pai.
Em 1983 foi o ano da última aparição de Célio Antunes como apresentador de telejornalismo na TV Ajuricaba, hoje Rede Amazônica, repetidora da Globo, em Manaus. Em 1995, foi o último ano em que viveu como jornalista de redação, quando deixou de comandar e apresentar o programa televisivo "Mesa Redonda", na TV Cultura. No ano seguinte, afirma o filho André Alexandre, 37.
- "Ele se aposentou em 1996, e dai foi viver outros momentos profissionais tendo feito trabalhos de assessoria para políticos como Amazonino Mendes, Eduardo Braga, entre outros", destaca Alexandre que é formado em Comunicação.
Célio Antunes deixa a viúva Nonata Antunes, com quem foi casado por 30 anos e ajudou a criar dois filhos - André Alexandre, e Poliana, 32, e os filhos naturais com quem teve no primeiro casamento com dona Edenir Ribeiro - Marcelo e Pablo Márcio, 35, este que está vindo de Vila Velha, no Espírito Santo. Além de oito netos.
Negro na TV
Célio Antunes foi o primeiro negro como apresentador de jornal televisivo, contratado pela Rede Globo, ainda quando em Manaus era a TV Ajuricaba, nos idos dos anos 70. Após isto, o jornalista ajudou na implantação da Rede Manchete chegar a Capital, e vê-la se transformar em RBN. Ao final da carreira encerrou na TV Cultura.