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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Homens podem ter ciúme da mulher com recém-nascido

O problema tende a aparecer em maridos mais narcisistas, imaturos ou menos preparados para a paternidade

Homens podem ter ciúme da relação da mulher com filho recém-nascido; reconheça indícios
Homens podem ter ciúme da relação da mulher com filho recém-nascido; reconheça indícios (Divulgação/UOL)

Durante os nove meses ele ficou ao seu lado, curtindo e vibrando com cada chute em sua barriga. Mas, depois que o filho de vocês nasceu, seu marido mudou e começou a sentir ciúme dos cuidados com o bebê. Por mais incrível que pareça, a situação é bem mais comum do que se imagina. “Principalmente no início, pois a mulher tem novas atribuições, como amamentar, trocar fraldas ou dar atenção a choros com dor de barriga nas madrugadas. Isso faz com que ela dedique muito mais tempo para o recém-nascido. O homem fica em segundo plano”, diz a terapeuta de casal Sylvia Marzano. A mudança é drástica, já que, antes, a atenção e o carinho eram apenas do marido. “Ele pode se sentir menosprezado pela mulher. E ela exige ainda que ele seja compreensivo e que pare de querer a atenção dela, justamente por estar cansada”, afirma a psicóloga e escritora Olga Tessari.

O problema tende a aparecer em maridos mais narcisistas, imaturos ou menos preparados para a paternidade. “Em casos mais sérios, os ciúme e a inveja acabam se elevando a um ponto de ser agressivo ou buscar fora de casa a atenção que acredita não ter mais, entendendo o filho como um rival e a mulher como uma traidora”, afirma a psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa.

Quando a mãe também erra
Algumas atitudes das mulheres podem desencadear o comportamento ciumento dos homens. “Tomar o filho para si e não querer dividir é uma delas. Geralmente, isso acontece com aquelas que também são ciumentas e que trocam um objeto de amor e posse por outro. Antes era o marido e, agora, o filho”, diz Ana Canosa. Outro problema é quando a esposa engravida contrariando o desejo do homem, que preferia ter um filho apenas no futuro. “A falta de diálogo e a expectativa da mulher de que ele será compreensivo induzem a esse comportamento”, afirma Olga Tessari.

Ao lado desde a gestação
Uma saída para evitar problemas futuros é o acompanhamento da evolução do feto no pré-natal, assim o homem entende lentamente como é para a mulher carregar o bebê. “Ele percebe que vai ter que dividir a atenção e que muitas vezes não a terá, o que não significa que foi posto de lado, mas que a prioridade do momento é a criança”, diz Olga. É nessa fase que também podem aparecer reações enciumadas, como a negativa em participar das consultas e reclamações de gastos com a criança. “Mesmo participando, não significa que o nascimento do bebê não mobilizará questões inconscientes e primitivas do pai”, diz Cynthia Boscovich.

Como lidar com a situação
Ao perceber mudanças de comportamento de seu marido, tente dedicar algum tempo para conversar. “Assegure-o sobre seus sentimentos e diga que necessita dele para, juntos, proporcionarem ao bebê um bom começo de vida. Isso contribui para a segurança e tranquilidade do parceiro”, diz a psicóloga Cynthia Boscovich. Evite brigar, pois os homens geralmente não conseguem perceber que estão sentindo esse tipo de ciúme.

Para que um diálogo franco tenha bom resultado, primeiro descubra se os dois estão dispostos a conversar sobre o assunto e sem pressa, longe da novela ou do jogo. “É preciso que ambos realmente saibam falar e ouvir, entendendo os motivos sem fazer cenas e reagindo com calma, tentando se colocar no lugar do outro”, afirma Olga Tessari. Explique que precisará dar mais atenção ao bebê nessa fase em que ele é totalmente dependente dos pais, mas que isso não vai durar a vida toda. “Demonstre interesse pela vida do marido, partilhe alegrias e conquistas. Mantenha hábitos anteriores como dormir abraçadinho e fazer carícias corporais. Diga o quanto seu companheiro é importante em sua vida e que sua ajuda é fundamental”, diz Ana Canosa.

O ideal é também envolver o marido em algumas atividades da rotina com o recém-nascido. “O pai pode estar com ciúmes não só da mãe, mas sim do que ela está vivendo com o bebê”, diz Cynthia Boscovich. Ao permitir esse acesso maior, a mulher ajuda ainda na formação de um vínculo de afeto e paternidade.
Sinal de alerta: reconheça indícios de ele está com ciúme

1. Ele se comporta como um filho e se queixa de que você não liga mais para ele, só tem tempo para o bebê e está sempre cansada.

2. Fica muito tempo fora de casa, tentando fugir da situação.

3. Recusa-se a cuidar do bebê à noite, alegando que precisa descansar e que você está em casa o dia todo "sem fazer nada".

4. Fica de cara fechada o tempo todo. Mal quer conversar ou escutar como foi seu dia em casa.

5. Insiste muito em deixar o recém-nascido com alguém para que vocês tenham um tempo juntos.

6. Reclama que você não cuida de suas coisas e não prepara mais o jantar para ele.

7. Fica muito irritado, quando antes era mais calmo. Reclama de tudo e cobra sua presença, irritando-se quando tem que deixá-lo para estar com o filho.


terça-feira, 22 de maio de 2012

Pagar a universidade dos filhos é obrigação dos pais?

Pagar a universidade dos filhos é obrigação dos pais? Questão divide opiniões de especialistas

O economista André Furtado Braz, da FGV-RJ, acredita que a família deve se preparar para essa despesa. “É responsabilidade dos pais arcar com toda a formação dos descendentes, o que deve ocorrer do maternal ao ensino superior”, diz

Pagar a universidade dos filhos não é dever dos pais? Use o campo de comentários e opine
Pagar a universidade dos filhos não é dever dos pais? Use o campo de comentários e opine (Divulgação)

De acordo com pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a participação de jovens com idade entre 18 e 24 anos no mercado de trabalho caiu 0,5% de março de 2011 para março de 2012. No ano passado, 15,4% dos jovens estavam inseridos no mercado de trabalho. Já nesse ano, essa porcentagem foi de 14,9%, o que equivale a 69 mil a menos trabalhando e oito mil a menos procurando emprego. A justificativa é de que há maior valorização da educação. Para conseguir investir em uma formação qualificada, muitos desses jovens contam com o apoio dos pais para pagar as despesas com o estudo. 
O economista André Furtado Braz, da FGV-RJ, acredita que a família deve se preparar para essa despesa. “É responsabilidade dos pais arcar com toda a formação dos descendentes, o que deve ocorrer do maternal ao ensino superior”, diz. De acordo com Braz, para se tornar um profissional competitivo, o curso de ensino superior deve ser feito, sempre que possível, com dedicação exclusiva. “Com tal disponibilidade, o aluno aproveitará melhor o curso e seu rendimento acadêmico será maior”, afirma.
Mãe de três filhos, dois deles cursando o ensino superior, a enfermeira Luciane Martinez Cavana, 47 anos, acredita que os pais devem apoiar e dar condições para que os filhos se formem. “Sempre fomos exigentes e meus filhos sabem que precisam fazer a parte deles para valorizar o nosso esforço", diz Luciane. "Um jovem que pode estudar sem a pressão de ter que trabalhar para bancar a mensalidade pode se tornar um profissional melhor”.
A psicóloga Ana Paula Mallet Lima, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), também acredita que a responsabilidade em apoiar e manter os filhos na universidade deve ser dos pais. “Nem sempre o jovem consegue uma vaga em uma universidade pública. E se os pais não o ajudam, ele pode optar apenas por trabalhar e ganhar dinheiro, deixando o estudo de lado”, afirma. A especialista defende que é injusto para o jovem arcar com essa despesa. “Trabalhar e estudar é um desgaste enorme. Muitos jovens acabam desistindo de sua verdadeira vocação e acabam optando por fazer um curso menos pesado apenas para ter um diploma. Isso pode gerar profissionais frustrados”, afirma a psicóloga. Para Ana Paula, o pai que não pode bancar os estudos do filho em uma universidade deve ajudá-lo a conquistar uma bolsa ou ajuda governamental junto ao Ministério da Educação (MEC). “Os pais têm que correr atrás e não podem jogar essa responsabilidade nas costas de um jovem”, afirma ela.
O vendedor autônomo Carlos Augusto Devienne, 59 anos, pai do estudante de física José Augusto, 18, tomou essa atitude. Seu filho estuda em uma universidade pública em outra cidade, o que envolve despesas difíceis de manter, como moradia, transporte e alimentação. "Orientei meu filho a buscar todas as formas de bolsa possíveis para aliviar a situação", diz Devienne. O plano deu certo, e o filho conseguiu uma bolsa para realizar um trabalho de pesquisa acadêmica. "É importante que ele tenha responsabilidade sobre suas despesas, pagas com o fruto de seu trabalho, para que aprenda a dar valor às coisas que tem", diz o vendedor. "Mas acho que não seria justo submetê-lo ao rigor de ter que trabalhar à noite, pois isso o impediria de se dedicar aos estudos e prejudicaria o descanso noturno”.
Ajuda sim, obrigação não
Para o psicólogo Maurício Vaz Pinto, os pais não têm a obrigação de pagar os estudos dos filhos. Isso porque, segundo ele, está sendo criada uma geração de jovens que não está habituada a ouvir um "não". “É assim que se formam adultos que lidam mal com frustrações e podem se acomodar, pois não têm condições nem se sentem preparados para buscar o que querem com as próprias mãos”, diz. Por isso, se os pais não podem assumir tal compromisso financeiro, é importante que sejam verdadeiros com os filhos. “Estimulem os filhos a buscar suas próprias conquistas, que serão mais valorizadas do que a dos jovens que tiveram tudo ‘sem esforço’”, afirma Vaz Pinto.
Para a consultora em finanças pessoais Suyen Miranda, ao pagar a faculdade, os pais estão investindo na capacitação dos filhos para prosperar. “Mas isso não deve ser encarado como obrigação”, diz. Para Suyen, a ajuda os pais é válida se os filhos trabalham, mas a renda ainda não alcança o valor total da mensalidade. “É importante que pais e filhos cheguem a um consenso sobre como irão bancar as despesas”, afirma.
O que vale para um, vale para outro
Para quem tem mais de um filho, fica um alerta: o que foi feito para um, deve ser repetido para o outro. “Predileção por um filho gera sofrimento em família. Portanto, se os pais assumem a postura de bancar ou ajudar no estudo da universidade de um, devem se programar para repetir o ato para todos”, afirma Ana Paula.
Independente de pagar o valor total ou parcial, é fundamental que os filhos entendam que o estudo é um comprometimento e precisa ser levado a sério. “Os pais devem cobrar resultados dos filhos sempre, desde os deveres escolares. Devem também incentivar e ser um exemplo para os filhos”, afirma Suyen. Para a consultora em finanças pessoais, a verdadeira obrigação dos pais é preparar os filhos financeiramente, dando limites, cobrando economia, responsabilidade e resultados na relação com o dinheiro.


UOL/COMPORTAMENTO

domingo, 13 de maio de 2012

Relatos de quem vive o ‘Dia das Mães’ atrás da grades de um presídio

 Reportagem ouviu a história de uma detenta do Amazonas sobre a péssima experiência de ser mãe longe dos filhos e ser filha longe dos pais

Aline Ferreira* diz que sempre evitou que filhos fossem à cadeia por amor
Aline Ferreira* diz que sempre evitou que filhos fossem à cadeia por amor (Bruno Kelly)

Mulheres que vivem atrás das grades também poderão comemorar o Dia das Mães com os filhos, em especial aquelas que receberam liberação da Justiça para passar a data com a família. Uma delas é Aline Ferreira*, 40, presa há quatro anos e cinco meses em regime fechado, na cadeia pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa. Pela primeira vez após sua prisão, ela vai comemorar a data com os três filhos, no Município de Novo Airão (a 115 quilômetros da capital).
Respondendo pelo crime de homicídio, ela conta, em meio a lágrimas, que durante os mais de quatro anos presa, os filhos nunca puderam visitá-la, quanto mais em uma data especial como essa. “Eu sempre escutei a orientação das psicólogas da cadeia, que não é bom meus filhos frequentarem esse tipo de ambiente. Eu aguentei até hoje porque os amo demais e quero que eles se lembrem de coisas boas a meu respeito”, revelou.
Aline conta que já passou por vários momentos ruins na cadeia, mas sempre “focou” em seus objetivos: reconquistar a confiança da mãe e dos filhos. “Eu cometi um crime e estou pagando por ele. Quero, a partir de agora, mostrar que sou uma nova filha e uma nova mãe”, contou.
De acordo com a assessora jurídica da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejus), Seilani Almendos, a detenta sempre teve um excelente comportamento. “A Aline nunca se envolveu com brigas desde que entrou aqui, sempre obedeceu as regras e nunca tentou fugir, diferente de várias outras”.
Atualmente, Aline trabalha no almoxarifado e cozinha da cadeia, e ainda coordena outras 17 detentas. “Desde que entrei aqui sempre ocupei minha mente com o trabalho. Eu decepcionei muito a minha família e por isso sempre procurei fazer as coisas diferentes de quando estava solta”, desabafou.
Para Aline, o presente ideal, com o qual ela sonha há mais de quatro anos, seria ter de volta a confiança dos pais. “Eu quero provar para eles que mudei, não sou a mesma pessoa de anos atrás. Minha prisão serviu para mostrar a mim mesma, o valor que tem a família, de poder ter uma mãe e também de ser mãe”, disse, emocionada.
Ela ainda conta que, quando ganhar a liberdade, pretende morar com os filhos na capital e estudar enfermagem. “Eu tenho fé em Deus que quando sair pela porta da cadeia, terei uma vida diferente”.
Programação
Nos dias 12 e 13, o Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM) terá uma programanção especial voltada para as mães dos presos, que envolverá culto em homenagem ao Dia das Mães, apresentação de coral dos internos e palestra sobre Qualidade de Vida, com foco motivacional e na autoestima. O CDPM funciona no km 8 da BR-174, próximo ao Complexo Anísio Jobim. A unidade só possui internos masculinos. No dia 15 acontecerá Culto da Assembleia de Deus em homenagem às mães, na Penitenciária Feminina da cadeia pública Des. Raimundo Vidal Pessoa.
*Nome fictício


ANA PAULA SENA

Mães dão exemplos de amor incondicional ao superar desafios e preconceitos

A história emocionante e vitoriosa dessa psicóloga com seu filho adotivo - que sofreu paralisia cerebral após os maus tratos da mãe biológica - inspira a viver, a amar e a não desistir diante dos obstáculos

Mães superam obstáculos e preconceitos na criação dos filhos, biológicos ou adotivos
Mães superam obstáculos e preconceitos na criação dos filhos, biológicos ou adotivos (Alexandre Fonseca)

“Este foi o dia mais emocionante que vivi. Kiel já deu os primeiros passos no andador”. A ótima notícia veio direto de Campinas, na última quinta-feira, da orgulhosa mãe Rosângela Fernandes. A história emocionante e vitoriosa dessa psicóloga com seu filho adotivo - que sofreu paralisia cerebral após os maus tratos da mãe biológica - inspira a viver, a amar e a não desistir diante dos obstáculos.
 Tudo começou em 2007 quando a então estagiária Rosângela trabalhava no abrigo Moacyr Alves. Foi lá que conheceu Izaquiel Conte Fernandes (carinhosamente chamado de Kiel), uma criança que quando tinha um ano foi jogado contra a parede várias vezes num ataque de fúria de sua mãe biológica. A agressão acabou danificando partes do seu cérebro.
 No abrigo foi amor à primeira vista. “Seu rostinho, sorriso e olhar me tocaram profundamente. A partir daquele dia, não conseguia mais me imaginar sem ele. Sinceramente, não observei sua deficiência e nem o quanto seria trabalhosa e árdua a jornada”, relembra a mãe.
O sonho
Desde o primeiro momento, Rosângela alimentou o sonho de ver o seu filho do coração voltar a andar, a sentar e a brincar. Mas as dificuldades para buscar o tratamento não demoraram a aparecer. A começar pelo custo: R$ 60 mil.
“Não tínhamos esse investimento. Mas como mãe, não poderia desistir de lutar pelo meu filho. As dificuldades sempre foram meus maiores desafios e, ao mesmo tempo, meu combustível de perseverança”, conta Rosângela que mobilizou amigos, familiares e até anônimos para conseguir o tratamento.
No dia 28 de abril deste ano e com parte do investimento nas mãos, Rosângela e Kiel partiram para Campinas levando na bagagem muito amor, esperança imensa e confiança de que tudo valeria a pena.
Avanços incríveis
Na última quinta-feira, após várias sessões de tratamento chamado TheraSuit, Kiel já apresenta avanços muitas vezes inexplicáveis, segundo a própria mãe.
“Kiel já deus os primeiros passos no andador, já senta sozinho, consegue sustentar melhor o pescoço, engatinhar e está treinando a ficar de pé. Ele não voltará a ser uma criança normal, pois as sequelas são grandes. Mas o tratamento o ajudará a ter mais qualidade de vida e independência”, conta Rosângela que ainda precisará de mais investimentos para voltar com ele ainda outras vezes para Campinas.
 “Não me arrependo de nada do que fiz e, se fosse possível, faria tudo novamente. Juntos já enfrentamos muita coisa, principalmente o preconceito e a rejeição. Vivo hoje os dois amores de mãe: o de mãe de coração e o de mãe biológica. Kiel me ensinou a ser mais mãe, a entender melhor o significado das palavras mãe e amor incondicional. Não precisei gerá-lo e nem senti-lo dentro de mim por nove meses para amá-lo. Simplesmente este amor foi crescendo a cada dia, quando descobri que eu pudia ser a mãe que ele esperava que eu fosse”, relata.
Presente
E no Dia das Mães, Rosângela faz um pedido a Deus: “que Ele possa continuar nos dando forças, determinação e a possibilidade de buscarmos a tão sonhada independência para o meu pequeno grande guerreiro. Tenho entendido e aprendido que o amor cura, transforma, reabilita e salva. E, quando estiver rapaz, vai olhar para mim e, da forma dele, me dizer: ‘Mamãe, obrigado por jamais teres desistido de mim!’”, finaliza Rosângela.
Que belo exemplo! Feliz Dia das Mães!
Para torcer e ajudar
Quem quiser acompanhar a evolução do tratamento de Kiel basta acessar o www.face- book.com /corrente dobemamor. Neste endereço, Rosângela publica fotos e vídeos de todo o processo. E quem quiser ajudar pode fazer doações na conta corrente da Caixa, agência 1548 - operação 013 - conta 14266-7. Kiel precisa de um andador de última geração, que custa R$ 30 mil.

ISRAEL CONTE