Ainda de acordo com o deputado, já existe um programa do Governo Federal que propõe combinar
A ideia do deputado estadual Wilson Lisboa
(PCdoB) e primeiro secretário na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) é
utilizar frutos regionais desperdiçados no meio ambiente e reaproveitá-los na
produção de biodiesel, conhecido como combustível verde.
“O biodiesel é uma
proposta real que mexe com a universalidade natural e reaproveita como
matéria-prima produtos que estão sendo perdidos na natureza, gerando centenas
de empregos e renda para população rural” garantiu o deputado Wilson
Lisboa.
Para o deputado, frutos amazônicos como
murumuru, urucurí, açaí, andiroba e até o buriti podem ser reutilizados como
fontes renováveis na produção do combustível verde.
“Milhões de dólares
poderiam ser adicionados ao PIB (Produto Interno Bruto) do Amazonas, se o poder
público lutasse mais para que esses investimentos não morressem de uma maneira
equivocada, por pura falta de interesse político e desconhecimento tecnológico.
Biodiesel se produz com tecnologia” questionou o deputado.
Ainda de acordo com o deputado, já existe um
programa do Governo Federal que propõe combinar o biodiesel ao óleo diesel, uma
prática ainda inexistente no Brasil, tanto pelo alto custo, quanto pelo pouco
interesse e investimento no reaproveitamento de matéria-prima proveniente da
natureza.
“Por Lei a Petrobras é obrigada a comprar o
que for produzido no Brasil. Precisamos lutar pela independência econômica e o
único jeito de não mendigarmos no futuro apoio político em Brasília para
prolongarmos incentivos ao Polo Industrial de Manaus, é investindo nas
potencialidades locais.
Nosso Estado é riquíssimo” garantiu o deputado.
O assunto será discutido em Audiência Pública na ALEAM com a
presença de representantes da Secretaria do Estado de Produção Rural (SEPROR),
Embrapa, Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), Universidade
Federal do Amazonas (UFAM), Universidade do Estado do Amazonas (UEA),
Petrobras, Eletrobrás Amazonas Energia, Instituto Nacional de Pesquisas da
Amazônia (INPA), estudantes e sociedade em geral. A data e horário ainda serão
definidos.
Com Informação da Assessoria

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