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quarta-feira, 9 de julho de 2014

MORADIA E BEM ESTAR SOCIAL


APRESENTAÇÃO


SITEMA DE CONSTRUÇÃO DE CASAS MORADIA- RESIDENCIAL RURAL EM AREA DE VARZEA.
(Divulgação: de Lana)

Adamario de Lana mora em Manicoré e trabalha na SEMAPA órgão pertencente ao município de Manicoré. Quanto a sua proposta através do seu projeto “Moradia e Bem Estar Social”, Adamario de Lana já enviou para o governador do estado do Amazonas, José Melo, para o prefeito da Capital de Manaus Artur Virgílio, Presidenta Dilma Rousseff, para Câmara Municipal de Manicoré, prefeito do município de Manicoré Lúcio Flávio e vice-prefeito de Manicoré Paulo Sérgio.  Podendo assim em breve enviar mais propostas a quem possa interessar. 
Amazônia, o verde do planeta, orgulho dos brasileiros e satisfação dos amazonidas, com mais de 40% do território nacional. Coberto pela maior floresta do mundo, clima quente e úmido, o que favorecem grandes volumes de pluviosidades. Nos meses de dezembro a junho período em que os Rios transbordam, a exemplo do Madeira, alagando as margens, e inundando propriedades, casas, plantações, pastagens e por consequência, perda de animais.


No século 20, foram registrados duas grandes enchentes (1954 e 1997), com intervalo de 43 anos uma da outra. Agora no século 21, no ano em curso, após 17 anos do ultimo registro, ocorre à maior de todos os tempos, passando a ser noticiário Nacional e Internacional, como a maior catástrofe natural na região. Fazendo com que os residentes das áreas de várzeas sofram muito com essas enchentes, necessitando mudar para cidade, deixando suas residências e passando a viver abrigos públicos (ginásios, igrejas, escolas e tendas montadas pela defesa civil) e casas de parentes.

PERMANÊNCIA DA FAMÍLIA NO IMÓVEL DURANTE A ENCHENTE, EM CASA DE DOIS PISOS JÁ EXISTENTES NAS MARGENS DOS RIOS COM CONFORTO RELATIVAMENTE BOM (Foto: Adamario de Lana)


Aqueles que insistem em ficar nas suas casas, correndo o risco de ser atacado por animais peçonhentos, tenta salvar um pouco dos seus pertences, vivendo com a família em situação aventurada, deprimente e desumana (HUMILHADO!). Construindo marombas dentro de casa, diminuindo o espaço para família, um verdadeiro transtorno para conglomeração, principalmente para as crianças e idosos que dependem de cuidados especiais.

O modelo de casa residencial com dois pisos, construída com madeira de lei, devidamente legalizada, pode sem dúvida reduzir muito as dificuldades que nossos irmãos ribeirinhos enfrentam. O padrão não é novidade, pois, já existem dezenas as margens do Rio Madeira, conforme fotos demonstrativas. Aliás, um grande exemplo, pois famílias que vivem em casas de dois pisos permanecem mesmo enfrentando todas as dificuldades das grandes cheias.

O projeto padrão de casas de dois pisos, que apresentamos, trás embasamento característico, na adequação de áreas de várzeas, para resistir impactos nas grandes enchentes, com suas bases bem fixadas ao solo (esteios de qualidades e resistente), com certeza, uma obra que trará muita segurança e conforto aos nossos irmãos ruralistas. 

AUSÊNCIA DA FAMÍLIA DURANTE A ENCHENTE EM CASA DE UM PISO, UM DESCONFORTO SOCIAL QUE PODE SER EVITADO COM CONSTRUÇÃO DE CASA DE DOIS PISOS CONFORME O NOVO MODELO APRESENTADO  (Foto: Adamario de lana)


O modelo é composto de casa com proporção regular para família de até oito (8) pessoas. Sendo que o primeiro piso será de 36m2, o segundo 49m2, no piso superior, incluirá uma área-varanda de um metro de largura em torno de toda extensão da casa, para comodidade da família e conservação de sementes e mudas em caso de futuras grandes enchentes. Pois, a altura do solo para o assoalho será de 1m. E, toda a altura do imóvel, conterá 6m. A madeira a ser utilizada para construção poderá ser retirada na própria comunidade, ou adjacente, gerando emprego e renda para os comunitários, podem ainda ser adquirida nas madeireiras da região.

O telhado poderá ser de telha galvanizada ou alumínio. O imóvel pode ser adquirido com recursos próprio ou financiado através dos programas de moradia dos Agentes financeiros, Bancos estatais (estadual e federal) ou Agentes financeiros privados, até mesmo em parceria, com organizações não governamentais. Dito posto, apesar dos desastres naturais subscritos tem-se a garantir do direito de todos em viver com qualidade de vida, na certeza novas conquistas e novos horizontes.

AMAZÔNIA/BRASIL, MAIO DE 2014
Idealização e Proteção: Adamario de Lana.
Rua Capitão Antônio Franco dos Reis N 849 – Auxiliadora
Telefone e E-mail (97) 9175 – 9571/ adamariodelana@hotmail.com
Revisão de texto: Radialista Edy Lima DRT/AM 1823
Participação Técnica: Mizael França da Silva, Suamy Braga de Melo e Rodolfo Torres de Albuquerque.
Participação Técnica: Mizael França da Silva, Suamy Braga de Melo e Rodolfo Torres de Albuquerque.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

PMDB confirma aliança com PT na eleição para Presidência da República

Tem também a questão da segurança pública

Dilma Rousseff, ao agradecer a votação pela permanência da aliança (Foto: Blog do Castelo)



Em convenção nacional ocorrida nesta terça-feira (10), em Brasília, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) confirmou a participação do vice-presidente Michel Temer novamente na chapa com a presidenta Dilma Rousseff (PT) em busca da reeleição, este ano. A aliança nacional PT-PMDB foi confirmada por 69,7% dos votos de 673 delegados presentes no evento, que contou com a presença de Dilma.

Participante da convenção, o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB/AM) explicou que o partido escolheu a manutenção da aliança com o PT para “continuar fazendo a transformação positiva que o país vem sofrendo”.

“A aliança é para que nós possamos avançar mais, possamos melhorar ainda mais a infraestrutura neste país, a política de educação e a política pública de saúde. Tem também a questão da segurança pública, que nós precisamos avançar e o PMDB tem um papel, sem nenhuma dúvida, importante e marcante nessa caminhada”, ressaltou.

Também presidente de honra do PMDB, Michel Temer destacou que o partido ajudou a construir e executar as políticas do governo que ajudaram o Brasil a melhorar seus índices sociais e econômicos.

“O PMDB é esta força extraordinária que garantiu a grande evolução social deste país. Por isso estamos nos habilitando a fazer esta parceria”, disse o vice-presidente.
Dilma Rousseff, ao agradecer a votação pela permanência da aliança PT-PMDB, elogiou a parceria com Michel Temer.

“Temer articulou consensos em todas as circunstâncias. Ele ajudou muito a mim e quero agradecer essa valiosa companhia que tive no governo nesses anos”, frisou.

Delegados amazonenses

Do Amazonas, além de Braga também participaram da convenção os deputados estaduais Marcos Rotta e Berlamino Lins, o vereador Marcel Alexandre, o ex-deputado federal Lupércio Ramos, além de membros da executiva regional.

 
Assessoria de Imprensa


sexta-feira, 6 de junho de 2014

Câmara Federal aprova projeto que regulamenta criação de municípios

Para evitar um novo veto, a proposta inova ao ampliar os critérios

 A esperança de Santo Antonio do Matupi possa ser totalmente independente se renova mais uma vez (Foto: Intenete)



A Câmara dos Deputados aprovou na noite da última quarta-feira (04) um novo projeto que regulamenta a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de municípios, proposta semelhante à que foi vetada integralmente pela presidente Dilma Rousseff no ano passado.


Para evitar um novo veto, a proposta inova ao ampliar os critérios para a criação de municípios, estabelecendo a exigência de estudo de viabilidade, e consulta prévia por meio de plebiscito, entre outros.



Ao publicar o veto ao projeto anterior, o Planalto justificou que "o crescimento de despesas não será acompanhado por receitas equivalentes, o que impactará negativamente a sustentabilidade fiscal e a estabilidade macroeconômica".



O texto aprovado pelos deputados na última quarta-feira eleva, por exemplo, a quantia mínima de habitantes para a criação de municípios em relação à proposta vetada, exigência que pode evitar o nascimento indiscriminado de municípios.



Ao orientar o voto para integrantes da base aliada, o líder do governo na Casa, deputado Henrique Fontana (PT-RS), disse ter segurança de que o texto aprovado traz “garantia de viabilidade” a novos municípios.



“Posso de forma segura encaminhar o voto ‘sim’. Porque esse voto sim significa a criação de municípios com responsabilidade”, disse durante a votação em plenário.
O projeto facilita ainda as condições para fusão e incorporação de municípios, como por exemplo a manutenção da receita de unidades que se integrarem a outros municípios por 12 anos, além de um período de transição a partir do décimo terceiro ano para que o novo município adapte-se às novas condições.



Agora, a proposta volta para o Senado, uma vez que foi alterada pelos deputados durante a sua tramitação na Câmara.





Portal Terra



quarta-feira, 30 de abril de 2014

Dilma cai, Aécio avança e eleição caminha para 2º turno, segundo novo levantamento

Pesquisa CNT, que também avaliou as expectativas dos brasileiros, monta novo panorama para as eleições presidenciais deste ano

Vantagem da presidente sobre os outros principais candidatos teve a sua maior queda registrada até agora, e já não garante a reeleição ao PT (Reprodução)

A avaliação do governo Dilma Rousseff e sua aprovação pessoal mantiveram a trajetória de queda em abril e a presidente perdeu terreno na disputa eleitoral, enquanto o senador Aécio Neves (PSDB) ganhou fôlego, mostrou pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira (29).

As intenções de voto de Dilma caíram para 37,0 por cento, ante 43,7 por cento em fevereiro, e Aécio subiu para 21,6 por cento (ante 17,0 por cento). O terceiro colocado na disputa, Eduardo Campos (PSB), avançou para 11,8 por cento (9,9 por cento), mas dentro da margem de erro da pesquisa, de 2,2 pontos percentuais.

Esse cenário, segundo o diretor-executivo da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), Bruno Batista, deixa aberta a possibilidade de segundo turno, já que a diferença entre a intenção de votos de Dilma e a soma dos dois principais adversários fica dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
"Houve uma queda geral da avaliação do governo, por problemas levantados. E a grande inovação dos dados foi que eles mostraram pela primeira vez uma arrancada mais forte da oposição. Houve migração de votos da Dilma principalmente para os dois candidatos de oposição, Aécio Neves e Eduardo Campos", avaliou Batista.
No levantamento espontâneo, quando o nome dos candidatos não é mencionado, Dilma oscilou para baixo a 20,5 por cento (21,3 por cento), enquanto Aécio subiu para 9,3 por cento (5,6 por cento). Campos também subiu no levantamento espontâneo para 3,6 por cento (1,6 por cento).
E Dilma tem a maior rejeição entre os três principais candidatos, com 43,1 por cento afirmando que não votariam nela de modo algum. Para Aécio esse percentual foi de 32,4 por cento e para Campos, 29,9 por cento. A rejeição à petista era de 37,3 por cento em fevereiro.
"A rejeição dela superou a barreira dos 40 por cento, que historicamente é um limite para eleição", analisou Bruno. "De toda forma, é importante destacar que ainda há tempo para o governo tomar medidas que consigam minimizar esse impacto. É difícil afirmar agora que esse limite de votos seja definitivo até o final."
Para Bruno, "está se formando um cenário de tempestade perfeita".
Num eventual segundo turno entre Dilma e Aécio, a presidente ainda venceria, mas por uma margem bem menor que a mostrada em fevereiro: 39,2 a 29,3 por cento (46,6 a 23,4 por cento).
Contra Campos, o cenário é um pouco mais confortável num possível segundo turno. Dilma o venceria por 41,3 por cento a 24 por cento. Essa diferença também foi maior em fevereiro (48,6 a 18 por cento)
O presidente do DEM, senador José Agripino (RN), atribuiu a queda de Dilma nas pesquisas à "volta da inflação, à corrupção endêmica, promessas feitas e não cumpridas, como a questão da energia elétrica". Para ele, "tudo isso é percebido".
"As pessoas se desencantam com o governo e começam a mudar a sua preferência, e olhe que ainda não estamos em campanha", acrescentou.
O líder do governo no Congresso, senador José Pimentel (PT-CE), tentou minimizar o resultado da pesquisa. "Todos os candidatos à Presidência da República para reeleição entre maio e junho tiveram baixo desempenho", argumentou. "É uma característica do desempenho eleitoral na pré-campanha", afirmou.
Aumenta desaprovação do governo
De acordo com o levantamento do instituto MDA, encomendado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), 32,9 por cento dos entrevistados têm uma avaliação positiva do governo Dilma, ante 36,4 por cento em fevereiro, 35,9 por cento veem o governo como regular (37,9 por cento na sondagem anterior) e 30,6 por cento avaliam negativamente (24,8 por cento).
Em todas as cinco áreas em que a pesquisa questiona a expectativa sobre os próximos seis meses (emprego, renda, saúde, educação e segurança pública) houve aumento do pessimismo.
Para 79,1 por cento dos entrevistados o custo de vida aumentou nos últimos seis meses. Para 44,3 por cento, a economia não vai crescer ou irá até se retrair neste ano. E para 72,8 por cento a inflação aumentará neste ano.
A aprovação pessoal de Dilma teve forte queda para 47,9 por cento, ante 55 por cento, enquanto a desaprovação subiu para 46,1 por cento, ante 41 por cento.
A pesquisa mostrou também que 39,5 por cento querem que o próximo governo mude completamente a forma de governar, ante 37,2 por cento em fevereiro. Nesse item, outros 29,2 por cento querem mudanças na maioria das ações do governo. Para 28,1 por cento, o próximo governo tem que continuar com a maioria ou totalidade das ações atuais. Esse percentual era de 35,2 por cento em fevereiro.
A imagem de boa gestora, principal arma de Dilma para vencer as eleições em 2010, também parece estar à deriva. Questionados sobre a capacidade da petista para gerir o governo, 30,6 por cento disseram que ela não é uma boa gestora. Outros 44,8 por cento disseram que ela é apenas regular, às vezes acerta e às vezes erra. Para 22,3 por cento, a presidente é boa gerente.
Petrobras
Outro tema abordado pela sondagem foi a compra pela Petrobras PETR4.SA da refinaria em Pasadena (EUA). Sobre o total de entrevistados, 33,4 por cento consideram que Dilma, que era presidente do Conselho da estatal na ocasião, tem responsabilidade pela compra.
Mas apenas 50,2 por cento dos entrevistados disseram conhecer o assunto. Nesse grupo, 66,5 por cento consideram que a presidente tem responsabilidade pela compra da refinaria.
No grupo dos que estão informados sobre o tema, 80,5 por cento acreditam que houve irregularidades no negócio e 91,4 por cento apoiam a criação de uma CPI para investigar a Petrobras. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) deve ser instalada no Senado nas próximas semanas, depois que as tentativas do governo para evitar a investigação política naufragaram.
Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 24 Unidades da Federação, entre os dias 20 e 25 de abril.

(Reportagem adicional de Maria Carolina Marcello)

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Tony Medeiros defende derrubada do veto que impede criação de novos municípios

O deputado deu como exemplo de Santo Antônio do Matupi, que fica no Sul do Amazonas


“O prefeito não consegue dar conta da sede do município e ainda tem que atuar em Matupi (Foto: Internet)

 


Defensor da emancipação dos municípios, o deputado estadual Tony Medeiros (PSL), em pronunciamento no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), disse que mais de 12 mil pessoas confirmaram presença nesta terça-feira (18), em Brasília, mobilizados pela derrubada do veto da Lei Complementar 416, que trata da criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de municípios.

Tony Medeiros disse que no Estado do Amazonas mais de 30 localidades buscam sua emancipação. Algumas, segundo ele, estão a 500 quilômetros da sede do município, sem acesso por estradas e rios, vivendo em total abandono. “Por isso, faço parte dessa mobilização nacional de derrubada do veto da Presidência da República”, disse, ressaltando que, como presidente da Comissão de Assuntos Municipais da Aleam, assumiu essa luta, lamentando não poder estar em Brasília neste dia.

Tony destacou que tem faixas no Senado dizendo: “Senhores, ou derrubamos o veto, ou nós derrubaremos vocês”. De acordo com o deputado o Partido dos Trabalhadores anuncia em nível nacional uma proposta alternativa para disciplinar a criação de novos municípios; o  PMDB também se manifesta totalmente a favor da derrubada do veto.

Quanto à justificativa da presidente Dilma Rousseff, quanto ao veto, por causa de impactos negativos na economia, o deputado disse que não se justifica porque o próprio Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicada (Ipea) diz que com a aprovação da lei pelo menos 363 novos municípios podem ser criados no país, o que geraria uma redistribuição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Segundo Tony, a lei está pronta, tramitou na Câmara Federal e no Senado, inclusive foi articulado antes, acertado com o próprio governo. “Por uma questão que não se consegue compreender, numa articulação do governo Dilma, é vetado o Projeto de Lei Complementar”, menciona o deputado, destacando que se a lei fosse aplicada hoje na criação dos municípios o próprio Brasil, que já tem 2.508 municípios criados, não se enquadraria na regra atual.

Santo Antônio

O deputado deu como exemplo de Santo Antônio do Matupi, que fica no Sul do Amazonas, a mais de 300 quilômetros de distância de Manicoré (a 332 quilômetros de Manaus), com mais de 10 mil habitantes, que necessita dessa emancipação. “O prefeito não consegue dar conta da sede do município e ainda tem que atuar em Matupi e tantas outras localidades que buscam sua emancipação”, disse, ressaltando que considera ser incompreensível o veto de um projeto tão importante.




Com Informação da Assessoria

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Dilma diz a Braga que torce pela união da base no Amazonas

Na conversa de quase duas horas, além de trataram de projetos a serem votados 

A presidenta se mostrou muito entusiasmada com a possibilidade de união (Foto: Roberto Stuckert Filho) 




O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB/AM), se reuniu nesta quinta-feira (30) com a presidenta Dilma Rousseff. Na conversa de quase duas horas, além de trataram de projetos a serem votados pelos senadores na volta do recesso parlamentar, na próxima semana, Braga informou à presidenta sobre os desdobramentos em relação ao anúncio da pré-candidatura ao governo do Amazonas, divulgada pelo parlamentar na última semana em Manaus, e sobre as negociações em torno de uma aliança entre os partidos que compõem a base aliada.

“A presidenta se mostrou muito entusiasmada com a possibilidade de união dos partidos da base do governo no Amazonas e com as negociações que estão ocorrendo no estado”, disse o senador.

Ele também explicou que recebeu a informação de que Dilma Rousseff não pretende mudar a liderança do governo na Casa.

“Ela me disse que quer que fique e que não está prevista troca de líderes no Senado”, resumiu.



Com Informações da Assessoria

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Salário mínimo de R$ 724 entra em vigor nesta quarta-feira

O aumento do salário mínimo está previsto na Lei Orçamentária Anual de 2014, e foi aprovado pelo Congresso na semana anterior à do Natal



Aumento entra em vigor nesta quarta (Arquivo A Crítica)



O novo salário mínimo de R$ 724 passa a vigorar amanhã (1°). O valor é 6,78% superior aos R$ 678 atuais. O percentual está acima da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo que, segundo a projeção mais recente do boletim Focus, divulgada no início da semana passada pelo Banco Central, deve fechar o ano em 5,72%.

O aumento do salário mínimo está previsto na Lei Orçamentária Anual de 2014, e foi aprovado pelo Congresso na semana anterior à do Natal. No dia 23 de dezembro, a presidenta Dilma Rousseff assinou o decreto com o reajuste e confirmou o novo valor em sua conta no Twitter.
Segundo informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o mínimo injetará R$ 28,4 bilhões na economia em 2014. De acordo com cálculos da entidade, o novo valor permite a compra de 2,23 cestas básicas. Trata-se da maior relação de poder de compra desde 1979.
O salário mínimo passou a vigorar no Brasil em 1º de maio de 1940, durante o governo Getúlio Vargas. A Constituição Federal estabelece que o valor deveria ser suficiente para suprir as necessidades básicas do trabalhador e de sua família: alimentação, moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e Previdência Social.

Jornal a Crítica


segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Fraxe critica falta de providencias do Governo Federal para encontrar desaparecidos em reserva indígena

A falta de vontade política da presidente Dilma para resolver várias questões da nossa região é de uma crueldade 


A falta de vontade política da presidente Dilma para resolver várias questões da nossa região (Reprodução Internet)


O deputado estadual Abdala Fraxe (PTN), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), criticou a ineficiência do Governo Federal em tomar providências para encontrar os três homens desaparecidos há 11 dias, no município de Humaitá (a 590 quilômetros de Manaus). Eles foram vistos a última vez na BR-320 (Transamazônica), dentro da reserva indígena Tenharim. 

O parlamentar afirmou que a presidente Dilma Rousseff (PT) precisa imediatamente tomar medidas para solucionar os problemas na rodovia, onde os indígenas cobram pedágio para quem passa pelo local. "Os três brasileiros que estão desaparecidos precisam aparecer. A estrada tem que ser desbloqueada. Esse pedágio cobrado pelos indígenas é um verdadeiro escárnio ao direito de ir e vir do povo brasileiro", ressaltou.

Fraxe citou, ainda, os pedágios cobrados nas reservas Roosevelt, em Rondônia, e Waimiri Atroari, entre o Amazonas e Roraima. "Os direitos dos povos indígenas estão mais que assegurados, porém esses abusos precisam ser veemente combatidos.

A falta de vontade política da presidente Dilma para resolver várias questões da nossa região é de uma crueldade sem tamanho", completou, ao convocar instituições como Fundação Nacional do Índio (Funai), Instituto Chico Mendes, Terra Legal e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para se pronunciarem sobre o assunto.

Trio desaparecido

Os três homens desaparecidos são Aldeney Ribeiro Salvador, funcionário da Eletrobras Amazonas Energia, Stef Pinheiro de Souza, professor da rede municipal, e Luciano da Conceição Ferreira Freire, representante comercial. Eles teriam saído, no último dia 16, de Humaitá em um veículo preto, com destino a Manicoré (a 332 quilômetros de Manaus). 

Devido a falta de notícias sobre os desaparecidos, familiares e a população de Humaitá tem feito, nos últimos dias, uma série de protestos, inclusive com a queima de veículos da Funai, pois a família acredita que os homens podem ter sido vítimas de ações dos indígenas da reserva. A Polícia Federal do Amazonas investiga o caso.



Com Informações da Assessoria



sábado, 9 de novembro de 2013

Ramos elogia atuação de políticos do Estado e acusa governo de Dilma de descompromisso com Amazonas

Ao mesmo tempo, o parlamentar descarregou sua frustração no líder do governo na Câmara


Ressaltando que a ZFM é um paraíso fiscal para quem arrecada(Foto: Acrítica.uol)


A pesar  da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 506/10, que Prorroga a Zona Franca de Manaus por mais 50 anos não ter sido votada, conforme estava previsto na quarta-feira (30), o deputado estadual Marcelo Ramos (PSB), em seu discurso da última quinta-feira (31), no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), reconheceu o esforço do prefeito de Manaus Artur Virgílio Neto (PSDB), do governador do Estado, Omar Aziz (PSD), e dos deputados e senadores da bancada federal pelo Amazonas.

Ao mesmo tempo, o parlamentar descarregou sua frustração no líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP) e no deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), por ter apresentado de forma inexplicável e estranha uma emenda ao texto que prorroga os incentivos fiscais da ZFM para até 2073, solicitando a prorrogação da Lei de Informática para São Paulo por mais dez anos.“Isso não fazia parte do acordo inicial estabelecido entre os partidos para votação, o que inviabilizou a votação”, disse.

Por outro lado, Marcelo Ramos afirma que inviabilizou a votação da matéria o “descompromisso” para com o acordo firmado com o governo da presidente Dilma Rousseff que tem uma maioria esmagadora no Congresso Nacional. “Maioria que quando diz respeito a interesses estritamente do governo não se constrange em atropelar a minoria e votar qualquer questão de seu interesse, mas que agiu covardemente com relação à ZFM”, frisou, ressaltando a importância dessa votação como algo importante e estratégico para o desenvolvimento dessa região.

Marcelo Ramos destacou apresentação feita, recentemente, no plenário da Assembleia, pelo superintendente da Suframa, Thomaz Nogueira, ao mostrar que o Amazonas contribui com recursos federais muito mais do que recebe de recursos do Governo Federal. “O Amazonas arrecada de recursos federais quase R$ 9 bilhões que totalizam 56% de tudo o que é arrecadado pelos estados da região Norte, enquanto isso recebe apenas R$ 2 bilhões de repasses voluntários da União”, informou, ressaltando que a ZFM é um paraíso fiscal para quem arrecada, ou seja, o Governo Federal que tem um saldo de quase R$ 7 bilhões.

Na opinião de Marcelo Ramos, São Paulo está querendo um tratamento igualitário entre a Lei da Prorrogação da ZFM e a Prorrogação da Lei de Informática.  Ele até acredita que seria razoável se igualitária fossem as economias do Amazonas e de São Paulo. “Estamos falando de um Estado que tem um PIB de R$195 bilhões com um de R$ 20 bilhões, ou seja, São Paulo tem um PIB dez vezes maior que o Amazonas e quer exigir tratamento isonômico no que diz respeito à política de incentivos fiscal.



Com Informação da Assessoria





domingo, 26 de maio de 2013

Redução de IPI sobre extratos de açaí e guaraná alavancará a geração de emprego e renda no interior


Rotta destacou também a atuação do governador Omar Aziz na construção de uma política econômica voltada para a geração de emprego e renda no interior

Produtos Industrializados (IPI) sobre extratos de açaí e guaraná(Divulgação)

Com a redução em 50% da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre extratos de açaí e guaraná, o deputado estadual Marcos Rotta (PMDB) afirmou que o Amazonas ganhará um novo incremento na geração de emprego e renda, principalmente no interior do Estado.

O decreto, assinado pela presidente Dilma Roussef, além de beneficiar a produção de extratos concentrados para elaboração de refrigerantes que contenham guaraná e açaí, também reduz em 25% o IPI dos extratos concentrados de frutas para a produção de refrigerantes.

Segundo Rotta, o benefício é uma luta antiga e uma causa sempre defendida pelo senador Eduardo Braga (PMDB) e a publicação do decreto é um reconhecimento do governo Federal da cultura tradicional e vocacional desenvolvida no Amazonas.

“Com mais esse incentivo, tenho certeza de que a produção de açaí e guaraná no interior será incrementada, desencadeando a geração de mais emprego e renda no interior do Estado.

Essa política do Governo Federal mostra que o senador Eduardo Braga fala e age com conhecimento de causa, uma vez que, desde 2003 ainda como governador do Amazonas e, por meio de programas de sustentabilidade, fomentou a produção de matérias-primas nos municípios amazonenses”, ressaltou o parlamantar.

Rotta lembrou ainda que, para garantir uma matéria-prima regional de qualidade, Braga também contratou uma empresa terceirizada para melhorar a genética do açaí produzido no Estado.

“Com isso, o produto regional se tornou mais competitivo no mercado nacional e internacional, fomentando toda a cadeia produtiva desta matéria-prima”, comentou. 

Na avaliação do líder do PMDB na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), a medida vai estimular o cultivo de matérias-primas, além de garantir investimentos na melhoria da produção.

“Milhares de famílias amazonenses, que trabalham no cultivo de açaí e guaraná, serão beneficiadas com essa medida”, disse.

Rotta destacou também a atuação do governador Omar Aziz na construção de uma política econômica voltada para a geração de emprego e renda no interior.

“Louva-se o posicionamento firme do governador Omar Aziz que cobrou das multinacionais instaladas no Polo Industrial de Manaus a utilização de matérias-primas regionais.

Isso fez que com uma grande empresa anunciasse a produção de bebida elaborada com açaí, o que deverá alavancar ainda mais esse setor”, afirmou o parlamentar.



Com Informação da Assessoria

sábado, 27 de abril de 2013

Municípios chamados de ‘lugar nenhum’ em Comunicado de Liderança

Portanto, quero desagravar os municípios de Iranduba, Manacapuru e Novo Airão, que são formados por pessoas decentes

Foi assim na questão da ponte, na construção do nosso estádio(Acrítica)

Durante Comunicado de Liderança do PMDB, na manhã da última terça-feira (23), o deputado estadual Marcos Rotta (PMDB) fez um desagravo ao governo da presidente da República, Dilma Rousseff (PT), ao senador Eduardo Braga (PMDB) e, principalmente aos municípios ligados à Manaus pela ponte Rio Negro: Iranduba, Manacapuru e Novo Airão, os quais foram chamados de “lugar nenhum”.

Na avaliação de Rotta, é um desrespeito chamar esses municípios, os quais ele conhece muito bem, de “lugar nenhum”.

“Tenho e tive o privilégio de conhecer essas cidades e posso atestar, categoricamente, que não são lugar nenhum, como afirmou o deputado Marcelo Ramos, quando disse que a ponte Rio Negro ligava nada a coisa nenhuma.

Portanto, quero desagravar os municípios de Iranduba, Manacapuru e Novo Airão, que são formados por pessoas decentes, honradas e trabalhadoras”, afirmou Rotta, ao acrescentar que essas três cidades foram beneficiadas pela construção da ponte sobre o rio Negro.

Para o líder do PMDB na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o governo Dilma tem sido um grande instrumento em favor da sociedade amazonense.

“Muitas parcerias foram feitas, exatamente pela sensibilidade da presidente, que tem dado todas as condições financeiras e de infraestrutura para que o Amazonas possa continuar avançando.

Foi assim na questão da ponte, na construção do nosso estádio, portos e aeroportos”, completou o parlamentar.

Rotta afirmou ainda que o senador Eduardo Braga (PMDB), na condição de líder do governo federal, tem trazido ao Amazonas grande volume de aporte financeiro.

“Graças ao seu poder de articulação e convencimento, várias ações foram empreendidas pela sua condição de líder de governo.

Qualquer Estado gostaria de ter duas coisas: líder do governo federal e sede da Copa do Mundo”, ressaltou o peemedebista, ao comentar que, neste momento de fragilidade – onde mais uma vez o senador Eduardo Braga está tentando convencer as lideranças políticas do país da importância de se manter a excepcionalidade do Pólo Industrial de Manaus – é uma tarefa árdua e difícil, que precisa e merece a coesão de todos.     

“Atacar a figura A ou B com objetivos C, não vai fazer com que programas e projetos de lei, que neste momento estão sendo apreciados, possam verdadeiramente continuar beneficiando o Estado”, afirmou Rotta.

Em nome do partido (PMDB), o deputado Belarmino Lins corroborou com o desagravo de Rotta, principalmente, em relação aos municípios do outro lado da ponte Rio Negro.


Com Informação da Assessoria

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Alfredo Nascimento volta a cobrar obra da BR-319 à presidente Dilma

A conclusão da BR-319 foi uma promessa de campanha de Alfredo Nascimento, quando candidato a governador do Amazonas

Reforma total da 319 foi anunciada em 2007, mas foi embargada pelo Ibama
Reforma total da 319 foi anunciada em 2007, mas foi embargada pelo Ibama (Luiz Vasconcelos)

O senador Alfredo Nascimento (PR) cobrou, nesta segunda-feira (11/06), mais comprometimento da presidente Dilma Rousseff (PT) quanto à BR-319, que liga o Amazonas a Rondônia e que, há seis anos, tem o licenciamento do trecho central tramitando no Ministério do Meio Ambiente sem qualquer posição definida. O imbróglio gerou, recentemente, o cancelamento do repasse de R$ 90 milhões para a obra.
A conclusão da BR-319 foi uma promessa de campanha de Alfredo Nascimento, quando candidato a governador do Amazonas. Ele, que esteve à frente do Ministério dos Transportes durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e parte do primeiro ano de mandato da presidente Dilma, assegura conhecer o projeto de restauração da rodovia, construída por militares na década de 1970.
A BR-319, se chegar a ser concluída, dará fim aos gargalos históricos que impõem entraves ao setor produtivo do Estado, além de beneficiar a população que mora às suas margens, e que é obrigada a enfrentar horas de deslocamento – no caso cãs comunidades situadas na parte central da estrada – em área sem asfaltamento.
“Fomos surpreendidos dias atrás pela decisão do governo federal de suspender a alocação de recursos para a conclusão da reconstrução da BR-319. Eu pergunto ao governo: por que? Por que, passados quase 10 anos de gestão, a 319 não sai do papel? Para que vossas excelências tenham uma ideia, as extremidades já foram restauradas e falta apenas o trecho do meio. São 400 quilômetros”, explicou o senador no plenário, hoje.
Para ele, falta coragem para a liberação do licenciamento que acabará com os transtornos que afetam há anos os moradores do Estado. “Ninguém tem coragem nem de autorizar nem de recusar o licenciamento. Então, empurram com a barriga, repetindo exigências e exigindo novos estudos. É uma vergonha”, frisou.
Ele destacou em seu pronunciamento, ainda, que a conclusão da rodovia é um compromisso da presidente Dilma. “Eu conheço a determinação da presidente Dilma, sua capacidade de enfrentar desafios. Por isso, peço à ela que assuma o comando desse projeto, que libere o licenciamento ambiental [...]. Ela tem uma dívida com nosso estado. Ela comprometeu-se a acompanhar pessoalmente a reconstrução da 319, remover os obstáculos e concluir a obra. É isso o que o povo do amazonas espera dela”, concluiu.

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