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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

No recesso parlamentar: Ibama será convocado a explicar paralisação nas obras da BR-319

A convocação será feita pela Assembleia Legislativa do Amazonas

(Foto:  Hugo Bronzere) Nesta semana, os deputados Francisco Souza e Platiny Soares estiveram reunidos com a presidente do Instituto 


O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) será chamado para dar explicações sobre os constantes pedidos de paralisação das obras de recuperação da BR-319. A convocação será feita pela Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) no mês de janeiro, mesmo que o Poder Legislativo esteja de recesso.

A ideia é ‘pressionar’ o Ibama a dar explicações à sociedade sobre os pedidos que embargo às obras da BR-319. “A Justiça Federal já liberou as obras, porém os serviços são constantemente interrompidos à pedido do Ibama, que não apresenta os motivos à sociedade”, afirmou o deputado Francisco Souza.

De acordo com o parlamentar, a convocação do Ibama não pode esperar até o mês de fevereiro, quando a Assembleia Legislativa volta do recesso. “A BR-319 é uma obra de grande importância para o Amazonas, por isso não pode ficar 40 dias nesta indefinição”, ressaltou Souza.

No caso da reunião não acontecer na Assembleia Legislativa por causa do recesso parlamentar, a convocação do Ibama será feita para outro local. “O que importa é ouvirmos os técnicos do Ibama e saber os reais motivos que levam à paralisação das obras da BR-319”, acrescentou Souza. 

COORDENADA

 Reunião ouviu presidente do Ipaam

 Nesta semana, os deputados Francisco Souza e Platiny Soares estiveram reunidos com a presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), Ana Aleixo. Os parlamentares foram ao Instituto para saber por que as licenças ambientais para a BR-319 são emitidas exclusivamente pelo Ibama.

Os deputados foram informados que qualquer licença para dar continuidade às obras da BR-319 estão sob competência do Ibama, desde agosto de 2015, por determinação do decreto 8.437 de 22 abril de 2015, da Presidência da República.

“Fomos informados que um decreto presidencial, assinado em abril deste ano, tirou dos governos estaduais a função de emitir licenças ambientais para rodovias federais”, explicou Souza. “Desde o mês de agosto, apenas o Ibama está autorizado a analisar questões ambientais e imitir licenças para a BR-319”, completou o deputado.


Com Informação da Assessoria









quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Paralisação dos petroleiros pode causar falta de gás e gasolina nos postos em Manaus

Segundo o Sindpetro dentro de três dias, a população deve sentir as consequências, principalmente na distribuição de gás


Distribuidores de combustíveis já pensam em alternativas para evitar desabastecimento de gasolina nos postos, caso a greve se estenda por muito tempo(Márcio Silva)




A greve dos Petroleiros deve causar desabastecimento de gás e de gasolina em Manaus nos próximos dias. A informação é do presidente do Sindicato dos Petroleiros (Sindpetro do PA, AM, MA, AP) Silvio Claudio. Segundo o sindicalista, a base de Urucu, no município de Coari (a 363 quilômetros de Manaus), que operava com apenas 25% da produção, encerrará suas atividades hoje e, dentro de três dias, a população deve sentir as consequências, principalmente na distribuição de gás.
Isso pode causar problemas no fornecimento de energia em Manaus. “Isso porque a maioria das usinas termelétricas operam com essa fonte”, destaca Silvio Claudio. Problemas no abastecimento de gasolina será sentido pelo consumidor um pouco mais tarde, variando de acordo com a reserva dos distribuidores.
Na segunda-feira (2), os funcionários que estavam em greve na base de Urucu informaram a direção da Petrobras que estavam entregando a unidade, que a maior produtora de gás natural em terra firme no País.
Para Luiz Felipe de Moura Pinto, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do Amazonas (Sindcam-AM), a situação ainda não foi sentida nos postos porque os comerciantes estão “na ponta da cadeia. “Dependemos de informações vindo das refinarias, dos distribuidores”, disse. O empresário afirmou que tem conhecimento da greve e de sua extensão, mas até o momento, nenhuma informação formal foi passada ao sindicato.
Opção é importar
Representantes de empresas de distribuição de combustíveis informaram em nota que a situação do abastecimento, por enquanto, está normal, mas não descartam a possibilidade de desabastecimento nos próximos dias e já trabalham a hipótese de importar combustíveis . “Trabalhamos com uma reserva, que geralmente não é muito alta, mas conseguimos cobrir por cinco dias, aproximadamente, a população, se caso algo der errado. Se percebermos que há alguma situação mais complexa, a equipe trabalha para que essa reserva seja maior”, explicou um dos representantes que preferiu não se identificar.
Segundo ele, a situação pode ficar um pouco mais complexa porque ainda não foram informados pela Petrobras sobre a situação atual.
“Não há como tomar qualquer atitude se não sabemos a realidade dos fatos. Ficamos sabendo da greve quando os funcionários da empresa fecharam a rua onde se encontram as distribuidoras. Podemos afirmar que os agravantes da situação são a falta de informação que estamos tendo por parte da Petrobras e mais a situação da greve, que é sempre imprevisível”, afirma. O gerente informou que medidas devem ser tomadas para evitar que a falte combustível para a população. Entre as medidas está o aumento da reserva e a importação de gasolina de países como Estados Unidos e Venezuela.
Fornecimento está normal, diz Cigás

Sobre os eventuais impactos da greve e o risco de desabastecimento em Manaus, a Companhia de Gás do Amazonas (Cigás), afirmou, por meio de nota, que, atualmente, o abastecimento de gás está ocorrendo normalmente, sem nenhuma interferência.
Quando questionada sobre a situação dos grevistas e a falta de mão de obra nas bases de exploração de gás e petróleo da Petrobras - estatal fornecedora da Cigás -, a empresa informou que “aguarda ser notificada pela Petrobras para dimensionar qualquer eventual impacto na distribuição e comercialização de gás natural no Amazonas”.
Atualmente, a Cigás é uma empresa mista que atende 66 empresas - 50 delas consumidoras da fonte. A Petrobrás é a fornecedora da empresa. Os setores de termoelétricas, industriais, veicular e comercial são as que a Cigás atualmente atende, com o volume de 3,9 milhões de metros cúbicos fornecidos por dia.
A maior consequência estaria no abastecimento das termoelétricas, que “sem essa fonte de energia, seriam obrigadas a parar o funcionamento e fechar as portas”, destacou Silvio Claudio, presidente da Sindipetro.
Blog: Silvio Claudio, Presidente do Sindicato dos Petroleiros

“Tivemos duas circunstâncias que agravaram a legitimidade da luta e a permanência dos grevistas que estavam em Urucu. A Petrobras ameaçou com segurança armada os servidores. Prometendo, ainda, uma intervenção da guarda civil”, explicou Silvio Claudio sobre o abandono dos funcionários que atuavam na base localizada no município de Coari. 
Segundo ele, o sindicato vai denunciar o fato ao Ministério Público (MP), junto com outra ação relatando suposto vazamento de gás ocorrido na segunda-feira (2). “O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também receberão o documento”, destacou o presidente do Sindpetro. A Equipe do Jornal A CRÍTICA buscou informações com a assessoria da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Petrobras sobre as denúncias do sindicato. A ANP informou que “No momento, não há risco de desabastecimento. Caso haja, a agência tomará as medidas cabíveis”. Até o fechamento da edição, a assessoria da Petrobras não havia se manifestado sobre os questionamentos.

Jornal Acrítica.Com


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Auditores do AM podem aderir a ‘operação padrão’

Os auditores fiscais do trabalho, assim como outras categorias em greve pelo país, reivindicam melhores condições de salário e trabalho

Auditores fiscais se concentram em frente da SRTE-AM
Auditores fiscais se concentraram, no dia 30, em frente da SRTE-AM (Divulgação)

Os líderes do sindicato dos auditores do trabalho do Amazonas estão reunidos na manhã desta segunda-feira (18), na sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE-AM) para  decidirem sobre uma operação padrão da categoria, como forma de protestar contra as condições salariais e de trabalho.
No último dia 30 eles fizeram manifestação de alerta, em frente à sede da SRTE, expondo a principal reivindicação que é a reposição salarial da categoria que não é reajustada  desde 2008.

ACRITICA

Agentes de endemias paralisam atividades no AM

Agentes de endemias paralisam atividades em protesto contra demissões, em Manaus

Os trabalhadores fazem protesto em frente à sede do governo Estadual em Manaus. Eles também reivindicam benefícios. A paralisação das atividades na capital do AM e no interior do Estado deve atingir a população

Borrifação de biolarvicida é um dos métodos de prevenção à malária que deverão ser usados com mais intensidade a partir do próximo mês de julho
Borrifação de biolarvicida é um dos métodos de prevenção à malária realizado pelos agentes (Luiz Vasconcelos - 25/ago/2011)

Cerca de 500 agentes de endemias do Amazonas realizam uma manifestação na tarde desta segunda-feira (18), em frente à sede do governo do Estado, no bairro Compensa, Zona Oeste. Eles protestam contra a possibilidade de serem demitidos, e pedem a regularização de horas extras (8hs) de trabalho, das atividades, desde o dia 23 de março de 2010. Segundo o sindicato dos trabalhadores, foi  recebida remuneração de somente 6 horas. A categoria decidiu a realização do ato em assembleia geral no dia 1 de Junho, e aguarda uma resposta do governo.
A paralisação das atividades na capital do Amazonas e no interior do Estado deve atingir a população, já que os trabalhadores fazem a orientação sobre prevenção de doenças tropicais.
“Os 1.441 agentes que atuam em atividades de campo, no combate à malaria e dengue, executando pesquisa de focos, eliminação de criadouros, tratando as doenças endêmicas, e agora também atuando no programa S.O.S  Enchente, estão enfrentando dificuldades para trabalhar”, ressalta Alessandro Lira, presidente do Sindicato dos Agentes de Endemias (SindAgentes).
De acordo com o SindAgentes, o retrato da crise é formado pela possível demissão de 243 Agentes de Endemias, demora na regularização e pagamento das 8 horas de trabalho, data-Base não está sendo respeita, ticket-alimentação defasado, e o não recebimento de vale-transporte, entre outras precariedades.
Os trabalhadores de endemias estatuários e do quadro suplementar da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) são amparados pela Lei 11.350/96, que desprecariza a relação trabalhistas dos Agentes de Combate a Endemias (ACE) e Agentes Comunitários de Saúde (ACES).

Governo

A Agência de Comunicação do Governo do Estado (Agecom) ficou de enviar nota de posicionamento após levantamento das informações, e decisões junto aos trabalhadores. 

ACRITICA

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Professores grevistas da Ufam farão 'carreata' dia 24

A “Carreata Cidadã” é para esclarecer a sociedade sobre os motivos da paralisação

No total, 257 docentes deflagraram a greve na capital e do interior
No total, 257 docentes deflagraram a greve na capital e do interior (Lidia Ferreira)

Em greve por tempo indeterminado, os professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) realizam nesta quinta-feira (24), a “Carreata Cidadã”, para esclarecer a sociedade sobre os motivos da paralisação. A expectativa é reunir aproximadamente 300 participantes, entre professores, técnicos administrativos em educação, estudantes e representantes de entidades sindicais.
“A carreata seguirá pela Avenida Rodrigo Otávio, pegando a Avenida Cosme Ferreira, chegando à Avenida Grande Circular até o complexo viário do São José, retornando depois para a universidade”, explicou o 1º tesoureiro da Associação dos Docentes da Ufam (Adua), professor José Humberto Michiles. Os docentes irão finalizar a atividade na entrada do campus universitário, denominado pela categoria como “Bosque da Resistência”.
Segundo o presidente da Associação dos Docentes da Ufam (Adua) Antônio Neto, a ideia é ir às ruas para dar visibilidade à greve e dialogar com a população.
“Nossa intenção é conquistar o apoio da sociedade ao nosso movimento, indo até ela para explicar os motivos da paralisação”, disse o 2º. vice-presidente regional Norte I do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), professor Jacob Paiva.
A concentração da carreata ocorrerá às 8h, no estacionamento do Campus Universitário Sul (antigo Mini-Campus). A saída da carreata está programada para as 9h.

ACRITICA

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Cerca de 400 vigilantes fecham rua do centro de Manaus em protesto grevista


Na tarde desta quarta-feira (2), monifestação na rua Tamandaré, em frente a agência do Banco do Brasil
Na tarde dessa quarta-feira (2), manifestação na rua Tamandaré, em frente a agência do Banco do Brasil (Anne Gabrielly)

Membros à frente do movimento grevista dos vigilantes do Amazonas realizam na manhã e tarde desta quinta-feira (3), nova manifestação que pede o reajuste salarial de 25% e aumento de R$ 6 do vale alimentação. Eles também reivindicam o acréscimo de 30% relativo ao benefício de risco de vida.
Cerca de 4 mil dos 12 mil vigilantes que atuam na capital, o equivalente a 33,3%, já paralisou as atividades desde esta quarta-feira (2). Na manhã desta quinta-feira, aproximadamente, 400 servidores participaram do ato que fechou a rua da Instalação no centro de Manaus. Os manifestantes prometem continuar com a reinvidicação, que paralisaria o Distrito Industrial de Manaus.
Atualmente o salário de um vigilante é de R$ 705 e, se aprovado o aumento, passará para R$ 881. O vale-alimentação de R$ 9 para 15 reais.
Até o momento, a única negociação iniciada foi para o reajuste salarial, na qual a classe patronal propôs aumento de 6,22% do salário e de R$ 1 para o vale alimentação. A proposta foi considerada “falta de respeito para com os trabalhadores do setor”, informou um dos membros da categoria à frente do movimento, mas que preferiu ter a identidade preservada. “Nossa meta é de 45%, mas, agora, estamos pedindo apenas 25%”, concluiu.
Segundo a organização do movimento, alguns não aderiram porque estão sendo impedidos pelos patrões, já que estão com os salários em dia, o que é considerado pelo movimento um ato ilegal, já que a greve foi informada com antecedência aos órgãos competentes.
“Estamos nos mobilizando e organizando sem algazarra para que todos entendam nosso movimento, que estamos reivindicando o que é direito nosso”, assegurou um dos apoiadores.

ACRITICA.COM