Mostrando postagens com marcador centro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador centro. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Cetam oferta 5.032 vagas para 37 tipos de cursos em Manaus

Cursos de qualificação profissional com carga horária entre 60h a 160h serão realizados em sete Centros de Convivência da Família e do Idoso em Manaus


Aulas iniciam em março e dias da semana variam conforme o curso escolhido (Divulgação/Agecom)



Nos dias 25 e 26 de fevereiro, o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam) realizará inscrições para 5.032 vagas em 37 diferentes cursos de qualificação profissional que serão ofertados em parceria com a Secretaria de Estado da Assistência Social e Cidadania (Seas), em sete Centros de Convivência da Família e do Idoso em Manaus.

O atendimento para inscrições será realizado de 7h às 17h no próprio Centro de Convivência onde o interessado pretende estudar. As cargas horárias dos cursos variam de 60h a 160h. As aulas iniciam em março e os horários e dias da semana variam de acordo com o curso escolhido.
Cada curso possui um pré-requisito específico e os documentos gerais necessários são cópias (legíveis) da Carteira de Identidade (RG, CTPS ou CNH), CPF, comprovante de residência, comprovante de escolaridade (para alguns cursos) e Certificado de Informática Básica (com mínimo de 40h para interessados ao curso de Informática Avançada).
Nesta primeira etapa do calendário de atividades do Cetam serão ofertados cursos de Assistente Administrativo, Almoxarife, Artesanato em Crochê, Corte e Escova de Cabelos, Colorimetria, Confeitaria, Depilação, Informática Básica e Avançada, Libras, Manicure e Pedicure, Operador de Caixa, Recepcionista, entre outros.
Os centros de convivência são o da Família André Araújo, no bairro da Raiz; o C. C. da Família 31 de Março, no bairro Japiim I; C. C. da Família Magdalena Arce Daou, no bairro Santo Antônio; o da Família Teonizia Lobo, no Amazonino Mendes; C. C. Família Padre Pedro Vignola, na Cidade Nova; o C. C. da Família Miranda Leão, na Alvorada 1; e o C. C. do Idoso, no bairro Aparecida.
Com informações da assessoria de imprensa


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Cerca de 400 vigilantes fecham rua do centro de Manaus em protesto grevista


Na tarde desta quarta-feira (2), monifestação na rua Tamandaré, em frente a agência do Banco do Brasil
Na tarde dessa quarta-feira (2), manifestação na rua Tamandaré, em frente a agência do Banco do Brasil (Anne Gabrielly)

Membros à frente do movimento grevista dos vigilantes do Amazonas realizam na manhã e tarde desta quinta-feira (3), nova manifestação que pede o reajuste salarial de 25% e aumento de R$ 6 do vale alimentação. Eles também reivindicam o acréscimo de 30% relativo ao benefício de risco de vida.
Cerca de 4 mil dos 12 mil vigilantes que atuam na capital, o equivalente a 33,3%, já paralisou as atividades desde esta quarta-feira (2). Na manhã desta quinta-feira, aproximadamente, 400 servidores participaram do ato que fechou a rua da Instalação no centro de Manaus. Os manifestantes prometem continuar com a reinvidicação, que paralisaria o Distrito Industrial de Manaus.
Atualmente o salário de um vigilante é de R$ 705 e, se aprovado o aumento, passará para R$ 881. O vale-alimentação de R$ 9 para 15 reais.
Até o momento, a única negociação iniciada foi para o reajuste salarial, na qual a classe patronal propôs aumento de 6,22% do salário e de R$ 1 para o vale alimentação. A proposta foi considerada “falta de respeito para com os trabalhadores do setor”, informou um dos membros da categoria à frente do movimento, mas que preferiu ter a identidade preservada. “Nossa meta é de 45%, mas, agora, estamos pedindo apenas 25%”, concluiu.
Segundo a organização do movimento, alguns não aderiram porque estão sendo impedidos pelos patrões, já que estão com os salários em dia, o que é considerado pelo movimento um ato ilegal, já que a greve foi informada com antecedência aos órgãos competentes.
“Estamos nos mobilizando e organizando sem algazarra para que todos entendam nosso movimento, que estamos reivindicando o que é direito nosso”, assegurou um dos apoiadores.

ACRITICA.COM