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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Cheia do rio Madeira causa prejuízos de R$ 80 milhões só em Manicoré























Manicoré é o município que teve o Maior Prejuízo em relação aos outros municípios atingidos pela cheia do rio Madeira, Purus e Juruá.

Plantação de mandioca indo para o fundo (Foto: Edy Lima)


A cheia histórica do rio Madeira já causa um prejuízo de R$ 80 milhões para Manicoré somente no Setor Primário. Segundo estudo feito pelo Instituto de Desenvolvimento do Amazonas (IDAM), Defesa Civil Estadual e Secretaria de Produção do Município. 


A agricultura, a pecuária e as pequenas agroindústrias estão literalmente danificadas.
A perda dos produtores foi de 100%. Lavouras de banana, açaí, mandioca, maracujá, macaxeira e outros, assim como as atividades pastoris estão perdidas.



Em consequência da cheia, quase 2,5 mil famílias foram atingidas, e mais 12 mil pessoas Diretamente, conforme dados dos órgãos envolvidos nesse levantamento. Outro dado revela que, Manicoré é o município que teve o Maior Prejuízo em relação aos outros municípios atingidos pela cheia do rio Madeira, Purus e Juruá.


O IDAM e a SEMAPA levantaram dados preliminares que levam em consideração a cultura de cada área e produção perdidas, multiplicada pelo preço médio dos produtos.


Fonte: Folha de Manicoré







segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Enchente é preocupante

Pelo menos cinco municípios do interior do Amazonas enfrentam problemas com a subida do nível das águas do rio Juruá


Em Envira, na calha do Juruá, o nível do rio subiu tanto que ruas inteiras ficaram ilhadas e moradores tiveram que improvisar pontes
Em Envira, na calha do Juruá, o nível do rio subiu tanto que ruas inteiras ficaram ilhadas e moradores tiveram que improvisar pontes (divulgação)


A enchente está causando prejuízos e preocupação em pelo menos cinco municípios amazonenses. Em Envira (a 1.208 quilômetros de Manaus) a área rural está quase que totalmente alagada. A situação é crítica também nos Municípios de Itamarati, Eirunepé, Guajará e Ipixuna, todos da calha do rio Juruá, região que sente primeiro os efeitos da subida das águas.

De acordo com o prefeito de Envira, Ivon Rates, o nível do rio já alcançou a maior marca dos últimos três anos. Embora, na prática, o município já esteja em situação crítica, o prefeito disse que só vai decretar estado de emergência depois de receber a visita da Defesa Civil estadual.

“Estamos na alta densidade pluviométrica e já tivemos picos de alagação. Não decretei emergência porque preciso de suporte técnico da Defesa Civil para que não pensem que é uma situação arranjada ou que fabriquei emergência, como já ocorreu em alguns municípios. Há sete dias solicitei do coronel Roberto Rocha que mande uma equipe a Envira para fazer uma avaliação técnica”, revelou o prefeito.