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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Lei que proíbe pesca do tambaqui no Amazonas


É preciso fazer a suspensão da pesca e encontrar uma maneira de manejar o tambaqui, pois ainda não encontramos a forma ideal

A alternativa esta na piscicultura de peixe ornamental, de jacaré e(Blog Alcântaras)

O Projeto de Lei de autoria do deputado Wilson Lisboa que proíbe a captura, transporte, comercialização e armazenamento do tambaqui no Amazonas por  quatro anos já está tramitando na Assembleia Legislativa do Amazonas.


A reunião com os pescadores aconteceu na quarta-feira (3), na sede da Associação dos Pescadores, localizada no bairro ‘Mãe Creuza’, no município de Fonte Boa (a 678 quilômetros).

Participaram da reunião vereadores, membros e representantes da Associação de Pescadores, além do deputado estadual Wilson Lisboa (PCdoB).

“Nosso principal assunto foi discutir o Projeto de Lei que já tramita na ALEAM, e que fixa uma moratória (suspensão) de 04 anos do tambaqui.

Todos os pescadores foram unânimes em concordar que os estoques do peixe estão diminuindo. 

Os pescadores admitiram que é necessário um tempo para que a natureza se recupere” afirmou o deputado Wilson Lisboa. 

Para o deputado, em contrapartida ao Projeto de Lei ,que proíbe a pesca em escala comercial, por quatro anos do tambaqui no Amazonas, é preciso criar alternativas para a medida, quando for implantada.

“A alternativa esta na piscicultura de peixe ornamental, de jacaré e também de tambaqui.

Mas senão acreditarmos nisso, como vamos saber que é alternativa econômica? Para se ter um ideia, em cada dez tambaquis consumidos em Manaus, nove vem de viveiros de outros estados.

Outra curiosidade que descobrimos na reunião é que 80% da população de Fonte Boa não come mais tambaqui.

Temos que adotar medidas urgentes”, garantiu o deputado.

De acordo com dados do extinto Instituto de Desenvolvimento Sustentável de Fonte Boa, em 2005, na 1ª ‘Dispesca de Tambaqui’ no município, foram capturadas 276 toneladas da espécie dentro das normas determinadas por lei.  Já em 2006, o número caiu para 70 toneladas.

E no ano seguinte para 60 toneladas de espécie. 

“Com esses dados não temos mais dúvidas.

É preciso fazer a suspensão da pesca e encontrar uma maneira de manejar o tambaqui, pois ainda não encontramos a forma ideal. 

Das duas ou uma: ou adotamos a moratória já.

Ou sobrarão apenas os bódos das comunidades de Campina e do Vencedor como fonte de alimentação para nosso povo”, afirmou o deputado Wilson Lisboa.

O Projeto de Lei de autoria do deputado Wilson Lisboa que proíbe a captura, transporte, comercialização e armazenamento do tambaqui no Amazonas por  quatro anos já está tramitando na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM).

A ideia do deputado é repovoar rios e lagos de maneira natural. O ribeirinho não será impedido de consumir o tambaqui, mas a captura em escala comercial será proibida. 



Com Informação da Assessoria


sexta-feira, 5 de abril de 2013

Barco PAI saiu nesta sexta-feira de Manaus e inicia atendimento no Juruá no dia 22



De acordo com a secretária da Seas, Regina Fernandes, os atendimentos serão realizados no barco Puxirum, que sai do porto do Estaleiro Juruá, na Ponta do Brito (depois da ponte Rio Negro), nesta sexta-feira, dia 5, a partir das 16h


O PAI foi criado em junho de 2003 com o objetivo de oferecer serviços gratuitos(Seas)


 

Vinte e três comunidades rurais e indígenas dos municípios de Envira, Guajará, Ipixuna, Eirunepé, Itamarati, Carauari e Juruá, na calha do rio Juruá, começam a receber no próximo dia 22, os serviços gratuitos de emissão de documentos (CPF, RG, carteira de trabalho e certificado militar), consultas médicas e odontológicas, Previdência e Assistência Social, oferecidos pelo governo do Estado por meio do Pronto Atendimento Itinerante (
PAI), coordenado pela Secretaria de Estado da Assistência Social e Cidadania (Seas).



De acordo com a secretária da Seas, Regina Fernandes, os atendimentos serão realizados no barco Puxirum, que sai do porto do Estaleiro Juruá, na Ponta do Brito (depois da ponte Rio Negro), nesta sexta-feira, dia 5, a partir das 16h.



Essa é a primeira das três embarcações (incluindo Puxirum II e Zona Franca Verdade) que vão atender, este ano, simultaneamente as calhas dos rios.

 

“A previsão é iniciar os serviços na calha do Purus na primeira quinzena de maio com o segundo barco”, informou.



O PAI foi criado em junho de 2003 com o objetivo de oferecer serviços gratuitos e facilitar o acesso da população do interior as políticas públicas e seus benefícios.



Neste período foram realizados mais de 2,1 milhões atendimentos, beneficiando mais de 600 mil pessoas, em 269 comunidades rurais de 57 municípios.



A secretária da Seas informou que, este ano, os barcos Puxirum, Puxirum II e Zona Franco Verde, vão percorrer as calhas dos rios simultaneamente.



“A meta do governo do Estado é ampliar as ações do programa para todos os municípios”, disse Regina Fernandes.



Seas/Am