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sábado, 28 de março de 2015

Filósofo Renato Janine Ribeiro é o novo ministro da Educação

Ribeiro é formado em filosofia pela USP, tem mestrado pela Universidade de Sorbonne (França), doutorado pela USP e pós-doutorado pela British Library


A posse do novo ministro vai ocorrer em 6 de abril, segundo a Presidência(Reprodução/Internet)



O filósofo Renato Janine Ribeiro é o novo ministro da Educação, informou a Presidência da República nesta sexta-feira (27). Professor de ética e filosofia política na Universidade de São Paulo (USP), Ribeiro substituirá o ex-governador do Ceará Cid Gomes, que deixou o governo após um bate-boca com deputados no plenário da Câmara.

A posse do novo ministro vai ocorrer em 6 de abril, segundo a Presidência. Ribeiro é formado em filosofia pela USP, tem mestrado pela Universidade de Sorbonne (França), doutorado pela USP e pós-doutorado pela British Library.
O novo ministro da Educação, área apontada como prioritária pela presidente Dilma Rousseff em seu segundo mandato, tem ainda 18 livros publicados além de vários ensaios e artigos em publicações científicas.
REUTERS


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Marina Silva declara apoio à candidatura de Aécio Neves

Entre os pontos acordados entre os candidatos, está o compromisso com a reforma agrária, o fim da reeleição e a elaboração de um projeto de lei que transforme o Bolsa Família em política de Estado

Depois de suspense, Maria anunciou apoio a Aécio neste domingo (12)(Reprodução/Internet)



Derrotada no primeiro turno das eleições presidenciais, Marina Silva (PSB) anunciou domingo (12) apoio ao candidato do PSDB, Aécio Neves. Segundo Marina, a posição foi decida após o tucano assinar uma carta se comprometendo com uma série de pontos considerados vitais pela sua coligação. “Entendo esse documento como uma carta compromisso com os brasileiros, com a nação. Rejeito qualquer interpretação que seja dirigida a mim em busca de apoio”, disse sobre o documento que foi entregue por Aécio neste sábado (11), no Recife.

Entre os pontos acordados está o compromisso com a reforma agrária, o fim da reeleição e a elaboração de um projeto de lei que transforme o Bolsa Família em política de Estado. “Compromissos avançados com a educação, assumindo a educação em tempo integral, que Eduardo Campos tanto se esforçava para mostrar que fez a diferença na qualidade do ensino em Pernambuco”, acrescentou, durante o pronunciamento sobre os termos do documento.
Também faz parte do compromisso assinado pelo tucano uma série de pautas sócioambientais, como o fim do desmatamento e a manutenção da prerrogativa do Executivo na demarcação de terras indígenas. “Inédita determinação de preparar o país para as mudanças climáticas e fazer a transição para uma economia de baixo carbono, assumindo protagonismo global nessa área”, elogiou a ex-ministra do Meio Ambiente.
Marina ressaltou que sua decisão foi tomada após todos os partidos de sua base de apoio manifestarem as posições, em sua maioria, favoráveis a Aécio Neves. “A minha posição neste momento tem um lastro daqueles que me empoderaram para liderar a campanha política no primeiro turno. E respaldada por esse lastro, após conversar com muitas pessoas, refleti sobre o momento importante que o nosso país está vivendo”.

Sobre a campanha, a ex-senadora voltou a reclamar do tom das críticas recebidas no primeiro turno. “Não podemos mais continuar apostando no ódio, na calúnia, na desconstrução de pessoas e propostas apenas pela disputa de poder que divide o Brasil”, destacou.
AGÊNCIA BRASIL

terça-feira, 23 de setembro de 2014

‘Serei a primeira mulher negra eleita presidente’, diz Marina Silva em visita a Manaus

Segunda colocada na corrida presidencial, a candidata do PSB reafirma, em Manaus, que dará ‘a outra face’ em referência aos ataques dos adversários e que não acabará com programas sociais, como o do Bolsa Família


Ex-senadora Marina Silva participou de um ato público sobre mudanças climáticas no Museu da Amazônia e de comício no bairro Alvorada, Zona Oeste (Evandro Seixas)


Depois de ver a candidata do PT à reeleição para o Planalto, Dilma Rousseff, abrir sete pontos de vantagem, e virar o principal alvo de ataques das campanhas presidenciais nas últimas semanas, Marina Silva (PSB) disparou ontem contra o “marketing selvagem” praticado contra ela e disse que não vai revidar aos ataques dos adversários. A presidenciável afirmou que trabalha “a ideia da outra face”.

Em sua passagem pela capital do Amazonas ontem, Marina também declarou que será “a primeira mulher negra eleita presidente da República”, enquanto foi ovacionada por militantes do PSB no Amazonas e ambientalistas, no ato público pela “Responsabilidade no Enfrentamento das Mudanças Climáticas”, no Museu da Amazônia, localizado na avenida Margarita, no bairro Cidade de Deus, Zona Norte. À noite, a candidata fez comício no bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste.
Durante a semana, Marina dedicou o horário eleitoral na TV afirmando que não acabará com o Bolsa Família. “Não há nada de contra-ataque. Nós estamos trabalhando a ideia da outra face. Eu tenho sido muito agredida. (Dizem) que vou acabar com o Bolsa Família, com o Minha Casa Minha Vida, com o Mais Médicos, a exploração do Pré-sal, a Transnordestina, a transposição (do rio) São Francisco”, disse a ex-senadora.
A candidata do PSB afirmou que espalhar boatos de que ela quer acabar com o FGTS e com o 13º salário é querer subestimar a inteligência da sociedade. “Eu chamo do marketing selvagem, para o qual não existe argumento e para o qual só tem um remédio: o discernimento. E nós decidimos que vamos oferecer a outra face em tudo”, acrescentou.
“Não vamos retrucar na mesma moeda. Jamais vamos fazer com a presidente Dilma e com o Aécio o que eles estão fazendo conosco. Vamos, tão somente, ser coerentes com o termo de referência que colocamos: manter as conquistas, aperfeiçoá-las, corrigir os erros para não ser complacentes e encarar os novos desafios”, disse.
Ela disse que quer fazer o debate e “não o embate”. “Tratar de propostas e não, simplesmente, ficar tentando destruir a candidatura dos adversários. Eu repito várias vezes, nosso objetivo não é destruir a Dilma e o PT. Nosso objetivo não é destruir o PSDB e o governador Aécio. Nosso objetivo é, tão somente, constituir um novo padrão para política e um novo padrão para o nosso modelo de desenvolvimento”, afirmou.
No comício, Marina, que é evangélica, rebateu as críticas de que se eleita irá deixar a religião interferir nas suas decisões como presidente. Defendeu o Estado laico e lembrou que essa é uma luta das religiões protestantes.
BR-319 e alternativas à ZFM
A presidenciável, que no Amazonas carrega o estigma de ter sido a ministra que “brecou a construção da BR 319”, voltou a repetir ontem que a estrada ainda não provou ser viável.
Marina disse que enquanto foi ministra do Meio Ambiente não abriu mão da prova de que grandes obras como a transposição do Rio São Francisco eram viáveis. “Não abrimos mão de nenhum desses requisitos”, disse. “A BR 319, até hoje, não provou sua viabilidade econômica, social e ambiental. Qualquer empreendimento, para ser feito, precisa dessa comprovação”, completou.
Marina afirmou que a Zona Franca de Manaus é importante nos três aspectos do desenvolvimento. “É preciso que se tenha e que se continue com a Zona Franca. Mas é preciso que se busquem alternativas para que o Amazonas não seja o ‘samba de uma nota só’. É possível ter várias notas musicais no desenvolvimento sustentável”.
Luciano Falbo
 

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Tony Medeiros defende derrubada do veto que impede criação de novos municípios

O deputado deu como exemplo de Santo Antônio do Matupi, que fica no Sul do Amazonas


“O prefeito não consegue dar conta da sede do município e ainda tem que atuar em Matupi (Foto: Internet)

 


Defensor da emancipação dos municípios, o deputado estadual Tony Medeiros (PSL), em pronunciamento no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), disse que mais de 12 mil pessoas confirmaram presença nesta terça-feira (18), em Brasília, mobilizados pela derrubada do veto da Lei Complementar 416, que trata da criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de municípios.

Tony Medeiros disse que no Estado do Amazonas mais de 30 localidades buscam sua emancipação. Algumas, segundo ele, estão a 500 quilômetros da sede do município, sem acesso por estradas e rios, vivendo em total abandono. “Por isso, faço parte dessa mobilização nacional de derrubada do veto da Presidência da República”, disse, ressaltando que, como presidente da Comissão de Assuntos Municipais da Aleam, assumiu essa luta, lamentando não poder estar em Brasília neste dia.

Tony destacou que tem faixas no Senado dizendo: “Senhores, ou derrubamos o veto, ou nós derrubaremos vocês”. De acordo com o deputado o Partido dos Trabalhadores anuncia em nível nacional uma proposta alternativa para disciplinar a criação de novos municípios; o  PMDB também se manifesta totalmente a favor da derrubada do veto.

Quanto à justificativa da presidente Dilma Rousseff, quanto ao veto, por causa de impactos negativos na economia, o deputado disse que não se justifica porque o próprio Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicada (Ipea) diz que com a aprovação da lei pelo menos 363 novos municípios podem ser criados no país, o que geraria uma redistribuição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Segundo Tony, a lei está pronta, tramitou na Câmara Federal e no Senado, inclusive foi articulado antes, acertado com o próprio governo. “Por uma questão que não se consegue compreender, numa articulação do governo Dilma, é vetado o Projeto de Lei Complementar”, menciona o deputado, destacando que se a lei fosse aplicada hoje na criação dos municípios o próprio Brasil, que já tem 2.508 municípios criados, não se enquadraria na regra atual.

Santo Antônio

O deputado deu como exemplo de Santo Antônio do Matupi, que fica no Sul do Amazonas, a mais de 300 quilômetros de distância de Manicoré (a 332 quilômetros de Manaus), com mais de 10 mil habitantes, que necessita dessa emancipação. “O prefeito não consegue dar conta da sede do município e ainda tem que atuar em Matupi e tantas outras localidades que buscam sua emancipação”, disse, ressaltando que considera ser incompreensível o veto de um projeto tão importante.




Com Informação da Assessoria

sábado, 2 de março de 2013

Eventos em Homenagem ao Dia Internacional da Mulher

Durante grande parte da História do Brasil, foi negado os direitos políticos de votar e ser votada às mulheres

Há 81 anos da conquista do direito ao voto feminino no Brasil(Divulgação S1Notícas)

 

Há 81 anos da conquista do direito ao voto feminino no Brasil, no mandato da primeira mulher eleita à Presidência da República, as mulheres resistem com bravura e tenacidade ao preconceito, aos obstáculos, ao tempo, enfim, pelo direito democrático de igualdade de gênero e representação na política, e são homenageadas em Sessão Especial promovida pela deputada estadual Conceição Sampaio (PP), na próxima sexta-feira (15) , por ocasião do Dia Internacional da Mulher, comemorado dia 8 de março, por meio da Comissão da Mulher, das Famílias e do Idoso da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM).

Beth Azize, Sadie Hauache, Eunice Michiles, Alzira Ewerton, Suely Lopes e Vera Edwards, são pioneiras na política do Amazonas e homenageadas nesta Sessão Especial, às 10h, no Plenário Ruy Araújo.

As mulheres são maioria em população, em eleitorado, e buscam mais vagas nos poderes executivo e legislativo dos municípios e Estados brasileiros. “Ainda temos um grande caminho a percorrer para conquistarmos essa igualdade e lugar na política, e temos nos esforçado muito para nos manter unidas e atuantes”, declarou Conceição Sampaio.

História

Durante grande parte da História do Brasil, foi negado os direitos políticos de votar e ser votada às mulheres. Somente em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas, as mulheres conquistaram o direito do voto e de se candidatar a cargos políticos.

Nas eleições de 1933, a doutora Carlota Pereira de Queirós foi eleita, tornando-se a primeira mulher deputada federal brasileira. Em 1979, Eunice Michiles tornou-se a primeira senadora do Brasil pelo Amazonas.

Esther de Figueiredo Ferraz foi a primeira ministra, em 1982, na pasta da Educação e Cultura. Em 1989, Maria Pio de Abreu (PN) foi a primeira candidata à presidência da República. Roseana Sarney tornou-se a primeira governadora brasileira em 1995.

E em 31 de outubro de 2010, Dilma Rousseff (PT)  venceu as eleições presidenciais no segundo turno, tornando-se a primeira mulher presidente da República no Brasil.

De acordo com dados do IBGE, o Brasil passou a ter quase 5 milhões de mulheres a mais do que homens em dez anos (Censo Demográfico 2010). De uma população de 195,2 milhões de habitantes, 100,5 milhões – ou 51,5% - são mulheres e 94,7 milhões são homens – 48,5% do total.

Em março de 2012, dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontaram que as mulheres representavam 52% do eleitorado brasileiro.


Com informação da Assessoria