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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Suspensão do WhatsApp mostra fragilidade da internet brasileira, diz idealizador do Marco Civil

Segundo Ronaldo Lemos, decisão de juíza de SP afronta o estabelecido na lei: "O que ocorreu foi uma gambiarra, uma coerção indevida não prevista em lei com efeito colateral gigantesco"


Ronaldo Lemos(Divulgação/VEJA)


A juíza Sandra Regina Nostre Marques conseguiu chamar a atenção de Mark Zuckerberg. Diante dasuspensão do WhatsApp determinada - e já revogada - pela juíza em todo o Brasil, o CEO do Facebook, dono do WhatsApp, publicou um texto criticando a decisão. 

Com o despacho, a juíza chamou também atenção para a fragilidade legal da internet brasileira, avalia o advogado Ronaldo Lemos, idealizador do Marco Civil, lei sancionada neste ano que estabelece os direitos e os deveres dos personagens da rede no país. Segundo Lemos, a decisão da juíza foi "equivocada", frontalmente em desacordo com o Marco e também com a Constituição, impondo censura a quase 100 milhões de usuários do serviço. "O episódio revela nossa fragilidade: com aval da Justiça, quatro empresas, as operadoras de serviços de telecomunicações, têm condições de derrubar qualquer serviço de internet. É uma situação muito perigosa". Quatro empresas e uma juíza, diga-se. Leia a seguir a entrevista que Lemos concedeu a VEJA.com.

O que significa a decisão de bloquear o WhatsApp aos olhos do Marco Civil? É uma interpretação equivocada. A ideia de suspender sites e aplicativos não está prevista em nenhum lugar do Marco Civil. Ao contrário, a lei prevê a proteção da liberdade de expressão. Além de ferir o Marco, a decisão é inconstitucional e fere a Convenção Americana de Direitos Humanos, que estabelece que qualquer situação de censura é inadmissível. O que ocorreu é uma gambiarra, uma coerção não prevista em lei com efeito colateral gigantesco.

Que prerrogativas, afinal, tem a Justiça em relação aos serviços de internet, segundo o Marco Civil? O artigo 12 do Marco Civil estabelece sanções aos serviços que desrespeitem normas estabelecidas na própria lei. O artigo 11, contudo, deixa claro que as sanções não incluem a retirada do ar dos serviços, mas apenas a suspensão das atividades de coleta, armazenamento e tratamento de dados pessoais ou de comunicação por provedores de conexão e de aplicações de internet. Ou seja, o que o Marco autoriza é uma sanção econômica, o que é grave por si só. Não sei de onde a juíza retirou a ideia de que é permitido tirar do ar o serviço.

Consta que a juíza tomou a decisão após requerer do WhatsApp, sem ser atendida, dados de um criminoso que usava o serviço. O que a Justiça poderia ter feito em lugar de derrubar o aplicativo?Há várias formas de lidar com situações como essa, quando a empresa está estabelecida em outro país, caso do WhatsApp. O caminho correto é recorrer aos acordos de cooperação judicial que o Brasil tem assinado com diversos países, como o firmado com a Suíça, que permitiu recentemente trazer para o país os dados relativos às contas bancárias do Eduardo Cunha. Já temos acordos com os Estados Unidos também. Para ter ideia do absurdo dessa decisão judicial, imaginemos se um banco brasileiro com serviços nos Estados Unidos fosse acionado pela Justiça americana: um juiz daquele país jamais determinaria a suspensão dos serviços. Impressiona-me o fato de a decisão ignorar essas questões institucionais.

Qual a lição do episódio? O episódio revela nossa fragilidade: quatro empresas, as operadoras de serviços de telecomunicações, têm condições de derrubar qualquer serviço de internet. É uma situação muito perigosa. Mais: uma juíza estadual de primeira instância consegue derrubar o serviço de 90 milhões de usuários do país todo. Então, o que nos salva é o Marco Civil, aparato legal que impede que a rede seja usada com intenção de censura. O Marco proíbe, por exemplo, o Poder Executivo de exercer influência na internet, como ocorre na Turquia e Rússia, onde os governos podem simplesmente desligar a rede, sem sequer ouvir a Justiça. No Brasil, o Executivo está proibido de fazer isso. Apenas o Judiciário pode determinar a remoção de conteúdo - apenas isso -, mas não a remoção de aplicações, como aplicativos e sites. O que espero é que tribunais superiores usem o Marco Civil da forma certa e nos defendam. Isso já aconteceu antes e os tribunais entenderam.

Como evitar que os casos como esse se repitam? O que me surpreendeu neste caso foi a posição das teles. Aparentemente, apenas a Oi recorreu da decisão. Então, parece ter havido mudança de posicionamento das empresas, que aparentemente lavaram as mãos. Existe responsabilidade das operadas. Quando se tentou tirar o Secret das lojas da Apple, a empresa recorreu. As teles já haviam resistido em outras situações. Houve mudança de posicionamento.

O que fazer agora? Reforçar institucionalmente a questão da libertdade. Os tribunais precisam cassar essa decião o mais rápido possível. E precisamos nos defender contra projetos de lei, como o PL 215, que querem aumentar controle sobre a internet.


Veja.com


quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Justiça manda bloquear app WhatsApp por 48 horas a partir da meia noite de hoje

Decisão foi dada pela 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo (SP) às operadoras de telefonia móvel. SindiTelebrasil confirmou intimação judicial


Bloqueio foi imposto porque o WhatsApp não atendeu a uma determinação judicial (Reprodução/ Internet)



A 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo (SP) determinou às operadoras de telefonia móvel o bloqueio do aplicativo WhatsApp, pelo período de 48 horas, em todo o país. O prazo passa a contar a partir da meia noite desta quinta-feira (17).
O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) confirmou que as empresas associadas à entidade receberam a intimação judicial na tarde de hoje (16)  e que irá comprir a determinação judicial. O SindiTelebrasil afirma, no entanto, que não foi o autor do requerimento para o bloqueio do aplicativo. A decisão foi proferida em um procedimento criminal, que corre em segredo de justiça.
Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, o bloqueio foi imposto porque o WhatsApp não atendeu a uma determinação judicial de 23 de julho deste ano. No dia 7 de agosto, a empresa foi novamente notificada e foi fixada multa em caso de não cumprimento. Como, ainda assim, a empresa não atendeu à determinação judicial, o Ministério Público requereu o bloqueio dos serviços pelo prazo de 48 horas, com base na lei do Marco Civil da internet, o que foi deferido pela juíza Sandra Regina Nostre Marques.
Em fevereiro deste ano, o juiz Luiz Moura, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina, determinou a suspensão do aplicativo Whatsapp em todo o território nacional, mas a decisão foi revogada por um desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí.

SABRINA CRAIDE (AGÊNCIA BRASIL)

sábado, 28 de novembro de 2015

Vice-prefeito de Manicoré Paulo Sérgio faz aniversário

Sexta-feira (27) foi um dia especial para os Manicoreenses


(Foto: Arquivo pessoal) O Vice-prefeito almoçou com os pais e familiares dele, esposa e filhos


Sexta-feira (27) foi um dia especial para os Manicoreenses, que registram e parabenizam por mais um ano de existência o Vice-prefeito de Manicoré, Paulo Barbosa. As homenagens começaram bem cedo do dia, através do programa de rádio “Gerando Oportunidade”, apresentado pelo radialista Edy Lima, que parabenizou o Vice-prefeito pelo o aniversário dele.

Depois disso todos já estavam sabendo que Paulo estava completando mais uma primavera. Durante todo o dia de sexta-feira e a noite, Sérgio recebeu homenagens, por telefone, Whatsapp, Facebook, por E-mail, pessoalmente, ou seja, todos os meios que, estava disponível, que serviria para parabenizar o mesmo, foram usados. O aniversário do Vice-prefeito Paulo Sérgio, não passou despercebido.

O Vice-prefeito almoçou com os pais e familiares dele, esposa e filhos. “Foi o melhor presente”. Disse Paulo. Paulo Sérgio é formado bacharel em Administração, pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA). É homem do bem, é religioso de fé (Evangélico), que sabe respeitar as diferenças das pessoas. Entende que um prefeito deve ser prefeito de todos, sem descriminação.   

Feliz Aniversário, que o tempo seja sempre o seu melhor parceiro, trazendo serenidade, equilíbrio e sabedoria, que lhes darão a receita ideal de como viver a vida, aproveitando o melhor que ela tem a oferecer.

Que as conquistas do passado lhe tragam à lembrança, não só alegrias, mas também a força e o entusiasmo para superar eventuais obstáculos e implementar os mais importantes projetos para o futuro. Continue mudando a forma de fazer política em Juazeirinho, administrando com transparência, cuidando dos bens e das causas públicas e respeitando a todos sempre pautado na humildade e na força de vontade de sempre fazer o bem.

Que Deus ilumine seus caminhos para que prossiga na trilha do bem, trabalhando cada vez mais em prol da sua terra e da sua gente.

Muita saúde, amor, paz, fé, esperança, alegrias e prosperidade!
São os sinceros votos de um povo que continua acreditando na princesinha da calha do rio madeira (Manicoré), e sem dúvidas melhor para todos.



Edy Lima DRT/AM 1823


terça-feira, 27 de outubro de 2015

Pode 'printar' sem preocupação e com segurança no WhatsApp

Notícia falsa de que nova atualização permitiria avisar usuários sobre ‘prints’ de tela deixou brasileiros assustados 




Não existe nenhum anúncio oficial do próprio WhatsApp afirmando que irá notificar usuários quando for realizado um print de seu conteúdo (Reprodução/Internet )




Na noite de segunda-feira (26), alguns portais de notícia espalharam a informação que a nova atualização do WhatsApp iria notificar os usuários quando o conteúdo de suas conversas fosse “printado”. A notícia, apesar de ter criado burburinho nas redes sociais, não passa de especulação.

Não existe nenhum anúncio oficial do próprio WhatsApp afirmando que irá notificar usuários quando for realizado um print de seu conteúdo. Embora sendo mentirosa, a informação gerou certa preocupação em alguns usuários, como na universitária Aline Maia, que ficaria constrangida se alguém “printasse” a sua conversa.
“Eu ficaria (preocupada) sim, pois existem assuntos no qual falamos que nem sempre são confortáveis para todos”, declarou.
Um usuário que não quis se identificar, explicou que não terá mais como “plantar a semente da discórdia”. “Se um dia os gestores do WhatsApp fazerem isso, não terá mais graça o aplicativo. Como vou ‘plantar a semente da discórdia’?”, brincou.
O fato é que o WhatsApp guarda todo o seu histórico – até oferecendo backup no Google Drive para você não perdê-lo – e permite copiar e compartilhar mensagens de forma nativa. O WhatsApp não avisa quando você compartilha uma mensagem, por que alertaria quando alguém tira uma captura de tela?
O boato iniciou aparentemente no site Portal Atualizado. A “notícia” não traz muitas informações: apenas diz que “quando a tela for printada, o outro usuário será notificado assim como acontece no Snapchat”, e que o recurso será liberado no dia 28 de novembro. O fato é que a notícia falsa rendeu diversos comentários e memes nas redes sociais como Facebook e Twitter.

Rafael Seixas


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Notícia falsa: Jovem se mata após ver conversa do WhatsApp em telão

 Menina se mata ao ter conversa do WhatsApp divulgada em um telão da faculdade

Mulher se matou após ter conversa divulgada em telão, diz boato

Boato – Uma garota de 23 anos de Recife se matou após ter conversa do WhatsApp divulgada no telão da faculdade.

Hoje em dia, podemos observar boatos de todos os tipos. Desde os mais difíceis de provar a falsidade até os mais ‘cara dura’. Mas o que existe em comum entre todos eles é a criatividade. E haaaaaja criatividade para tanta mentira, amigos.

O Boatos.org recebeu essa semana uma notícia que causou revolta em grande parte do mundo virtual. Segundo informações, uma estudante de Recife teria se matado após ter uma conversa no Whatsapp divulgada em um telão na sala de aula. Confira o texto: 

No Recife, uma garota de 23 anos, identificada pelo nome de Raquel Rayanne Raissa da Rocha Riviera, estudante de Rentolonologiatistica, se matou com três tiros certeiros na cabeça, após ter uma conversa particular, no aplicativo WhatsApp, divulgada em um telão na faculdade, onde todos os alunos visualizaram.

A conversa chamou a atenção dos colegas de faculdade, que ficaram de boca aberta quando leram as mensagens. Ainda não se sabe quem teve a ideia de divulgar o conteúdo das conversas no telão, que seria usado apenas para exibir um trabalho dos estudantes. Alguns acreditam que tenha sido o namorado dela. Ele nega.

Uma colega de faculdade disse que Raquel fez o que qualquer pessoa faria. “Eu me jogaria da ponte se minhas conversas no WhatsApp também fossem divulgadas num telão”, disse a amiga. 

Para quem ainda não sabe, a fonte da notícia (o site que criou a história antes de ele ser copiada) é o site G17, é um veículo que produz notícias falsas. Isso mesmo, nada do que o site publica é verdade. Além disso, a matéria apresenta informações erradas – e engraçadas – do início ao fim.

Raquel Rayanne Raissa da Rocha Riviera pode até ser um nome criativo, porém, não existe ninguém no país com o registro desse nome. Outro fato curioso é o nome do curso.

Não sei vocês, mas nem eu e nem o Ministério da Educação ouvimos falar no tal curso de Rentolonologiatistica. Por fim, também nunca vi um suicídio com mais de um tiro na cabeça. Acho que os absurdos citados acima já são o suficiente para provar que, de fato, a notícia é falsa
.
Bullying é coisa séria e temos vários exemplos de conversas e fotos comprometedoras que acabam no lugar errado. Porém, a história acima não passa de conversa pra boi dormir. Até a próxima!

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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Whatsapp fica fora do AR nesta tarde de Sábado!

Quem você também está com seu Whatsapp fora do AR?



Após o Facebook comprar o Wahtsapp, muitos usuário ficam seu seus serviços nesta tarde de Sábado (22).


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Bomba! Facebook compra o WhatsApp por US$ 16 bilhões

De acordo com o que está sendo divulgado, a equipe do aplicativo vai trabalhar de forma independente apesar da aquisição

 
Bomba! Facebook compra o WhatsApp por US$ 16 bilhões
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Nesta quarta-feira (19), o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, publicou um comunicado através da sua conta oficial em seu próprio site de que a sua empresa fechou a compra do aplicativo de mensagens WhatsApp por US$ 16 bilhões (cerca de R$ 36 bilhões) — valor esse que vai ser pago com dinheiro e também com ações.

Quando a compra for fechada e tudo estiver dentro dos parâmetros de um contrato, a equipe do WhatsApp deve trabalhar de maneira independente dentro do Facebook (de forma um tanto quanto parecida com o que acontece com o Instagram). Dessa maneira, o trabalho inicial da rede social vai ser o de ajudar o aplicativo de mensagens a “crescer e a conectar todo o mundo”.
Bomba! Facebook compra o WhatsApp por US$ 16 bilhões
(Fonte da imagem: Divulgação/Facebook)

Juntando diferentes ferramentas em uma só

Além de tudo isso, o WhatsApp vai complementar o chat já existente do Facebook, com o objetivo de criar novas ferramentas de comunicação. Sendo assim, a rede social vai ser utilizada para que você converse com todos os seus amigos — mesmo aqueles que não contam com um cadastro ativo no famoso site de Mark Zuckerberg.

Ainda segundo o que foi explicado pelo executivo, a intenção do Facebook é a de manter o mundo conectado, sendo que eles fazem isso construindo serviços que ajudem as pessoas a compartilharem conteúdo — o que justificaria a compra do WhatsApp, que já conta com 450 milhões de adeptos. Zuckerberg também se diz entusiasmado e agradecido pela oportunidade de trabalhar com a equipe do famoso aplicativo.


Por Rafael Gazzarrini - TECMUNDO

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

WhatsApp para PC é golpe que rouba dados bancários de vítimas

Email oferecendo o aplicativo de mensagens instantâneas para Windows baixa trojan no computador

  
Se receber um email como este, não faça o download (Fonte da imagem: Reprodução/Folha de S. Paulo)
O WhatsApp é um dos mensageiros mais populares do mundo, sendo compatível com diversas plataformas mobile. Mas ele fica por aí mesmo, já que não há versões oficiais para sistemas operacionais tradicionais, como Windows ou OS X. Sendo assim, se você recebeu algum email contradizendo esta informação, prometendo instalar o app em seu PC com Windows, fique atento. Há grandes chances de se tratar de um trojan desenvolvido para roubar dados bancários das vítimas.

O email em questão está sendo divulgado por todo o país e mostra seu corpo da forma como está representado na imagem acima. Quem clica no botão de download recebe um arquivo chamado “Win32/Spy.Banker.AALL”, um trojan.

A ESET América Latina, uma empresa de segurança virtual, identificou a ameaça e, em seguida, divulgou as reais intenções deste email malicioso. De acordo com a ESET, centenas de brasileiros já podem ter caído no golpe, mas não há dados precisos sobre os danos do trojan.

Sem perigo

Caso você realmente deseje utilizar o serviço em seu computador, é possível simular o ambiente do Android no Windows seguindo os passos deste tutorial do Tecmundo. Ainda assim, não é permitido manter dois aparelhos funcionando ao mesmo tempo com a mesma conta no serviço, ou seja, com números de telefone iguais.


segunda-feira, 8 de abril de 2013

Google negocia compra do WhatsApp por US$ 1 bilhão

Facebook também teria declarado interesse pelo aplicativo de mensagens

 

 
Aplicativo de mensagens já funciona assim no Android, Windows Phone e BlackBerry (Reprodução)

 

O Google está há semanas negociando a compra do popular aplicativo de mensagens WhatsApp, e a oferta atual está girando em torno de US$ 1 bilhão. É o que apontam rumores citados pelo site especializado Digital Trends, que credita as informações a uma fonte interna. Boatos anteriores apontavam que também o Facebook estaria interessado em comprar o app, apesar de as negociações nunca terem ido a público.

Caso os valores estejam corretos, a compra equivalerá ao preço pago pelo Instagram, adquirido pela maior rede social do mundo em 2012. Rumores davam conta de que o Facebook teria declarado interesse pelo WhatsApp no final do ano passado. Não é a primeira vez que o Google demonstra vontade de adquirir o aplicativo: segundo o Wall Street Journal, a empresa havia abordado os responsáveis pelo WhatsApp em março deste ano.
 
Procurados pelo Mashable, tanto Google quanto WhatsApp não fizeram declarações a respeito. A gigante de buscas afirmou que não comenta sobre especulações.

O WhatsApp é o aplicativo pago mais baixado em mais de 100 países e conta com milhões de usuários em todo o mundo. O app é uma ferramenta de mensagem instantânea para smartphones, popular nos principais sistemas operacionais e compatível com iPhones, aparelhos Android, BlackBerry e Windows Phone. Funciona como uma alternativa gratuita e online às mensagens de texto (SMS). Através do WhatsApp, se enviam mais de 1 bilhão de mensagens por dia.

Terra

segunda-feira, 18 de março de 2013

WhatsApp será cobrado anualmente no iPhone, para novos usuários, afirma site

A mudança está sendo programa ainda para este ano, a cobrança será de US$ 0,99, no momento do download

O valor cobrado será de US$ 0,99
O valor cobrado será de US$ 0,99 (Reprodução)
Um dos aplicativos mais populares do mundo, o WhatsApp, passará a cobrar anuidade aos novos usuários do aplicativo que utilizam o sistema iOS (iPad, iPhone e iPod touch), confirma o site TechCrunch. O aplicativo que possibilita a troca de mensagens já é cobrado para usuários de Android, BlackBerry e Windows Phone.

Ainda de acordo com o site, a mudança está sendo programa ainda para este ano, a cobrança será de US$ 0,99, no momento do download.

O site entrevistou Jan Koum, presidente-executivo da empresa responsável pelo app. Ele diz que haverá outras novidades no WhatsApp, como versão para computadores do serviço e nem de adicionar chamadas em vídeo, como existe no Skype e no FaceTime.

Cerca de 17 bilhões de mensagens realizadas diariamente por mais de 100 milhões de usuários do sistema Android.

ACRITICA

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

WhatsApp, Skype e Viber preocupam operadoras

Um estudo que apontou que em três anos 60% do “mercado de mensagens” será representado pelos textos via internet

 
"As pessoas passaram a usar Skype, Viber, WhatsApp, e nossa receita começou a cair, ou pelo menos sentimos que isso ocorreria” (Shutterstock)
Aplicativos como Skype, WhatsApp e  Viber estão causando dores de cabeça em empresas de teles. Esses serviços utilizam a internet para realizar chamadas e enviar mensagens de texto concorrendo diretamente com os programas utilizados pelas operadoras, que no jargão do mercado são conhecidos como “OTTs” (over-the-top).

 Duas empresas da área, Tyntec e GigaOM, conduziram um estudo que apontou que em três anos 60% do “mercado de mensagens” será representado pelos textos via internet . Além disso, a pesquisa mostrou que o SMS ainda não caiu em desuso por causa da instabilidade dos serviços da internet.

O presidente da segunda maior operadora do mundo em assinantes, a britânica Vodafone (440 milhões), Vittorio Colao, atribuiu o sucesso desses serviços ao fato dele ser percebido como gratuito. "As pessoas passaram a usar Skype, Viber, WhatsApp, e nossa receita começou a cair, ou pelo menos sentimos que isso ocorreria”, afirmou Colao. 

Na loja do Google, o WhatsApp ultrapassou 100 milhões de downloads e, na da Apple, já liderou o ranking de mais baixado em 138 países.