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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Culminância de encerramento do ano letivo da escola Ilza Nóya

O evento contou com a presença do Vice-prefeito Paulo Sérgio

As apresentações foram por ordem de série e turno (Fotos: Edy Lima)









Vice-prefeito Paulo Sérgio falou com bastante propriedade aos presentes na cerimônia


Educadores da Escola Municipal Batista Ilza Nóya Ferreira realizaram na segunda-feira (15) a Culminância de encerramento do ano letivo dos alunos da referida escola. A cerimônia deu-se início às 16h com o Hino Brasileiro e de Manicoré, sendo cantado por todos os presentes. O tema da culminância foi: Eu, você e a nossa história. Entre elas ‘Conhecer para preservar’.

O evento contou com a presença do Vice-prefeito Paulo Sérgio, Primeira Dama do Município, Nilcione Colares, Vereador Luziney Delgado, do professor Lázaro Carvalho representando a Semed, Odenilton Bezerra Diretor da Escola Batista Ilza Nóya Ferreira (EBINF), e do Gerente da Secretaria Municipal de Esporte e Laser (SEMEL) Ilder Moraes.

“Em 2015, lá para o mês de julho, sem dúvidas a escola Ilza Nóya estará entre, as escolas do município mais pontuadas no IDEB”. Disse Odenilton França.
Professor Ilder Moraes da SEMEL agradeceu a escola Ilza Nóya pela participação dos seus alunos nos jogos estudantil que foram realizados nesse ano de 2014.

O representante da SEMED professor Lázaro Carvalho falou sobre a educação no geral, ou seja; “Educar não só depende dos professores... Também é preciso que os pais tenham participação maciça na educação dos seus filhos”.

Vice-prefeito Paulo Sérgio falou com bastante propriedade aos presentes na cerimônia, sobre os assuntos que estavam em um painel de apresentação dos alunos que se referiam a vários temas importantes para o cotidiano na vida do ser humano.

Que são eles: Cada um tem sua história; Drogas; Vivendo valores para o exercício da cidadania; Esporte e disciplina; Disciplina na escola e Leitura na escola. “A droga na vida dos nossos jovens, é sem dúvidas a pior de todas. A cada dia que passa milhares de pessoas e adolescentes, entra no mundo das drogas, uma viagem que muita das vezes não tem volta. É por isso que devemos educar nossos filhos e acima de tudo orientá-los para o mundo lá fora”. As apresentações foram por ordem de série e turno.


Edy Lima DRT-AM 1823


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Escolas estaduais em Manicoré participam da ‘VIII Mostra de Painéis’.

A VIII Mostra de Gestão das Escolas Estaduais acontece


Ginásio Pedro Aguirre (Foto: Edy Lima)


A Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino – Coordenadoria Regional de Ensino de Manicoré, esta promovendo desde, o dia 3 de dezembro através das escolas estaduais a ‘VIII Mostra de Painéis’.

As escolas envolvidas na mostra de painéis são: Pestalozzi; Cônego Cunha; Dídimo Soares; Senador João Bosco; Maria Sá; Educandário; Aristeu das Neves; Pedro Aguirre e Hermenegildo de Campos.

A VIII Mostra de Gestão das Escolas Estaduais acontece até o dia 12 de dezembro e tem como meta o aprendizado e a formação intelectual e morais dos alunos dessas escolas acima citadas. O exemplo disso são os resultados alcançados no IDEB, ou seja, a Escola Estadual Dídimo Soares em 2012 obteve a nota de 3,6 e em 2013 a nota foi de 4,1.

Já os índices de qualidade da escola Dídimo Soares em 2013, foi o seguinte:
Alunos aprovados 97%; Reprovados 0%; Alunos que abandonaram a escola foram de 1% e de transferência 2%.


Edy Lima DRT-AM 1823 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Estado do Amazonas não atinge metas do Ideb

O Amazonas conseguiu nota 4,3 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nos anos iniciais do ensino fundamental, o que o deixa abaixo do índice nacional (5). No entanto, o ranking das melhores nesta etapa traz notas bem acima, inclusive, da nota brasileira, com índices que ultrapassam 7

Salas de aulas lotadas, sem espaço para brincadeiras e metodologias desenvolvidas em outras regiões são alguns dos problemas para alfabetizar as crianças
Estado não atinge metas do Ideb (Evandro Seixas - 28/mai/2012)

O Amazonas conseguiu nota 4,3 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nos anos iniciais do ensino fundamental.

Mesmo com o aumento de 0,4, assim como outros 13 estados brasileiros, o Amazonas não atingiu a meta nacional em nenhuma das séries. No ano de 2011, só nas séries iniciais (1ª a 4ª série) o Estado alcançou 4,3 pontos, faltando 0,7, para o alcance da média do Brasil, que é de 5,0.

A média do Estado vem crescendo nos últimos anos. Em 2005, a nota foi de 3,1; em 2007, 3,6; e em 2009, 3,9.
Pelos dados, o ensino médio foi o que menos cresceu se comparado ao ano de 2009. O crescimento foi de 0,2 pontos. Essa mesma média foi registrada em 2005, no caso, 3,5 pontos.

Em Manaus, a rede pública de ensino, na 4ª série, registrou o índice de 4,3, ou seja, 2% abaixo da meta (4,4). Já para a 8ª série, o crescimento  foi de 12 % acima da meta, um total de 3,6.

Apesar de Manaus dominar a lista, a escola mais bem colocada é do município de Maués.
Já na listagem das melhores públicas de 5º a 9º anos, Manaus concentra a maior parte das escolas. Há instituições, inclusive, que aparecem nas duas listas, como o Colégio da Polícia Militar e a Escola Estadual Balbina Mestrinho.


ACRITICA

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Estados da Região Norte têm baixo desempenho no IDEB

O estudo foi divulgado pelo MEC, reconhecendo que isso pode gerar um descompasso entre idade e aprendizagem e comprometer toda a vida escolar do estudante

Salas de aulas lotadas, sem espaço para brincadeiras e metodologias desenvolvidas em outras regiões são alguns dos problemas para alfabetizar as crianças
Salas de aulas lotadas, sem espaço para brincadeiras e metodologias desenvolvidas em outras regiões são alguns dos problemas para alfabetizar as crianças (Evandro Seixas - 28/mai/2012)

Da forma como está organizado o trabalho nas escolas, com salas superlotadas, falta de espaço para brincadeiras, falta de bibliotecas e metodologias elaboradas sem levar em conta as diferenças regionais, é impossível as crianças aprenderem. A afirmação é da professora doutora Arminda Mourão, diretora da Faculdade de Educação (Faced) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), ao comentar o dado de que pelo menos 15,2% das crianças brasileiras chegam aos oito anos de idade sem estar alfabetizadas.

O estudo foi divulgado pelo MEC, reconhecendo que isso pode gerar um descompasso entre idade e aprendizagem e comprometer toda a vida escolar do estudante. Para combater o problema, foi proposto o “Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa”, sugerindo medidas como capacitar e valorizar os 315 mil professores alfabetizadores do País e premiar os melhores, produzir material diversificado e adequado e avaliar a habilidade de alunos de 7 ou 8 anos na leitura, escrita e nas primeiras contas.

Estudo revelador
 
Para a doutora Arminda Mourão,  não é com pactos que se vai chegar à raiz deste problema grave. No livro que se prepara para lançar a respeito do tema, a diretora da Faced diz que o Ministério da Educação (MEC) é “surdo” a propostas sérias que podem alterar essa realidade. 
A primeira conclusão da sua pesquisa é  de que o financiamento da educação pública é insuficiente para a manutenção do ensino de qualidade. Outro problema detectado é organização do trabalho nas escolas.
“Há uma monotonia que torna impossível a criança se manter interessada no aprendizado porque as salas superlotadas e a maioria das escolas não tem lugar para brincadeiras e nem tem bibliotecas”, explicou.
Outros fatores que apontam para o fracasso das medidas anunciadas é que as políticas são elaboradas em Brasília sem ouvir os professores e sem levar em consideração as diversidades regionais. E as secretarias aceitam as imposições sem fazer qualquer questionamento. “Os pactos nacionais só servem para exibições na mídia, sem efeito prático”, diz, afirmando não acreditar em pactos federais.
“Nós sugerimos o ensino em ciclos. Vários estudos apontam para a eficiência dessa metodologia, mas o MEC não ouve o que falamos”, acrescentou a professora, citando que o lúdico é fundamental para o aprendizado das crianças nessa idade, mas sem espaços para isso, as escolas de educação infantil são tristes e num ambiente de tristeza não há condições para se ter um aprendizado adequado.

No Norte situação é mais grave
 
O levantamento revela que a Amazônia brasileira tem um dos piores indicadores do País em educação. A taxa de analfabetismo no Acre é o dobro da brasileira, contabilizando quase 17 iletrados no universo de cem pessoas. Segundo a análise, todos os Estados da região  encontram-se abaixo da nota média do País no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), da primeira etapa do ensino fundamental (da 1ª a 4ª série).
Em Matemática, de cada cem estudantes da 8ª série na região Norte, menos de dez têm desempenho adequado (14,8 na média nacional). Já a Língua Portuguesa é dominada bem por menos de 15% dos alunos, quase metade da média nacional, que é de 26,3%.

Taxa de analfabetismo é de 7%
 
Na Região Norte, segundo o IBGE, a taxa de analfabetismo é de 7% em pessoas com idade entre 10 a 14 anos e 11,2 em pessoas com 15 anos ou mais. No Amazonas, é de 8,2% em pessoas com idade de 10 a 14 anos e 9,9% em pessoas com 15 anos ou mais.
Sem assegurar a alfabetização na idade certa, o Brasil não conseguirá evoluir nas outras etapas do ensino, dizem os responsáveis pelo Movimento Todos pela Educação. Eles afirmam que colocar o foco na alfabetização organiza o trabalho de todo mundo. O movimento critica ainda a existência de muitos planos no Ministério da Educação, mas poucos saem do gabinete e são realizados com excelência.
10% dos recursos do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação pública é a reivindicação dos educadores brasileiros. A proposta deve ser incluída no Plano Nacional de Educação (PNE) em votação no Congresso, mas o Governo Federal poderá  vetá-la.

ANA CELIA OSSAME