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sábado, 5 de dezembro de 2015

Credenciamento de Imprensa - Comenda “Ordem do Mérito Legislativo”

A Assembleia Legislativa do Amazonas está credenciando os profissionais de imprensa


(Divulgação) O credenciamento será feito na medida em que este e-mail for respondido com os nomes


A Assembleia Legislativa do Amazonas está credenciando os profissionais de imprensa amazonenses interessados na cobertura jornalística da entrega das comendas “ORDEM DO MÉRITO LEGISLATIVO”, concedidas como uma homenagem especial a quem se distingue por seus méritos no meio político, jurídico, cultural e demais segmentos sociais. Cada deputado estadual indica um homenageado, sendo, portanto, 24 novos comendadores.

O credenciamento será feito na medida em que este e-mail for respondido com os nomes do veículo, dos jornalistas e suas funções. A CREDENCIAL SERÁ ENTREGUE NA MANHÃ DO DIA 9 DE DEZEMBRO, PESSOALMENTE, NA DIRETORIA DE COMUNICAÇÃO DA ALEAM – SUBSOLO 1.

Veículo    
Nome Fulano de tal... repórter    
Nome Fulano de tal. Fotógrafo/cinegrafista  

A entrega das medalhas acontecerá no próximo dia 
10 de dezembro de 2015
A partir das 17h
No Auditório Belarmino Lins da Assembleia Legislativa do Amazonas
Na Avenida Mário Ypiranga Monteiro - Parque Dez de Novembro
Confira aqui a lista dos homenageados:


Homenageado DEPUTADO   

Secretária da AADES Ana Paula Machado de Aguiar Francisco Souza    
Procuradora de Justiça Antonina Couto do Vale Wanderley Dallas    
Ex-prefeito de Parintins
Benedito de Jesus Azedo Serafim Corrêa    
Padre Celestino Ceretta (N. Sra. Fátima) José Ricardo    
Cel. PM James Frota Lobato Abdala Fraxe    
Atleta de fisioculturismo Daniely de Souza Castilho David Almeida    
General Ex. Eduardo Villas Boas Alessandra Campêlo    
Cabo PM Erivam Garcia Reis Sinésio Campos    
Prefeito de Urucará Felipe Antônio Belarmino Lins    
Geólogo José Jacob Fanton Sabá Reis    
Médico Jefferson Martins Holanda Josué Neto    
Juiz Jomar Fernandes Bosco Saraiva    
Geólogo Laene Conceição Gadelha Cabo Maciel    
Major PM Raimundo Orleans Neves – Diretor de Segurança da Aleam Mesa Diretora    
Conselheiro do TCE Mário Mello Conselho da Ordem    
Pastor Rui Alves Souza Júnior Carlos Alberto    
Ouvidora geral Zanele Rocha Teixeira  Ricardo Nicolau    
Ginecologista Zélia Campos Luiz Castro
   
Pedro Florêncio Filho Dr. Gomes    
Dep. Federal Jair Bolsonaro Platiny Soares    
Raimundo Ferreira Conde – coordenador da SEduc/Manacapuru Orlando Cidade    
Empresária Ana Maria Melo (Tropical Multiloja) Augusto Ferraz    
Reitor UEA Cleinaldo de Almeida Costa Adjuto Afonso    
Artista plástico Jair Mendes Bi Garcia  

Atendimento à Imprensa
Diretoria de Comunicação da Aleam

Cláudio Barboza – diretor
3183-4331 e 99116-1777

Solange Elias
Assessoria da Dicom
3183-4331 e 99106-4631

Dhyenne Brissow
Apoio
3183-4465


sábado, 24 de maio de 2014

NOTA DE REPUDIO

Contudo, as matérias jornalísticas veiculadas tanto pelo


Ademais, as matérias foram legítimas, com documentação pública (Foto: SJP/AM)


O SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DO AMAZONAS – SJP/AM, no uso das atribuições que lhe são conferidas, e no dever de zelar pelos interesses profissionais dos jornalistas associados e no exercício da profissão, em defesa da livre manifestação do pensamento e da liberdade de Imprensa, repudia a postura do juiz Aldrin Henrique de Castro Rodrigues, que decidiu em 23.04.2014, pela retirada da matéria do Blog De Amazônia que constava: “Caprichoso no Vermelho!!! Rombo de quase 1 milhão detectado pelo TCE/AM na gestão de Márcia Baranda”, publicada em 15.04.2014, e que por ter usado o termo “rombo”, termo de linguagem jornalística comum, o Blog De Amazônia foi acusado de estar fazendo juízo de valor e denegrindo a imagem de Márcia Baranda e causando assim dano irreversível a imagem da pessoa atingida, em uma matéria divulgada por quase toda a imprensa amazônica. 
O Portal Fato Amazônico em 25.04.2014, em manchete publicou: “Juiz de Parintins tenta calar a imprensa e manda blog retirar matéria sobre Márcia Baranda”. Segundo a nota, dada pela Associação dos Magistrados, o despacho judicial derivou de muita ponderação e equilíbrio, levando em conta que a matéria ainda não sofreu a carga imperativa da coisa julgada, e que qualquer pedido de exceção de suspeição será formalizado nos autos, que ainda está sendo instrumentalizado; e que o juiz no interior do Estado exerce sua atividade judicante sob o calor da convivência diária e aproximada com seus jurisdicionados.
Contudo, as matérias jornalísticas veiculadas tanto pelo Portal Fato Amazônico, como pelo Blog De Amazônia, foram postadas dentro dos limites legais e principalmente os Constitucionais (arts. 220 a 224), onde está disciplinada a liberdade de expressão e seus limites, bem como garante a mais ampla liberdade do pensamento (arts. 5°, inciso IV e 220). Quanto à liberdade de imprensa a Constituição é taxativa: “nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observando o disposto no art.5°, incisos IV, V, X, XIII e XIV (art. 220, § 1°). Vivemos em um Estado Democrático de direito onde a Imprensa e a Democracia encontram-se em posição de reciprocidade.
Ademais, as matérias foram legítimas, com documentação pública, que comprova os fatos apresentados na informação, se referem a personalidades públicas na gestão do dinheiro público, no caso da senhora Márcia Baranda, e o juiz na função pública, que em sua decisão procurou censurar, vetar, retirar a informação do blog em conflito ao que determina a Constituição, Código Civil e de Processo Civil, e mesmo que o processo não tenha transitado em julgado, o juiz observando a ética profissional pode declarar-se suspeito. Com esta fundamentação, externamos nosso repúdio aos que queiram transformar em crime, em dano indevido a imagem a atividade da Imprensa, ou tolher de alguma forma o direito adquirido da liberdade de informação jornalística.

Manaus, 16 de maio de 2014.
SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS NO ESTADO DO AMAZONAS – SJP/AM


terça-feira, 10 de setembro de 2013

Fenaj e Abert criticam agressões a jornalistas durante o 7 de Setembro

As entidades contabilizam pelo menos cinco casos de agressão a repórteres em quatro cidades: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Manaus


Protestos de 7 de Setembro foram criticadas pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) (Márcio Silva)



As agressões feitas a profissionais da imprensa durante a cobertura dos protestos de 7 de Setembro foram criticadas pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert). As entidades contabilizam pelo menos cinco casos de agressão a repórteres em quatro cidades: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Manaus.

De acordo com a Fenaj, apesar de ter havido relatos de ameaças feitas por manifestantes a jornalistas, os maiores problemas foram causados pela polícia. “Verificamos que há despreparo total da polícia na contenção desses movimentos. As academias de polícia precisam reformar seus currículos. Não se pode tratar manifestantes pacíficos e profissionais em trabalho como se fossem bandidos”, disse à Agência Brasil o diretor de Relações Institucionais da Fenaj, José Carlos Torves.

“Estamos apurando a abrangência e a gravidade desses casos para nos manifestarmos posteriormente e tomarmos as medidas necessárias junto às secretarias de Segurança dos estados, à Secretaria Nacional de Direitos Humanos e ao Ministério Público”, explicou o dirigente.

Representando 3 mil emissoras privadas de rádio e televisão no país, a Abert divulgou nesse domingo (8) uma nota de repúdio à violência contra profissionais da imprensa no Dia da Independência (7). Segundo a nota, as agressões partiram “tanto de policiais como de manifestantes, com a intenção de impedir o registro dos fatos”.

A nota, assinada pelo presidente da entidade, Daniel Pimentel Slavieiro, considera “inaceitável que se imponha limites, de qualquer ordem, à atividade jornalística, pelo grave prejuízo que causam ao conjunto da sociedade, que tem violado seu direito fundamental de acesso à informação”.

Mais preocupado com os problemas causados pela Polícia Militar, o diretor da Fenaj disse que os policiais trabalham “de forma extremamente agressiva” nesses eventos e "costumam se revoltar" quando suas ações são registradas por jornalistas. “E quando esses policiais veem câmera, microfone ou o profissional da imprensa trabalhando, eles usam da agressão na tentativa de evitar registro do barbarismo que cometem”, completou.

“Eu até entendo quando alguns manifestantes ameaçam jornalistas porque, no caso, são baderneiros sem nenhum comando que, assim como agridem jornalistas, praticam vandalismo contra tudo o que aparece. O que nos surpreende são fatos como o ocorrido ontem em Brasília, quando agrediram uma jornalista por ela estar de capacete e câmera”, disse José Carlos Torves.

Também em Brasília, o repórter da Agência Brasil Luciano Nascimento foi agredido com spray de pimenta e empurrões por três integrantes da PM, no Setor Hoteleiro Sul. Ele havia testemunhado um soldado da Tropa de Choque atirando bomba de gás lacrimogênio contra a cabeça de um manifestante e, ao apurar o ocorrido, foi agredido mesmo após ter se identificado.

Posteriormente, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) divulgou nota de repúdio à agressão sofrida pelo repórter e o governo do Distrito Federal informou que solicitará a instauração de sindicância para apurar os fatos.

Segundo o diretor da Fenaj, ações policiais como essas vão contra algo que já é instituído em praticamente todo o planeta: liberdade de imprensa e respeito ao trabalho do jornalista.

“No caso dos manifestantes, sabemos que também há casos de insatisfação com a forma como as notícias são produzidas ou feitas. Confundem jornalista com a empresa e descarregam a insatisfação na pessoa que apenas submete seu trabalho aos padrões editoriais da empresa”, argumentou.



PEDRO PEDUZZI/AGÊNCIA BRASIL

sábado, 25 de maio de 2013

Radialistas de todo Brasil lutam pela aprovação do Piso Nacional da Categoria


Atualmente, o piso dos radialistas é definido por convenção coletiva, e traz valores diferentes para capitais



Nas regiões do Brasil com poder aquisitivo mais baixo(Divulgação)


A Câmara analisa o Projeto de Lei 3982/12, do deputado Andre Moura (PSC-SE), que estabelece piso salarial de R$ 2,48 mil para os radialistas. 

O valor deverá ser pago por uma jornada de 30 horas semanais.

O texto também determina que o piso será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Atualmente, o piso dos radialistas é definido por convenção coletiva, e traz valores diferentes para capitais e para municípios com mais ou menos de 80 mil habitantes. 

Essa diferenciação, segundo André Moura, é um dos maiores entraves da categoria, que deverá ser encerrado com o piso nacional.

“Nas regiões do Brasil com poder aquisitivo mais baixo e com a mesma necessidade e direito à informação, os salários desses profissionais qualificados chegam próximos ou até menor que um salário mínimo”, alertou.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público e de Constituição e Justiça e de Cidadania.



Blog do Eduardo Dantas

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Liberdade de imprensa ainda está ameaçada no Brasil


Somente este ano, quatro jornalistas foram mortos, segundo a Repórteres Sem Fronteiras.

Impunidade e censura estão entre os principais problemas enfrentados pela imprensa. 

Em 2013, o Brasil caiu nove posições no ranking de liberdade de imprensa(Divulgação)


 Apesar de viverem numa democracia há mais 28 anos, os jornalistas brasileiros ainda encontram dificuldades para exercer livremente a profissão.

Somente em 2013, quatro profissionais da imprensa foram assassinados no Brasil.

Segundo ONGs especializadas no assunto, outros problemas enfrentados pelos jornalistas brasileiros são a proibição de vincular notícias sobre determinadas pessoas, a alta concentração da propriedade dos meios de comunicação e a relação próxima entre donos de veículos de comunicação e políticos.

Em 2013, o Brasil caiu nove posições no ranking de liberdade de imprensa da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), ficando em 108º lugar numa lista que conta com 179 países.

O Brasil também ficou em décimo lugar no Índice de Impunidade de 2013, organizado pelo Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ) e divulgado nesta quinta-feira (02/05), véspera do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.

O índice aponta os países onde jornalistas são assassinados com regularidade e onde esses casos permanecem sem solução. Quanto mais elevada a colocação, pior a situação no país.

O índice é baseado em crimes cometidos entre os anos de 2003 e 2012 e que permanecem na impunidade. Nesse período, há nove casos de assassinatos de jornalistas ainda não resolvidos no Brasil.

Segundo o CPJ, desde 2010 o país não registrou nenhuma nova condenação. Repórteres do interior do país estão em situação especialmente vulnerável.

Em 2012, com quatro jornalistas assassinados por causa do seu trabalho e dois obrigados a deixar o país após receber ameaças por investigarem casos envolvendo policiais, o Brasil ficou na quinta posição na lista dos países mais perigosos para se exercer a profissão de jornalista, segundo a RSF.

Exílio para proteção

Depois de 22 anos de profissão, o jornalista Mauri König, da Gazeta do Povo de Curitiba, foi um dos dois profissionais da área obrigados a deixar o país no final do ano passado depois de receber ameaças.

König é um jornalista investigativo que recebeu o Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa do CPJ, em 2012.

As ameaças contra o jornalista, que também é diretor da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), ocorreram em dezembro, após a publicação de uma série de reportagens intitulada Polícia Fora da Lei, na qual König denuncia abusos cometido por policiais, como o uso privado de viaturas por chefes da corporação para ir a bordéis.

Após as ameaças, König contou com o apoio do CPJ, do Instituto Imprensa e Sociedade (do Peru) e do jornal onde trabalha para conseguir deixar o país.

O jornalista ficou dois meses escondido no Peru e, em fevereiro deste ano, voltou para o Brasil e retomou o trabalho.

Ele contou à DW Brasil que as investigações não descobriram os autores das ameaças.
Apesar dos problemas, há interesse do governo em mudar a situação, disse Hervieu

O jornalista foi obrigado a alterar a sua rotina para evitar que algo de ruim aconteça. "Aparentemente está tudo tranquilo, mas não se pode relaxar. Estou sempre atento a qualquer coisa estranha", afirma König.

O jornalista atribuiu duas razões principais ao aumento das ameaças feitas contra jornalistas: a crescente quantidade de reportagens investigativas e a impunidade.

"Mais gente vai ter os seus negócios obscuros revelados e mais gente, portanto, estaria disposta a ameaçar, a agredir ou até matar jornalista para não ter essa situação exposta", ressalta König.

Com relação à impunidade, König diz que, de modo geral, os crimes não costumam ser resolvidos no país, e isso gera a sensação de que os autores não serão descobertos.

"A polícia brasileira costuma se empenhar mais em crimes que têm grande repercussão na imprensa, e nem sempre os crimes contra jornalistas ganham destaque na mídia.

Parece uma coisa paradoxal, mas é que, nesses casos, não existe corporativismo entre os jornalistas. Por isso, boa parte esses crimes acaba caindo no esquecimento."

Outros problemas

Além da impunidade, o diretor do escritório para as Américas da Repórteres Sem Fronteiras, Benoît Hervieu, cita outros fatores que contribuem para o enfraquecimento da liberdade de imprensa no Brasil, como o modelo econômico do setor de comunicação.

Frequentemente donos de jornais estão envolvidos com a política ou dependem da publicidade oficial.

"Quando o dono de um meio também é político ou depende da publicidade oficial, o jornalista sofre pressão política e econômica e tem a obrigação de falar o que o proprietário desse meio determina.

Essa dependência econômica faz com que a imprensa não seja independente politicamente", ressalta Hervieu.

Ele afirma ainda que a censura prévia é também um grande problema no Brasil e cita o exemplo do jornal O Estado de S. Paulo, que há três anos está proibido de publicar assuntos que incomodem a família Sarney.

"Um jornal como o Estadão pode assumir os custos de processos judiciais, mas isso pode ser a morte para um veículo médio ou para um blogueiro. No Brasil, existe um risco para a liberdade de informação, porque a ofensiva judicial é impressionante", relata.

Além disso, para o especialista, há um conflito de interesses quando os donos de meios de comunicação são, na condição de legisladores, os mesmos que estabelecem as regras para esse setor, o que pode limitar a entrada de novos veículos no mercado, impedindo a ampla participação da sociedade.

Mas, segundo Hervieu, apesar de o Brasil ter ficado pela primeira vez antes do México no número de jornalistas mortos, ainda há no país um esforço para tentar resolver esses crimes, e isso não acontece em outros locais.

Soluções práticas

Apesar de ser apenas um começo para melhorar a situação da imprensa, algumas medidas já estão sendo tomadas no Brasil.

Em outubro de 2012, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República criou o Grupo de Trabalho sobre Direitos Humanos dos Profissionais de Comunicação, composto por representantes do governo e de entidades do setor.

O grupo irá analisar e encaminhar denúncias de violência contra profissionais de comunicação no exercício da função aos órgãos competentes, além de acompanhar os desdobramentos do caso.

Outra função do grupo é propor ações e políticas públicas para garantir a proteção de jornalistas.

König participou da primeira reunião do grupo e avalia positivamente a iniciativa. Além do grupo, há uma proposta de lei em tramitação na Câmara dos Deputados que pretende reservar à polícia federal a investigação de crimes cometidos contra profissionais de imprensa.

"Com a federalização da investigação desses crimes, grupos locais teriam uma dificuldade muito maior de pressionar para arquivar as investigações.

Acho o grupo de trabalho e a proposta de lei bem práticos. Eles podem ajudar muito", declara König.

sábado, 5 de maio de 2012

Seminário em Manaus vai promover diálogo entre o Judiciário e a Imprensa

Evento vai ser realizado no dia 19 de maio e é organizado em parceria com a Rede Calderaro de Comunicação

Bernardo Cabral abandonou as disputas eleitorais depois de ter perdido a reeleição para o Senado, em 2002, para o então deputado federal Artur Neto
Bernardo Cabral será um dos palestrantes do Seminário (Evandro Seixas 19/08/2011)

O Seminário “ O Poder Judiciário e a Imprensa” é direcionado a magistrados, advogados,jornalistas e público em geral e vai ser realizado no auditório da Escola Superior da Magistratura do Amazonas (ESMAM).
O Seminário vai ter como palestrantes o advogado e ex-senador Bernardo Cabral; o ministro Paulo de Tarso Sanseverino, do STJ; do secretário de Estado de Cultura do Amazonas, Robério Braga; e do assessor jurídico da RCC, Júlio Antônio Lopes.
Ao todo, serão quatro palestras em que será debatida a relação entre o poder Judiciário e os meios de comunicação, trazendo para discussão temas como a liberdade de imprensa e o sigilo da fonte. Entre os convidados, além dos já citados, também participarão o presidente do Sindicato dos Profissionais de Jornalismo do Amazonas, o jornalista Wilson Reis, as jornalistas Luziane Figueiredo e Hemengarda Junqueira, o juiz federal Márcio Luis Freitas e o desembargador Flávio Pascarelli.
O evento será realizado, das 9h às 18h, no auditório da ESMAM, localizado no Fórum Ministro Henoch Reis (Av. Paraíba, S/N, São Francisco - térreo).
As inscrições são gratuitas e realizadas no Ambiente Virtual de Aprendizagem da ESMAM, disponível no site www.tjam.jus.br/moodle. Aos participantes que comparecerem a 75% da programação, será concedida certificação de 10 horas de atividades complementares.

ACRITICA