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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Paralisação dos petroleiros pode causar falta de gás e gasolina nos postos em Manaus

Segundo o Sindpetro dentro de três dias, a população deve sentir as consequências, principalmente na distribuição de gás


Distribuidores de combustíveis já pensam em alternativas para evitar desabastecimento de gasolina nos postos, caso a greve se estenda por muito tempo(Márcio Silva)




A greve dos Petroleiros deve causar desabastecimento de gás e de gasolina em Manaus nos próximos dias. A informação é do presidente do Sindicato dos Petroleiros (Sindpetro do PA, AM, MA, AP) Silvio Claudio. Segundo o sindicalista, a base de Urucu, no município de Coari (a 363 quilômetros de Manaus), que operava com apenas 25% da produção, encerrará suas atividades hoje e, dentro de três dias, a população deve sentir as consequências, principalmente na distribuição de gás.
Isso pode causar problemas no fornecimento de energia em Manaus. “Isso porque a maioria das usinas termelétricas operam com essa fonte”, destaca Silvio Claudio. Problemas no abastecimento de gasolina será sentido pelo consumidor um pouco mais tarde, variando de acordo com a reserva dos distribuidores.
Na segunda-feira (2), os funcionários que estavam em greve na base de Urucu informaram a direção da Petrobras que estavam entregando a unidade, que a maior produtora de gás natural em terra firme no País.
Para Luiz Felipe de Moura Pinto, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do Amazonas (Sindcam-AM), a situação ainda não foi sentida nos postos porque os comerciantes estão “na ponta da cadeia. “Dependemos de informações vindo das refinarias, dos distribuidores”, disse. O empresário afirmou que tem conhecimento da greve e de sua extensão, mas até o momento, nenhuma informação formal foi passada ao sindicato.
Opção é importar
Representantes de empresas de distribuição de combustíveis informaram em nota que a situação do abastecimento, por enquanto, está normal, mas não descartam a possibilidade de desabastecimento nos próximos dias e já trabalham a hipótese de importar combustíveis . “Trabalhamos com uma reserva, que geralmente não é muito alta, mas conseguimos cobrir por cinco dias, aproximadamente, a população, se caso algo der errado. Se percebermos que há alguma situação mais complexa, a equipe trabalha para que essa reserva seja maior”, explicou um dos representantes que preferiu não se identificar.
Segundo ele, a situação pode ficar um pouco mais complexa porque ainda não foram informados pela Petrobras sobre a situação atual.
“Não há como tomar qualquer atitude se não sabemos a realidade dos fatos. Ficamos sabendo da greve quando os funcionários da empresa fecharam a rua onde se encontram as distribuidoras. Podemos afirmar que os agravantes da situação são a falta de informação que estamos tendo por parte da Petrobras e mais a situação da greve, que é sempre imprevisível”, afirma. O gerente informou que medidas devem ser tomadas para evitar que a falte combustível para a população. Entre as medidas está o aumento da reserva e a importação de gasolina de países como Estados Unidos e Venezuela.
Fornecimento está normal, diz Cigás

Sobre os eventuais impactos da greve e o risco de desabastecimento em Manaus, a Companhia de Gás do Amazonas (Cigás), afirmou, por meio de nota, que, atualmente, o abastecimento de gás está ocorrendo normalmente, sem nenhuma interferência.
Quando questionada sobre a situação dos grevistas e a falta de mão de obra nas bases de exploração de gás e petróleo da Petrobras - estatal fornecedora da Cigás -, a empresa informou que “aguarda ser notificada pela Petrobras para dimensionar qualquer eventual impacto na distribuição e comercialização de gás natural no Amazonas”.
Atualmente, a Cigás é uma empresa mista que atende 66 empresas - 50 delas consumidoras da fonte. A Petrobrás é a fornecedora da empresa. Os setores de termoelétricas, industriais, veicular e comercial são as que a Cigás atualmente atende, com o volume de 3,9 milhões de metros cúbicos fornecidos por dia.
A maior consequência estaria no abastecimento das termoelétricas, que “sem essa fonte de energia, seriam obrigadas a parar o funcionamento e fechar as portas”, destacou Silvio Claudio, presidente da Sindipetro.
Blog: Silvio Claudio, Presidente do Sindicato dos Petroleiros

“Tivemos duas circunstâncias que agravaram a legitimidade da luta e a permanência dos grevistas que estavam em Urucu. A Petrobras ameaçou com segurança armada os servidores. Prometendo, ainda, uma intervenção da guarda civil”, explicou Silvio Claudio sobre o abandono dos funcionários que atuavam na base localizada no município de Coari. 
Segundo ele, o sindicato vai denunciar o fato ao Ministério Público (MP), junto com outra ação relatando suposto vazamento de gás ocorrido na segunda-feira (2). “O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também receberão o documento”, destacou o presidente do Sindpetro. A Equipe do Jornal A CRÍTICA buscou informações com a assessoria da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Petrobras sobre as denúncias do sindicato. A ANP informou que “No momento, não há risco de desabastecimento. Caso haja, a agência tomará as medidas cabíveis”. Até o fechamento da edição, a assessoria da Petrobras não havia se manifestado sobre os questionamentos.

Jornal Acrítica.Com


sábado, 21 de setembro de 2013

Manaus terá R$ 120 milhões de investimento em gás natural veicular nos próximos três anos

Na Base Petrolífera de Urucu há reservas de gás natural suficientes para abastecer toda a região Norte do país


Para enriquecer o debate e mostrar ainda mais a importância do uso do GNV nos veículos automotores(Foto/Internet)




Nos próximos três anos, serão investidos R$ 120 milhões para o desenvolvimento do Gás Natural Veicular em Manaus, afirmou o gerente comercial da Companhia de Gás do Amazonas (Cigás), Frederico Paixão durante o 1º Seminário sobre o gás de Coari como fonte de energia e fator de desenvolvimento - Energia Termoelétrica e Gás Natural Veicular- realizado nesta quinta-feira (19) no Plenário da Câmara Municipal de Manaus (CMM).

O representante da Cigás apresentou as metas, planos e a campanha “Instale e economize”, que ainda será lançada, com o objetivo de incentivar o consumo do GNV. A campanha dará bônus de R$ 400,00 para os que converterem seus veículos para o uso do gás natural, apenas exigindo do consumidor a instalação do Kit 5ª geração.

Os debates do Seminário sobre o gás de Coari tiveram o objetivo de chamar a atenção das autoridades do setor para o incentivo e benefícios proporcionados pelo uso do Gás Natural Veicular (GNV) nos veículos de transporte coletivo, frotas de taxis, carros particulares, e principalmente da necessidade de abrir mais postos de distribuição para o combustível.

De acordo com o autor da Audiência Pública, vereador Mário Frota (PSDB), o GNV está associado à disponibilidade e ao alto potencial financeiro que confirmam a sua importância como fator de desenvolvimento, distribuição de renda e melhoria da qualidade de vida para a população do Estado do Amazonas.

Porém, o parlamentar considerou ainda, que o uso do combustível em Manaus ainda é um tabu, e que precisa ser discutido para que se torne realidade no Estado. “O gás está aí há quase cinco anos e a população ainda não foi beneficiada. É preciso debater com segmentos do setor qual a melhor forma do gás ser usado e entender que o uso do GNV será um avanço para a nossa cidade”, argumentou Mário Frota.

O Seminário contou com a participação do coordenador da Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasming), Welder Luiz de Souza, o gerente de Comercial da Gasming, Hilton Correa Vale, o presidente da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Pedro Carvalho, o representante da Federação do Comércio do Amazonas (Fecomércio), José Fernandes Ferreira, o representante da Confederação Nacional do Comercio (FNC), José Fernando Silva, o secretário executivo da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), Sérgio Alexandre Pereira, sócia-proprietária da Empresa Lubricar, Carla Martins e o gerente comercial da Companhia de Gás do Amazonas, Frederico Paixão.

Revolucionário e econômico

Para enriquecer o debate e mostrar ainda mais a importância do uso do GNV nos veículos automotores, o gerente comercial da Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), Hilton Correa Vale apresentou um projeto sobre o uso do GNV, implantado no Estado de Minas Gerais, o qual tem objetivo principal o uso do combustível como matriz energética automotiva.

Na ocasião, ele mostrou que o investimento é revolucionário e econômico, não somente para a população da capital, mas também para o setor de mineração e agrícola. Ele ressaltou ainda que o estado mineiro já dispõe do uso do gás natural nos transportes ferroviários e coletivos, frotas de taxis, carros particulares, além de motocicletas. “O que queremos mostrar aqui é o desenvolvimento do GNV e como a sua utilização vai viabilizar a economia e melhorar o meio ambiente”, assegurou Hilton.

Na mesma linha, o coordenador da Gasming, Welder Souza, apresentou o Projeto ‘ Fralda Verde’, também implantado em Minas Gerais. De acordo com o coordenador, a motivação para a criação do projeto se deu pelo aumento do índice de poluição atmosférica. “O projeto é um incentivo para o uso do gás natural”, disse ele. Ele disse ainda que se o Amazonas começar a desenvolver o uso do combustível trará mais desenvolvimento para o Parque Industrial, gerando emprego e renda, mais desenvolvimento para a questão social, redução de emissões, aumento da infraestrutura e redução no impacto na balança comercial.

Obras para distribuição de gás

O representante da Cigás, Frederico Paixão informou também sobre as obras de expansão da distribuição do gás na Avenida Torquato Tapajós, que atendem as sete indústrias, as quais a partir do uso do gás natural já economizaram R$ 12 milhões em um ano, entre elas, o Posto Equador, a multinacional Coca Cola, a empresa Vídeo Lar e Ambev.

 “Além dos trabalhos na capital, incluindo a inauguração de mais um posto de Gás Natural Veicular, a Cigás também está atuando no interior. Vamos oferecer gás para quatro novas termelétricas nos municípios de Anamã, Codajás, Anori e Caapiranga”, completou.

Para abreviar a explanação aos presentes, Frederico resumiu o Projeto de Lei que está em tramitação na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) e trata do Marco Legal para o estabelecimento da política do Amazonas e ao serviço de distribuição de gás no Estado, em três pontos principais: plano de metas; relação Cigás e direitos do consumidor e política tarifária.

Como explicou o gerente, no Projeto de Lei estão elencados os objetivos, entre os quais o mais importante, o que permite que o gás seja um negócio, ao mesmo tempo definir que seja o indutor do desenvolvimento. “A lei também estabelece uma política tarifária transparente para que o gás tenha preço módico e esse insumo possa contribuir efetivamente para a diminuição de custos das empresas, principalmente as do Polo Industrial de Manaus (PIM)”, explicou o gerente da Cigás.

Privatização

Como parte do processo de privatização da Cigás, ele informou que a Companhia  entregou ao Governo do Estado o relatório final do que pode ser o futuro da empresa. “O relatório descreve a avaliação das ações da empresa para um eventual novo investidor, além das alternativas que o consórcio acha que o mercado entende que é o melhor para o Estado, tais como: atração de novos investidores; aumento da participação estatal; ou a disposição do negócio à iniciativa privada. Ele disse ainda que a comissão de desestatização irá analisar o relatório e emitirá um parecer, o qual será entregue ao governador do Estado, que tomará a decisão final”, explicou.

Sobre o GNV

O Gás Natural Veicular (GNV) é uma solução técnica e economicamente viável que traz benefícios ao meio ambiente e à economia. Quando utilizado em veículos pesados contribui para a melhoria da qualidade do ar.
A província de Urucu, no município de Coari, no interior do Amazonas, é o maior produtor terrestre de gás natural do Brasil e também responsável pela terceira maior produção de petróleo. De lá são retirados diariamente cerca de 11 milhões de metros cúbicos de gás natural e 54 mil barris de óleo condensado.

Na Base Petrolífera de Urucu há reservas de gás natural suficientes para abastecer toda a região Norte do país, e outras áreas, como uma das principais fontes de energia elétrica. A disponibilização do gás natural de Urucu faz parte do programa de massificação do uso do gás lançado pelo Governo, na qual o Amazonas foi contemplado com a instalação do gasoduto Coari-Manaus.

De acordo com o vereador Mário Frota, o gasoduto Urucu-Coari-Manaus deverá proporcionar inúmeros benefícios para o Amazonas e para o Brasil. A redução da taxa de energia elétrica, a geração de emprego e renda e a redução do risco ambiental são alguns dos mais importantes. A operação do gás natural também significa redução da queima de combustíveis para atender à demanda do Amazonas.



Com Informação da Assessoria

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Usinas termelétricas vão denunciar Amazonas Energia à Aneel por falta de pagamento

Conforme denúncia feita pelo deputado estadual Marcos Rotta, do PMDB, na tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas



Conforme o parlamentar, o calote, em termos globais, é de R$ 1,3 bilhão(A Critica.com)



Há mais de 60 meses sem pagamento, as usinas produtoras independentes de energia irão denunciar a Amazonas Energia à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por descumprimento de contrato.

Conforme denúncia feita pelo deputado estadual Marcos Rotta, do PMDB, na tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas, a concessionária deve milhões às empresas, somente à Raesa, a dívida é de R$ 22 milhões, podendo chegar a R$ 30 milhões se não for quitada até setembro.

Segundo Rotta, as usinas deverão enviar à Aneel um requerimento para que a reguladora não repasse mais a concessionária os valores relacionados à Conta de Consumo de Combustíveis.

De posse de um dossiê, Rotta informou que as quatro usinas já se articulam para fazer uma ação conjunta contra a Eletrobrás para requerer o cumprimento do contrato e o pagamento em juízo dos valores atrasados.

 Rotta lamentou ainda a dívida que a concessionária mantém com a Cigás, um total de R$ 42 milhões.

Conforme o parlamentar, o calote, em termos globais, é de R$ 1,3 bilhão.
Deste total, segundo Rotta, R$ 42 milhões referem-se à parcela da Cigás e o restante ao pagamento da commodity e transporte devido à Petrobras.



Com Informação da Assessoria

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Companhia realiza simulação de vazamento de gás

Essa foi a segunda simulação realizada, com o objetivo de avaliar o trabalho dos órgãos que fazem parte do Plano de Ação de Emergência (PAE)

A simulação de vazamento de gás ocorreu com o objetivo de avaliar o trabalho dos órgãos do Plano de Ação de Emergência (PAE)
A simulação de vazamento de gás ocorreu com o objetivo de avaliar o trabalho dos órgãos do Plano de Ação de Emergência (PAE) (Antônio Menezes)

A Companhia de Gás do Amazonas (Cigás) realizou na manhã desta quarta-feira (4) uma simulação de vazamento de gás provocada por escavação irregular, na Avenida Torquato Tapajós, Zona Norte de Manaus, próximo a uma tubulação da empresa. Essa foi a segunda simulação realizada, com o objetivo de avaliar o trabalho dos órgãos (Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil Municipal, Manaustrans, Semmas e Ipaam) que fazem parte do Plano de Ação de Emergência (PAE).
De acordo com o diretor técnico da Cigás, Clóvis Correa Junior, as tubulações são bem protegidas, mas esse tipo de atividade é importante para avaliar a conduta dos profissionais responsáveis em ‘solucionar’ o problema, caso ele ocorra.
A primeira simulação de vazamento aconteceu em agosto do ano passado, no Mauazinho, Zona Leste de Manaus, próximo a área residencial.

EVELYN SOUZA E CAROLINA SILVA

terça-feira, 27 de março de 2012

Cigás inicia obras para distribuição de gás natural em maio

O investimento para as novas ligações chega a R$ 10 milhões e compreende a construção de mais 4,5 quilômetros de gasoduto e contratos com empresas para fornecimento de tubos de aço, válvulas, entre outros

Além do posto de gasolina, que passará a trabalhar com o Gás Natural Veicular (GNV), as fábricas que vão mudar a matriz energética para trabalhar com o GN são dos segmentos químico e de alimentação
  Além do posto de gasolina, que passará a trabalhar com o Gás Natural Veicular (GNV), as fábricas que vão mudar a matriz energética para trabalhar com o GN são dos segmentos químico e de alimentação (Roberto Carlos/Agecom)
 
A Companhia de Gás do Amazonas (Cigás) começa no dia 15 de maio as obras de derivação das tubulações do gasoduto em Manaus para iniciar o fornecimento de Gás Natural (GN) às empresas do setor industrial da capital. Segundo o presidente da Cigás, Lino Chíxaro, nove empresas dos segmentos químico e de alimentação e um posto de combustível localizados na Avenida Torquato Tapajós serão atendidos nessa primeira etapa de extensão.
O investimento para as novas ligações chega a R$ 10 milhões e compreende a construção de mais 4,5 quilômetros de gasoduto e contratos com empresas para fornecimento de tubos de aço, válvulas, estação de medição e regulagem do GN, controle de medição de gás, tubulações para fibra ótica da rede e a empresa responsável pela fiscalização do serviço. A empresa PCCM, do Espírito Santo, vencedora da licitação, será responsável pela obra que deve ser entregue em agosto deste ano.

“Vamos atender primeiro as empresas da Torquato Tapajós porque as obras são mais simples e porque elas demandaram o gás nesse momento. Conseguimos a contratação de 100 mil metros cúbicos por dia, dos quase 500 mil que temos a disposição. Estamos avançando e vamos ao Distrito Industrial a partir do ano que vem. Completando a parte industrial, partiremos para a residencial”, afirmou Chíxaro.

Além do posto de gasolina, que passará a trabalhar com o Gás Natural Veicular (GNV), as fábricas que vão mudar a matriz energética para trabalhar com o GN são dos segmentos químico e de alimentação. A Cigás também negocia com a BR Distribuidora para levar o GNV a mais dois postos de combustível da cidade, ampliando os pontos de venda do produto.

A tabela de preços do GN para a indústria foi estabelecida em janeiro de 2010 e varia conforme a faixa de consumo. O preço do metro cúbico vai de R$ 1,21 a R$ 1,57, já incluindo impostos. A tarifa do GNV é de R$ 1,23, somando os impostos, com pagamento a vista.

Em Manaus, a rede de tubulações do gasoduto é de 42,3 quilômetros e compreende as avenidas Torquato Tapajós e Constantino Nery, além das rodovias BR-174 e da AM-010. “O Gás Natural está disponível e temos eficiência para fornecer. Hoje, metade da energia elétrica de Manaus já é gerada com o gás fornecido por nós. Não é todo ainda porque os equipamentos das empresas independentes produtoras de energia ainda precisam de conversão”, frisou o presidente da Cigás.

Fornecimento GNV reestruturado
Para aumentar o número de consumidores do GNV, a Cigás está trabalhando na reestruturação do fornecimento do produto nos postos de combustível de Manaus e fechou uma parceria com a rede Equatorial de postos de combustível para ampliação da rede de distribuição.

Conforme o presidente da Cigás, Lino Chíxaro, um posto de combustível na entrada do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes passará a comercializar o produto nos próximos meses. “É importante que os taxistas saibam que vamos trabalhar agora com postos canalizados, então não haverá mais falta de gás”, disse.



A meta da Cigás é começar a expandir a venda do GNV para toda a população, a partir de julho deste ano. Para incentivar a adesão, a companhia encaminhou para avaliação do governador Omar Aziz um projeto de concessão de incentivos fiscais e acesso a crédito, por meio da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam), para os motoristas fazerem a conversão para utilizar o produto.

“O GNV gera uma economia em torno de 40% para o proprietário do veículo. Portanto, vale a pena a conversão. Há uma despesa inicial para essa conversão em torno de R$ 5 mil. Queremos incentivar através de crédito da Afeam para que as pessoas possam comprar. Estamos trabalhando nas duas pontas”, frisou Chíxaro.

Cigás entrega detectores de gás para Corpo de Bombeiros
Nesta terça-feira (27), a Cigás entregou cinco equipamentos detectores de gás (Spygás) para o Corpo de Bombeiros do Amazonas. Os novos aparelhos vão reforçar o sistema de segurança e prevenção a acidentes com vazamento de gás e serão empregados pelos Bombeiros para atender  ocorrências.

O Spygás dispara um sinal sonoro ao constatar vazamentos de gás em faixas inferiores a 10.000 ppm (parte por milhão). A concentração de gás é indicada no visor do aparelho e ajuda a adotar medidas de segurança, como evacuação da área. O equipamento é capaz de identificar não só vazamento de gás natural, mas também de outros gases como o de cozinha (GLP).

Os equipamentos serão distribuídos nos cinco postos onde estão os dutos de GN em Manaus. “Estamos recebendo esses equipamentos que vêm conjugar esses esforços no sentido de trabalharmos melhor quando formos chamados para atender qualquer ocorrência desse tipo”, frisou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Antônio Dias.

Cada aparelho custou R$ 996. A rede de distribuição de Gás Natural em Manaus é formada pelo Posto do Bifma (BIFMA), na avenida Buriti, s/n – Distrito Industrial, zona sul; Posto do BBE (BBE ou Rodoviária), na avenida Constantino Nery, s/n – Flores, zona centro-sul; Posto do Palacete Provincial (Posto Palacete), localizado na rua José Paranaguá, s/n – Centro, zona sul; Posto da Compensa (Compensa ou 8º DIP), na avenida Brasil, s/n – Compensa I, zona oeste; Posto da Expoagro (Expoagro), localizado na Estrada Torquato Tapajós, s/n – Santa Etelvina, zona norte.


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