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sábado, 5 de dezembro de 2015

Ufam define dia 28 de fevereiro como nova data de realização das provas do PSC 2016

As provas, até então marcadas para 29 de novembro, foram suspensas após indícios de vazamento de questões. Com a nova data, também há um novo cartão de confirmação de inscrição


A Polícia Federal investiga as suspeitas de vazamento das questões do PSC (Marcio Silva)



A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) divulgou na manhã desta sexta (4) a nova data de aplicação das provas das três etapas do Processo Seletivo Contínuo (PSC), que ocorrerá dia 28 de fevereiro de 2016.
As provas, anteriormente marcadas para serem aplicadas no último dia 29 de novembro de 2015, foram suspensas em virtude de fortes indícios de vazamento de questões, o que está sob investigação da Polícia Federal.
“A suspensão das provas para todas as etapas objetivou assegurar a lisura do concurso e a igualdade de condições para todos os candidatos. Toda nossa equipe, que envolve servidores e colaboradores, está mobilizada para preparar o exame e aplicar o PSC no dia 28/02”, declarou a reitora Márcia Perales.
Novo cartão de confirmação
No dia 1º de fevereiro, um novo cartão de confirmação de inscrição (CCI) será disponibilizado para os estudantes no sitewww.comvest.ufam.edu.br. Devido algumas escolas terem entrado em processo de reforma, houve alteração nos locais de prova para alguns candidatos.
Conforme recomendação da Comissão Permanente de Concursos da Ufam, os candidatos devem imprimir este novo cartão de confirmação de inscrição que consta o mais recente local de realização da prova. Entretanto, alguns estudantes não tiveram alteração nesse item e permanecerão com mesmos locais de prova.
*Com informações da assessoria de imprensa


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Teste rápido de HIV deve ser vendido nas farmácias a partir de fevereiro de 2014

O exame será feito em 20 minutos, com coleta de saliva pela própria pessoa, e deverá custar R$ 8. O governo anunciou também a antecipação do tratamento contra HIV para pacientes em estágio inicial da doença


As mulheres são as mais infectadas nos últimos anos
Rapidez e confidencialidade são garantias prometidas pelo governo para o teste rápido da doença (divulgação assessoria vereadora Professora Jaqueline)
Para facilitar o diagnóstico do HIV e antecipar o tratamento de pessoas que podem desenvolver a aids, o Ministério da Saúde deve autorizar a venda, em farmácias, de um teste rápido para detectar o vírus, a partir de fevereiro de 2014. Produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o exame é feito em 20 minutos, com coleta de saliva pela própria pessoa, e deverá custar R$ 8.

A informação foi confirmada pelo diretor do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do ministério, Fábio Mesquita, durante evento no Rio de Janeiro neste domingo (1°), Dia Mundial de Luta contra a Aids. Na ocasião, o governo federal anunciou a antecipação do tratamento para pessoas com o HIV. Antes, somente pacientes com a doença desenvolvida recebiam medicamentos.

De acordo com o diretor, o teste rápido de HIV tem duas vantagens: “Uma delas é a confidencialidade. A pessoa vai à farmácia pega o teste e faz em casa, sem precisar ver um agente de saúde e dividir isso com ninguém. A segunda vantagem é a rapidez, não tem fila, não precisa ir ao posto, não precisa esperar o tempo que leva [para sair] o resultado de um exame normal”, esclareceu Mesquita.

Ao disponibilizar o teste rápido de HIV, vendido na internet por um laboratório americano por cerca de R$ 160, o ministério pretender iniciar o tratamento mais cedo e melhorar a qualidade de vida de pessoas com HIV, além de reduzir em cerca de 96% o risco de contágio, principalmente para parceiros fixos ou durante a gestação, quando o vírus pode passar da mãe para o bebê.

Dados do ministério apontam que cerca de 150 mil pessoas, de um total de 700 mil estimadas com a doença, não sabem que têm o vírus HIV. No Brasil, embora a prevalência de pessoas convivendo com o vírus seja considerada baixa para o conjunto da população (0,4%), a infecção é alta entre meninas entre 14 e 19 anos e meninos gays, de acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Segundo Padilha, grande parte dos casos de detecção de HIV em meninas ocorre durante o pré-natal. “Nessa faixa etária tem muita gravidez na adolescência, em situação vulnerável, por isso, descobrimos mais meninas que homens [com o vírus]”, disse. “Elas engravidam já infectadas”, reforçou. Os jovens são público-alvo da campanha contra a aids lançada neste domingo (1°).


ISABELA VIEIRA (AGÊNCIA BRASIL)