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sábado, 17 de outubro de 2015

Família de Belém-Pará agradece radialista de Manicoré

Você foi o intermediário de Deus aqui na terra

(Foto: Arquivo de Família) Família reunida, depois de 48 anos. Um encontro para fazer inveja a qualquer Cineastra



Caro amigos internautas, simpatizantes, seguidores, leitores, do Portal Maracana da Amazonia... Mundo a fora! Quando eu Edy Lima, radialista, não por opção, mas sim por amor ao ‘Jornalismo e ao Rádio’; Observando que na cidade de Manicoré, não tinha um veiculo de noticias, que pudesse alcançar as pessoas o mais longe possível em nosso planeta, tive a idéia e a coragem de pedir a um amigo que me ajudasse como fazer um Blog de Notícias, ele “Silas Laurentino”, não pensou duas vezes, de imediato fez esse veiculo de comunicação, que hoje não só alcança as pessoas do nosso Brasil, mais também como a Europa, Estados Unidos, Holanda, Alemanha, Rússia, Índia, Itália, Portugal, Cingapura, Peru e outros países á fora.

Daí eu juntei o útil com o agradável, e resolvi encontrar pessoas que há muito tempo, deixaram de se comunicar com seus parentes. O ultimo encontro, de vários, entre familiares que há anos não se viam, foi no município do Amazonas, conhecido como Nova Olinda. A professora Nalda e sua Mãe, que moram atualmente em Belém do Pará, para agradecer a ajuda, que o portal deu a essa família, a professora nos enviou esse agradecimento. 
      
Bom diaaaaa!

Quero deixar o meu abraço e minha gratidão, primeiramente a Deus e a um grande amigo que aprendi a amar de todo meu coração... Trata-se do radialista Edy Lima "O Maracanã da Amazônia”.


Você foi o intermediário de Deus aqui na terra, enviado para me ajudar, na busca dos familiares da minha mãe, ao qual havia perdido o contato com eles há quase 48 anos...
Hoje, está completando um mês que esse sonhado encontro aconteceu... Foi muita emoção para todos!


Muito obrigada, amigo! Missão cumprida!
Deus te abençoe, grandemente! Um grande beijo no seu coração!


Em seguida foi à vez do primo dela, Gilmar Assunção, que mora em Nova Olinda, nos agradecer.

Diz o ditado popular: "Deus escreve certo por linhas tortas”... É realmente Ednalda Brilhante o Edy Lima foi enviado por Deus pra ser o elo entre nossa família no Amazonas e no Pará... Que Deus continue abençoando diariamente o trabalho desse profissional de comunicação na Cidade de MANICORÉ.


Eu, Edy lima, é que agradeço, por vocês ter acreditado nesse humilde radialista. Obrigado! Agora eu te pergunto amigo leitor e amiga leitora; Há dinheiro que pague a felicidade dessa família, por ter depois de muitas décadas encontrado a família, que parecia tão, tão distante, mais que se transformou em realidade? Que o nosso Deus seja louvado, hoje e para todo o sempre! Amém... 


Edy Lima DRT/AM 1823

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Produtores de farinha do município de Manicoré estão indignados

Os produtores de farinha estão pedindo ajuda aos órgãos


Produtores de farinha das comunidades de Terra Preta, São José, Santa Terezinha (Fotos: Edy Lima)



A maioria dessas famílias tem como principal renda a farinha


Produtores de farinha das comunidades de Terra Preta, São José, Santa Terezinha, Rio Manicoré, Democracia, Água Azul, Rio Mataurá e de outras comunidades adjacentes, que produzem a farinha do município de Manicoré, estão revoltados com a comercialização do referido produto. Segundo eles não conseguem vender, pelo fato do município de Manicoré está sendo abastecido com a farinha de outras regiões, como Pará (desde maio de 2014).

“Essa farinha vem de Manaus nos barcos de linha, chegando aqui com o preço máximo de R$ 80,00 reais a R$ 90,00 reais a saca. Esta farinha é composta de corante e outras substâncias que podem prejudicar a saúde da população, sendo que a nossa farinha é especial, porque é natural”... Disse os produtores.

Os produtores do Rio Atininga, dizem que eles mesmos produzem em média cerca de 500 sacos de farinha por mês, e somando com outras comunidades tem a capacidade de abastecer o município de Manicoré. A maioria dessas famílias tem como principal renda a farinha. “Não é justo vender um saco de farinha por um preço de R$ 80,00 reais, já que ela feita manualmente, no braço... enquanto que esse produto que vem de fora é mecanizada”. Falou Getúlio Araujo, produtor rural.

Os produtores de farinha estão pedindo ajuda aos órgãos como: a Prefeitura Municipal de Manicoré (PMM), a Secretaria Municipal de Produção e Abastecimento (Semapa), e até mesmo a SEFAZ. Segundo os agricultores da região, a Sefaz poderia até mesmo estipular uma taxa para o produto que chega de outro estado ou município, podendo assim contribuir para a resolução do problema.

“Desse jeito, só esta dando renda para outras regiões, enquanto a farinha do nosso município esta parado. Sabemos que somos um dos maiores produtores do estado do Amazonas, sem dúvidas, e temos que dar um basta nesta situação desesperadora para podermos comercializar a nossa farinha regional, estamos indignados”. Disse o agricultor José Antônio.


Edy Lima DRT-AM 1823

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Depois de 54 anos ‘Edna’ de Belém-Pará localiza família em Manicoré

Quando navegando pelas redes sociais encontrou um meio de comunicação


A professora Nalda chegou até escrever para o programa do Gugu (Fotos : Arquivo Nalda)


Em tempo hábil, Ednalda mandou várias fotos de sua mãe, nomes dos parentes (Dona Edna Castro)



Depois que a professora Nalda Castro, filha de dona Edna Castro, que mora em Belém do Pará resolveu entrar em contato com a equipe do portal do Maracanã da Amazônia (Edy Lima), finalmente a busca que começou lá pelos anos sessenta, aproximadamente uns 54 anos atrás, através de cartas, programas de rádio e televisão teve um final feliz.

A professora Nalda chegou até escrever para o programa do Gugu e outros programas famosos da televisão brasileira, mas de nenhum obteve resposta. Quando navegando pelas redes sociais encontrou um meio de comunicação que é a cara de Manicoré, o Portal edylimaradialista.com (o Maracana da Amazonia), daí a esperança se reacendeu.

Em tempo hábil, Ednalda mandou várias fotos de sua mãe, nomes dos parentes e  possíveis endereços dos locais o qual dona Edna Castro morava com seus pais na época em que saiu de perto dos mesmos. Daí não demorou muito para que seus familiares fossem localizados.

Nalda e sua mãe Edna pretendem vir do Pará para Manicoré no fim deste ano. Por telefone Nalda disse que não vê à hora de sua mãe rever seus parentes, e a professora disse que está ansiosa para conhecer seus novos parentes. “Nossa nem sei o que falar, sou grata ao trabalho do radialista Edy Lima que se prontificou em nus ajudar, estou feliz... sem palavras”.

Observação: No Google se escreve o maracana da amazonia sem os acentos.


Edy Lima DRT-AM 1823

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Mulher de Belém-Pará procura por família no Amazonas.

Dois anos após ter chegado à Belém


Dois anos após ter chegado à Belém, dona Edna saiu da casa daqueles (Fotos: Ednalda Castro)



Por ser analfabeta e por não conhecer nada na cidade de Belém


É através do programa de rádio apresentado pelo radialista Edy Lima (O maracanã da Amazônia), em parceria com o portal www.edylimaradialista.com, que a senhora Edna Maria Castro procura por sua família que há muitos anos não os ver e nem mantém contato. A senhora Edna Maria é natural de Manicoré, sul do Amazonas.

Saída de Manicoré:

Segundo relatos da filha de dona Edna Castro enviada através de e-mail ao Edy Lima, sua mãe (Edna) saiu ainda adolescente de Manicoré, inicio da década de sessenta, quando foi entregue por seus pais a uma família de Belém do Pará, cujo responsável na época chamava-se Sr. Raimundo, e era comandante de um navio que se chamava ‘Rio Amazonas’.

O pesadelo:

Dois anos após ter chegado à Belém, dona Edna saiu da casa daqueles que prometeram diante dos seus pais ainda em Manicoré dar uma vida mais confortável e o principal à educação. Mas nada disso aconteceu, porque dona Nadir esposa de seu Raimundo começou a maltratá-la, fazendo com que a menina Edna fugisse da casa daqueles que um dia lhe prometera guarida.

Por ser analfabeta e por não conhecer nada na cidade de Belém, não teve discernimento para voltar para o seio familiar em Manicoré, perdendo assim de vez o contato com os mesmos. Dona Edna nasceu na comunidade de Ribamar. Depois que seu Raimundo Ubaldo (conhecido como Sirico), pai da mesma faleceu, Edna Castro e sua família foram morar na sitio Santa Fé (Rio Madeira), entre Manicoré e Três de outubro.

Familiares procurados:

Edite Castro Assunção (matriarca). Irmãos: Pedro Castro, Geraldo Castro, Francisco Castro, Genésio Castro e Antônio Castro.

Irmãos já falecidos: 

Amaro Castro e Romário Castro.

“Eu, Ednalda Castro filha de dona Edna Maria Castro, mais uma vez procuro meus parentes... É meu sonho conhecê-los! Não quero que minha mãezinha se vá um dia sem antes ter visto novamente, sua mãe e seus irmãos”. Se você amigo internauta souber de alguma notícia sobre o paradeiro da família de dona Edna Castro entre em contato através de nosso portal www.edylimaradialista.com, ou ligue para o telefone da rádio Rio Madeira (AM) (097) 3385 1751. Relatos baseado na carta.

Edy Lima DRT-AM 1823