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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Sertanejo domina Facebook e YouTube no Brasil em 2015

Cristiano Araújo e Jorge & Mateus estiveram entre os assuntos mais comentados na rede social. Já no site de vídeos, Luan Santana e Marcos & Belutti tiveram alguns dos clipes mais vistos

No YouTube, a lista de vídeos de música mais vistos do ano no país é encabeçada

O sertanejo dominou o Facebook e o YouTube no Brasil em 2015, segundo as retrospectivas divulgadas pelos serviços nesta quarta-feira. O cantor goiano Cristiano Araújo, que morreu em um acidente de carro em junho, foi o quarto assunto mais comentado da rede social de Mark Zuckerberg neste ano, ficando atrás apenas dos tópicos Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva e Escândalo da Petrobras. Logo após Araújo, aparece a dupla Jorge & Mateus.


No YouTube, a lista de vídeos de música mais vistos do ano no país é encabeçada por Escreve Aí, clipe de Luan Santana. Também aparecem as duplas Marcos & Belutti part. Wesley Safadão, com Aquele 1%(2º lugar), e Jorge & Mateus, com Os Anjos Cantam (4º lugar). No ranking de não-música do YouTube, a liderança é de Maisa Silva, com NheNheNhem. A lista também tem nomes como Kéfera Buchmann, com sua paródia de Bang, de Anitta, e Porta dos Fundos, com o esquete Ônibus.


Veja.com

sábado, 28 de novembro de 2015

Vice-prefeito de Manicoré Paulo Sérgio faz aniversário

Sexta-feira (27) foi um dia especial para os Manicoreenses


(Foto: Arquivo pessoal) O Vice-prefeito almoçou com os pais e familiares dele, esposa e filhos


Sexta-feira (27) foi um dia especial para os Manicoreenses, que registram e parabenizam por mais um ano de existência o Vice-prefeito de Manicoré, Paulo Barbosa. As homenagens começaram bem cedo do dia, através do programa de rádio “Gerando Oportunidade”, apresentado pelo radialista Edy Lima, que parabenizou o Vice-prefeito pelo o aniversário dele.

Depois disso todos já estavam sabendo que Paulo estava completando mais uma primavera. Durante todo o dia de sexta-feira e a noite, Sérgio recebeu homenagens, por telefone, Whatsapp, Facebook, por E-mail, pessoalmente, ou seja, todos os meios que, estava disponível, que serviria para parabenizar o mesmo, foram usados. O aniversário do Vice-prefeito Paulo Sérgio, não passou despercebido.

O Vice-prefeito almoçou com os pais e familiares dele, esposa e filhos. “Foi o melhor presente”. Disse Paulo. Paulo Sérgio é formado bacharel em Administração, pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA). É homem do bem, é religioso de fé (Evangélico), que sabe respeitar as diferenças das pessoas. Entende que um prefeito deve ser prefeito de todos, sem descriminação.   

Feliz Aniversário, que o tempo seja sempre o seu melhor parceiro, trazendo serenidade, equilíbrio e sabedoria, que lhes darão a receita ideal de como viver a vida, aproveitando o melhor que ela tem a oferecer.

Que as conquistas do passado lhe tragam à lembrança, não só alegrias, mas também a força e o entusiasmo para superar eventuais obstáculos e implementar os mais importantes projetos para o futuro. Continue mudando a forma de fazer política em Juazeirinho, administrando com transparência, cuidando dos bens e das causas públicas e respeitando a todos sempre pautado na humildade e na força de vontade de sempre fazer o bem.

Que Deus ilumine seus caminhos para que prossiga na trilha do bem, trabalhando cada vez mais em prol da sua terra e da sua gente.

Muita saúde, amor, paz, fé, esperança, alegrias e prosperidade!
São os sinceros votos de um povo que continua acreditando na princesinha da calha do rio madeira (Manicoré), e sem dúvidas melhor para todos.



Edy Lima DRT/AM 1823


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

‘Há tanta vida lá fora...’: conheça casos de pessoas que decidiram se afastar do Facebook

Estudo recente apontou que obsessão por curtidas e compartilhamentos pode nos causar mal. Pessoas que saíram da rede e uma especialista comentam o tema


"Acordava e ia direto com a mão no smartphone para verificar as notificações e notícias do dia", disse a estudante Karoline Zany (Aguilar Abecassis)


Quando foi a última vez que você olhou seu Facebook na última hora? Talvez nem você mesmo(a) consiga responder essa pergunta. A verdade é que as redes sociais entraram de vez no cotidiano das pessoas nos últimos anos, de maneira que não nos percebemos à sua mercê.
No entanto, é válido perguntar: até que ponto isso nos afeta? Em estudo divulgado este mês, o Instituto de Pesquisa da Felicidade, sediado em Copenhagen, apontou que nossa obsessão em chegar novas curtidas e compartilhamentos pode nos causar mal.
Eles testaram a tese separando um grupo de aproximadamente 1,1 mil pessoas em dois grupos, um dos quais passaria uma semana fora da rede social de Mark Zuckerberg e outro continuaria a usá-la normalmente pelo mesmo período.
Pedidos para avaliar seu grau de satisfação pessoal antes e depois do experimento, os participantes que ficaram fora ranquearam a sua vida melhor dos que os que permaneceram na rede. Ao fim da semana, a média de “índice de satisfação pessoal” do grupo que continuou no Facebook era de 7,75, enquanto o do grupo que saiu era de 8,12.
O presidente do instituto, Meik Wiking, disse a um jornal dinamarquês que acredita que a distorção de realidade provocada pela rede é fator que contribui muito para o resultado, o que encontra ecos em estudiosos aqui no Brasil. 
Aline Restano, psicóloga que integra o Grupo de Estudos Sobre Adições Tecnológicas (Geat), baseado no Rio Grande do Sul, em entrevista ao VIDA&ESTILO comentou que, para certas pessoas na web, “parece mais importante parecer que está feliz do que estar feliz de verdade”. 
Por esse e outros motivos, há pessoas que realmente optaram por se desconectar mais um pouco, como na experiência na Dinamarca, vivendo mais momentos e menos “likes”.
‘Motivo de sofrimento’
A estudante Karoline Zany era uma daquelas pessoas que quase nunca ficava offline. “Acordava e ia direto com a mão no smartphone para verificar as notificações e notícias do dia. No caminho para o trabalho, casa, faculdade, a grande distração era o uso das redes sociais, mas com o tempo aquilo se tornou monótono e percebi a baixa produtividade em outras atividades como estudos, conversas face a face com os amigos, em casa com a família, etc”, falou.
Incomodada, ela acabou saindo das redes. “O Facebook se tornou motivo de sofrimento, é uma ferramenta  que escraviza aqueles que não têm autocontrole. O impacto pelo mal uso é muito grande, destrói relacionamentos e amizades. [Fora], você passa a ter mais tempo para si, o fator ansiogênico de ver as notificações foi totalmente desativado (risos). A sensação é realmente de liberdade”, explicou.
Karoline afirmou que teve quatro contas no Facebook desde 2010, das quais ela só possui e-mail e senha de uma, a qual não usa ativamente desde o ano passado.
“Não tenho vontade de usar, não sinto falta, não é algo que tem importância ou que me faz ficar bem. Às vezes a gente pensa: ‘Poxa, vamos deixar de ver o que as pessoas postam e compartilhar de certos momentos’, mas sinceramente estou melhor sem o uso dessas ferramentas do mal. Sério, são coisas que causam dependência”, reflete.
Mais dedicação
Para o aluno de Engenharia da Computação Avelino Morganti, o intervalo de um ano e meio que ele se deu do Facebook lhe proporcionou vários prêmios acadêmicos e a aprovação em um intercâmbio em Portugal, onde ele ficará até o ano que vem.
Ele disse que reativou a rede duas vezes desde então: uma por pressão de colegas de faculdade para compartilhar informações sobre aulas, que durou até ele usar ferramentas como o Google Drive e o Dropbox para isso, e outra por conta do intercâmbio.
“Eu voltei a ativar o Facebook um pouco antes de vir para Portugal, pela pressão da família e de amigos. Achei também que era a maneira mais fácil de compartilhar fotos e ‘dizer que estou bem’”, comentou o estudante.
Avelino aponta que ferramentas como o feed infinito de notícias tornam a rede aditiva. “O usuário tem a sensação de ‘estou perdendo algo se não rolar o feed até o fim’ e isto faz com que ele sempre tenha ‘vontade de dar uma olhadinha’”, exemplificou.
Ele reflete que, dada a sua área de estudo (computação), é difícil abandonar por completo as redes sociais. “Esta é a razão pela qual eu ainda tenho Facebook. No entanto, com o surgimento de outros serviços, eu tenho ficado vários dias seguidos sem usá-lo”, explicou.
‘Como uma droga’
Segundo Aline Restano, psicóloga integrante de Geat, grupo de estudo da UFRGS sobre o tema, nem sempre o tempo gasto na rede é o que influencia na felicidade do indivíduo.
“O que temos que avaliar é se a rede social gera prejuízo na vida da pessoa, no seu convívio social ou familiar, na sua condição física, no seu desempenho acadêmico... Não é o número de horas que define se uma pessoa está dependente. O que define o uso problemático é o prejuízo”, comentou.
“Assim como uma droga, ela gera um prazer quando você vê curtidas e comentários positivos, então você tende a repetir o comportamento”, explica a psicóloga.
A base desse prazer, segundo Aline, varia de pessoa para pessoa, ainda que a questão da aprovação seja um fator. “[Um artigo apontou] que pessoas que têm muita necessidade de aprovação social tendem a ter um uso mais problemático de redes sociais, porque ela vai ter que conferir muito mais vezes”, comentou, destacando, no entanto, que as pessoas mais ansiosas, deprimidas ou com mais fobias sociais também se encontram particularmente vulneráveis aos encantos da web.
Potencializador
Aline Restano também enfatiza um aspecto das redes sociais que ela vê constantemente ignorado em reportagens que as demonizam: o de potencializador de questões prévias.
“Não é a rede social que gera o problema. [...] É preciso entender o que estava se passando com a pessoa antes, [o] porquê da sua vida real estar tão empobrecida a ponto de uma rede social se tornar tão mais interessante”, destacou a psicóloga.
Ela também aponta o contexto cultural problemático do qual as redes fazem parte: “Vivemos numa cultura em que temos que mostrar tudo o que estamos fazendo. Isso é anterior às redes sociais e é humano, mas agora a gente enxerga mais forte”, disse.
Sobre o estudo feito na Dinamarca, Aline é cautelosa quando o assunto é a “felicidade” dos participantes, mas admite que é natural sentir um alívio quando uma meta é obtida (no caso, ficar fora das redes sociais).
Para quem está incomodado com a influência de redes como o Facebook em sua vida, ela recomenda terapia para se chegar à raiz do problema. Para quem só quiser se afastar delas, Avelino Morganti faz a provocação: “Se eu pudesse dar um recado aos seus leitores, diria para tentarem viver sem Facebook durante um mês. Eu me arriscaria dizer que poucos vão conseguir, pois é tão difícil como largar um vício como álcool ou cigarro”. Está lançado o desafio!

Lucas Jardim


quinta-feira, 19 de março de 2015

Nova funcionalidade do Facebook permite envio de dinheiro a amigos

O recurso grátis será lançado nos próximos meses para usuários nos Estados Unidos que acessam o Facebook Messenger por computadores desktop ou sistemas operacionais Android, do Google, e iOS, da Apple, em dispositivos móveis


Os usuários podem criar um PIN ou ativar o Touch ID no caso do iPhone para adicionar maior segurança para os pagamentos (REUTERS/Dado Ruvic)



O Facebook está adicionando uma funcionalidade ao seu aplicativo de mensageira que permite a amigos enviar e receber dinheiro por meio do aplicativo.

Os usuários podem clicar num ícone de dólar numa nova janela de bate-papo para enviar dinheiro aos amigos, após vincularem suas contas na rede social a um cartão de débito Visa ou MasterCard emitido por um banco norte-americano.
O recurso grátis será lançado nos próximos meses para usuários nos Estados Unidos que acessam o Facebook Messenger por computadores desktop ou sistemas operacionais Android, do Google, e iOS, da Apple, em dispositivos móveis.
Os usuários podem criar um PIN ou ativar o Touch ID no caso do iPhone para adicionar maior segurança para os pagamentos.
O Snapchat lançou um serviço semelhante em novembro passado, chamado Snapcash.
(Por Anya George Tharakan em Bangalore)
 

terça-feira, 4 de março de 2014

Facebook quer usar drones para levar internet a regiões pobres

 A Amazon não é a única interessada em drones. Segundo reportagem publicada hoje pelo TechCrunch, o Facebook estaria disposto a investir US$ 60 milhões para comprar a fabricante de aviões não tripulados Titan Aerospace na tentativa de levar internet a regiões pobres, a começar pela África.
Titan Aerospace
A aquisição daria fôlego à pretensiosa missão da iniciativa Internet.org de conectar as 5 bilhões de pessoas (2/3 da população global) que ainda não fazem parte do mundo digital. O plano foi revelado no ano passado por Mark Zuckerberg em parceria com entidades e empresas de tecnologia e faz cada vez mais parte da estratégia da rede social que reúne 1,2 bilhão de seguidores.

Se o martelo for batido, a Titan construirá 11 mil drones alimentados por energia solar capazes de voar por cinco anos sem a necessidade de pouso ou reabastecimento. Segundo a fabricante, os modelos funcionam como "satélites atmosféricos" utilizados para operações mais baratas e versáteis de comunicações em órbita.

Este vídeo, em inglês, demonstra a atividade de um dos modelos de drones, o Solara 60, revelado em 2013:
 



 
Fonte: OLHAR DIGITAL
Via: TechCrunch

 

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Whatsapp fica fora do AR nesta tarde de Sábado!

Quem você também está com seu Whatsapp fora do AR?



Após o Facebook comprar o Wahtsapp, muitos usuário ficam seu seus serviços nesta tarde de Sábado (22).


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Bomba! Facebook compra o WhatsApp por US$ 16 bilhões

De acordo com o que está sendo divulgado, a equipe do aplicativo vai trabalhar de forma independente apesar da aquisição

 
Bomba! Facebook compra o WhatsApp por US$ 16 bilhões
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Nesta quarta-feira (19), o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, publicou um comunicado através da sua conta oficial em seu próprio site de que a sua empresa fechou a compra do aplicativo de mensagens WhatsApp por US$ 16 bilhões (cerca de R$ 36 bilhões) — valor esse que vai ser pago com dinheiro e também com ações.

Quando a compra for fechada e tudo estiver dentro dos parâmetros de um contrato, a equipe do WhatsApp deve trabalhar de maneira independente dentro do Facebook (de forma um tanto quanto parecida com o que acontece com o Instagram). Dessa maneira, o trabalho inicial da rede social vai ser o de ajudar o aplicativo de mensagens a “crescer e a conectar todo o mundo”.
Bomba! Facebook compra o WhatsApp por US$ 16 bilhões
(Fonte da imagem: Divulgação/Facebook)

Juntando diferentes ferramentas em uma só

Além de tudo isso, o WhatsApp vai complementar o chat já existente do Facebook, com o objetivo de criar novas ferramentas de comunicação. Sendo assim, a rede social vai ser utilizada para que você converse com todos os seus amigos — mesmo aqueles que não contam com um cadastro ativo no famoso site de Mark Zuckerberg.

Ainda segundo o que foi explicado pelo executivo, a intenção do Facebook é a de manter o mundo conectado, sendo que eles fazem isso construindo serviços que ajudem as pessoas a compartilharem conteúdo — o que justificaria a compra do WhatsApp, que já conta com 450 milhões de adeptos. Zuckerberg também se diz entusiasmado e agradecido pela oportunidade de trabalhar com a equipe do famoso aplicativo.


Por Rafael Gazzarrini - TECMUNDO

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Aplicativo do SAMU para celulares permite acompanhar ambulância em tempo real

 
    

Vai chamar o SAMU? Então conheça o novo aplicativo para smartphones e tablets que possibilitará ao cidadão acompanhar em tempo real a localização da ambulância que irá atendê-lo. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (30) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na Campus Party – maior evento de tecnologia e cultura digital do mundo – junto com a divulgação do sistema E-SUS SAMU, que irá informatizar todas as centrais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) no país.
 
O aplicativo será integrado às redes sociais Facebook e Waze, e o usuário poderá escolher familiares ou amigos para serem acionados, automaticamente, em casos de emergência. O pedido é ainda registrado na página do Facebook do usuário, dificultando a realização de trotes. Isso porque os principais objetivos do novo aplicativo são diminuir o número de trotes e o tempo de espera com transparência e participação do cidadão. O aplicativo será testado inicialmente no carnaval de Salvador.

“Quando fizerem a chamada pelo aplicativo, automaticamente vamos receber o local em que a ambulância está e o endereço do solicitante, facilitando a chegada da equipe”, aposta Ivan Paiva, diretor do SAMU do município de Salvador (BA). Ele também acredita que os trotes serão inibidos pelo aplicativo. “O Facebook tem a identificação de cada indivíduo, sua localização e alguns outros dados. Dessa forma, podemos identificar quem fez a chamada e responsabilizar civil e criminalmente em casos de trote”, ressalta Paiva.

Ao se cadastrar, o cidadão irá preencher informações sobre sua saúde, se é hipertenso, diabético ou se tem alguma alergia. Os dados estarão disponíveis para a equipe que prestará o socorro. “O aplicativo vai proporcionar, ainda, um controle social por parte do cidadão ao permitir que acompanhe o deslocamento das ambulâncias”, explica Paulo de Tarso, coordenador-geral da Força Nacional de SUS (CGFNS), responsável pela coordenação nacional do SAMU. “Esse é um salto importantíssimo na qualidade dos atendimentos da urgência”, completa.


BLOG SAÚDE
Lucas Pordeus Leon / Blog da Saúde

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Rolezinho: como as redes sociais impulsionaram esta moda

Rolezinho: como as redes sociais impulsionaram esta moda
(Fonte da imagem: Reprodução/CBN)

Jovens se reúnem em shoppings para passear e se divertir. Mas os casos mais recentes têm gerado caos nos centros comerciais. Entenda melhor o que é e como começou essa onda

Se você acompanhou os noticiários online, impressos ou televisivos das últimas semanas, deve ter se deparado com relatos e implicações dos chamados rolezinhos.

O assunto ganhou grande repercussão na mídia a partir de dezembro do ano passado, quando as aglomerações de jovens marcadas pela internet, com o objetivo inicial de um simples passeio, começaram a ocasionar tumultos e confrontos com a polícia.

Mas você sabe qual o exato conceito do rolezinho? E como essa manifestação popular começou? Quais são, ou foram, os motivos que levaram a essas reuniões de centenas e até milhares de pessoas? Como as redes sociais ajudaram a tornar essa prática uma moda e quais as consequências que esse tipo de encontro tem gerado? Neste artigo nós vamos deixá-lo a par de tudo isso.

#partiurolezinhonoshopping

Em sua essência, os rolezinhos nada mais são do que encontros de pessoas, em sua grande maioria de jovens, com o objetivo de dar um rolê, ou seja: passear, comer um lanche, fazer novas amizades e paquerar.

Na verdade, esse tipo de evento não é exatamente uma novidade. Há muitos anos, estacionamentos de postos de gasolina, supermercados, entre outros estabelecimentos são pontos de encontro durante as noites e madrugadas, principalmente nos finais de semana, para que os jovens possam conversar, ouvir música e cantar.

Rolezinho: como as redes sociais impulsionaram esta moda
(Fonte da imagem: Reprodução/Renato Mendes para Estadão Conteúdo)

A nova onda se diferencia pela enorme quantidade de participantes, o que foi possível graças ao poder de viralização e de interação da internet — mais especificamente das redes sociais. Foi basicamente através de eventos criados no Facebook que milhares de pessoas passaram a se reunir em shoppings de várias cidades do país, afinal esses são os locais perfeitos para caminhar vendo vitrines, comer e azarar.

A ideia do encontro

Mas por que combinar de sair com tantas outras pessoas, as quais muitas vezes nem sequer se conhecem? Aqui parece existir uma separação de pretextos. Alguns dos organizadores encaram os rolezinhos como uma manifestação pura e simplesmente em prol de mais lugares de lazer. Os primeiros rolês teriam sido organizados por cantores de funk como uma forma de explicitar sua indignação com um projeto de lei que proibia bailes do gênero nas ruas de São Paulo.

Em contrapartida, há uma segunda vertente do movimento. Esse formato de reunião teria surgido ainda em 2012 como um encontro de fãs. Jovens populares em redes sociais se articularam para promover encontros que permitissem uma maior proximidade entre ídolos e seus seguidores. Quando citamos ídolos, não estamos falando de astros da TV, do cinema ou do esporte, mas sim de jovens com perfis famosos na web.

Rolezinho: como as redes sociais impulsionaram esta moda
Encontro dos jovens no Shopping Metrô Itaquera, na capital paulista. (Fonte da imagem: Reprodução/INFO Online)

Um exemplo desse tipo de celebridade virtual é Juan Carlos Silvestre, um adolescente de 16 anos que é conhecido na internet como "Don Juan" e possui mais de 50 mil seguidores no Twitter. Uma de suas fãs, Jhenifer, de 17 anos, contou à Folha de S.Paulo (conforme cita o BOL) que gosta dos encontros e já participou de sete deles. "Tem que ser em um lugar onde dê para zoar e tirar foto com o ídolo", disse a jovem.

Os primeiros rolezinhos

Embora iniciativas parecidas já existissem, conforme comentamos acima, o atual formato, que viralizou com a ajuda das redes sociais, se concentrou na cidade de São Paulo e repercutiu pela primeira vez no dia 7 de dezembro de 2013, quando aproximadamente 6 mil jovens foram até o Shopping Metrô Itaquera, na Zona Leste da capital paulista.

Devido à aglomeração incomum de tantas pessoas, algumas lojas fecharam as portas mais cedo com medo de saques. O final do evento não foi dos melhores: houve corre-corre nos corredores do centro comercial e a polícia acabou sendo acionada. Após o ocorrido, clientes e comerciantes entraram em contato com o shopping informando sobre furtos efetuados durante o incidente.

Rolezinho: como as redes sociais impulsionaram esta moda
(Fonte da imagem: Reprodução/Robson Ventura para Folhapress)

Concentrando cerca de 2,5 mil adolescentes, o segundo rolezinho seguiu para o Shopping Internacional de Guarulhos no dia 14 de dezembro. O desfecho do passeio foi o mesmo, mas com 22 suspeitos detidos pelas autoridades e liberados depois de averiguações.
Na semana seguinte, na data de 22 de dezembro, época em que os centros comerciais estão lotados devido à proximidade do Natal, o rolê combinado pela internet debandou para a Zona Sul de São Paulo, no Shopping Interlagos. Dessa vez, não foram registrados furtos, mesmo assim quatro pessoas foram detidas.

Já em 2014, no dia 4 de janeiro, foi a vez do Shopping Tucuruvi, em São Paulo, receber os participantes de outro encontro. Nesse evento não foram informados roubos ou prisões, mas o tumulto das centenas de pessoas fez com que o expediente das lojas fosse encerrado três horas antes do convencional.

Rolezinho: como as redes sociais impulsionaram esta moda
(Fonte da imagem: Reprodução/Robson Ventura para Folhapress)

No dia 11 de janeiro ocorreu aquela que talvez tenha sido a reunião mais caótica, novamente marcada para o Shopping Metrô Itaquera. De acordo com notas da Polícia Civil da capital paulista, foram registrados um furto e dois roubos. A Polícia Militar do estado entrou em ação e usou balas de borracha e gás lacrimogênio para dispersar o grupo. Nesse mesmo dia aconteceram eventos paralelos nos shoppings Campo Limpo e JK Iguatemi.

Caso de polícia

A intenção dos rolezinhos em sua essência é aceitável, ingênua e não fere qualquer tipo de legislação. Contudo, na prática os encontros estão gerando algazarra nesses espaços privados abertos ao público, ocasionando tumulto e pânico — o que é um delito criminal. Isso sem falar na infiltração de pessoas mal-intencionadas nesses grupos, as quais querem apenas furtar e promover baderna.

Com isso, lojistas se sentem obrigados a fechar as portas mais cedo e os visitantes, muitas vezes amedrontados, vão para suas casas. Como era de se esperar, não demorou muito para que as administrações dos shoppings entrassem com pedidos de apoio judicial para evitar maiores prejuízos. E elas conseguiram decisões a favor da triagem de clientes.
Rolezinho: como as redes sociais impulsionaram esta moda
(Fonte da imagem: Reprodução/Bruno Poletti para Folhapress)

Por exemplo, no dia 10 de janeiro, a juíza Daniella Carla Russo Greco de Lemos expediu uma liminar impedindo o rolezinho programado para o Shopping Itaquera, estipulando uma multa de R$ 10 mil para quem desrespeitar a determinação. A magistrada alega que a Constituição Federal prevê direito à livre manifestação, mas sendo exercida com limites.

"A Constituição Federal de 1988 estabeleceu diversas garantias fundamentais em seu art. 5º. Entre elas a da livre manifestação, o direito de propriedade, a liberdade do trabalho. O art. 6º garante, ainda, como direito social, a segurança pública, o lazer, entre outros. O direito à livre manifestação está previsto na Constituição Federal", afirmou a juíza ao site G1.

"Contudo, essa prerrogativa deve ser exercida com limites. Ora, o exercício de um direito sem limites importa na ineficácia de outras garantias. De fato, se o poder de manifestação for exercido de maneira ilimitada a ponto de interromper importantes vias públicas, estar-se-á impedido o direito de locomoção dos demais. Manifestação em Shopping Center, espaço privado e destinado à comercialização de produtos e serviços, impede o exercício de profissão daqueles que ali estão sediados, bem como inibe o empreendedorismo e a livre iniciativa", complementou Greco de Lemos.

Repercussão na mídia

Em consequência dessas decisões judiciais, surgiram novas discussões que colocam governos, comerciantes e organizadores um contra o outro. Associações pedem para que as prefeituras liberem espaços de seu domínio para o público. Por sua vez, muitos dos governantes alegam não ter locais viáveis e disponíveis para isso. Enquanto isso, os integrantes continuam sem ter onde aproveitar os finais de semana.
Rolezinho: como as redes sociais impulsionaram esta moda
Foto do rolezinho gospel ocorrido em Cascavel, interior do Paraná. (Fonte da imagem: Reprodução/Folha de S.Paulo)

Polêmicas à parte, de maneira geral, a repercussão dos rolezinhos é negativa. Com isso, responsáveis por shoppings e autoridades começaram a monitorar atividades relacionadas a esse tipo de manifestação nas redes sociais. Inclusive, vários dos eventos criados no Facebook para organizar a concentração de adolescentes e jovens estão sendo apagados.
Mas nem todas as notícias sobre os rolês têm uma perspectiva recriminatória. A iniciativa originada em São Paulo serviu de inspiração para grupos específicos de jovens. Uma dessas reuniões aconteceu no maior centro de compras de Cascavel, no interior do Paraná, onde adolescentes se reuniram na praça de alimentação para ler a Bíblia.

Por Fernando Daquino
FONTE:  Folha de S.Paulo, INFO Online, Diário Catarinense, G1, Correio Braziliense, BOL

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Facebook pode ser tirado do ar no Brasil


 É melhor aproveitar o Facebook enquanto há tempo, porque a rede social pode sair do ar daqui a um dia. Ontem, 2, foi publicada pela 1ª Vara Cível de São Paulo a decisão de que a rede social deveria se pronunciar em 48 horas sobre uma remoção de conteúdo determinada pela Justiça. Caso não o faça, todos os servidores nacionais devem bloquear o site.

Tudo começou porque a modelo Luize Altenhofen usou o Facebook para acusar um vizinho de ter batido em seu cachorro. A afirmação não foi creditada pela Justiça, então o Facebook precisava tirar a publicação do ar, o que não aconteceu.

Procurado pelo UOL, o Facebook disse não ter feito o que a Justiça mandou por não ter recebido as URLs que comprovem a difamação. A decisão publicada ontem afirma que as URLs foram disponibilizadas, mas a rede social diz que elas levam a capturas de tela de notícias sobre o caso, e não à falsa acusação da modelo.

"A afirmação é uma desconsideração afrontosa à soberania brasileira", considerou o juiz Régis Rodrigues Bonvincino, vinculando o caso à espionagem dos Estados Unidos: "É uma desconsideração afrontosa agravada pela notória espionagem estatal, oficial, do governo americano. Se o Facebook opera no Brasil, ele está sujeito às leis brasileiras."


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Facebook vai abrir 20 vagas no Brasil até o fim do ano

A empresa buscará profissionais por profissionais interessados em empreendedorismo corporativo



O Facebook vai realizar um programa de seleção de profissionais no Brasil em breve. Deverão ser abertas 20 oportunidades até o fim deste ano, além de outras no ano que vem.

A empresa buscará profissionais por profissionais interessados em empreendedorismo corporativo. Esse perfil “é a cara da empresa”, de acordo com Leonardo Tristão, diretor geral do Facebook Brasil.

A rede social, que tem um escritório físico no Brasil desde 2011, tem 76 milhões de usuários em atividade, perdendo apenas para os Estados Unidos e a Índia.

Como as vagas no Brasil ainda não disponíveis, é possível ver oportunidades de emprego do Facebook para outros países na página de carreiras da rede social.


Redação, Administradores.com

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Cinco coisas que você precisa saber sobre o Facebook no celular

Com mais de um bilhão de usuários, o Facebook é a rede social mais utilizada em todo o mundo, segundo o Wall Street Journal

 Facebook é a rede social mais usada no mundo
Facebook é a rede social mais usada no mundo (Arquivo AC)
Além de ter aplicativos completos para iPhone, Windows Phone, Blackberry e smartphones que rodam o sistema operacional Android, o Facebook também está disponível para aparelhos mais simples. Por meio do aplicativo Facebook Para Qualquer Telefone, uma versão feita na tecnologia Java, é possível ter acesso a praticamente todas as funções que o Facebook oferece, como publicar fotos, atualizar status, fazer check-in, além de conversar com os amigos pelo Messenger.

O primeiro passo para os usuários desses aparelhos – chamados feature phones – é baixar o aplicativo. Ele está disponível em lojas de serviços, ou também através do link m.facebook.com/install diretamente do navegador do celular. O acesso ao aplicativo é gratuito, o usuário só deve ficar atento aos custos de tráfego de dados de seu plano contratado com a operadora.

“O Facebook no celular é a forma mais acessível para o usuário se manter conectado durante diferentes momentos do dia e de qualquer lugar. Como é a natureza das redes sociais, os celulares permitem ao usuário compartilhar com os amigos os assuntos no momento em que eles acontecem, assim como fotos ou vídeos”, diz Ricardo Sangion, diretor de parcerias e mobilidade para o Facebook no Brasil. Hoje um em cada três brasileiros já usam o Facebook em terminais móveis.

Após o download, é possível acessar normalmente a conta com base no nome de usuário e senha já utilizados no desktop, ou então criar a sua conta diretamente pelo aplicativo. Não precisa nem ter e-mail, é possível se cadastrar usando apenas o número do celular.

Conheça algumas atividades que você pode fazer no Facebook via celular:

1)      Facebook Messenger

Quer conversar com os amigos de uma forma interativa, rápida e fácil? A opção é o Facebook Messenger. O recurso pode ser encontrado dentro do próprio aplicativo do Facebook para todas as plataformas, inclusive os feature phones – ou como aplicativo separado para quem usa Android ou iOS. Além de falar individualmente com seus amigos, o usuário poderá formar grupos de conversas para interagir simultaneamente com seus contatos. Também está disponível o recurso de clipe de voz, em que é possível gravar mensagens curtas e enviar para os amigos.

Outra vantagem do Facebook Messenger é a integração de conversas entre celular e deskop. Uma conversa que começa no desktop pode ser acompanhada ou continuada pelo celular e vice-versa. Isso permite que o usuário consiga acompanhar de perto a interação com seus amigos. Outras funções estarão disponíveis em breve, como a inclusão dos “stickers”, imagens que vão além das carinhas dos emoticons e que podem ser usadas para expressar ainda melhor as emoções nas conversas de texto.

2)      Filtros para fotos

Mesmo nos celulares mais simples é possível dar diferentes efeitos às fotos – de forma semelhante como acontece com o Instagram hoje disponível para os smartphones. O aplicativo Facebook Para Qualquer Telefone, versão para aparelhos compatíveis com a tecnologia Java, também oferece essa funcionalidades para os usuários que possuem celulares com câmera, trazendo ainda uma grande diferença: dentro do próprio aplicativo é possível brincar com a aplicação de filtros como preto e branco e sépia. Após a escolha do filtro, a foto pode ser postada no perfil normalmente.

3)      Facebook por SMS

Se você não tem internet no celular ou ainda não se familiarizou em acessar o Facebook em uma tela pequena e ainda assim gostaria de postar no Facebook, não tem problema. Uma alternativa é postar mensagens por SMS. É possível receber alertas de mensagens, adicionar amigos e mesmo postar no mural.

Para isso, o usuário deve cadastrar seu número celular na sua conta do Facebook – opção que está dentro de “configurações de conta” e na aba “celular”. O serviço está disponível hoje para clientes TIM, Oi e Nextel.

Assim como na internet, o Facebook é gratuito no celular, mas o usuário deve ficar atento às tarifas para tráfego de SMS junto à sua operadora.

4)      Check-in e imediações

Uma forma alternativa de interagir com os amigos via Facebook é fazendo check-in para os locais onde você está. Dentro do aplicativo do Facebook, você pode marcar o local onde está e compartilhar com os amigos. A função está disponível tanto para smartphones quanto para os celulares mais simples, os feature phones.

Já quem usa aparelhos com Android, iPhone ou da BlackBerry e têm o aplicativo do Facebook instalado, pode também usar o recurso “Imediações”, que fica do lado esquerdo da tela e permite ao usuário visualizar categorias de locais nas próximidades onde ele está (como restaurantes e lojas) e as recomendações feitas por amigos.

5)      Ferramentas de segurança

Se você esqueceu sua conta do Facebook aberta em um computador convencional, poderá usar o seu celular como “agente de segurança” para encerrá-la e protegê-la de acessos indevidos. Para isso, basta entrar em “configurações de conta”, “segurança”, “sessões ativas” e desativar o local onde você estava usando. Da mesma forma, é possível fazer a mesma coisa pelo computador tradicional caso você perca ou esteja longe do seu celular com a sessão ativa.

ACRITICA

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Google negocia compra do WhatsApp por US$ 1 bilhão

Facebook também teria declarado interesse pelo aplicativo de mensagens

 

 
Aplicativo de mensagens já funciona assim no Android, Windows Phone e BlackBerry (Reprodução)

 

O Google está há semanas negociando a compra do popular aplicativo de mensagens WhatsApp, e a oferta atual está girando em torno de US$ 1 bilhão. É o que apontam rumores citados pelo site especializado Digital Trends, que credita as informações a uma fonte interna. Boatos anteriores apontavam que também o Facebook estaria interessado em comprar o app, apesar de as negociações nunca terem ido a público.

Caso os valores estejam corretos, a compra equivalerá ao preço pago pelo Instagram, adquirido pela maior rede social do mundo em 2012. Rumores davam conta de que o Facebook teria declarado interesse pelo WhatsApp no final do ano passado. Não é a primeira vez que o Google demonstra vontade de adquirir o aplicativo: segundo o Wall Street Journal, a empresa havia abordado os responsáveis pelo WhatsApp em março deste ano.
 
Procurados pelo Mashable, tanto Google quanto WhatsApp não fizeram declarações a respeito. A gigante de buscas afirmou que não comenta sobre especulações.

O WhatsApp é o aplicativo pago mais baixado em mais de 100 países e conta com milhões de usuários em todo o mundo. O app é uma ferramenta de mensagem instantânea para smartphones, popular nos principais sistemas operacionais e compatível com iPhones, aparelhos Android, BlackBerry e Windows Phone. Funciona como uma alternativa gratuita e online às mensagens de texto (SMS). Através do WhatsApp, se enviam mais de 1 bilhão de mensagens por dia.

Terra

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

'Galã do Facebook' é preso pela segunda vez em Manaus

Leandro Lentz Bittencourt, o 'Galã do Facebook', atraía mulheres bem sucedidas pela rede social para conseguir dinheiro e aplicar golpes.


Acusado de praticar estelionato e furto usando redes sociais
Acusado de praticar estelionato e furto usando redes sociais (Winnetou Almeida)

Pela segunda vez, Leandro Lentz Bittencourt, conhecido como ‘Galã do Facebook’, foi preso em Manaus. Ele foi condenado por estelionato pela justiça de Santa Catarina. A Polícia Inter-estadual (Polinter) e Delegacia Especializada em Captura e Polinter (DECP), realizaram a prisão em cumprimento de uma carta precatória daquele estado.

Sua apresentação ocorreu na tarde desta segunda-feira (25), na sede da Polinter, Coroado, Zona Leste de Manaus

Ele já havia sido preso em Manaus no ano de 2011, acusado de aplicar golpes em mulheres usando redes sociais, como o Facebook, Orkut, Badoo e MSN.
O homem vivia em sites de relacionamentos  e escolhia  suas vítimas, geralmente mulheres solteiras e bem sucedidas.

Além de aplicar golpes em mulheres, Galã também lesou pontos comerciais e hotéis emitindo cheques sem fundo.

ACRITICA

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Casais vivem o 'efeito Facebook'

Rede Social é responsável por unir e separar casais, que buscam alternativas para conviver com essa verdadeira febre mundial


Facebook muda comportamento de casais
Facebook muda comportamento de casais (Juca Queiroz)
Os relacionamentos amorosos nos tempos modernos podem se dividir em dois períodos distintos: antes e depois das redes sociais. Com a popularização do hoje longínquo Orkut (no Brasil) e com a consolidação do Facebook (no mundo), parece que algo no Amor mudou para sempre.

Mudou a maneira de conhecer alguém – antes de adicionar a pessoa, é claro que você já viu tudo a respeito dela. Mudaram as abordagens – agora não restritas apenas aos mais desinibidos. Nem o ciúme continua o mesmo: afinal, com tanta informação ao alcance de um clique, há quem não controle a ânsia de checar um pouquinho mais.


Os números não mentem: recentemente, o Wall Street Journal divulgou pesquisa dizendo que mais de um terço dos divórcios na Grã-Bretanha tem a palavra “Facebook” incluída no processo. Na outra mão, reportagem da revista Veja desta semana mostra que um em cada cinco relacionamentos começa pela Internet. Alguém ainda duvida?

Final feliz

Valéria Ribeiro, 23, com certeza não. A corretora de imóveis tinha amigos em comum com o executivo de marketing Vincent Cavalera, também de 23 anos. Dois cliques e ela sabia quem eram os melhores amigos dele e que lugares gostavam de ir. Bem ao estilo “diga-me por onde andas e direi se vou contigo”. E ela foi. Depois de se adicionarem, eles se conheceram melhor e começaram a “ficar”. Aquele estágio probatório do namoro.

Mas, como vimos, o Facebook tem das suas contradições. Se ele une, também separa. Conversinhas, curtidas e comentários de terceiros desgastaram a relação do casal e eles decidiram terminar o que mal tinha começado. Hoje os dois são amigos, mas adivinha qual é o meio de comunicação pelo qual eles ainda se falam? Acertou quem pensou no Facebook de novo!

Juntinhos na rede


O engenheiro civil Sérgio Cavalcante, 30, não era lá muito fã da rede social criada por Mark Zuckenberg. Casado com a estudante Tayna Agra, do Orkut ele já tinha experiências não muito boas (leia-se ciúmes). Porém, quando nasceu o filho do casal, Henrique, hoje com cinco meses, ele não resistiu e deu sua primeira “postadinha” no Face. Foi o suficiente: “Eu acabei me empolgando”, diz ele, que, dessa vez resolveu manter uma única conta, ele e a esposa. 

“Nossos amigos brincavam dizendo que ele tinha se apossado da minha conta. Aí decidimos colocar os dois nomes no perfil”, diz Tayna. “O perfil é dos pais, mais quem mais aparece é o bebê”, completa Sérgio, que também usa a rede para ver notícias e fotos do filho, já que trabalha viajando 15 dias do mês.

Quem também resolveu unir mais que as escovas foi o casal Renato e Marneelle Oliveira. “Antes cada um tinha a sua conta. Mas Facebook é complicado. Sempre vem alguém que, por mais que esteja escrito ‘relacionamento sério’ no perfil, não respeita. Decidimos deixar só uma conta e usar os dois”, diz Renato, citando uma comunidade do Orkut. “Você se lembra de uma comunidade que dizia ‘O que o amor constrói o Orkut destrói’?”, brinca. É assim, mas não quando se sabe administrar bem a questão. “Se a união for virtual, mas também real, a coisa funciona”, aconselha.


FELIPE DE PAULA

Facebook diz ter sofrido ataques sofisticados de hackers

Apesar do incidente, rede social diz que dados dos usuários não foram comprometidos.

(Fonte da imagem: Divulgação/The Verge)
 O Facebook confirmou nesta semana que sofreu no último mês uma série de ataques “sofisticados” de hackers, conforme a imprensa internacional já havia especulado. Entretanto, a equipe da rede social informou que, até o presente momento, não se tem nenhum evidência de que dados de usuários tenham sido comprometidos.

O malware encontrado pela equipe do Facebook teria se alocado em computadores dos próprios funcionários da rede, tendo ultrapassado boa parte das defesas instaladas pelo site. A rede social então contatou a Oracle que rapidamente desenvolveu uma correção para o problema enfrentado pela equipe de Mark Zuckerberg.

Segundo o Facebook, a companhia não foi a única a sofrer esse tipo de ataque e, por conta disso, a rede social trabalha em conjunto com outras empresas para ampliar os esforços de prevenção. Felizmente, nada de mais grave aconteceu e os usuários da rede social, ao menos por enquanto, podem ficar tranquilos.

  
TECMUNDO
Fonte: Facebook