quinta-feira, 26 de março de 2015

Sandra Braga aprova requerimento para comissão discutir mudanças climáticas na Amazônia

Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas

No requerimento, Sandra Braga lembrou que Viana foi o primeiro secretário de Estado do Meio Ambiente (Foto: Senado)


O Congresso Nacional instalou nesta quarta-feira (25) a Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas, que vai acompanhar as ações do governo para combater os impactos ambientais e socioeconômicos das alterações climáticas globais, como as metas para a redução da emissão de gases de efeito estufa e dos índices de desmatamento da Amazônia.

Eleitos o presidente da Comissão, o senador Fernando Bezerra (PSB/PE), do vice-presidente, deputado Sarney Filho (PV/MA) e do relator, deputado Sérgio Souza (PMDB/PR), a primeira deliberação do plenário foi a aprovação, por unanimidade, de requerimento da senadora Sandra Braga (PMDB/AM) solicitando a realização de audiência pública para discutir os efeitos das mudanças climáticas na Amazônia.

Para falar sobre o tema, ela sugeriu e a comissão aprovou convite ao superintendente geral da Fundação Amazonas Sustentável, Virgilio Viana, especialista em Amazônia, mudanças climáticas, manejo florestal e agroflorestal, conservação ambiental, certificação e desenvolvimento sustentável. Segundo a senadora, o debate é necessário para se conhecer melhor os fatores que resultam em grandes cheias dos rios da região e crise hídrica em outras áreas do país, por exemplo.

No requerimento, Sandra Braga lembrou que Viana foi o primeiro secretário de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, no período de 2003 a 2008, durante o governo de Eduardo Braga.
“Nesta função, Virgílio Viana coordenou o processo de concepção e implantação do Programa de Desenvolvimento Sustentável “Zona Franca Verde”, do Programa Bolsa Floresta e da primeira Lei de Mudanças Climáticas do Brasil. Neste período, o desmatamento no estado foi reduzido em 70% e a área das unidades de conservação do Estado aumentaram em mais de 135%”, justificou a senadora.

Com Informação da Assessoria


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