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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Universidade Rural deixa de ser sonho para se tornar realidade

O deputado destacou que muitas famílias amazonenses



Tony afirmou que são mais de 3.800 salas de aula, em mais de 1.800 comunidades rurais (Foto: Universidade Rural Rio de janeiro)


“Um projeto audacioso”, assim denominou o deputado estadual Tony Medeiros (PSL), da tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), nesta quarta-feira (3), ao falar do projeto de sua autoria, denominado Universidade Rural, que tem o objetivo de oferecer o acesso ao ensino superior para estudantes que vivem em comunidades afastadas dos centros urbanos. “Uma proposta que parecia distante e, para alguns, impossível, mas que eu venho defendendo há mais de três anos como forma de levar conhecimento e dar as mesmas oportunidades para aqueles que moram no interior do Estado”, assinalou o deputado.

Segundo Tony Medeiros, esse era um sonho que vai se tornar realidade com a autorização do governador do Estado, José Melo (PROS), por meio de decreto, a criação da Universidade Rural. “Com isso, o Amazonas vai ganhar em breve um novo sistema para levar ensino universitário aos municípios do interior”, informou.

De acordo com o deputado, a ideia do projeto é utilizar a rede tecnológica e as estruturas (salas de aula), da Secretaria de Educação do Amazonas (Seduc), existentes em todos os municípios, que passariam a oferecer cursos da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em nível de graduação para a população jovem e adulta.

Tony afirmou que são mais de 3.800 salas de aula, em mais de 1.800 comunidades rurais, e essas pessoas, agora, vão ter a oportunidade de cursar o ensino superior em sua própria comunidade. “Vejo isso como um dos maiores avanços em termos de educação em nosso Estado ao se conseguir atingir aquelas pessoas que têm menos oportunidades”, declarou.

O deputado destacou que muitas famílias amazonenses, num determinado momento, deixam o interior, migrando para os centros urbanos, por causa da educação dos filhos, a exemplo do que aconteceu com ele próprio e com o atual governador José Melo, que veio do interior para estudar na capital.

Com a tecnologia existente hoje, o deputado disse que não vê mais a necessidade de tirar os jovens das comunidades rurais. “São jovens que ajudam no sustento da família e, por motivos econômicos, não podem deixar o interior. Dessa forma, queremos manter os jovens trabalhando e estudando no interior, sem abandonar suas famílias”, observou entusiasmado Tony Medeiros.

Com Informação da Assessoria


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Castro faz balanço de visita a Coari e atesta que saída é a intervenção

Diante do que ouviu e viu in loco Luiz Castro atesta que a saída é a intervenção


Apesar do prefeito Adail estar preso numa prisão preventiva (Foto: Citybrasil)



Ao fazer um balanço da visita que fez a Coari (a 363 quilômetros de Manaus), acompanhando da presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Combate à Pedofilia da Câmara dos Deputados, deputada federal Érika Kokay (PT-DF), o deputado estadual Luiz Castro (PPS) disse, nesta terça-feira (25), do plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), que a situação está crítica naquele município, diante das ameaças feitas por pessoas ligadas ao prefeito da cidade.

Diante do que ouviu e viu in loco Luiz Castro atesta que a saída é a intervenção em Coari por conta do caos estalado. O deputado disse que a população está convivendo com atentados envolvendo denunciantes de casos de pedofilia contra o prefeito Adail Pinheiro, atualmente afastado do cargo por estar preso em Manaus. “Coari vive uma situação anômala: É como se tivéssemos numa outra realidade, num outro país dentro do nosso Estado”, mencionou.

“O quadro que eu, o deputado José Ricardo (PT) e as deputadas Érika Kokay e Lilian Sá, além de profissionais de imprensa e movimentos de direitos humanos, deparamos em Coari foi de descalabro”, disse Luiz Castro, ressaltando que naquele município a Constituição Brasileira não vale; as leis de proteção à infância, a adolescência e os direitos humanos não valem. “O que vale é o poder da intimidação”, enfatizou.

Apesar do prefeito Adail estar preso numa prisão preventiva, Luiz Castro disse que a maior parte dos seus assessores continuam atuando nas mesmas secretarias e cargos de antes. “Capangas armados com revólveres na cintura desfilam pela cidade, às vezes em carros de luxo com insufilme, alugados pela prefeitura, fazendo gestos e dizendo palavras intimidadoras a qualquer pessoa que ouse defender a luta contra a corrupção e a pedofilia.

Além da visita a Coari, Luiz Castro acompanhou as deputadas integrantes da CPI numa longa agenda com inclusão de idas e vindas ao Tribunal de Justiça do Amazonas (TJA) e ao Ministério Público do Estado (MPE). Luiz Castro destacou ainda sua participação na reunião das deputadas federais, na Assembleia, que terminou mais de meia noite quando foram ouvidos alguns suspeitos da Operação Estocolmo e testemunhas de Coari.



Com Informação da Assessoria


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Justiça do Amazonas não teve mudanças nos últimos anos

Sidney lamentou a morosidade da Justiça nos processos


O parlamentar citou, como exemplo, que na legislatura passada(Foto: Aleam)


O deputado Sidney Leite (PROS) avaliou, nesta quarta-feira (19), em Sessão Plenária da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), que a Justiça amazonense não evoluiu “absolutamente nada” nos últimos tempos, apesar dos esforços da Aleam em ceder recursos para que servidores fossem contratados e novas comarcas fossem abertas. Sidney lamentou a morosidade da Justiça nos processos existentes nas comarcas do interior do Estado, conforme as declarações da desembargadora Carla Reis divulgadas nesta quarta-feira pela imprensa local.

O parlamentar citou, como exemplo, que na legislatura passada o então presidente do Tribunal de Justiça, desembargador João Simões, manteve audiência com o presidente da Assembleia, àquela época, Ricardo Nicolau (PSD), para que liberasse uma parcela do orçamento do Legislativo para que algumas comarcas do interior não fechassem as portas. “A Assembleia Legislativa cedeu parte do seu orçamento, mas as comarcas do interior não avançaram e muito menos fecharam as portas”, avisou.

Já na gestão do deputado Josué Neto (PSD), relatou Sidney Leite, o presidente do TJAM, desembargador Ary Moutinho, veio à Assembleia Legislativa solicitar apoio para o cumprimento de suas missões, e, embora tivesse a verba garantida, a Justiça não progrediu. “Devemos conversar com os desembargadores para tentar ajudar a Justiça de alguma forma”, observou Sidney Leite.

Encerrando seu discurso, o parlamentar aproveitou para cobrar do Ministério Público uma conduta “proativa no interior do Estado, melhorando sua atuação nos municípios e colaborando para a manutenção da Justiça”, assinalou.


Com Informações da Assessoria