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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Vice-prefeito de Manicoré Paulo Sérgio agradece radialista

A boa política nos ensina a respeitar a todos

(Foto: Edy Lima) Vice-prefeito Paulo Sérgio (PSC), visitando comunidades do interior de Manicoré



Quero agradecer pela enquete, muito oportuna, do Sr Edy Lima, O Maracanã da Amazônia. É um profissional da comunicação que permitiu a manifestação democrática dos internautas. Sei que é um momento ainda distante do período eleitoral, mas na hora em que as pessoas já cogitam o assunto em todos os locais onde estão entre amigos. Vejo isso com muita naturalidade. Agradeço, também, a todos que postaram as diferentes opiniões, mesmo aos que não preferem o meu nome. A boa política nos ensina a respeitar a todos.

Aprendo com os diferentes. Eles nos dão a oportunidade de buscar conquistá-los. Considero todos os nomes que foram proferidos.
Manicoré é um celeiro de boas pessoas, homens e mulheres de vida pública exemplar e invejável, que prestaram e continuam realizando grandes trabalhos, e têm vida doada na buscar de construir uma Manicoré mais justa e solidária. Nessa análise administrativo-política, avalio que estou num aprendizado contínuo e frequente com os erros e acertos meus, deles e de todos os administradores de quê tenho notícia, dos que conheci e dos que tenho lido da história de Manicoré.


Esse conhecimento, ajuda-nos a extrair dos mais variados exemplos, as lições do que se deve e do que não se deve fazer ou repetir. 
Agradeço, com humildade e gratidão a todos que apontaram o meu nome. Fico lisonjeado; sinto-me honrado e motivado pela força que me dão. Mas, sinto-me, também, no dever de fazer mais por nossa Manicoré e toda sua gente, sem discriminação nem preconceito. Gosto da disposição de dialogar com todos.


Ao lado do prefeito Lúcio Flávio, também tenho aprendido. A sua liderança, dedicação, empenho e organização; sua incansável luta nas conquistas dos benefícios para Manicoré nos oferecem grandes e ótimos exemplos a serem seguidos.


 Na Administração, temos uma equipe dedicada e competente, tanto de secretários, assessores, gerentes, vereadores, outros até sem cargo ou função de grande referência, os quais nos dão a honra de prestarem serviços à população; uns com pouca, outros com mais experiência, que, se tivessem oportunidade de administrar esse município, fariam um trabalho honrado e digno para todo o povo. Tenho certeza disso. 

A experiência de vice-prefeito, já estou tendo, e tenho procurado cumprir esse papel que assumi diante de Deus, da Lei e do povo, assim como o fiz quando vereador, e espero, ansioso, terminar a missão sem procurar criar problemas nem atrapalhar e prejudicar o trabalho do prefeito e da equipe que auxilia a administração.


Todos sabem, porém, que a legislação e a práxis política (muitas das vezes proposital e planejada) não dão ao vice-prefeito a autonomia que ele gostaria de ter para realizar e executar ações mais marcantes. Mas, até para ser vice, também é preciso reconhecer esse lugar, o seu papel, a sua função, os seus limites, as incompreensões, as humilhações, as lacunas, e ter a maturidade, espírito e interesse públicos e equilíbrio de espirito e caráter para todos esses desafios. Se não tiver isso, briga com o prefeito, briga com os que não reconhecem essa força política, e não agradecem o seu esforço desde muito antes e durante as eleições, a sua somatória e o resultado, levando-o a tomar decisões políticas precipitadas e a prejudicar a administração e o povo, pela sua inconsequência e insensatez (às vezes, até dos outros).


Com relação a quem será o candidato a prefeito em 2016, a Situação terá o seu, a Oposição, terá o ou os seus. 
Faço parte de uma equipe politico-administrativa, que, espero, liderada pelo prefeito e vários membros antigos e novos, saberá ouvir o anseio do povo, avaliando sabiamente e julgando isso importante (o anseio do povo), apresentará o candidato que reúne as condições políticas mais favoráveis para enfrentar uma eleição municipal com todos os desafios que esta impõe aos candidatos e ao povo numa disputa e escolha de mandato e cargo de prefeito.


Nosso nome tem sido colocado como uma das opções, e vamos aguardar confiantes que Deus proverá todas as coisas.
Os planos de Deus não podem ser frustrados. E, Ele agindo, quem impedirá?
Obrigado a todos vocês.
Obrigado, Deus!
Avante Manicoré!


Paulo Sérgio




sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Projeto de Josué Neto homenageia o radialista J. Nunes, que esteve no ar por 60 anos seguidos

Um Projeto de Resolução que dá novo nome à sala de imprensa 



(Foto: Aleam) Nunes começou sua carreira Rádio Difusora, onde trabalhou em programas




 Um Projeto de Resolução que dá novo nome à sala de imprensa da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) está tramitando na Casa. Pela proposta, a sala será denominada “Sala de Imprensa Radialista J. Nunes”, em homenagem ao consagrado radialista João Nunes Romero, que faleceu no último dia 22 de outubro, aos 80 anos, após décadas de serviços prestados à sociedade amazonense através dos programas de rádio que apresentou, como o tradicional “Avisos para o Interior”, que foi um grande sucesso quando o rádio era o meio mais rápido de se comunicar com familiares do interior.

O projeto, de autoria do presidente da Casa, deputado Josué Neto (PSD), visa reconhecer o trabalho de J. Nunes, que começou a atuar como radialista no Amazonas em 1955 e desde 1987 trabalhava como servidor da Assembleia Legislativa. “Servidor comprometido, pontual, sempre presente, J. Nunes foi admirado por todos os seus colegas de trabalho”, escreveu o deputado Josué Neto ao justificar, no texto da proposta, a importância de sua aprovação.

Nunes começou sua carreira Rádio Difusora, onde trabalhou em programas importantes como: Parabéns pra Você, Falando ao Coração, Informativo Rosas e Plantão Esportivo. No final da década de 80, já na Aleam, Nunes passou a desempenhar o cargo de assessor de comunicação das diversas comissões permanentes da Casa.

O projeto começou a tramitar no último dia 10 de novembro e foi encaminhada para as comissões técnicas da Casa.


Com Informação da Assessoria


sexta-feira, 21 de junho de 2013

ALEAM Notícias contará com a participação de um dos mais experientes radialistas do Amazonas


Na profissão desde agosto de 1963, o radialista acompanh, como repórter, o dia a dia da ALEAM

Rádio ALEAM / 106,9 FM(Aleam)

O ALEAM Notícias, jornal que transmite as atividades do parlamento estadual, por meio da Rádio da Assembleia Legislativa do Amazonas (Rádio ALEAM / 106,9 FM), passou a contar com a apresentação de Édson Mello, um dos mais experientes radialistas do Estado.
Na profissão desde agosto de 1963, o radialista acompanh, como repórter, o dia a dia da ALEAM há mais de duas décadas. 

Neste tempo, presenciou as mudanças de legislaturas, os avanços sociais e também a troca de sede do parlamento.

“Eu tenho estado por aqui desde o tempo em que a Assembléia era no centro da cidade. 

É bom estar em contato com os deputados, com o parlamento. 

Muita gente fora daqui pensa que a vida de um deputado é uma brincadeira, mas não é verdade, é algo muito sério. 

Aqui, como disse, é o cérebro pensante da cidade. Aqui estão os homens e mulheres que nós elegemos”, ressaltou.

E na divulgação da atuação destes representantes eleitos pela população, Édson Mello cita o trabalho que vem sendo realizado pela Rádio ALEAM, que os ouvintes podem sintonizar não só em 106 FM, como também acessar pelo link no portal da Assembleia (www.aleam.gov.br).

“O legislativo tem que ser como anseia a população brasileira: transparente. 

O povo tem que saber. 

Afinal, o legislativo está na constituição brasileira, mas é o povo quem paga, então tem que saber de tudo. 

O estabelecimento desta rádio foi justamente uma luz que surgiu para propagar os atos do legislativo”, declarou.




Com Informação da Assessoria

sábado, 25 de maio de 2013

Radialistas de todo Brasil lutam pela aprovação do Piso Nacional da Categoria


Atualmente, o piso dos radialistas é definido por convenção coletiva, e traz valores diferentes para capitais



Nas regiões do Brasil com poder aquisitivo mais baixo(Divulgação)


A Câmara analisa o Projeto de Lei 3982/12, do deputado Andre Moura (PSC-SE), que estabelece piso salarial de R$ 2,48 mil para os radialistas. 

O valor deverá ser pago por uma jornada de 30 horas semanais.

O texto também determina que o piso será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Atualmente, o piso dos radialistas é definido por convenção coletiva, e traz valores diferentes para capitais e para municípios com mais ou menos de 80 mil habitantes. 

Essa diferenciação, segundo André Moura, é um dos maiores entraves da categoria, que deverá ser encerrado com o piso nacional.

“Nas regiões do Brasil com poder aquisitivo mais baixo e com a mesma necessidade e direito à informação, os salários desses profissionais qualificados chegam próximos ou até menor que um salário mínimo”, alertou.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público e de Constituição e Justiça e de Cidadania.



Blog do Eduardo Dantas

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Liberdade de imprensa ainda está ameaçada no Brasil


Somente este ano, quatro jornalistas foram mortos, segundo a Repórteres Sem Fronteiras.

Impunidade e censura estão entre os principais problemas enfrentados pela imprensa. 

Em 2013, o Brasil caiu nove posições no ranking de liberdade de imprensa(Divulgação)


 Apesar de viverem numa democracia há mais 28 anos, os jornalistas brasileiros ainda encontram dificuldades para exercer livremente a profissão.

Somente em 2013, quatro profissionais da imprensa foram assassinados no Brasil.

Segundo ONGs especializadas no assunto, outros problemas enfrentados pelos jornalistas brasileiros são a proibição de vincular notícias sobre determinadas pessoas, a alta concentração da propriedade dos meios de comunicação e a relação próxima entre donos de veículos de comunicação e políticos.

Em 2013, o Brasil caiu nove posições no ranking de liberdade de imprensa da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), ficando em 108º lugar numa lista que conta com 179 países.

O Brasil também ficou em décimo lugar no Índice de Impunidade de 2013, organizado pelo Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ) e divulgado nesta quinta-feira (02/05), véspera do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.

O índice aponta os países onde jornalistas são assassinados com regularidade e onde esses casos permanecem sem solução. Quanto mais elevada a colocação, pior a situação no país.

O índice é baseado em crimes cometidos entre os anos de 2003 e 2012 e que permanecem na impunidade. Nesse período, há nove casos de assassinatos de jornalistas ainda não resolvidos no Brasil.

Segundo o CPJ, desde 2010 o país não registrou nenhuma nova condenação. Repórteres do interior do país estão em situação especialmente vulnerável.

Em 2012, com quatro jornalistas assassinados por causa do seu trabalho e dois obrigados a deixar o país após receber ameaças por investigarem casos envolvendo policiais, o Brasil ficou na quinta posição na lista dos países mais perigosos para se exercer a profissão de jornalista, segundo a RSF.

Exílio para proteção

Depois de 22 anos de profissão, o jornalista Mauri König, da Gazeta do Povo de Curitiba, foi um dos dois profissionais da área obrigados a deixar o país no final do ano passado depois de receber ameaças.

König é um jornalista investigativo que recebeu o Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa do CPJ, em 2012.

As ameaças contra o jornalista, que também é diretor da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), ocorreram em dezembro, após a publicação de uma série de reportagens intitulada Polícia Fora da Lei, na qual König denuncia abusos cometido por policiais, como o uso privado de viaturas por chefes da corporação para ir a bordéis.

Após as ameaças, König contou com o apoio do CPJ, do Instituto Imprensa e Sociedade (do Peru) e do jornal onde trabalha para conseguir deixar o país.

O jornalista ficou dois meses escondido no Peru e, em fevereiro deste ano, voltou para o Brasil e retomou o trabalho.

Ele contou à DW Brasil que as investigações não descobriram os autores das ameaças.
Apesar dos problemas, há interesse do governo em mudar a situação, disse Hervieu

O jornalista foi obrigado a alterar a sua rotina para evitar que algo de ruim aconteça. "Aparentemente está tudo tranquilo, mas não se pode relaxar. Estou sempre atento a qualquer coisa estranha", afirma König.

O jornalista atribuiu duas razões principais ao aumento das ameaças feitas contra jornalistas: a crescente quantidade de reportagens investigativas e a impunidade.

"Mais gente vai ter os seus negócios obscuros revelados e mais gente, portanto, estaria disposta a ameaçar, a agredir ou até matar jornalista para não ter essa situação exposta", ressalta König.

Com relação à impunidade, König diz que, de modo geral, os crimes não costumam ser resolvidos no país, e isso gera a sensação de que os autores não serão descobertos.

"A polícia brasileira costuma se empenhar mais em crimes que têm grande repercussão na imprensa, e nem sempre os crimes contra jornalistas ganham destaque na mídia.

Parece uma coisa paradoxal, mas é que, nesses casos, não existe corporativismo entre os jornalistas. Por isso, boa parte esses crimes acaba caindo no esquecimento."

Outros problemas

Além da impunidade, o diretor do escritório para as Américas da Repórteres Sem Fronteiras, Benoît Hervieu, cita outros fatores que contribuem para o enfraquecimento da liberdade de imprensa no Brasil, como o modelo econômico do setor de comunicação.

Frequentemente donos de jornais estão envolvidos com a política ou dependem da publicidade oficial.

"Quando o dono de um meio também é político ou depende da publicidade oficial, o jornalista sofre pressão política e econômica e tem a obrigação de falar o que o proprietário desse meio determina.

Essa dependência econômica faz com que a imprensa não seja independente politicamente", ressalta Hervieu.

Ele afirma ainda que a censura prévia é também um grande problema no Brasil e cita o exemplo do jornal O Estado de S. Paulo, que há três anos está proibido de publicar assuntos que incomodem a família Sarney.

"Um jornal como o Estadão pode assumir os custos de processos judiciais, mas isso pode ser a morte para um veículo médio ou para um blogueiro. No Brasil, existe um risco para a liberdade de informação, porque a ofensiva judicial é impressionante", relata.

Além disso, para o especialista, há um conflito de interesses quando os donos de meios de comunicação são, na condição de legisladores, os mesmos que estabelecem as regras para esse setor, o que pode limitar a entrada de novos veículos no mercado, impedindo a ampla participação da sociedade.

Mas, segundo Hervieu, apesar de o Brasil ter ficado pela primeira vez antes do México no número de jornalistas mortos, ainda há no país um esforço para tentar resolver esses crimes, e isso não acontece em outros locais.

Soluções práticas

Apesar de ser apenas um começo para melhorar a situação da imprensa, algumas medidas já estão sendo tomadas no Brasil.

Em outubro de 2012, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República criou o Grupo de Trabalho sobre Direitos Humanos dos Profissionais de Comunicação, composto por representantes do governo e de entidades do setor.

O grupo irá analisar e encaminhar denúncias de violência contra profissionais de comunicação no exercício da função aos órgãos competentes, além de acompanhar os desdobramentos do caso.

Outra função do grupo é propor ações e políticas públicas para garantir a proteção de jornalistas.

König participou da primeira reunião do grupo e avalia positivamente a iniciativa. Além do grupo, há uma proposta de lei em tramitação na Câmara dos Deputados que pretende reservar à polícia federal a investigação de crimes cometidos contra profissionais de imprensa.

"Com a federalização da investigação desses crimes, grupos locais teriam uma dificuldade muito maior de pressionar para arquivar as investigações.

Acho o grupo de trabalho e a proposta de lei bem práticos. Eles podem ajudar muito", declara König.