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quinta-feira, 26 de março de 2015

Luiz Castro alerta para o risco de rebelião civil no município de Coari

A decisão foi tomada pelo magistrado na última terça-feira 

O deputado estadual disse ainda esperar que o Tribunal de Justiça do Amazonas (Foto: Aleam)


A suspensão da diplomação e posse de Raimundo Magalhães  (PRB) na Prefeitura de Coari por meio de liminar concedida pelo juiz eleitoral Délcio Santos foi criticada pelo deputado estadual Luiz castro (PPS) durante a Sessão Ordinária da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) nesta quarta-feira (25).

A decisão foi tomada pelo magistrado na última terça-feira (25), acatando um pedido cautelar do processo em que partidos da coligação PRP, PSD, PMDB, PHS e PTB que elegeu Adail Pinheiro pedem a anulação dos votos do terceiro colocado no pleito de 2012, Arnaldo Mitouso. Com essa manobra, o segundo colocado, Raimundo Magalhães, não poderá ser empossado porque haveria a necessidade de uma nova eleição municipal.

A decisão do juiz eleitoral aconteceu um dia depois de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinar à Justiça Eleitoral do Amazonas que desse posse imediatamente ao segundo colocado das eleições, Raimundo Magalhães (PRB) e ao vice, Clemente Josino da Silva (PTC). No do dia 17 de dezembro de 2014, o TSE cassou o registro de candidatura do prefeito afastado de Coari, Adail Pinheiro, por ter violado a Lei da Ficha Limpa (LC 135/2010).

Luiz Castro defendeu a intervenção do Governo do Estado em Coari e disse que há um risco eminente de uma rebelião no município, por conta da insatisfação popular. “Há atraso no pagamento de salários, de fornecedores; há uma imensa dívida pública acumulada, um verdadeiro caos administrativo, político, moral, jurídico e financeiro no município e um juiz decide isoladamente derrubar uma decisão do TSE”, lamentou.

O deputado estadual disse ainda esperar que o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) derrube a liminar concedida pelo juiz eleitoral Délcio Santos. “Como um juiz singular derruba uma decisão tomada pelo colegiado do TSE? É uma incongruência! Mais ainda: é uma tristeza ver um juiz se permitir ser um instrumento desse absurdo!”, declarou.

Com Informação da Assessoria


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Pedido de intervenção no município de Coari foi repassado a outro procurador do Ministério Público

De acordo com Martins, o MPE, que tinha prometido uma resposta rápida para o caso


A representação, protocolizada na terça-feira (21), pede que o prefeito de Coari (AM) (Foto: Citybrasil)


O advogado João Victor Martins, representante do deputado estadual Marcelo Ramos (PSB), está acompanhando o andamento do pedido de intervenção do Estado sobre o município de Coari por violação de princípios constitucionais (direitos humanos), protocolizado na semana passada no Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE) por Ramos e também pelos deputados José Ricardo (PT), Luiz Castro (PPS) e Marco Antonio “Chico Preto” (PMN).

De acordo com Martins, o MPE, que tinha prometido uma resposta rápida para o caso, prolongou para a próxima sexta-feira (1º/2) algum retorno. “Nós estamos acompanhando o episódio bem de perto, mas as coisas não estão caminhando como prometeram. O procurador José Roque Nunes repassou a resposta da representação a outro procurador”, explicou, completando que agora o responsável por dar reposta ao pedido é o procurador José Hamilton.


A representação, protocolizada na terça-feira (21), pede que o prefeito de Coari (AM), Adail Pinheiro (PRP), acusado de comandar uma rede pedofilia e exploração sexual infanto-juvenil no município, seja afastado de suas funções. A ação considera que Adail Pinheiro se beneficia da condição de prefeito para viabilizar suas práticas criminosas, financiando-as com dinheiro público, coagindo vítimas e dificultando o andamento das investigações e dos processos.




Com Informação da Assessoria