Mostrando postagens com marcador Presidente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Presidente. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Para governo, decisão do STF sobre rito de impeachment dá fôlego a Dilma

Ministros avaliam que, com o processo de impedimento nas mãos do Senado, a presidente tem mais chances de se salvar

A presidente Dilma Rousseff em reunião com membros da Frente Brasil Popular, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF)(Evaristo Sá/AFP)








O novo rito de impeachment definido nesta quinta-feira pelo Supremo Tribunal Federal foi comemorado no Palácio do Planalto por dar fôlego à presidente Dilma Rousseff e representar uma derrota de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que comanda a Câmara dos Deputados. Na avaliação de ministros que compõem a coordenação política, Dilma tem agora chance de se salvar, mesmo se a abertura do processo for autorizada pela Câmara.

Apesar da base aliada conflagrada, o governo possui maioria no Senado, presidido por Renan Calheiros (PMDB-AL). O destino de Dilma, em guerra com Cunha, está agora nas mãos de Renan. A esperança do Planalto, para arrefecer a crise, é de que o Supremo aceite o pedido da Procuradoria-Geral da República e afaste Cunha, acusado de manter contas secretas na Suíça com dinheiro desviado da Petrobras.

Logo após o veredicto do Supremo, o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, telefonou para Dilma, que estava voltando da viagem do Rio para Brasília. "Ela está segura de que vai vencer essa batalha", disse o ministro. "Considero que o Supremo cumpriu a nobre função de moderador da República. Creio que a corte deu a grandeza necessária a um rito processual da relevância do impedimento no regime presidencialista."

A decisão do Supremo de ordenar o voto aberto na Comissão Especial da Câmara, encarregada de analisar o impeachment, também foi considerada uma reviravolta importante pelo Planalto. A comissão montada com a bênção de Cunha era majoritariamente contra Dilma.
Depois do revés sofrido na quarta-feira, quando o ministro Edson Fachin, relator da ação, rejeitou pontos centrais do processo questionados por Dilma, o governo já esperava nova derrota. Havia muito desânimo no Planalto. A opinião de Fachin, no entanto, não foi acatada pela maioria de seus colegas.

"Tivemos uma vitória por duas razões: uma porque invalida as arbitrariedades do Eduardo Cunha. O Supremo está dizendo que o que ele fez não vale", afirmou o advogado Flávio Caetano, que defende Dilma, citando a ordem do Judiciário para o fim da votação secreta na Câmara e da chapa avulsa na formação da comissão que analisa o processo. "Além disso, foi definida a regra do jogo porque, do jeito que a coisa estava, a lei era tirada da cabeça do presidente da Câmara. É claro que o Senado não poderia ser apenas um homologador, um carimbador da Câmara".

Toffoli - Chamou a atenção do Planalto o voto do ministro José Antônio Dias Toffoli, que já foi advogado do PT e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Toffoli acompanhou o parecer de Fachin na ação do impeachment e foi contra Dilma. "Se a presidente não tem apoio de 1/3 dos deputados, fica difícil a governabilidade", afirmou ele. As declarações de Toffoli, que se aliou até ao ministro Gilmar Mendes deixaram o governo perplexo.

Em jantar anteontem com Dilma e ministros, no Palácio da Alvorada, Lula disse a ela que o governo precisa retomar a ligação com os movimentos sociais, se quiser evitar o impeachment. Ainda ontem, a presidente se reuniu, no Planalto, com representantes de 67 entidades da Frente Brasil Popular, e prometeu um novo rumo no governo em 2016.


Veja.com


quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Dilma e Temer prometem manter relação produtiva

Declaração aconteceu depois de encontro de 50 minutos entre a presidente e o vice no Palácio do Planalto; reunião foi marcada após o vazamento da carta do peemedebista


O vice-presidente Michel Temer, em Brasília após reunião com a presidente Dilma Rousseff - 09/12/2015 (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)


A presidente Dilma Rousseff e o vice Michel Temer se reuniram por 50 minutos na noite desta quarta-feira, em Brasília. O encontro, o primeiro depois do vazamento da carta-desabafo do peemedebista, aconteceu no Palácio do Planalto. Ao final da reunião, os dois divulgaram declarações curtas e quase iguais, prometendo manter uma "relação pessoal e institucional" produtiva.P

"Combinamos, eu e a presidente Dilma, que nós teremos uma relação pessoal e institucional que será a mais fértil possível", afirmou Temer, na única frase que disse aos jornalistas após o encontro.
"Na nossa conversa, eu e o vice-presidente Michel Temer decidimos que teremos uma relação extremamente profícua, tanto pessoal quanto institucionalmente, sempre considerando os maiores interesses do país", diz a breve nota divulgada pela Presidência.

Dilma fez questão de combinar com sua assessoria as palavras que seriam usadas no comunicado e esperou a declaração do vice para decidir o teor da nota. O cuidado foi tomado para que não acontecesse como na última vez em que estiveram juntos, na semana passada, quando houve desencontro nas versões divulgadas por auxiliares de ambos sobre o tema da conversa.

Carta - Temer foi chamado por Dilma para uma conversa no Palácio do Planalto após o vazamento de uma carta que o peemedebista enviou para a petista em tom de desabafo. No texto, o vice reclama que foi tratado como um auxiliar "decorativo" pela presidente e que nunca contou com a confiança dela.

Apesar da declaração tentando mostrar uma reaproximação na fria relação entre os dois, o PMDB tem se mostrado cada vez mais rachado e o grupo que defende a ruptura com o governo tem ganhado força. Nesta quarta, o então líder do partido na Câmara, Leonardo Picciani, um aliado do Planalto, foi destituído pela ala pró-impeachment do PMDB.

(Com agências Reuters e Estadão Conteúdo)


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

PF abre inquérito para apurar suspeita de irregularidade em campanha de Dilma Rousseff

Na semana passada, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu dar andamento a uma ação movida pelo PSDB que pede a cassação da presidente Dilma e de seu vice Michel Temer por abuso de poder na campanha eleitoral do ano passado.


Perda de confiança, índices baixíssimos de aprovação e insatisfação de grande parcela da população ameaçam o mandato de Dilma (Divulgação)


A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar suspeitas de irregularidades na campanha para a reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014, informou nesta sexta-feira a assessoria de comunicação da Superintendência da PF no Distrito Federal.

O inquérito foi instaurado na semana passada por determinação do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Gilmar Mendes, relator das contas da campanha do ano passado, e pode dar munição para a oposição que tenta abrir processo de impeachment contra a presidente Dilma.
Na semana passada, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu dar andamento a uma ação movida pelo PSDB que pede a cassação da presidente Dilma e de seu vice Michel Temer por abuso de poder na campanha eleitoral do ano passado.
Em despacho, o ministro Gilmar Mendes apontou haver indicativos da prática de ilícitos eleitorais e crimes de ação penal pública na prestação de contas da presidente, reeleita em 2014.
Mendes, que também é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), alegou em documento do mês de agosto haver “vários indicativos", obtidos com o cruzamento de notícias veiculadas na imprensa e documentos sigilosos da operação Lava Jato, de que o PT foi indiretamente financiado por recursos da Petrobras.
Segundo o ministro, a investigação policial apurou que empreiteiras corrompiam agentes públicos para firmar contratos com a Petrobras, mediante fraude à licitação e formação de cartel.
"Parte da propina voltaria ao PT em forma de doações contabilizadas à legenda e às campanhas eleitorais. Outra parte seria entregue em dinheiro ao tesoureiro do partido. Uma terceira financiaria a agremiação por meio de doações indiretas ocultas, especialmente por meio de publicidade”, disse o ministro em despacho.
Além disso, segundo a assessoria do TSE, o ministro afirmou que a conta de campanha de Dilma também contabilizou expressiva entrada de valores depositados por empresas investigadas na Lava Jato.
O ministro pediu, no despacho de agosto, investigação pela Procuradoria-Geral da República, Corregedoria-Geral Eleitoral e Polícia Federal.
O PT tem afirmado, em resposta a pedidos de investigação sobre a campanha de Dilma, que as doações recebidas ocorreram de forma legal e foram declaradas à Justiça Eleitoral.
A Reuters tentou sem sucesso contactar representantes da campanha de Dilma para comentários. A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto disse que não iria comentar.
O TSE havia aprovado, porém com ressalvas, a prestação de contas da campanha eleitoral de reeleição de Dilma e do comitê eleitoral petista em dezembro do ano passado.

REUTERS BRASIL


quinta-feira, 2 de abril de 2015

Rejeição a Dilma e governo chega a 64% em março, diz CNI/Ibope

Avaliação ruim/péssima do governo da presidente Dilma Rousseff era 27% em dezembro do ano passado, ante do início da segunda gestão 

Números correspondem a péssimo cenário político e econômico do País (Divulgação)



A avaliação ruim/péssima do governo da presidente Dilma Rousseff disparou para 64 por cento em março, ante 27 por cento em dezembro, em meio à piora no cenário político e econômico e ao escândalo envolvendo a Petrobras, mostrou pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quarta-feira (1º).
Ainda de acordo com o levantamento, 12 por cento avaliam o governo como ótimo ou bom, contra 40 por cento em dezembro. A pesquisa, contratada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), apontou ainda que 23 por cento avaliam o governo como regular, ante 32 por cento em dezembro.
Já a aprovação da maneira de governar da presidente desabou para 19 por cento, contra 52 por cento em dezembro, enquanto a desaprovação foi a 78 por cento, ante 41 por cento.
O levantamento mostrou ainda que 24 por cento dos entrevistados confiam em Dilma, contra 51 por cento que confiavam nela em dezembro, e 74 por cento não confiam, ante 44 por cento. O Ibope ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios entre os dias 21 e 25 de março. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.
JEFERSON RIBEIRO (REUTERS)


terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Monumento semi-acabado

Obra inacabada do ex-presidente dos Estados Unidos


Pracinha do Aeroporto de Manicoré (Foto: Edy Lima)



Um monumento semi-acabado, erguido na pracinha do aeroporto da cidade representando a obra inacabada do ex-presidente dos Estados Unidos da América do Norte, Jonn F.Kennedy, qual contribuiu para a construção do nosso Aeroporto, tendo em vista Manicoré, ser um ponto estratégico, para a segurança nacional na época da segunda guerra mundial. 

Fonte: Estórias do Nosso Chão.


Edy Lima DRT-AM 1823

domingo, 26 de outubro de 2014

Treze urnas eletrônicas são trocadas durante votação no AM, diz presidente do TRE

Blecaute em Parintins atrasou votação em 1h. Em Manacapuru, uma urna ficou danificada após "goteira" atingir aparelho. Presidente do TRE avalia saldo do pleito nas primeiras horas como "positivo" no Amazonas



Presidente avalia saldo das primeiras horas de votação como "positivo" (Denir Simplício)



Treze urnas eletrônicas precisaram ser substituídas em todo o Amazonas durante o início do pleito neste domingo (26). As informações foram repassadas pela presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-AM), desembargadora Socorro Guedes, durante coletiva de imprensa. Em Parintins (a 535 quilômetros de Manaus), um "apagão" atrasou em uma hora  o início da votação.

De acordo com Socorro Guedes, 18 ocorrências envolvendo problemas técnicos com os aparelhos foram registradas em todo o Estado. Ao serem reiniciadas, cinco urnas voltaram ao normal. Treze tiveram que ser trocadas, sendo que seis estavam instaladas no interior e sete na capital. Apenas três delas fazem parte do sistema biométrico, segundo a desembargadora. Ainda segundo a presidente, os objetos apresentaram problemas principalmente no visor e nos registros de data e hora. 
“O saldo é extremamente positivo. O único contratempo que tivemos foi do ponto de vista climático, porque em Parintins está chovendo mundo. Lá é o segundo maior colégio eleitoral do Amazonas, e deu um pequeno pico de luz, mas já se normalizou e em nada atrapalhou as eleições. Fiz um sobrevoo sobre a cidade com o exército para verificar o sistema de transporte coletivo e os ônibus estão trafegando normalmente. Podemos dizer que a cidade está tranquila”, explicou a desembargadora.
Blecaute em Parintins
Em Parintins, a votação sofreu atraso de uma hora por conta de um blecaute na região. A empresa Eletrobrás Amazonas Energia foi acionada. Já em Manacapuru (a 70 quilômetros de Manaus), uma urna precisou ser substituída após ser danificada devido a uma goteira no local. O órgão também não registrou nenhum caso de crime eleitoral até o momento.
*Com informações da Agência Brasil

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Dilma veta novamente regras para criação de municípios

O PLS 104/2014, do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), estabelece regras para a comprovação da viabilidade municipal (econômico-financeira, político administrativa e sociambiental e urbana) e a consulta à população afetada


O projeto para regular a criação de municípios tinha sido aprovado no Congresso Nacional (Divulgação)


A presidente Dilma Rousseff vetou integralmente projeto aprovado pelo Congresso para regular a criação de municípios (PLS 104/2014 - Complementar). É a segunda vez que uma proposta com essa finalidade é rejeitada por Dilma.

O PLS 104/2014, do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), estabelece regras para a comprovação da viabilidade municipal (econômico-financeira, político administrativa e sociambiental e urbana) e a consulta à população afetada. Além disso, exige que tanto o novo município quanto o que venha a perder parte do seu território mantenham, após o processo, uma população mínima: 6 mil nas regiões Norte e Centro-Oeste, 12 mil na região Nordeste; e 20 mil nas regiões Sul e Sudeste.
O novo projeto foi apresentado como alternativa ao PLS 98/2002, também de Mozarildo, integralmente vetado pela presidente Dilma Rousseff em outubro de 2013. À época, a Presidência da República manifestou preocupação com o aumento do número de municípios e das despesas decorrentes.
Ao vetar o PLS 104/2014, agora, Dilma reconhece o "esforço de construção de um texto mais criterioso", mas afirma que a proposta não afasta o problema da responsabilidade fiscal.
"Depreende-se que haverá aumento de despesas com as novas estruturas municipais sem que haja a correspondente geração de novas receitas. Mantidos os atuais critérios de repartição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o desmembramento de um município causa desequilíbrio de recursos dentro do seu estado, acarretando dificuldades financeiras não gerenciáveis para os municípios já existentes", diz na justificativa do veto.
Votação no Senado
O PLS 104/2014 foi aprovado inicialmente no Plenário do Senado em maio. Na Câmara, os deputados retiraram do projeto a exigência de uma extensão territorial mínima para os novos municípios, mantendo as demais regras. Na votação final no Senado, no início de agosto, os senadores confirmaram, por 52 votos a 4, o texto vindo da Câmara.
Para a maioria dos senadores, a definição de regras para a criação de municípios pode trazer benefícios como a redução das desigualdades regionais, expansão da presença do poder público e geração de empregos.
Agora, o assunto se juntará a uma pauta com mais de 30 vetos presidenciais à espera de exame pelo Congresso, inclusive o que rejeitou o projeto anterior de Mozarildo.
Existem no país 5.570 municípios. Os cinco mais recentes foram criados em 1º de janeiro de 2013: Balneário Rincão (SC), Mojuí dos Campos (PA), Paraíso das Águas (MS), Pescaria Brava (SC) e Pinto Bandeira (RS).
AGÊNCIA SENADO

Governo federal propõe salário mínimo de R$ 788,06 para 2015

O reajuste de 8,8% está contemplado no projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa), que traz uma mensagem da presidente Dilma Rousseff com um diagnóstico sobre a situação econômica do país e suas perspectivas



O salário mínimo é reajustado anualmente, valendo a partir de janeiro(Reprodução)



A partir de 1º de janeiro de 2015, o salário mínimo deve ser R$ 788,06, segundo o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) 2015. Um reajuste de 8,8%. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (28) pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, depois de entregar a proposta ao presidente o Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL). A ministra antecipou que o texto prioriza investimentos em saúde, educação combate à pobreza e infraestrutura.
A peça orçamentária traz uma mensagem da presidente Dilma Rousseff com um diagnóstico sobre a situação econômica do país e suas perspectivas.
Pela Constituição, o prazo de entrega do projeto pelo Executivo termina no dia 31 de agosto. Mas, com a expectativa de conclusão da votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que define as metas e prioridades da administração pública federal, só na semana que vem, durante o esforço concentrado, o governo se antecipou. A LDO deveria orientar a elaboração da peça orçamentária.
“Coloquei  toda a equipe do Ministério [do Planejamento] à disposição, para os esclarecimentos necessários, para que o Congresso possa fazer uma análise rápida do Orçamento e votá-lo até o fim do ano, prazo que o presidente do Senado [Renan Calheiros], confirmou que é possível fazer”, explicou a ministra.
O Orçamento Geral da União (OGU) é formado pelo orçamento fiscal, da seguridade e pelo orçamento de investimento das empresas estatais federais. A Constituição determina que a proposta seja votada e aprovada até o dia 22 de dezembro.
No projeto de lei, também consta a estimativa para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 5%, no próximo ano.
A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, ficou em 3% (R$ 5,756 trilhões).
O governo estima que o superávit primário para o setor público consolidado será R$ 143,3 bilhões, valor que corresponde a 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Com o abatimentos, o superávit primário vai para R$ 114,7 bilhões, correspondentes a 2% do PIB.
O superávit primário é a poupança para pagar os juros da dívida que o governo seus credores. Na medida em que o país consegue alcançar as metas de superávits primários, tem condições de pagar dividas.
AGÊNCIA BRASIL

sábado, 19 de outubro de 2013

Comissão Especial para tratar da criação de municípios

Perguntado se a criação de novos municípios poderia ser usada como bandeira política nas eleições de 2014

Distrito de Santo Antônio do Matupi, Manicoré(Foto: A Critica.Com)




Depois que o Senado Federal aprovou na noite de quarta-feira (16), o Projeto de Lei complementar 416/2008, que permite a criação de novos municípios no Brasil, o assunto repercutiu na Sessão Ordinária desta quinta-feira (17), no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Vários deputados discursaram sobre o tema e a maioria defendeu a criação de municípios em algumas comunidades que já têm infraestrutura para se emancipar.

Em entrevista, o presidente Josué Neto (PSD) disse que a partir da aprovação da lei complementar, e após a sanção ou veto, pela presidente Dilma Rousseff (PT), a Assembleia Legislativa tem de se manifestar, uma vez que o assunto já vem sendo debatido há pelos menos dez anos na Casa. “Nesse momento, vamos nos preocupar em atender o que especifica a lei do Senado”, disse Josué Neto.

O presidente defendeu a formação de uma comissão específica para tratar do assunto e citou que alguns deputados que já se dispuseram a participar: Belarmino Lins (PMDB), Adjuto Afonso (PP) e Tony Medeiros (PSL). “Agora, vamos nos adequar às normas da lei e, pela especificidade da questão, entendo que deve ser criada uma comissão especial para isso”, informou Josué Neto.

Perguntado se a criação de novos municípios poderia ser usada como bandeira política nas eleições de 2014, o presidente Josué Neto respondeu negativamente. “Isso é uma decisão do Senado e o Senado não pensou nisso”. Segundo ele, se fosse uma decisão que tivesse sua origem na Assembleia do Amazonas, os deputados poderiam ser taxados de usar o fato eleitoralmente.
“Mas a decisão de dar início a esse processo não coube à Assembleia”, disse, acrescentando que se dependesse da Assembleia, isso já teria sido feito há muito tempo.

O projeto aprovado quarta-feira no Senado segue agora para sanção ou veto da presidente Dilma Rousseff. Segundo o relator da proposta, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), atualmente, o projeto já permitiria dar início a processos de emancipação – e transformação em município – de pelo menos 188 distritos em todo o país. No Amazonas, existem 44 pedidos de emancipação de municípios, tramitando na Assembleia Legislativa.



Com Informação da Assessoria 

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Sinésio reafirma importância da exploração de recursos minerais

Só na fase de pesquisa foram investidos U$ 100 milhões, gerando dividas para a cidade e emprego e renda para a população

Em Brasília a presidente Dilma (Housseff) declarou apoio ao nosso trabalho(Aleam)

  O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Sinésio Campos (PT) reafirmou, nesta sexta-feira, 5, durante a inauguração do Laboratório de Análises Minerais de Manaus (Lalin), no auditório do Centro de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), a importância da exploração do potássio e do calcário agrícola no processo de fortalecimento da economia do Amazonas.



Para uma palestra formada por pesquisadores, geólogos e empresários, o parlamentar disse que a exploração de minérios faz parte da pauta de discussão política no Amazonas e em Brasília.


“Aqui, o governador Omar Aziz criou a Secretaria de Mineração e Recursos Hídricos para tratar do assunto.


E em Brasília a presidente Dilma (Housseff) declarou apoio ao nosso trabalho”, reafirmou.


Sinésio disse, também, o processo de exploração da Silvinta, no município de Autazes (a 160 quilômetros de Manaus) passou da etapa de pesquisa e avança para a fase de licenciamento ambiental.


“Só na fase de pesquisa foram investidos U$ 100 milhões, gerando dividas para a cidade e emprego e renda para a população”, disse, lembrando que o governo vai iniciar, ainda em abril, o curso técnico de mineração.


O líder governista lembrou que na produção do calcário agrícola, a Comissão de Mineração, Geodiversidade, Petróleo e Gás da Assembleia iniciou, em março, as primeiras audiências públicas nos municípios de Urucará, São Sebastião do Uatumã e Presidente Figueiredo.


“O produto vai tornar o Amazonas autossuficiente na produção do calcário, importante para corrigir a acidez do solo”, disse.


O deputado lembrou, também, que o calcário agrícola será muito importante para o desenvolvimento da agricultura em larga escala e dos programas criados pelo Governo do Amazonas, como por exemplo, o Pró-Rural. “Não adiante criar projetos voltados para alavancar a agricultura se não temos um componente importante para corrigir o Ph do solo, que é o calcário magnesiano”, disse.


O evento contou com a participação do diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil, Manoel Barreto, do diretor de Relações Institucionais do órgão, Antônio Bacelar, diretor do CPRM, Marco Oliveira, secretário da Semgrh, Daniel Nava, deputado federal Plínio Valério, da secretária Municipal de Meio Ambiente (Semmas), Kátia Schweickardt e da vereadora Terezinha Ruiz.



Com Informação da Assessoria



 

 

 

 




 



quinta-feira, 4 de abril de 2013

Laboratório e Lidoteca do CPRM ganham cessão de tempo na Assembleia



O CPRM será um de nossos braços na garantia da qualidade da riqueza de nossos minerais”, observou Sinésio Campos

O processo de análise da água que é realizado no Rio de Janeiro ou em São Paulo(Aleam)

A inauguração nesta sexta-feira, 5, a partir das 10h, do moderno Laboratório de Análises Minerais (lamin) e a Lidoteca de Rochas do Centro de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) ganhou, nesta quinta-feira, 4, espaço no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) em cessão de tempo concedida pelo líder do governo, deputado Sinésio Campos (PT).



O deputado Marcelo Ramos (PSB) presidiu a sessão que durou 1h40 e contou com a participação do diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil, Manoel Barreto, diretor de Relações Institucionais do CPRM, Antônio Carlos Bacelar, superintendente do CPRM, Marco Antônio Oliveira e o secretário de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos (Semgh), Daniel Borges Nava.



O deputado Sinésio Campos iniciou o debate informando a importância do Lamin e da Lidoteca, que será referência na Amazônia e para países fronteiriços na realização de pesquisas científicas e desenvolvimento do setor mineral e hídrico na região.



“Estamos diante de um acontecimento que vai trazer benefícios para o Amazonas, principalmente na pesquisa analítica da qualidade da água, minerais e sedimentos”, disse o governista.



Ele citou como exemplo o processo de análise da água que é realizado no Rio de Janeiro ou em São Paulo. “O Laboratório vai reduzir tempo e auxiliar as empresas de pesquisa na redução de custos”, disse o deputado que tem como bandeira de luta a exploração do potássio e do calcário agrícola no Amazonas.



“O CPRM será um de nossos braços na garantia da qualidade da riqueza de nossos minerais”, observou Sinésio Campos.



O diretor Manoel Barreto, lembrou que, nos últimos anos, o Governo Federal tem investido bastante no Serviço Geológico na Amazônia.



Ele disse que o Lamin e a Lidoteca no Amazonas surge no momento importante, quando a presidente Dilma Housseff elabora a proposta de um Marco Regulatório da Mineração no Brasil.



“A importância do Laboratório se torna ainda maior, pois estaremos dando subsídios a esse projeto do governo”, disse.



Barreto informou que a Lidoteca será aberto ao público, empresas de pesquisas e estudantes, e contará com um acervo de mais de 48 mil rochas e 50 mil sedimentos coletados pelo CPRM nos rios do Amazonas.



Com Informação da Assessoria