Mostrando postagens com marcador Dengue. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dengue. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Brasil tem 2.401 casos de microcefalia

De acordo com o Ministério da Saúde, serão distribuídos repelentes às gestantes


Desde a divulgação do boletim anterior na semana passada, seis estados - Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, São Paulo e Rio Grande do Sul - passaram a notificar casos de microcefalia. Pernambuco permanece com maior número de casos até agora(James Gathany/PHILL, CDC/VEJA)


Nesta terça-feira o Ministério da Saúde anunciou que já foram notificados 2.401 casos de microcefalia, em 549 municípios, de 19 estados e no Distrito Federal. Destes, 134 tiveram a associação com o zika vírus confirmada. No boletim anterior, divulgado no dia 08 de dezembro, eram 1.761 notificações, o que corresponde ao aumento de 36%.
 
Ainda de acordo com o novo boletim, 29 mortes foram notificadas, sendo uma confirmada, duas descartadas e 26 ainda estão em investigação. Para evitar a contaminação, o governo anunciou que irá distribuir repelente a gestantes .
 
Desde a divulgação do boletim anterior na semana passada, seis estados - Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, São Paulo e Rio Grande do Sul - passaram a notificar casos de microcefalia. Pernambuco permanece com maior número de registros até agora.
 
Zika vírus e a microcefalia - O zika vírus é transmitido pelo Aedes aegypt, mosquito transmissor da dengue e da febre chigungunya. Embora os sintomas - dores nas articulações, no corpo e na cabeça, febre, náuseas e diarreia - da febre zika (como a infecção pelo vírus é chamada) sejam mais leves que das outras doenças transmitidas pelo vetor, recentemente o Ministério da Saúde confirmou a relação entre o vírus e a microcefalia em bebês.
 
A microcefalia é uma anomalia que prejudica o desenvolvimento do cérebro dos recém-nascidos e se caracteriza pela circunferência cefálica inferior a 32 centímetros.O problema também pode ser provocado por uma série de fatores, desde desnutrição da mãe, abuso de drogas até infecções durante a gestação, como rubéola, toxoplasmose, citomegalovírus.
 
(Da redação)
 

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

México aprova a primeira vacina contra dengue

O fabricante já submeteu a vacina para aprovação em mais vinte países, incluindo o Brasil


A vacina, administrada em três doses tem proteção de 66% contra os quatro sorotipos do vírus. Os resultados dos estudos clínicos também mostraram uma de 93% nos casos graves e de 81% nas hospitalizações(Jeffrey Hamilton/Thinkstock/VEJA)


Nesta quarta-feira, a Cofepris, autoridade regulatória mexicana para a aprovação de medicamentos, aprovou a vacina contra a dengue. A imunização previne contra os quatro sorotipos do vírus causador da doença e abre caminho para a redução dos casos em países endêmicos.

Desenvolvida pela Sanofi Pasteur, a imunização é indicada para pessoas com idade entre 9 e 45 anos e deve ser administrada em três doses, com um intervalo de seis meses entre elas.
A aprovação baseou-se em estudos clínicos realizados com mais de 40.000 voluntários de diferentes idades, países e etnias. Os resultados mostraram 66% de proteção global contra os quatro sorotipos e redução de casos graves.

"A prevenção é importante. Mas, ainda mais a redução das mortes e dos casos graves", disse Sheila Homsani, diretora médica da Sanofi Pasteur Brasil.
A nova vacina não protege contra o zika, vírus transmitido pelo mesmo mosquito da dengue, o Aedes aegypti.

De acordo com a médica, o registro da vacina contra a dengue já foi submetido para aprovação em 20 países, incluindo o Brasil. "Esperamos que a Anvisa dê seu aval até o começo do ano que vem, Certamente, essa aprovação no México, que também é um país endêmico da doença com um grande número de casos registrados anualmente irá contribuir para isso", disse a médica.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) se referiu à vacina contra dengue como parte essencial dos esforços necessários para reduzir de maneira significativa a carga da doença em todo o mundo. Ainda de acordo com a entidade, a dengue é hoje a doença transmitida por mosquito que mais se dissemina no mundo, causando cerca de 400 milhões de infecções por ano.

O Instituto Butantã, em São Paulo, também está desenvolvendo uma vacina contra o vírus da dengue.


Fonte: Veja.com


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Mosquito da dengue está resistente a temperatura amena, mostra pesquisa

Aedes Aegipt evoluiu e agora sobrevive a temperaturas mais baixas.Mais de 600 mil pessoas contraíram a doença no estado neste ano em SP.


(Foto: Biologia) Os cientistas do Instituto Butantan descobriram que o Aedes Aegipt evoluiu geneticamente para sobreviver a temperaturas mais baixas.  Ele agora se adapta a temperaturas mais amenas, mostrou o SPTV


O governo de São Paulo e o governo federal querem acelerar os testes da vacina contra a dengue estudada pelo Instituto Butantan em 13 mil pessoas. Ainda estão sendo feito testes, mas a vacina pode sair só em 2018.


Os pesquisadores encontraram mosquitos com tamanho e formato de asas diferentes. São mudanças muito maiores que as esperadas para essa espécie. O estudo começou em 2011 com 150 fêmeas do mosquito e durou mais de um ano.
O coordenador da pesquisa, Lincoln Suedesk, disse que essa mudança surpreendeu os pesquisadores. "Era presumida que a evolução era rápida, mas a gente não imaginou que era tão rápida".
A Secretaria Estadual de Saúde informou que até setembro, mais de 600 mil pessoas contraíram a doença no estado.

O gerente comercial Vanderlei de Arruda está com a  doença. "Algumas pessoas me ligaram para saber como eu estava, algumas delas perguntaram 'poxa, mas isso só dá no versão, porque isso... você tem certeza que é dengue mesmo, que agora não é época disso'".
Na capital, 99 mil pessoas pegaram dengue e 22 morreram. Quase metade dos casos foi na Zona Norte.

Vacina

A vacina, que começou a ser elaborada há dois anos, deu bons resultados em fases anteriores. Os pesquisadores do instituto e da Faculdade de Medicina da USP fizeram a vacina com o vírus da dengue enfraquecido. Ela foi fabricada para combater os quatro tipos de vírus que existem no país em uma única dose.

Na primeira fase, 50 voluntários foram vacinados e, na segunda fase, 130 pessoas. Os cientistas dizem que os resultados são promissores.

Para ser um voluntário na fase 2 dos testes da vacina, é necessário já ter contraído dengue e ter entre 18 e 60 anos. Preenchendo esses requisitos, basta ligar para a Faculdade de Medicina da USP no telefone: 2661.3344.

G1 Globo


terça-feira, 14 de abril de 2015

Casos de dengue no Brasil aumentam 240% no primeiro trimestre do ano

De janeiro até 28 de março, um total de 132 pessoas morreram em decorrência da doença, número 29% maior que o de 2014 durante o mesmo período

A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti (Agência Brasil)



O número de casos de dengue no País este ano, até o dia 28 de março, aumentou 240,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Até 28 de março, foram registrados 460,5 mil casos, contra 135,3 mil registrados no primeiro trimestre de 2014, conforme balanço divulgado hoje (13) pelo Ministério da Saúde. Na região Norte, foram mais de 19,4 mil casos.

O balanço informa que, até 28 de março, 132 pessoas morreram em decorrência da doença, número 29% maior que o de 2014, quando foram 102 as mortes, no mesmo período. Os casos graves também aumentaram: 235 este ano, o que representa aumento 39,1% na comparação com 2014, quando foram registrados 169, também até 28 de março.
Segundo os dados da pasta, a Região Centro-Oeste apresenta maior incidência, com 393,3 por 100 mil habitantes (59.855 casos), nos primeiros três meses do ano. Em seguida, vêm as regiões Sudeste, com 357,5 por 100 mil habitantes (304.251 casos); Norte, com 112,4 por 100 mil habitantes (19.402 casos); e Nordeste, com 91,2 por 100 mil habitantes (51.521 casos). A Região Sul, com 88,8 por 100 mil habitantes (25.773 casos), é tradicionalmente a que tem menor incidência da dengue.
São João do Caiuá, no Paraná, com 16.760 casos de dengue por 100 mil habitantes, foi o município com maior número de doentes por habitante, no primeiro trimestre de 2015. Em seguida vieram quatro municípios do estado de São Paulo: Trabiju, com 14.303 por 100 mil habitantes; Paraguaçu Paulista, com 13.738 por 100 mil habitantes; Estrela D’Oeste, com 11.513 por 100 mil habitantes e Florínia, com 9.039 por 100 mil habitantes.
ALINE LEAL/AGÊNCIA BRASIL

 

segunda-feira, 2 de março de 2015

Prefeitura de Manicoré realiza a limpeza e a Funasa o Fumacê

O mutirão de limpeza devido às fortes chuvas tem 

A população também está envolvida nesta ação, eles ajuntam todo o lixo nos seus  (Fotos: Edy Lima)


A Funasa tem a missão de realizar o ‘Fumacê’, este trabalho esta sendo realizado pelos




O mutirão de limpeza realizado pela prefeitura municipal de Manicoré, através da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra), em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Município de Manicoré (Semsa) e Fundação Nacional de Saúde (Funasa), vem acontecendo desde o dia 05 de fevereiro nos principais bairros da cede do município.

A população também está envolvida nesta ação, eles ajuntam todo o lixo nos seus quintais, podas de árvores e restos de entulhos, colocam na beira da rua e ai a Seminfra com Caminhões caçambas e Tratores recolhem todo esse lixo e dá o destino certo para todo o resíduo.  

A Funasa tem a missão de realizar o ‘Fumacê’, este trabalho esta sendo realizado pelos profissionais da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), juntamente com a Vigilância Epidemiológica e Atenção Básica, visando diminuir os criadouros do mosquito Aedes Aegypti, uma vez que o mesmo é o transmissor da Dengue e da Febre do Chikungunya.

O serviço do fumaçê realizado pela Funasa tem como objetivo o bloqueio nas áreas que houve Notificações de casos suspeitos de Dengue. Os agentes entram nos quintais, terrenos baldios e faz uma espécie de borrifação, fazendo com que os mosquitos da Dengue, da Malária e Chikungunya se afugentem.

O mutirão de limpeza devido às fortes chuvas tem atrasado bastante, porém a ação de limpeza só termina quando o último bairro da cidade for limpo. É uma determinação da Prefeitura Municipal de Manicoré. 


Edy Lima DRT-AM 1823

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Governo alerta sobre os perigos da dengue e da chikungunya no Japiim

O workshop conta com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde

 

As palestras são gratuitas e encerram nesta quarta-feira, 25 (Divulgação /Seas)



O Governo do Amazonas, por intermédio da Secretaria de Estado da Assistência Social e Cidadania (Seas) promove nesta segunda-feira, 23, a partir das 14h, o Workshop Dengue e a Febre Chikungunya no Centro de Convivência da Família 31 de Março (rua 21 nº 453-A, bairro Japiim, zona Centro-Sul de Manaus). As palestras são gratuitas e encerram nesta quarta-feira, 25.

De acordo com a diretora do Centro, Maria Idel Gama, o encontro faz parte da a Campanha de Combate à Dengue que será lançada durante os três dias workshop. “Nosso objetivo é mostrar aos usuários das nossas atividades e aos moradores dos bairros próximo ao Japiim a importância de combater o mosquito transmissor das doenças”, disse.

Ela lembrou que na programação consta a realização da Oficina Socioeducativa com o tema “Cuidado! O perigo aumentou. E a responsabilidade de todos também” sobre a dengue e a chikungunya, das 9h às 11, deste terça-feira, 24, e, também, panfletagens nas principais ruas do bairro Japiim no dia 25, das 8h às 11h.

O workshop conta com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e técnicos da Unidade Básica de Saúde (UBS) do Japiim.

Com Informação da Assessoria



sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Prefeitura de Manicoré realiza ‘Operação Limpeza’ nos bairros da cidade

Os comunitários estão colaborando também com a ação


Mega a ação de limpeza nos bairros da cidade, está acontecendo (Fotos: Edy Lima)


Os agentes de endemias da Funasa, realizarão a operação ‘Fumacê, contra o mosquito da dengue



Depois que o prefeito de Manicoré Lúcio Flávio do Rosário e secretários de governo, reuniram-se com moradores dos Bairros de Santo Antônio e Andaraí, finalmente chegou-se a um acordo entre a prefeitura e moradores, sobre a limpeza das ruas dos bairros e principalmente de não jogarem lixo de qualquer jeito sobre os logradouros públicos. 

A ação de Combate a Dengue, Leptospirose e Chikungunya, realizada pelas Secretarias, Seminfra, Semsa, Meio Ambiente e Funasa teve seu inicio na manhã de quinta-feira (05) pelo bairro de Santo Antônio. Os comunitários estão colaborando também com a ação. A limpeza será realizada em todos os bairros da cidade e não tem o dia certo de quando vai se encerrar.

Às 17 horas (Tarde) de quinta-feira, os agentes de endemias da Funasa, realizarão a operação ‘Fumacê, contra o mosquito da dengue, o da malária, chikungunya e outros. A ação do fumacê será realizada em todos os bairros da cede do município. “Esperamos que após a retirada de todo entulho das ruas, os moradores não jogue mais lixo e nem cortem árvores sem autorização dos órgãos competentes”. Disse Lúcio Flávio.



Edy Lima DRT-AM 1823

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Prefeito de Manicoré realiza reunião com moradores de bairros e orienta os mesmos para não jogar lixo nos logradouros públicos.

O ponto mais abordado na reunião foi justamente o mal


Prefeito Lúcio Flávio reunido com moradores do bairro de Andaraí, falando sobre o lixo (Fotos: Edy Lima)


Diante de tal situação, o prefeito Lúcio Flávio decidiu que apartir de hoje quinta-feira (05)



Depois de receber inúmeras denuncias de lixos sendo jogando nas ruas dos bairros de Santo Antônio, Andaraí, Rosário e adjacentes, sem o devido consentimento das Secretarias de Infraestrutura do Município e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMADES), o prefeito de Manicoré Lúcio Flávio, realizou de imediato na última terça-feira (03) e quarta-feira (04) uma reunião com moradores do bairro de Santo Antônio e a outra no Andaraí, para saber o porquê de tanto lixo está sendo jogando sem o consentimento das secretarias acima citadas.  

Na reunião estiveram presentes os prefeitos de Manicoré, Lúcio Flávio e Paulo Sérgio, Secretário de Meio Ambiente, Antônio Jorge, Secretário da Seminfra, Newton Neto, Gerente da Funasa- local, Edvaldo Machado (Cacau), Subgerente da Funasa José Ricardo, Vereadores Markson Machado e Zulândio Galdino (Uca), Secretário da SEMSA, Yuri Reis, equipe do Meio Ambiente e demais secretários de governo. 

O ponto mais abordado na reunião foi justamente o mal, que o lixo que está sendo jogando aleatoriamente nas ruas pode causar aos próprios comunitários, não só de quem mora no bairro mais também na cede inteira. “Com esse lixo todo, sendo colocado nas ruas, corremos o risco de contrairmos a Dengue, Leptospirose, outras doenças causadas por insetos e até mesmo a Chikungunya, que é 10 vezes mais forte que a dengue”. Disse José Ricardo da Funasa.

Diante de tal situação, o prefeito Lúcio Flávio decidiu que apartir de hoje quinta-feira (05), a prefeitura através das Secretarias de Meio Ambiente, Seminfra, Semsa e Funasa estarão se mobilizando e partindo para uma super ação de limpeza e tirando todo esse lixo que foi jogando sem autorização do município. A Funasa vai realizar o ‘FUMACÊ’.

Mas o prefeito avisou que após a ‘Ação de Combate a Dengue e a Chikungunya’, nenhum morador poderá jogar lixo nas ruas conforme vinham jogando. Até porque o município tem uma lei de nº 595 de março de 2003, que fala do regulamento da limpeza urbana. Inservíveis, trata-se dos “Bens inservíveis, podas de árvores e resto de limpeza de terrenos e entulhos de obras, é responsabilidade de quem os produzir”.


Edy Lima DRT-AM 1823

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Enfermeiras Lexisandra e Isléia falam sobre malaria, dengue e chikungunya

A febre Chikungunya teve seu vírus isolado pela primeira vez

Febre Chikungunya é uma doença parecida com a dengue (Foto: Internet)




As Enfermeiras Isléia Gomes e Lexisandra Pascoal ambas da saúde em Manicoré estiveram pela manhã da última terça-feira (13) no programa de rádio ‘Gerando Oportunidade’, falando e tirando dúvidas da população Manicoreense sobre a: Malaria, Dengue e Chikungunya.

Lexisandra e Isléia falaram sobre a transmissão das doenças, sobre seus sintomas, tipos, as causas e como se prevenir da Dengue, Malaria e Chikungunya. Mas a “Febre Chikungunya” foi dada mais ênfase, no programa devido pessoas ter contraído a doença na Venezuela e ter vindo para Manaus, inclusive na Capital de Manaus, que fica a 333 km de Manicoré, no ano de 2014, três casos foram diagnosticados na Capital, e nesse começo de 2015 mais um caso da febre ‘Chikungunya’ foi registrado.

A febre Chikungunya teve seu vírus isolado pela primeira vez em 1950, na Tanzânia. Ela recebeu esse nome, pois Chikungunya significa “aqueles que se dobram” no dialeto Maconde da Tanzânia, termo esse usado para designar aqueles que sofriam com o mal.

Febre Chikungunya é uma doença parecida com a dengue, causada pelo vírus CHIKV, da família Togaviradae. Seu modo de transmissão é pela picada do mosquito Aedes aegypti infectado e, menos comumente, pelo mosquito Aedes albopictus. A doença, apesar de pouco letal, é muito limitado. O paciente tem dificuldade de movimentos e locomoção por causa das articulações inflamadas e doloridas, daí “andar curvado”.

Febre Chikungunya X Dengue:

A febra Chikungunya deve ser diferenciada da dengue, a qual tem um potencial para resultados muito piores, incluindo a morte. Entretanto, as duas doenças podem ocorrer juntas no mesmo paciente. Observações de sustos prévios da Tailândia e na Índia demonstrado as principais características que distinguem o CHIKV de dengue.

Na febre Chikungunya, o choque ou hemorragia grave são raramente observados. O início é mais agudo e a duração da febre é muito mais curta. Embora as pessoas possam se queixar de dor corporal difusa na presença na dengue, a dor é muito mais pronunciada e localizada nas articulações e tendões nos casos de febre Chikungunya.


Edy Lima DRT-AM 1823

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Em Manaus, casos de dengue caem 89,8% em relação ao ano passado, aponta Semsa

Número de casos confirmados de janeiro a setembro do ano passado foi de 13.061 contra 1.338 neste ano. Semsa garante continuar combate ao mosquito


Agentes de saúde visitam imóveis e orientam moradores durante ação(Divulgação)


De janeiro a setembro deste ano, o número de casos de dengue em Manaus reduziu 89,8% em relação ao mesmo período de 2013, apontou a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa). O órgão ainda informou que pretende continuar em alerta mesmo com a diminuição no número de casos.

De acordo com a Semsa, enquanto o número de casos confirmados de janeiro a setembro do ano passado foi de 13.061, este ano foram 1.338 registros. Os dados são do Departamento de Vigilância Ambiental e Epidemiológica da Semsa.
O secretário municipal de saúde, Homero de Miranda Leão, explica que o órgão continua em alerta para o combate à dengue. “É um trabalho contínuo que envolve todos os serviços de saúde, desde o atendimento rotineiro nas Unidades Básicas até a aplicação do ‘fumacê’ e o trabalho de educação em saúde realizado pelas equipes da Estratégia Saúde da Família e pelos agentes de endemias”.

A prefeitura também mantém as ações da estratégia 10 Minutos Contra a Dengue, na qual os agentes de saúde visitam os imóveis e orientam os moradores sobre a aplicação de um check-list em casa, conferindo os possíveis locais de proliferação dos criadouros dos mosquitos.

LIRAa

A rede municipal também está preparando a realização do terceiro Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2014, que vai acontecer no período de 3 a 12 de novembro. Durante o LIRAa, profissionais da Semsa vistoriam imóveis selecionados por amostragem, identificando possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, verificando o grau de infestação do mosquito transmissor da dengue e eliminando os criadouros encontrados.

A crítica.com


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Vacina contra dengue tem eficácia de 60,8%, mostra pesquisa

No Brasil, 3.550 crianças e adolescentes entre 9 e 16 anos das regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste já foram vacinados. Vacina está em fase de testes


A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti (Agência Brasil)



Depois de 20 anos em desenvolvimento, a vacina contra a dengue em estágio mais avançado no mundo chegou à etapa final mostrando eficácia de 60,8% contra os quatro sorotipos da doença. Outro resultado é que entre as pessoas que foram vacinadas e, mesmo assim, tiveram  dengue, houve redução de 80,3% no número de internações com relação a quem não foi imunizado.
Segundo Sheila Homsani, gerente do Departamento Médico da Sanofi Pasteur, laboratório responsável pela vacina, o estudo está concluído e agora os dados serão consolidados para o pedido de registro à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para que possa ser comercializada no Brasil e, eventualmente, ser incorporada à rede pública. A expectativa é que demore cerca de um ano para o registro sair.
Em etapa anterior, feita na Ásia, a pesquisa havia mostrado eficácia de 88% contra o tipo hemorrágico da doença, considerado o mais grave. Agora, na última etapa, a vacina foi testada no Brasil, em Honduras, no México, na Colômbia e em Porto Rico. No Brasil 3.550 crianças e adolescentes entre 9 e 16 anos das regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste foram vacinados.
A imunização e o acompanhamento foram feitos de junho de 2011 a abril de 2013. O laboratório, no entanto, vai acompanhar por mais cinco anos os imunizados.
Segundo Sheila Homsani, os resultados estão acima das expectativas da Organização Mundial da Saúde, que pretende reduzir em 50% a mortalidade por dengue até 2020.
A dengue é considerada questão de saúde pública brasileira e é doença endêmica de cerca de 100 países. De 1º de janeiro a 19 de julho deste ano, o Ministério da Saúde notificou 688.287 casos da doença e 554 mortes.

ALINE LEAL (AGÊNCIA BRASIL)

quarta-feira, 19 de março de 2014

Óbitos a Serem Investigados e Ribeirinhos sem água potável

Por causa da cheia os ribeirinhos estão sem água potável 


Cheia do Rio Madeira deixa ribeirinhos sem água potável (Foto: Edy Lima)



Na manhã da última terça-feira (18) as enfermeiras Isléia Gomes Coordenadora da Vigilância Epidemiológica do município de Manicoré e a Alexandra Pascoal Gerente Executiva da Secretaria Municipal de Saúde de Manicoré (SEMSA), estiveram no programa de Rádio Gerando Oportunidade, ambas falaram de dois assuntos diferentes.

Isléia Gomes falou sobre Óbitos a Serem Investigados, ou seja, pessoas que já faleceram na cidade e no interior que na época de seus falecimentos a família dessas pessoas não teve o laudo médico para saberem a possível causa de suas mortes. Agora a Secretaria de Saúde do município esta em busca de informação, avisando pais e filhos dessas pessoas que já faleceram que venham à secretaria de saúde (SEMSA) e tragam consigo algum exame feito quando essas pessoas estavam doentes, pra daí se fazer um possível levantamento. “Temos que ter esses dados, e envia-los para o Ministério da Saúde. É obrigatório que informações como estas estejam armazenados no banco de dados do Ministério”. Disse Isléia Gomes. 

Gerente Executiva da SEMSA Alexandra Pascoal falou dos riscos que os ribeirinhos que moram no alto, médio e baixo madeira estão correndo devido à cheia que o rio Madeira vem sofrendo ao longo dos dias.  “Semana passada uma equipe da saúde esteve juntamente com a Defesa Civil do município de Manicoré pra parte de cima do madeira e foi constatado através de exames que moradores do beradão além de já estarem sofrendo com as cheias, agora também sofrem com doenças tipo, diarreia, vômito e até Leshimaniose e Dengue que são transmitidos por mosquitos de classe diferentes”. 



Casa de ribeirinho abandonada por causa da cheia do madeira (Foto: Edy Lima)



Por causa da cheia os ribeirinhos estão sem água potável para beber e cozinhar seus alimentos, porem “levamos Hipoclorito Sódio para que os mesmos coloquem na água, fazendo com que o índice de diarreia e vômito diminua. Estamos tomando as devidas providências e vigilantes quanto à saúde do povo ribeirinho”.  Falou Alexandra Pascoal.   

Enfermeira Alexandra disse que nesse ano de 2014, “Já tivemos um aumento muito grande de pessoas mordidas por cobras e caranguejeiras (Aranha) isso em relação ao ano passado (2013). Crianças já morreram vitima de afogamento, porque a casa onde elas moravam a água esta em baixo do assoalho, e por um descuido dos maiores ou até mesmo dos pais, brincava na porta, quando derrepente caíram no rio sendo levados pela forte correnteza”. 

Tenham “bastante cuidado com bichos peçonhentos, que nessa época procuram lugar mais seco e quente”. “Também estamos levando medicamentos para essas pessoas que estão vulneráveis devido à cheia do Rio Madeira”.



Edy Lima DRT/AM 1823

terça-feira, 18 de março de 2014

Combate ao mosquito da dengue e o da malária

Mas somente os homens da Funasa não conseguem 


Funasa realizando fumacê para combater a dengue e malária (Foto: Edy Lima)



Equipe da Fundação Nacional da Saúde (FUNASA) de Manicoré, esta aproveitando os três dias que não chove na cidade de Manicoré para borrifar com o fumacê o mosquito da dengue e assim evitar a proliferação dos mesmos. A hora que os agentes de endemias começam a guerra contra o mosquito é na parte da tarde, aproximadamente das 17 horas até ao anoitecer, porque é nessa hora que o mosquito da dengue e o carapanã da malária estão querendo se alimentar e colocar seus ovos.  

Os ovos do mosquito da dengue demoram até um ano para eclodirem, eles são muito resistentes. Gostam de água parada e limpa. Já o mosquito (Carapanã) da malária ferra ao amanhecer e ao cair da tarde. Ambos são muito perigosos podendo levar até a morte o ser humano. Na tarde da última quarta-feira (17) a equipe da FUNASA estava com o trabalho de fumacê no centro da cidade, região do cemitério, Siságua, e adjacentes. 

Mas somente os homens da Funasa não conseguem combater o mosquito, é preciso que você tome também alguma providência, não deixando a água se acumular em recipientes tais como; Baldes, Bacias, Casca de ovo, Tampa de Garrafas Pet, Vasos de plantas, Calhas, Folhas em cima da casa, Folhas no quintal, e assim sucessivamente. Esta sempre em alerta e vigilante porque “Dengue” mata.




Edy Lima DRT/AM 1823

domingo, 29 de setembro de 2013

Técnicos da FVS do Amazonas fazem análise em Manicoré

Aproveitando o espaço no programa deu algumas dicas de ações para não deixar a água se acumular em recipientes

Francisco Coelho e Frank Nikon na entrevista não deixarão de orientar e falar para a(Foto: Edy LIma)


Os Técnicos da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas Francisco Coelho e Frank Nikon estiveram pela manhã da última quinta-feira (26), na emissora de rádio Rio Madeira, dando uma entrevista no Programa Gerando Oportunidade apresentado pelo Radialista Edy Lima.

Na entrevista o técnico Francisco disse que o motivo da visita deles no município é a preocupação que o governo do estado amazonas tem, não só com o município de Manicoré mais com todos os municípios do amazonas, apesar de o município de Manicoré apresentar um índice baixo de risco, já com outros municípios não acontece isso, que no começo do mês de outubro alguns municípios vão apresentar riscos e que Humaitá, município vizinho a Manicoré tem esse risco.

Segundo o técnico Francisco Coelho ao chegar à cidade fizeram uma análise juntamente com a equipe de saúde do município, com a análise que fizeram, ficou muito satisfeito, Manicoré é um município que leva a sério os trabalhos voltados para a saúde, quando o assunto e a ‘Dengue’. Perguntado se tinha risco de o mosquito da dengue vir de outro município para cá, Francisco respondeu que sim. Que o mosquito corre o risco de colocar seus ovos em algum recipiente de algumas embarcações e vir parar em Manicoré. 

Francisco Coelho e Frank Nikon na entrevista não deixarão de orientar e falar para a população sobre a Prevenção e Combate à dengue. Francisco disse que, “Como não existem formas de erradicar totalmente o mosquito transmissor, a única forma de combater a doença é eliminar os locais onde a fêmea se reproduz”.

Aproveitando o espaço no programa deu algumas dicas de ações para não deixar a água se acumular em recipientes como, por exemplo, vasos, calhas, pneus, cacos de vidro, latas e etc.

Manter fechadas as caixas d’água, poços e cisternas.

Não cultivar plantas em vasos com água. Usar terra ou areia nestes casos.

Tratar as piscinas com cloro e fazendo a limpeza constante. Disse que o ideal é deixá-las cobertas ou vazias quando não for usar por um longo período.

Manter as calhas limpas e desentupidas

Avisar um agente público de saúde do município caso exista alguma situação onde há o risco de proliferação da doença.

Tratamento:
  
Para o caso da dengue clássica, não existe um tratamento específico. Os sintomas são tratados e recomenda-se repouso e alimentação com muitas frutas, legumes e ingestão de líquidos. Os doentes não podem tomar analgésicos ou anti-térmicos com base de ácido acetil-salicílico (Aspirina, AAS, Melhoral, Doril, etc.), pois estes favorecem o aparecimento e desenvolvimento de hemorragias no organismo.

Já no caso mais grave da doença, a hemorrágica, deve haver um rigoroso acompanhamento médico em função dos possíveis casos de agravamento com perdas de sangue e choque circulatório.

Também falou de um fato curioso que um ovo de Aedes Aegypti pode sobreviver em ambiente seco por aproximadamente 400 dias. Se neste período ele entrar em contato com água, poderá gerar uma larva e, em seguida, o mosquito.

A dengue não é transmitida de pessoa para pessoa, nem mesmo através de alimentos ou uso de objetos.


Edy Lima DRT/AM 1823








quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Programa federal dobrará o número de médicos formados no país

Sobre Cuba, especificamente, o senador disse ter recebido médicos cubanos para trabalhar na erradicação da dengue no Amazonas



Sobre Cuba, especificamente, o senador disse ter recebido médicos cubanos(Divulgação)



O senador Eduardo Braga (PMDB/AM), em aparte ao discurso do senador Humberto Costa (PT/PE) no plenário, disse hoje (28) que o programa Mais Médicos, do governo federal, não está restrito à contratação de médicos estrangeiros.

Braga destacou que o programa, cuja Medida Provisória (MP 621/2013) está em tramitação no Congresso, vai dobrar o número de vagas de cursos de medicina no país, possibilitando a formação de médicos em áreas mais periféricas, e vai também aumentar significativamente o número de vagas para a residência médica.

“O Programa Mais Médicos precisa ser, obviamente, cada vez mais debatido, cada vez mais compreendido, e até mesmo aprimorado pelo Congresso Nacional. Mas não tenho dúvida nenhuma de que a presidenta Dilma Rousseff teve a coragem, a ousadia e a vontade política para enfrentar uma das grandes deficiências que o Brasil tinha para poder avançar na área de saúde”, afirmou o senador.

Sobre a vinda de médicos estrangeiros para o país, Braga disse que durante sua gestão à frente do governo do Amazonas teve boas experiências de parceria com profissionais de Cuba, Colômbia, Bolívia e Peru.

Sobre Cuba, especificamente, o senador disse ter recebido médicos cubanos para trabalhar na erradicação da dengue no Amazonas.

 “Houve um esforço gigantesco, com parceria de tecnologias de ponta, com diversos institutos de Cuba. Desenvolvemos também pesquisa conjunta sobre o combate à malária”, concluiu.



Com Informação da Assessoria

domingo, 7 de abril de 2013

Suspeitas de dengue mais que triplicam no País


De acordo com dados do Ministério da Saúde, as suspeitas de dengue aumentaram 279 por cento de janeiro a março

Os estados com maior incidência da doença são(Divulgação)



Número de casos suspeitos de dengue no país mais que triplicou do começo do ano para cá em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, as suspeitas de dengue aumentaram 279 por cento de janeiro a março.

As notificações recebidas em todo o país passaram de 167 mil para 635 mil. Do total de notificações registradas nos 3 primeiros meses do ano, 70 mil foram descartadas.

Apesar do aumento das notificações, o registro de casos graves diminuiu de 1.316 para 1.243. Por outro lado, o número de mortes aumentou, passando de 102 para 108.

Os estados com maior incidência da doença são Mato Grosso do Sul, Goiás e Espírito Santo.

De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o aumento das notificações se deve à descontinuidade das ações de prevenção e controle da dengue, com a mudança de prefeitos.


Ministério da Saúde