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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Aspectos Culturais de Manicoré

O jornal “O Rio Madeira” foi empastelado e extinto em 1922


Em 10 de dezembro de 1899 foi fundado pelos comerciantes local o jornal O Manicoré(Foto: Ilustrativa. Edy Lima)


Manicoré durante sua existência possuiu 07 (sete) jornais, as quais enumera-se a seguir:
Os primeiros jornais nascerem, quando Manicoré ainda era Vila de Nossa das Dores em Manicoré. E o primeiro órgão de divulgação jornalístico que existiu em Manicoré, foi o jornal Rio Madeira. Sua inauguração ocorreu em 1º de novembro de 1881, fundado pelo senhor Tino Lívio de Oliveira, tendo como Redator Chefe o Sr. Domingos Alves Pereira Chaves, sua Redação localizava-se na principal Rua da Vila, na 15 de Maio, e sua tiragem era semestral. 

Em abril de 1884, foi fundado o jornal Comércio do Madeira, pelo Coronel José Francisco Dias, sua Redação localizava-se na Rua 15 de Maio com a Praça 15 de Novembro, hoje Rua José Lourenço e Praça da Bandeira.

Em novembro de 1884, surgiu o jornal político Correio do Madeira, fundado pelos membros do Partido Liberal, tendo como redatores os senhores Coronel José Francisco Dias e Severino Salgado; sua redação era acoplada ao jornal Comércio do Madeira.

Em dezembro de 1886, os membros do Partido Conservador fundaram o jornal A Gazeta de Manicoré, tendo como administrador o Sr. José H. Gomes e como redatores os senhores João H. Leno Bastos e Isaac Weyne de Barros Castro, sua redação localizava-se na Praça da Matriz de Nossa Senhora das Dores de Manicoré.    

Em 1º de janeiro de 1899, foi fundado o jornal A PAZ, tendo como seu proprietário e Redator Chefe o Jornalista Ignácio D’Azevedo, sua redação era na Rua Raposo da Câmera, hoje Avenida Presidente Getúlio Vargas, em frente a então Agência Bradesco.

Em 10 de dezembro de 1899 foi fundado pelos comerciantes local o jornal O Manicoré, órgão puramente de matérias comerciais, sua redação localizava-se na Praça da Matriz de Nossa Senhora das Dores de Manicoré.

Em 1917, foi fundado o jornal o Rio Madeira pelo jornalista Ignácio de Azevedo, órgão literário, noticioso e comercial, sua redação era na Rua Eduardo Ribeiro, porém este órgão de divulgação teve vida efêmera e desapareceu em 1922 por motivos políticos.

Um Fato Importante da Época

O jornal “O Rio Madeira” foi empastelado e extinto em 1922, por motivo de seu proprietário e redator chefe, jornalista Ignácio Loyola D’Azevedo, ter publicado um artigo desairoso contra os atos do governo, sofrendo por esse ato uma onda de perseguições políticas por parte do Superintendente Municipal João Medeiros Raposo, sendo obrigado sob forte pressão a deixar a cidade, viajando para o seu estado de origem, o Maranhão, e nunca mais voltou a Manicoré.



Fontes de pesquisa: Instituto Histórico do Amazonas, Biblioteca Nacional, Prefeitura Municipal de Manicoré e arquivo particular de Aristotelino César do Reis.     

Edy Lima Drt-AM 1823

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Sepror lança edital de concurso para escolher marca comemorativa aos 40 anos da Expoagro

De acordo com Eron, a marca vencedora do concurso será adotada como material de divulgação


40ª Expoagro em novo local - Na ocasião o secretário Eron também irá anunciar(Ilustração)



O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), lança edital para o Concurso Cultural que vai escolher a marca comemorativa da 40ª Expoagro – Feira de Exposição Agropecuária do Amazonas. 

O lançamento do concurso será nesta quinta-feira, 29, às 14h, no auditório da Sepror - Avenida Buriti, nº 1850, Distrito Industrial, durante coletiva de imprensa com o secretário de Estado da Produção Rural, Eron Bezerra, e parceiros do setor primário que apoiam a realização da Expoagro.

De acordo com Eron, a marca vencedora do concurso será adotada como material de divulgação e promoção da 40ª Expoagro sendo utilizada em peças impressas, banners, outdoors, cartazes, internet e nos meios de comunicação em geral (Rádio, TV, Jornal) de circulação local, nacional ou internacional.

Marca 40ª Expoagro - O concurso é de caráter exclusivamente cultural e restrito apenas aos residentes no Amazonas. Para participar é preciso ter idade a partir de 18 anos, ser estudante ou profissional das áreas de design e publicidade e propaganda. Cada participante poderá inscrever no máximo dois trabalhos. O vencedor receberá um prêmio de R$ 5.000,00 (cinco mil reais). A inscrição é gratuita.

Selo Comemorativo Correios - A marca vencedora também será utilizada com selo de postagem dos Correios. A abrangência do selo é nacional e pode ser usado nas cartas: para selar correspondências até 20 gramas, endereçadas para pessoas físicas e jurídicas em qualquer lugar do Brasil. 

Pode, também, compor o porte de correspondência internacional e até como objeto de colecionamento: para compor as coleções filatélicas. Além do selo, a marca será usada ainda no carimbo de postagem dos Correios.

40ª Expoagro em novo local - Na ocasião o secretário Eron também irá anunciar o novo local da 40ª Expoagro que acontecerá de 21 de novembro a 1ª dezembro.



Com Informação da Assessoria

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Liberdade de imprensa ainda está ameaçada no Brasil


Somente este ano, quatro jornalistas foram mortos, segundo a Repórteres Sem Fronteiras.

Impunidade e censura estão entre os principais problemas enfrentados pela imprensa. 

Em 2013, o Brasil caiu nove posições no ranking de liberdade de imprensa(Divulgação)


 Apesar de viverem numa democracia há mais 28 anos, os jornalistas brasileiros ainda encontram dificuldades para exercer livremente a profissão.

Somente em 2013, quatro profissionais da imprensa foram assassinados no Brasil.

Segundo ONGs especializadas no assunto, outros problemas enfrentados pelos jornalistas brasileiros são a proibição de vincular notícias sobre determinadas pessoas, a alta concentração da propriedade dos meios de comunicação e a relação próxima entre donos de veículos de comunicação e políticos.

Em 2013, o Brasil caiu nove posições no ranking de liberdade de imprensa da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), ficando em 108º lugar numa lista que conta com 179 países.

O Brasil também ficou em décimo lugar no Índice de Impunidade de 2013, organizado pelo Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ) e divulgado nesta quinta-feira (02/05), véspera do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.

O índice aponta os países onde jornalistas são assassinados com regularidade e onde esses casos permanecem sem solução. Quanto mais elevada a colocação, pior a situação no país.

O índice é baseado em crimes cometidos entre os anos de 2003 e 2012 e que permanecem na impunidade. Nesse período, há nove casos de assassinatos de jornalistas ainda não resolvidos no Brasil.

Segundo o CPJ, desde 2010 o país não registrou nenhuma nova condenação. Repórteres do interior do país estão em situação especialmente vulnerável.

Em 2012, com quatro jornalistas assassinados por causa do seu trabalho e dois obrigados a deixar o país após receber ameaças por investigarem casos envolvendo policiais, o Brasil ficou na quinta posição na lista dos países mais perigosos para se exercer a profissão de jornalista, segundo a RSF.

Exílio para proteção

Depois de 22 anos de profissão, o jornalista Mauri König, da Gazeta do Povo de Curitiba, foi um dos dois profissionais da área obrigados a deixar o país no final do ano passado depois de receber ameaças.

König é um jornalista investigativo que recebeu o Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa do CPJ, em 2012.

As ameaças contra o jornalista, que também é diretor da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), ocorreram em dezembro, após a publicação de uma série de reportagens intitulada Polícia Fora da Lei, na qual König denuncia abusos cometido por policiais, como o uso privado de viaturas por chefes da corporação para ir a bordéis.

Após as ameaças, König contou com o apoio do CPJ, do Instituto Imprensa e Sociedade (do Peru) e do jornal onde trabalha para conseguir deixar o país.

O jornalista ficou dois meses escondido no Peru e, em fevereiro deste ano, voltou para o Brasil e retomou o trabalho.

Ele contou à DW Brasil que as investigações não descobriram os autores das ameaças.
Apesar dos problemas, há interesse do governo em mudar a situação, disse Hervieu

O jornalista foi obrigado a alterar a sua rotina para evitar que algo de ruim aconteça. "Aparentemente está tudo tranquilo, mas não se pode relaxar. Estou sempre atento a qualquer coisa estranha", afirma König.

O jornalista atribuiu duas razões principais ao aumento das ameaças feitas contra jornalistas: a crescente quantidade de reportagens investigativas e a impunidade.

"Mais gente vai ter os seus negócios obscuros revelados e mais gente, portanto, estaria disposta a ameaçar, a agredir ou até matar jornalista para não ter essa situação exposta", ressalta König.

Com relação à impunidade, König diz que, de modo geral, os crimes não costumam ser resolvidos no país, e isso gera a sensação de que os autores não serão descobertos.

"A polícia brasileira costuma se empenhar mais em crimes que têm grande repercussão na imprensa, e nem sempre os crimes contra jornalistas ganham destaque na mídia.

Parece uma coisa paradoxal, mas é que, nesses casos, não existe corporativismo entre os jornalistas. Por isso, boa parte esses crimes acaba caindo no esquecimento."

Outros problemas

Além da impunidade, o diretor do escritório para as Américas da Repórteres Sem Fronteiras, Benoît Hervieu, cita outros fatores que contribuem para o enfraquecimento da liberdade de imprensa no Brasil, como o modelo econômico do setor de comunicação.

Frequentemente donos de jornais estão envolvidos com a política ou dependem da publicidade oficial.

"Quando o dono de um meio também é político ou depende da publicidade oficial, o jornalista sofre pressão política e econômica e tem a obrigação de falar o que o proprietário desse meio determina.

Essa dependência econômica faz com que a imprensa não seja independente politicamente", ressalta Hervieu.

Ele afirma ainda que a censura prévia é também um grande problema no Brasil e cita o exemplo do jornal O Estado de S. Paulo, que há três anos está proibido de publicar assuntos que incomodem a família Sarney.

"Um jornal como o Estadão pode assumir os custos de processos judiciais, mas isso pode ser a morte para um veículo médio ou para um blogueiro. No Brasil, existe um risco para a liberdade de informação, porque a ofensiva judicial é impressionante", relata.

Além disso, para o especialista, há um conflito de interesses quando os donos de meios de comunicação são, na condição de legisladores, os mesmos que estabelecem as regras para esse setor, o que pode limitar a entrada de novos veículos no mercado, impedindo a ampla participação da sociedade.

Mas, segundo Hervieu, apesar de o Brasil ter ficado pela primeira vez antes do México no número de jornalistas mortos, ainda há no país um esforço para tentar resolver esses crimes, e isso não acontece em outros locais.

Soluções práticas

Apesar de ser apenas um começo para melhorar a situação da imprensa, algumas medidas já estão sendo tomadas no Brasil.

Em outubro de 2012, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República criou o Grupo de Trabalho sobre Direitos Humanos dos Profissionais de Comunicação, composto por representantes do governo e de entidades do setor.

O grupo irá analisar e encaminhar denúncias de violência contra profissionais de comunicação no exercício da função aos órgãos competentes, além de acompanhar os desdobramentos do caso.

Outra função do grupo é propor ações e políticas públicas para garantir a proteção de jornalistas.

König participou da primeira reunião do grupo e avalia positivamente a iniciativa. Além do grupo, há uma proposta de lei em tramitação na Câmara dos Deputados que pretende reservar à polícia federal a investigação de crimes cometidos contra profissionais de imprensa.

"Com a federalização da investigação desses crimes, grupos locais teriam uma dificuldade muito maior de pressionar para arquivar as investigações.

Acho o grupo de trabalho e a proposta de lei bem práticos. Eles podem ajudar muito", declara König.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Jornal ALE Notícias agora é transmitido ao vivo na Rádio Senado

O ALE Notícias divulga as ações parlamentares do Poder Legislativo amazonense todos os dias, em duas edições

Com a veiculação em rádio aberta a população do Estado  tem mais um canal(Divulgação)


O Jornal da Manhã  da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM),  ALE Notícias, que é veiculado  de segunda a sexta de 7h30min às 8h30min, na Rádio Senado, 106,9 MHZ, passou ser ao vivo desde o dia 25 de fevereiro.

O ALE Notícias divulga as ações parlamentares do Poder Legislativo amazonense todos os dias, em duas edições, uma pela manhã ao vivo e uma nova edição às 19 horas.

Desde dezembro de 2012, que as duas edições do ALE Notícias passaram a ser veiculados pela Rádio Senado, por meio de uma acordo entre a Assembleia Legislativa do Amazonas e o Senado Federal.

Com a veiculação em rádio aberta a população do Estado  tem mais um canal para conhecer as ações do legislativo amazonense diariamente.
Com informação da Assessoria

sábado, 9 de junho de 2012

Jornal Folha de Manicoré é sucesso absoluto em manicoré



Chegou nesta sexta-feira (8), em Manicoré o Jornal Impresso chamado "Folha de Manicoré", e após ser lido por leitores, já esta tirando o sossego e o sono de muita gente, gente essa que são minorias, e não tão nem aí para o desenvolvimento e para o progresso do município, porque a maioria que ver a cidade caminhando a passos largos rumo ao futuro.
A Folha de Manicoré é um jornal que tem sua publicação quinzenal, claro nessa primeira tiragem vieram cinco mil (5.000) exemplares,que foi distribuído a população através da imprensa local, o mais bacana de tudo isso é que o jornal chega até as mãos do leitor de graça, sendo proibida a sua venda.

 
A lógica do jornal é levar boas e vastas noticias aos manicoreenses, não só das atividades do governo municipal, mais também de tudo um pouco, fazendo com que essas pessoas possam ler bastante, já que a leitura serve como estimulo para os neurônios.

 
Folha de Manicoré aborda vários assuntos tais como; política, agricultura, esporte, lazer, cultura e astrologia, saúde, ação social, educação, atividades militar, meio ambiente e muito mais.

 
A notícia que esta rolando na cidade é que o jornal foi muito bem aceito pela população, que já esperam pelas próximas edições. 

 
O Blog do Maracanã da Amazônia esteve colhendo informações de algumas pessoas nos bairros da cidade e falaram que estão muito satisfeitos com o jornal, muito bem explicado e de conteúdos para ler, parabenizarão a prefeitura pela iniciativa, o pessoal da imprensa local e claro os amigos da Wega comunicação que fica na Capital de Manaus – AM.