| Na tarde dessa quarta-feira (2), manifestação na rua Tamandaré, em frente a agência do Banco do Brasil |
Membros
à frente do movimento grevista dos vigilantes do Amazonas realizam na
manhã e tarde desta quinta-feira (3), nova manifestação que pede o
reajuste salarial de 25% e aumento de R$ 6 do vale alimentação. Eles
também reivindicam o acréscimo de 30% relativo ao benefício de risco de
vida.
Cerca
de 4 mil dos 12 mil vigilantes que atuam na capital, o equivalente a
33,3%, já paralisou as atividades desde esta quarta-feira (2). Na manhã
desta quinta-feira, aproximadamente, 400 servidores participaram do ato
que fechou a rua da Instalação no centro de Manaus. Os manifestantes
prometem continuar com a reinvidicação, que paralisaria o Distrito
Industrial de Manaus.
Atualmente
o salário de um vigilante é de R$ 705 e, se aprovado o aumento, passará
para R$ 881. O vale-alimentação de R$ 9 para 15 reais.
Até
o momento, a única negociação iniciada foi para o reajuste salarial,
na qual a classe patronal propôs aumento de 6,22% do salário e de R$ 1
para o vale alimentação. A proposta foi considerada “falta de respeito
para com os trabalhadores do setor”, informou um dos membros da
categoria à frente do movimento, mas que preferiu ter a identidade
preservada. “Nossa meta é de 45%, mas, agora, estamos pedindo apenas
25%”, concluiu.
Segundo
a organização do movimento, alguns não aderiram porque estão sendo
impedidos pelos patrões, já que estão com os salários em dia, o que é
considerado pelo movimento um ato ilegal, já que a greve foi informada
com antecedência aos órgãos competentes.
“Estamos
nos mobilizando e organizando sem algazarra para que todos entendam
nosso movimento, que estamos reivindicando o que é direito nosso”,
assegurou um dos apoiadores.
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