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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

FVS prorroga vacinação contra pólio e sarampo até dia 31 no interior do AM

AM atingiu cerca de 52.8% para sarampo e 83% para poliomielite.Vacinas estão disponíveis nas unidades básicas de saúde dos municípios.

Vacinação no Amazonas segue até o fim do mês (Foto: Divulgação/Ronildo Melo/Ascom Sesau)


A Campanha Nacional de Vacinação contra poliomielite e sarampo foi prorrogada até o dia 31 de dezembro no interior do Amazonas. A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) informou que municípios não conseguiram alcançar a meta. O Amazonas, até o momento, atingiu cerca de 52.8% para sarampo e 83% para poliomielite.

As vacinas estão disponíveis nas unidades básicas de saúde dos municípios de segunda a sexta-feira.
Devem ser vacinados contra a pólio, crianças entre 6 meses e 5 anos incompletos - até quatro anos, 11 meses e 29 dias. Para o sarampo, a imunização tem que ocorrer entre 1 ano e 5 anos incompletos.

Restrição

Continua a orientação que crianças portadoras de infecções agudas ou com febre acima de 38ºC devem adiar a vacina contra a poliomielite. A imunização também é contraindicada para crianças que tenham tido reação anterior à vacina ou com hipersensibilidade aos antibióticos eritromicina ou estreptomicina.



No caso da tríplice viral permanece a suspensão da vacina para crianças com alergia ao ovo e lactose. Nestas crianças, a vacinação acontece posteriormente.

Fonte: G1Amazonas



terça-feira, 25 de março de 2014

Surto de diarréia afeta comunidades ribeirinhas alagadas pela cheia no AM

Os primeiros casos da doença foram registrados no dia 13 de março


De acordo com o diretor-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde (Foto: Defasa Civil)




Um surto de diarreia afeta moradores de duas comunidades ribeirinhas de Nova Olinda do Norte, a 135 km de Manaus. Nas últimas semanas, 88 pessoas foram diagnosticadas com a infecção. A água contaminada é apontada como agente proliferador da doença. As comunidades enfrentam alagamentos por causa da cheia do Rio Madeira. Órgãos estaduais afirmam que iniciaram ações de assistência às vítimas e combate a novos casos de diarreia.

Os primeiros casos da doença foram registrados no dia 13 de março, nas comunidades Santa Luzia e Boa Esperança, que ficam localizadas na Zona Rural da cidade. O local fica no limite entre Itacoatiara e Nova Olinda do Norte e o acesso fluvial dura mais de 45 minutos. Devido à subida das águas do Rio Madeira, as comunidades ficaram isoladas.

De acordo com o diretor-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), Bernardino Albuquerque, a suspeita é de que o grupo de moradores doente tenha ingerido água contaminada por dejetos da cheia. Albuquerque explicou o órgão foi comunicado do surto somente na sexta-feira (21) e que o "tipo de diarreia não é grave".
Equipes de médicos, enfermeiros e bioquímicos da Secretaria Municipal de NovaOlinda realizam atendimentos às pessoas doentes nas próprias comunidades devido às dificuldades de deslocamento até à sede o município.

A FVS-AM e a Secretaria de Estado da Saúde (Susam) enviaram equipes neste domingo (23) para acompanhar a situação.
"Há medicação e hipoclorito de sódio a disposição dos moradores. Além disso, a prefeitura tem oferecido água mineral para a população, evitando que a água das comunidades não seja ingerida até que seja detectado a causa do surto. Ainda não houve necessidade de transferência de pacientes para sede do município ou para Manaus. Essa diarreia não é grave, pois não determina desidratação grave", esclareceu o diretor-presidente da FVS. 

Amostras de água foram coletadas para identificar a causa da contaminação, que tem afetado principalmente crianças. "Possivelmente, o surto está associado à questão da qualidade da água. Se é um vírus ou bactéria só será possível saber com os resultados das análises do material coletado, que será analisado no laboratório central em Manaus. A análise apontará se é um agente viral ou bacteriano", explicou Bernardino Albuquerque.
Alerta
No último dia 14, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas emitiu alertas aos municípios afetados pela cheia dos rios no Amazonas sobre o risco de contágio de doenças devido aos alagamentos. A FVS informou que intensificou o monitoramento às doenças de veiculação hídrica associadas às enchentes, como é o caso da Hepatite, Leptospirose e doenças diarreicas, bem como o aumento do risco com animais peçonhentos.
Segundo a FVS, o trabalho já está sendo feito nos municípios de Manicoré, Novo Aripuanã,Borba e Nova Olinda do Norte, Guajará, Ipixuna, Envira, Boca do Acre, Pauini, Canutama,Lábrea Apuí. As ações são coordenadas pelo Grupo Técnico Operacional de Vigilância em Saúde da Fundação.


Jornal Acrítica 



domingo, 29 de setembro de 2013

Técnicos da FVS do Amazonas fazem análise em Manicoré

Aproveitando o espaço no programa deu algumas dicas de ações para não deixar a água se acumular em recipientes

Francisco Coelho e Frank Nikon na entrevista não deixarão de orientar e falar para a(Foto: Edy LIma)


Os Técnicos da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas Francisco Coelho e Frank Nikon estiveram pela manhã da última quinta-feira (26), na emissora de rádio Rio Madeira, dando uma entrevista no Programa Gerando Oportunidade apresentado pelo Radialista Edy Lima.

Na entrevista o técnico Francisco disse que o motivo da visita deles no município é a preocupação que o governo do estado amazonas tem, não só com o município de Manicoré mais com todos os municípios do amazonas, apesar de o município de Manicoré apresentar um índice baixo de risco, já com outros municípios não acontece isso, que no começo do mês de outubro alguns municípios vão apresentar riscos e que Humaitá, município vizinho a Manicoré tem esse risco.

Segundo o técnico Francisco Coelho ao chegar à cidade fizeram uma análise juntamente com a equipe de saúde do município, com a análise que fizeram, ficou muito satisfeito, Manicoré é um município que leva a sério os trabalhos voltados para a saúde, quando o assunto e a ‘Dengue’. Perguntado se tinha risco de o mosquito da dengue vir de outro município para cá, Francisco respondeu que sim. Que o mosquito corre o risco de colocar seus ovos em algum recipiente de algumas embarcações e vir parar em Manicoré. 

Francisco Coelho e Frank Nikon na entrevista não deixarão de orientar e falar para a população sobre a Prevenção e Combate à dengue. Francisco disse que, “Como não existem formas de erradicar totalmente o mosquito transmissor, a única forma de combater a doença é eliminar os locais onde a fêmea se reproduz”.

Aproveitando o espaço no programa deu algumas dicas de ações para não deixar a água se acumular em recipientes como, por exemplo, vasos, calhas, pneus, cacos de vidro, latas e etc.

Manter fechadas as caixas d’água, poços e cisternas.

Não cultivar plantas em vasos com água. Usar terra ou areia nestes casos.

Tratar as piscinas com cloro e fazendo a limpeza constante. Disse que o ideal é deixá-las cobertas ou vazias quando não for usar por um longo período.

Manter as calhas limpas e desentupidas

Avisar um agente público de saúde do município caso exista alguma situação onde há o risco de proliferação da doença.

Tratamento:
  
Para o caso da dengue clássica, não existe um tratamento específico. Os sintomas são tratados e recomenda-se repouso e alimentação com muitas frutas, legumes e ingestão de líquidos. Os doentes não podem tomar analgésicos ou anti-térmicos com base de ácido acetil-salicílico (Aspirina, AAS, Melhoral, Doril, etc.), pois estes favorecem o aparecimento e desenvolvimento de hemorragias no organismo.

Já no caso mais grave da doença, a hemorrágica, deve haver um rigoroso acompanhamento médico em função dos possíveis casos de agravamento com perdas de sangue e choque circulatório.

Também falou de um fato curioso que um ovo de Aedes Aegypti pode sobreviver em ambiente seco por aproximadamente 400 dias. Se neste período ele entrar em contato com água, poderá gerar uma larva e, em seguida, o mosquito.

A dengue não é transmitida de pessoa para pessoa, nem mesmo através de alimentos ou uso de objetos.


Edy Lima DRT/AM 1823








quarta-feira, 21 de março de 2012

Casos de dengue no Amazonas diminuem em relação a 2011, diz MS

Casos da doença no mesmo período em 2011 foram quase 30 vezes maior. Apesar da diminuição, seis cidades estão sob risco de surto no Estado.



Mosquito da dengue (Foto: Divulgação)
Mosquito da dengue (Foto: Divulgação)
O Ministério da Saúde (MS) divulgou, nesta sexta-feira (2), o resultado nacional do Levantamento de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa). Em todo o país, foi registrada uma queda de 66% nos casos gerais de dengue. No Amazonas, o número de casos gerais da doença caiu de 29.960 para 1.107.
Os dados mostram ainda que foram registrados em 2011, 186 casos da forma grave da doença, enquanto este ano, o número foi de dois casos. Apesar da diminuição nos casos gerais e casos graves da dengue no Amazonas, seis cidades do Estado estão sob risco de surto. Barcelos, Borba, Codajás, Manicoré, Nova Olinda do Norte e a capital, Manaus, fazem parte da lista dos 91 municípios apontados como áreas onde pode haver epidemia da doença em todo o Brasil.
A diretora técnica da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), Lubélia Sá Freire, diz que a queda nos números de casos de dengue no Amazonas à intensificação dos trabalhos da Fundação para combater a doença. "Mesmo com a diminuição de casos, já percebida antes da divulgação do resultado do LIRAa, continuamos e intensificamos o trabalho para tentar reduzir o máximo possível o número de ocorrências", disse a diretora ao G1.
Lubélia disse também que ações específicas serão adotadas nas cidades que estão sob risco de surto no Estado. "Iremos atuar com técnicos de saúde intensificando as ações e atuando em pontos estratégicos, notificando os proprietários de locais que não obedecerem às orientações do Ministério da Saúde, e permitirem a procriação do mosquito", afirmou.
O LIRAa 2012 avaliou nos primeiros 50 dias do ano 536 cidades, das quais 356 apresentaram alta presença do mosquito, sendo 91 em situação de risco de surto e 265, em alerta. Outras 180 cidades apresentam baixo risco de infestação.

Marcos Dantas Do G1 AM

domingo, 22 de janeiro de 2012

O DENGUE.CANDIDATO QUE NÃO GANHA VOTO EM MANICORÉ

No sábado dia (21) do mês de janeiro, os técnicos da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) do Estado do Amazonas junto com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), e gerente de postos de saúde do município e funcionários, Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) e gerencia de endemias do município, estiveram reunidos na Praça da Bandeira no Centro da Cidade.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Governo do Amazonas recebe 25 mil mosquiteiros para prevenção da malária no interior

Foto de exibiçãoO Governo do Amazonas e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) assinam nesta sexta-feira, um termo de parceria para o controle e prevenção da malária no Estado.

Com o apoio da também norte-americana Southcom, a Usaid vai doar à Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS/AM), 25 mil mosquiteiros impregnados com inseticida para distribuição em comunidades de difícil acesso e com alta incidência de doença, nos municípios de Tefé, Eirunepé, Uarini e Ipixuna. Nos quatro municípios foram registrados no ano passado 7.213 casos de malária, o que equivale a 12% do total notificado no Estado.

domingo, 15 de janeiro de 2012

FVS implantará medida preventiva contra casos de dengue em Manicoré (AM)

Os técnicos da FVS-AM desenvolverão as atividades no município até o próximo dia 21, sábado. O objetivo do trabalho é elaborar o plano de contingência da dengue de acordo com as características do município

Atividades de educação em saúde e mobilização social também serão desenvolvidas em Manicoré por uma técnica da FVS-AM em conjunto com as instituições locais e a população (Luiz Vasconcelos)

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), inicia nesta segunda-feira (16), as atividades de monitoramento e supervisão das ações de controle da dengue no município de Manicoré (a 332 quilômetros de Manaus). O trabalho leva em consideração o expressivo número de casos da doença registrados em 2011, onde foram notificados 469 casos de dengue, sendo 242 no mês de novembro.