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quinta-feira, 5 de março de 2015

Frutas da Região de Manicoré

Frutas:

Pupunha (Fotos: Edy Lima)


Açaí do Amazonas 



Melancia da Calha do Madeira 



Açaí, Bacaba, Bacuri, Araçá Boi, Goiaba, Abricó, Manga de diversas espécies, Pama, Sorva, Gogó de Guariba, Biribá, Guabiraba, Jaca de Bahia, Cupuaçu, Graviola, Araticum, Abacate, Buriti, Cacau, Azeitona, Jambo, Limão, Lima, Laranja, Tangerina, Melancia, Melão, Maracujá nativa e de cultivo, Uixí coroa e liso, Pitomba, Pupunha, Banana de diversas espécies, Piquiá, Castanha do Amazônia, Abíu, Ingá de diversas espécies nativas, Fruta Pão, Patauá, Marimari, Caju, Marmelo, Coco e outras...  

Fonte: Histórias do Nosso Chão


Edy Lima DRT-AM 1823

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Fauna e Flora do Município

Ariramba, Arapapa, Inambu, Nambu Preta

Garça (Fotos: Edy Lima)

Arará Vermelha

Mutum

 Aves:

Marreca, Pato do Mato, Colhereiro, Garça, Jaçanã ou frango d’água, Corta Água, Mergulhão, Jacamim, Urumutum, Araçari, Coruja, Jaburu, Cigana, Avoante ou Pombo Selvagem, Papagaio, Mutum, Tucano, Maguari, Jacú, Araras (Azul, Amarela e Vermelha), Anambé, Gaivota, Bacurau, Gavião, Jandaia do Campo, Ararinha Azul, Alencorne, Pombo Trocal, Carão, Socó, Córocóro, Carará, Surucuá, Ariramba, Ariramba, Arapapa, Inambu, Nambu Preta, Cabeça Vermelha, Tona, Sururina, Corcovado, Japiim, Iapú, Cancão, Cauré, Juruti, Gavião Real, Tauató, Urutau, Tesoreito e outros...

Fonte: Histórias do Nosso Chão


Edy Lima DRT-AM 1823    

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Mangueira da Rampa do Porto

Todos os dias ali se encontravam pessoas de todas as classes

Na beira do barranco do porto principal da cidade, havia uma velha mangueira (Foto:Arquivo)



Na beira do barranco do porto principal da cidade, havia uma velha mangueira, sua enorme copa servia de abrigo aos viajantes e as pessoas que iam esperar parentes ou amigos que chegavam de barcos, ali também era ponto de encontro dos comunitários, lá se ouvia histórias e estórias, fuxicos, notícias diversas, este local era como o jornal da cidade.

Todos os dias ali se encontravam pessoas de todas as classes, pescadores, lavradores, estivadores, funcionários, analfabetos e intelectuais, inclusive sobe a sombra dessa velha mangueira esteve o visitante mais ilustre de Manicoré, o Eminente Presidente da República, Doutor Getúlio Dornelles Vargas, que ao passar por Manicoré com destino a cidade de Porto Velho em outubro de 1940, esteve sob a sombra da aludida mangueira, ocasião em que conversou com o povo, porém dando mais atenção aos lavradores, inclusive na oportunidade, ganhou de presente um ouriço de castanha da Amazônia, oferecido pela lavradora Sebastiana Gomes (Sabá Gomes), o que o Presidente agradeceu-lhe beijando-lhe as mãos, dizendo: “Orgulhu-me de beijar estas mãos calosas, produtoras de alimentos de um povo progressista e feliz”.

O que foi efusivamente aplaudido pela multidão que ali se encontrava. Algum tempo depois, sob a sobra dessa mesma mangueira o estivador José Felipe, instalou uma banca de cafezinho, dando o nome de Café Mangueira, o mesmo tornou-se tradicional e ponto de reunião de pessoas de todas as idade e classes.   

Fonte: Histórias do Nosso Chão

Edy Lima DRT-AM 1823 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Aspectos Culturais de Manicoré

O jornal “O Rio Madeira” foi empastelado e extinto em 1922


Em 10 de dezembro de 1899 foi fundado pelos comerciantes local o jornal O Manicoré(Foto: Ilustrativa. Edy Lima)


Manicoré durante sua existência possuiu 07 (sete) jornais, as quais enumera-se a seguir:
Os primeiros jornais nascerem, quando Manicoré ainda era Vila de Nossa das Dores em Manicoré. E o primeiro órgão de divulgação jornalístico que existiu em Manicoré, foi o jornal Rio Madeira. Sua inauguração ocorreu em 1º de novembro de 1881, fundado pelo senhor Tino Lívio de Oliveira, tendo como Redator Chefe o Sr. Domingos Alves Pereira Chaves, sua Redação localizava-se na principal Rua da Vila, na 15 de Maio, e sua tiragem era semestral. 

Em abril de 1884, foi fundado o jornal Comércio do Madeira, pelo Coronel José Francisco Dias, sua Redação localizava-se na Rua 15 de Maio com a Praça 15 de Novembro, hoje Rua José Lourenço e Praça da Bandeira.

Em novembro de 1884, surgiu o jornal político Correio do Madeira, fundado pelos membros do Partido Liberal, tendo como redatores os senhores Coronel José Francisco Dias e Severino Salgado; sua redação era acoplada ao jornal Comércio do Madeira.

Em dezembro de 1886, os membros do Partido Conservador fundaram o jornal A Gazeta de Manicoré, tendo como administrador o Sr. José H. Gomes e como redatores os senhores João H. Leno Bastos e Isaac Weyne de Barros Castro, sua redação localizava-se na Praça da Matriz de Nossa Senhora das Dores de Manicoré.    

Em 1º de janeiro de 1899, foi fundado o jornal A PAZ, tendo como seu proprietário e Redator Chefe o Jornalista Ignácio D’Azevedo, sua redação era na Rua Raposo da Câmera, hoje Avenida Presidente Getúlio Vargas, em frente a então Agência Bradesco.

Em 10 de dezembro de 1899 foi fundado pelos comerciantes local o jornal O Manicoré, órgão puramente de matérias comerciais, sua redação localizava-se na Praça da Matriz de Nossa Senhora das Dores de Manicoré.

Em 1917, foi fundado o jornal o Rio Madeira pelo jornalista Ignácio de Azevedo, órgão literário, noticioso e comercial, sua redação era na Rua Eduardo Ribeiro, porém este órgão de divulgação teve vida efêmera e desapareceu em 1922 por motivos políticos.

Um Fato Importante da Época

O jornal “O Rio Madeira” foi empastelado e extinto em 1922, por motivo de seu proprietário e redator chefe, jornalista Ignácio Loyola D’Azevedo, ter publicado um artigo desairoso contra os atos do governo, sofrendo por esse ato uma onda de perseguições políticas por parte do Superintendente Municipal João Medeiros Raposo, sendo obrigado sob forte pressão a deixar a cidade, viajando para o seu estado de origem, o Maranhão, e nunca mais voltou a Manicoré.



Fontes de pesquisa: Instituto Histórico do Amazonas, Biblioteca Nacional, Prefeitura Municipal de Manicoré e arquivo particular de Aristotelino César do Reis.     

Edy Lima Drt-AM 1823

sábado, 10 de janeiro de 2015

O primeiro posto de saúde de Manicoré

Quem visitar hoje o antigo posto, vai se deparar com um


Posto de saúde do Sesp em 1977 (Foto: Arquivo)


Posto de saúde do SESP em 2015 (Fotos: Edy Lima)


Dentro do posto de saúde. O telhado deu lugar a um Apuizeiro

No antigo e primeiro posto de saúde de Manicoré, mais conhecido como Posto de Saúde do SESP, o qual existe até hoje e deveria ser tombado como patrimônio histórico, porém em ruínas, abandonado e esquecido pelo poder público.

Quem visitar hoje o antigo posto, vai se deparar com um prédio totalmente as ruínas. O telhado já não existe mais, deu lugar a uma espécie de árvore silvestre conhecida na região pelo nome de ‘Apuizeiro’.

Fonte: Histórias do Nosso Chão com adaptação de Edy Lima

Edy Lima DRT-AM 1823

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Tabuleiro da Baiana

Na administração do Prefeito Orlando Gualberto


Escadaria do porto da cidade. Tabuleiro da Baiana (Fotos: Arquivo)

Porto de Manicoré em 1991



Na administração do Prefeito Orlando Gualberto Cidade, em 1952, este mandou construir um abrigo, no topo da escadaria principal do porto da cidade, dando-lhe a designação de “Tabuleiro da Baiana”, em homenagem a cantora Carmen Miranda.
Na gestão do Prefeito Newton Cabral, este sem quaisquer razões mandou demolir esse 
monumento. 


Fonte: História do Nosso Chão. Escritor: Arindal Reis

Edy Lima DRT-AM 1823