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quarta-feira, 19 de março de 2014

Óbitos a Serem Investigados e Ribeirinhos sem água potável

Por causa da cheia os ribeirinhos estão sem água potável 


Cheia do Rio Madeira deixa ribeirinhos sem água potável (Foto: Edy Lima)



Na manhã da última terça-feira (18) as enfermeiras Isléia Gomes Coordenadora da Vigilância Epidemiológica do município de Manicoré e a Alexandra Pascoal Gerente Executiva da Secretaria Municipal de Saúde de Manicoré (SEMSA), estiveram no programa de Rádio Gerando Oportunidade, ambas falaram de dois assuntos diferentes.

Isléia Gomes falou sobre Óbitos a Serem Investigados, ou seja, pessoas que já faleceram na cidade e no interior que na época de seus falecimentos a família dessas pessoas não teve o laudo médico para saberem a possível causa de suas mortes. Agora a Secretaria de Saúde do município esta em busca de informação, avisando pais e filhos dessas pessoas que já faleceram que venham à secretaria de saúde (SEMSA) e tragam consigo algum exame feito quando essas pessoas estavam doentes, pra daí se fazer um possível levantamento. “Temos que ter esses dados, e envia-los para o Ministério da Saúde. É obrigatório que informações como estas estejam armazenados no banco de dados do Ministério”. Disse Isléia Gomes. 

Gerente Executiva da SEMSA Alexandra Pascoal falou dos riscos que os ribeirinhos que moram no alto, médio e baixo madeira estão correndo devido à cheia que o rio Madeira vem sofrendo ao longo dos dias.  “Semana passada uma equipe da saúde esteve juntamente com a Defesa Civil do município de Manicoré pra parte de cima do madeira e foi constatado através de exames que moradores do beradão além de já estarem sofrendo com as cheias, agora também sofrem com doenças tipo, diarreia, vômito e até Leshimaniose e Dengue que são transmitidos por mosquitos de classe diferentes”. 



Casa de ribeirinho abandonada por causa da cheia do madeira (Foto: Edy Lima)



Por causa da cheia os ribeirinhos estão sem água potável para beber e cozinhar seus alimentos, porem “levamos Hipoclorito Sódio para que os mesmos coloquem na água, fazendo com que o índice de diarreia e vômito diminua. Estamos tomando as devidas providências e vigilantes quanto à saúde do povo ribeirinho”.  Falou Alexandra Pascoal.   

Enfermeira Alexandra disse que nesse ano de 2014, “Já tivemos um aumento muito grande de pessoas mordidas por cobras e caranguejeiras (Aranha) isso em relação ao ano passado (2013). Crianças já morreram vitima de afogamento, porque a casa onde elas moravam a água esta em baixo do assoalho, e por um descuido dos maiores ou até mesmo dos pais, brincava na porta, quando derrepente caíram no rio sendo levados pela forte correnteza”. 

Tenham “bastante cuidado com bichos peçonhentos, que nessa época procuram lugar mais seco e quente”. “Também estamos levando medicamentos para essas pessoas que estão vulneráveis devido à cheia do Rio Madeira”.



Edy Lima DRT/AM 1823

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

FOTO DA COBRA GIGANTE NA COMUNIDADE DE MIRITÍ NO AMAZONAS, REAL OU FICÇÃO?

Ataques de cobras gigantes são bastante comuns de acontecer com índios e ribeirinhos


Será uma montagem de algum profissional?(Foto: Barcelos na Net)


A Amazônia é mundialmente conhecida por sua extensão territorial, na
qual boa parte são de matas rica em fauna e flora, sendo locais ideais
para a sobrevivência e também para o crescimento de animais. Nessas
regiões também é possível encontrar rios e lagos, fazendo que esse
ambiente se torne o clima comum para as cobras, durante muitos anos
houve relatos de cobras gigantes encontradas principalmente no
Interior do Amazonas. Essas cobras tinham tamanhos consideráveis e
poderia facilmente matar um ser humano adulto e engoli-lo.

Ataques de cobras gigantes são bastante comuns de acontecer com índios
e ribeirinhos, pois são pessoas que trabalham diretamente com a
natureza e consequentemente estão muito próximos a qualquer ataque de
uma serpente. 

Os ataques de cobras gigantes começaram a ser muito
vistos com a chegada de equipamentos eletrônicos que facilita muito na
gravação, com isso muitas pessoas que estão no local certo e no
momento certo, consegue fazer uma boa foto de uma cobra gigante.

Será verdade?

Será uma montagem de algum profissional? Pode ser, a imagem está aí
para ser analisada por qualquer expert em editoração gráfica. Mas
fiquem cientes que existe sim cobras imensas em nossas matas e rios
deste grande Amazonas.

Questão de Perspectiva?

As fotografias são, na verdade, o resultado do trabalho de algum
artista, que teve a ideia de fotografar uma cobra real ao lado de
vários bonecos e  e crianças?
Improvável, mas nos dias de hoje, quase todo mundo é cético e ainda
mais se não conhece nossa região.

A História dessa foto

Foi enviado para a redação do Barcelos na NET através do Aplicativo
Wathsapp no  último final de semana, e  como recebemos centenas de
imagens diariamente só fomos nos dar conta do conteúdo desta imagem
na segunda-feira(18). 

Ocorre que não temos mais informações sobre esta
imagem, apenas que a Cobra apareceu na Comunidade do Mirití, e que por
fazermos uma limpeza nos dados do aplicativo Wathsapp não salvamos o
contato que enviou a foto da cobra, impossibilitando assim mais
informações da mesma.

Depois de algumas pesquisas um de nossos colaboradores encontrou o
autor da foto:

Foi enviado para a redação do Barcelos na NET através do Aplicativo
Wathsapp no  último final de semana, e  como recebemos centenas de
imagens diariamente só fomos nos dar conta do conteúdo desta imagem
na segunda-feira(18). 

Ocorre que não temos mais informações sobre esta
imagem, apenas que a Cobra apareceu na Comunidade do Mirití, e que por
fazermos uma limpeza nos dados do aplicativo Wathsapp não salvamos o
contato que enviou a foto da cobra, impossibilitando assim mais
informações da mesma.
Depois de algumas pesquisas um de nossos colaboradores encontrou o
autor da foto:

Seria Rafael Basto que registrou a foto o réptil media aproximadamente
16,89 metros. Ele disse que a cobra já era suspeita de ter feito 5
vitima na comunidade por isso os ribeirinhos decidiram matar o cobra.

“ela foi morta a tiro e a cacetada por isso que a boca dela está desse
jeito foto é verdadeira!! Por que quem bateu a foto foi eu, e quem ta
segurando ela é meu tio, uma sucuri de 16,89 metros a maior já
registrada no amazonas” Concluiu Rafael.

. Ele disse que a cobra já era suspeita de ter feito 5
vitima na comunidade por isso os ribeirinhos decidiram matar o cobra.

“ela foi morta a tiro e a cacetada por isso que a boca dela está desse
jeito foto é verdadeira!! Por que quem bateu a foto foi eu, e quem ta
segurando ela é meu tio, uma sucuri de 16,89 metros a maior já
registrada no amazonas” Concluiu Rafael.



Fonte: Barcelos na Net

sábado, 5 de maio de 2012

Amazonas registra mais de 100 vítimas de animais peçonhentos em 2012

Cheia dos rios aumenta os ataques de cobras. A que mais ataca ainda é a jararaca, seguida em número pelas ocorrências surucucu.



Surucucu. Foto: Diego Oliveira/Portal Amazônia

MANAUS – Além dos inúmeros problemas ocasionados com a inundação, a cheia dos rios da Amazônia traz também animais peçonhentos, que atacam principalmente famílias que moram próximo às calhas dos rios e igarapés. Com a falta de médicos no interior do Amazonas, o quadro tende a piorar. Em todo o ano passado, 167 vítimas de picadas de cobras, aranhas e escorpiões foram notificadas no Estado. Com a enchente deste ano, que já se aproxima de uma cheia histórica, os registros chegam a 109 ocorrências apenas nos primeiros quatro meses do ano. De acordo com o chefe do departamento da Fundação de Medicina Tropical (FMT), Antônio Magela, o crescimento dos acidentes com animais peçonhentos acontece devido à cheia. As vítimas, em sua maioria, moram nas áreas agrícolas. Os acidentes na Amazônia apresentam uma particularidade. Quando acontece a cheia, as águas dos rios se misturam a esgotos e igarapés. Os entulhos atraem ratos, que por sua vez, atraem as cobras. “Com a cheia, as águas acabam invadindo as casas. Cerca de 95% desses acidentes são ocasionados por cobras. A serpente jararaca ainda é a que mais ataca, seguida pela surucucu”, explicou o infectologista. O veneno da jararaca tem ação local. Além de provocar hemorragia, possui ação coagulante e proteolítica, que leva à necrose. Após a picada, aparecem sintomas como: edema, inchaço e sangramento local ou na gengiva e olhos. Em 2009, ano da maior cheia do rio Negro, 214 pessoas foram vítimas das serpentes. No ano seguinte, 118 pacientes foram diagnosticados e, em 2011, o número total chegou a 167, o que demonstra o aumento das ocorrências em época de enchente.

Medidas preventivas

Os animais, levados pelas águas, além de gostarem de se esconder nos entulhos, também estão em busca de abrigo e alimento. O especialista ensina como se prevenir.

“A jararaca gosta de ficar dentro das casas, por isso é preciso procurar com cautela em armários, guardarroupas e por baixo das camas. As pessoas do interior colocam toalhas ou lençóis na parte debaixo da porta. Há muitas casas com brechas no assoalho e nas paredes. Para quem vai fazer limpeza de quintais, a dica é só tocar nos entulhos com luvas, para minimizar os riscos”, explicou.

Saiba o que fazer quando acontece o acidente:


Alguns cuidados podem ajudar no tratamento de pessoas picadas por cobras. Procedimentos caseiros como sugar o veneno, colocar substâncias no local – como café -, ingerir bebidas alcoólicas, fazer cortes ou amarrar a área são desaconselhados. O que deve ser feito é lavar o local da picada com água e sabão, e manter a vítima imóvel.

A pessoa que sofreu a picada não deve perder tempo e procurar imediatamente atendimento médico. Caso o animal tenha sido capturado, levá-lo ao hospital pode ajudar no tratamento mais rápido para o caso específico, já que os médicos poderão reconhecer a espécie da cobra.

“Quando a vítima chega para o atendimento, o profissional de saúde dá um analgésico e espera pela reação. Se houver muita dor, além de outros sintomas como inchaço, a pessoa é removida ao FMT, pois o soro só é aplicado em ambiente hospitalar, devido ao problema de reação alérgica”, finalizou Magela.

Juçara Menezes