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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Moradores da zona rural de Manicoré passaram Natal com energia elétrica

Luz para todos fará com que os ribeirinhos passem o Natal no claro

(Fotos: Edy Lima) Comunidade de Santa Ana. Região de Capananzinho. 

Rede elétrica, parte de baixo do rio madeira. Região da Comunidade de Barreira do Matupiri e Cachoeirinha 



Com aproximadamente quase três anos que foi instalada em Manicoré, o “Luz Para Todos”, programa esse do Governo Federal, com o objetivo de levar energia à família do campo, no caso de Manicoré, a família ribeirinha, até então o trabalhador rural ainda não pode usufruir do tal projeto, por quê? Porque na época que foi colocado o cabo subaquático, que atravessa o rio Madeira, de um lado a outro, aproximadamente 800 metros de cabo, o mesmo apresentou problemas, deixando varias famílias da parte de baixo do madeira sem a tão sonhada energia.

Mais depois de muito tempo, esse problema está preste a ser resolvido. É que nessa sexta-feira (18), estará chegando ao município de Manicoré uma balsa, trazendo todos os cabos subaquáticos e outros equipamentos de energia elétrica, que serão usados na rede do “Luz para Todos”. A previsão de colocarem o cabo subaquático, segundo informações da CEAM de Manicoré, esta prevista para antes do Natal. Um cabo subaquática, também será colocado na parte de cima do madeira. Toda rede elétrica está pronta, tanto para parte de baixo, quanto para parte de cima do madeira. 

As comunidades que serão contempladas, do baixo madeira serão: Barreira do Matupiri, até o Distrito de Cachoeirinha, até lá, são varias comunidades que serão beneficiadas com o projeto. Pra parte de cima do rio madeira as comunidades são: 

Distrito de Democracia e Comunidades Adjacentes, região de Capananzinho e Comunidades vizinhas. “Vamos fazer uma grande festa. Pois sabemos que nossos amigos que moram no interior vão passar o Natal com energia elétrica”. Disse Luciene Sousa, gerente da Amazonas Energia-Local.   


Edy Lima DRT/AM 1823


     

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Líder local da Eletrobras Distribuição Amazonas – Manicoré/AM, participa do programa de rádio

O convite foi direcionado para toda população manicoreense

(Foto: Gabriel Caitano) Luciene também explicou aos ouvintes, sobre a tarifa social baixa renda



A gerente da Amazonas Energia de Manicoré, Luciene Souza, esteve na manhã dessa quarta-feira (02), participando do programa de rádio “Gerando Oportunidade”, apresentado pelo radialista Edy Lima, onde convidou todos os moradores e usuários da energia elétrica da cede do município, como também os usuários da Zona Rural de Manicoré.
O convite foi direcionado para toda população manicoreense, para participarem de uma palestra sobre a tarifa social e implantação do processo de Leitura, Impressão e Entrega Simultâneas à de faturamento - LIES. A palestra acontecerá na sexta-feira (04), às 8h da manhã, no auditório Vereador Amélio Ferreira Duarte, da Câmara Municipal de Manicoré (CMM).
Luciene também explicou aos ouvintes, sobre a tarifa social baixa renda. Disse que as famílias indígenas e quilombolas (inscritos no CadÚnico) terão 100% de descontos 50 KWh/mês. Esclareceu quem tem direito ao beneficio, como fazer para ter acesso ao programa, quais os documentos necessários para dá entrada no programa, e qual seria o posto de atendimento em Manicoré, Luciene falou que as pessoas têm que irem até o Centro de Referencia de Assistência Social (CRAS), de Manicoré.  
A gerente da Amazonas Energia em Manicoré, além de tirar dúvidas da população e dos ouvintes, sobre o porquê da falta constante de energia na cede do município, respondeu também inúmeras perguntas de ouvintes feitas por telefone, direcionada a mesma sobre a energia da cidade e do interior. Nenhum ouvinte ficou sem resposta, sobre o que queria saber.   

Edy Lima DRT/AM 1823


terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Eletrobras Distribuição Amazonas ampliará cadastro da Tarifa Social em Manicoré

Desde o início do ano a Eletrobras Distribuição Amazonas


(Foto: Gabriel Caitano) O radialista Edy Lima, em reunião com a Gerente da Amazonas Energia- Local. Assunto: Energia Elétrica no município de Manicoré. 



Desde o início do ano a Eletrobras Distribuição Amazonas tem realizado ação para intensificar o cadastro do Programa Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) e garantir o desconto na tarifa para o maior número de famílias Manicoreenses.

Conforme determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), A líder Local da Agência Luciene Fonseca fará um mutirão na próxima sexta-feira (04) a partir das 8H no auditório da Câmara Municipal, aos os consumidores de energia elétrica. Durante o evento terá palestra e avisos para atualização das informações no Cadastro Único (CadÚnico), que é a base de dados para a concessão da Tarifa Social de Energia Elétrica – TSEE.

A Tarifa Social é um desconto na conta de luz, que pode variar entre 10% e 65%, concedido às famílias brasileiras de baixa renda que estão inscritas no Cadastro Único de programas sociais do Governo Federal e também as que tenham membro que receba o benefício da Prestação Continuada da Assistência Social. O desconto para quilombolas e indígenas pode chegar a 100%.

Segundo a Líder Luciene Fonseca, a meta geral da Distribuidora é chegar ao número máximo de famílias cadastradas na Tarifa Social, em Manicoré. “Entendemos que esse desconto tem uma importância muito grande para a qualidade de vida dos nossos clientes com menor poder aquisitivo. Com o valor economizado, as famílias poderão reverter em alimentos e outros itens essenciais”.


Reportagem: Gabriel Caetano



sábado, 14 de novembro de 2015

Justiça suspende aumento de 40% em contas de energia elétrica, no AM

Decisão liminar também suspende cobranças de bandeiras tarifárias.Ação Civil pública foi julgada na tarde desta sexta-feira(13), na capital.

(Foto: Edy Lima) A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou no dia 27 de outubro uma série

 

A Justiça Federal do Amazonas suspendeu, nessa sexta-feira (13), as bandeiras tarifárias e cobrança retroativa nas contas de energia elétrica dos consumidores do estado. A decisão liminar impede que a Amazonas Distribuidora de Energia S/A e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aumentem o preço das contas, estipulada em 40%.

A ação civil pública exigindo a suspensão da cobrança pela Amazonas Energia foi assinada conjuntamente e remetida à Justiça na quarta-feira (9), por representantes do Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM), Ministério Público do Estado do Amazonas (MP/AM), Defensoria Pública da União no Amazonas (DPU/AM), Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE/AM), Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Municipal de Manaus, Programa Estadual de Proteção e Orientação ao Consumidor (Procon-AM) e do Departamento de Proteção ao Consumidor do Município de Manaus (Procon-Manaus).

A decisão foi tomada pela juiza federal Jaiza Maria Pinto Fraxe, nesta sexta. Ao G1, o promotor Otávio Gomes, da 51ª promotoria do consumidor, comentou a suspensão. "Já havia sido impetrada a ação na Justiça Federal e houve a decisão liminar favorável, que definiu a suspensão do aumento da energia elétrica aqui no Amazonas. Cabe recurso, mas esperamos que se mantenha a decisão", disse.

Ainda conforme Gomes, o consumidor que receber a cobrança na conta de energia poderá recorrer. "O aumento seria a partir do dia 1º [de novembro]. A leitura é feita normalmente depois de 30 dias, então, a princípio, não houve faturamento. Entretanto, se houver alguma cobrança a partir desta decisão, o consumidor terá direito a devolução do valor em dobro", completou.

A cobrança retroativa referente a maio de 2015 também foi suspensa na ação, que processa a concessionária e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por práticas abusivas que afrontam o Código de Defesa do Consumidor.

Entenda o caso
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou no dia 27 de outubro uma série de reajustes tarifários, que deixariam a conta de energia dos consumidores do Amazonas até 42,55% mais cara. Os novos preços começariam a ser praticados a partir do dia 1º de novembro.


Para os consumidores residenciais (Classe B1), que abrange residencial e subclasse residencial baixa renda, o reajuste estava estipulado em 38,8%.Segundo a Aneel, o reajuste para comércio, residencial, iluminação pública e rural (baixa tensão em média) seria de 39,10%.

O aumento da conta de energia ficaria ainda maior para as indústrias (alta tensão em média). Para esse grupo, o reajuste tarifário alcançaria 42,55%, enquanto a média ponderada (alta e baixa tensão) é de 40,54%.

G1 Amazonas


quarta-feira, 28 de outubro de 2015

A partir de domingo (1°), consumidor do AM vai pagar 39% mais caro pela conta de luz

Aprovado pela Aneel, o reajuste da concessionária Amazonas Distribuidora de Energia S/A (AmE) afetará 900 mil consumidores no Estado


(Foto: Edy Lima) A conta de energia dos consumidores residências do Amazonas vai aumentar 38,8%



A Agência Nacional Energia Elétrica (Aneel) definiu em reunião nesta terça-feira (27) que a conta de energia dos consumidores residências do Amazonas vai aumentar 38,8% a partir do próximo domingo (1°). Ao todo, o reajuste da concessionária Amazonas Distribuidora de Energia S/A (AmE) afetará 900 mil consumidores no Estado.
Os encargos setoriais e o custo da energia foram os principais fatores que conduziram ao índice de reajuste da concessionária.
Se considerados os últimos oito anos, a evolução da tarifa residencial da concessionária permanece abaixo da evolução do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) e do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para o mesmo período – conforme representado no gráfico abaixo.
Encargos e energia

Ao calcular o reajuste, conforme estabelecido no contrato de concessão, a Aneel considera a variação de custos associados à prestação do serviço. O cálculo leva em conta a aquisição e a transmissão de energia elétrica, bem como os encargos setoriais.
Os custos típicos da atividade de distribuição, por sua vez, são atualizados com base no IGP-M. Os encargos setoriais (10,54%) e o custo da energia (24,11%) foram os principais fatores que conduziram ao índice de reajuste da Amazonas Energia.
O efeito médio para as unidades de baixa tensão, (< 2,3 kV) será de 39,10%. Nesta categoria estão incluídos os consumidores rurais e os pequenos estabelecimentos de comércio. Para as grandes indústrias, o reajuste médio será de 42,55%. Estes clientes pertencem à categoria de alta tensão (> 2,3 kV). O efeito médio geral para o Amazonas será de 40,54%.
A principal razão da elevação dos encargos setoriais foi a Conta Centralizadora (Conta-ACR). Trata-se do financiamento utilizado em 2014 para cobertura de custos das distribuidoras com despacho térmico e exposição ao mercado de curto prazo, sem cobertura tarifária. A partir de 2015, esses valores começam a ser recolhidos via tarifa para quitação dos empréstimos.
O  custo de compra de energia, por sua vez, foi pressionado pela elevação do custo médio de energia comercializada no Ambiente de Contratação Regulada (ACR-Médio). A Lei nº 12.111/2009 define uma repartição para os custos de geração em sistemas isolados. Os consumidores locais ficam responsáveis pelo pagamento do ACR-Médio e o restante é coberto com recursos da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC). O ACR Médio aumentou de R$ 192,61/MWh para R$ 295,10/MWh.
Mais informações sobre os reajustes tarifários podem ser consultadas no endereço eletrônico www.aneel.gov.br, perfil espaço do consumidor, no link Conheça a sua conta de luz.


A Crítica.com


quarta-feira, 15 de abril de 2015

Inadimplência da Amazonas Energia impedia repasse de verba do Programa Luz

Devido a esse problema muitas comunidades estavam com o serviço

Devido a esse problema muitas comunidades estavam com o serviço parado em relação ao “Luz Para Todos” (Foto: Ambienteenergia)



O presidente da Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado estadual Sinésio Campos (PT) se reúne nesta terça-feira (14), no seio da Comissão com aproximadamente 15 lideranças dos municípios de Autazes (distante 113 km da capital) e Rio Preto da Eva (distante 57 km da capital) com o objetivo de discutir a continuidade do Programa Luz Para Todos no Estado que estava interrompido em razão da inadimplência da empresa junto à Eletrobras.

Neste final de semana, o deputado esteve em visita aos dois municípios discutindo o assunto e já tem agendado para o dia 8 de maio uma audiência pública em Itapiranga (distante 227 km da capital) sobre o programa. Lá tentará resolver o problema da falta de energia que vem gerando problemas, sobremaneira, para as zonas urbana e rural do município.

Segundo Sinésio, o que ele falou da tribuna ficou provado de que a Amazonas Energia estava inadimplente junto à Eletrobrás e, isso, impedia a empresa de receber recursos na ordem de R$ 32 milhões, destinados ao programa do Governo Federal “Luz para Todos” situação que foi resolvida no último dia 6.

Sinésio afirmou que esteve em Brasília com o coordenador estadual do programa, Robson Bastos, onde participaram de reunião no Ministério de Minas e Energia na última terça-feira (3), com o objetivo de cobrar a liberação desses recursos financeiros que permitirá a continuidade das obras de eletrificação nas comunidades que ainda não foram contempladas no Amazonas. Devido a esse problema muitas comunidades estavam com o serviço parado em relação ao “Luz Para Todos”.



Com Informação da Assessoria

quinta-feira, 26 de março de 2015

Falta de energia elétrica em Manicoré, obriga alunos do EJA, irem mais cedo pra casa

A mesma coisa acontece à noite com os alunos da Educação

Alunos das escolas muita das vezes ficam horas na escuridão por falta de energia elétrica nas salas de aula (Fotos: Edy Lima)

Sem energia elétrica nas salas, os alunos para não ficar na total escuridão, usam aparelhos celulares e lanternas



Em quanto à população em São Paulo, sofre com a falta de água, Humaitá ao Sul do Amazonas (Rio Madeira), esta sobre alerta e o risco de mais uma enchente, daquelas que aconteceu o ano passado (2014). Em Boca do Acre por causa das fortes chuvas, o rio transbordou e já deixa milhares de pessoas em situação de calamidade pública.   

O Município de Manicoré, como Humaitá, também está ao Sul do Amazonas, as margens do Rio Madeira, e não corre o risco de um alagamento. Mas a população Manicoreense, vem sofrendo diariamente com a falta de energia elétrica. Alunos das Escolas Municipais e Estaduais, muitas vezes por falta de energia nas escolas, são obrigados a sair mais cedo das salas de aula.

A mesma coisa acontece à noite com os alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA), do Ensino Tecnológico na Cede do Município, que estudam nas escolas estaduais e precisam do sinal da internet para estudar, e muitas das vezes as aulas são interrompidas por falta de energia na escola. Sem energia elétrica nas salas, os alunos para não ficar na total escuridão, usam aparelhos celulares e lanternas. Diante de tal situação, as professoras ou professores que acompanham os alunos do EJA são obrigados a liberar mais cedo os estudantes, vindo prejudicar o aprendizado de todos.

Edy Lima DRT-AM 1823


         

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Moradores reclamam com a falta de energia elétrica

Moradores reclamam que os geradores da Amazonas Energia


Muitos falam que a causa dessa falta de energia nas residências, seria por causa  (Foto: Edy Lima)


Manicoré tem sofrido quase que diariamente com a falta de energia elétrica, tanto a noite quanto o dia, em algum bairro da cede do município, a energia deixa a desejar. Moradores reclamam que os geradores da Amazonas Energia não estão mais dando conta de fornecer energia elétrica para cede do município.

Muitos falam que a causa dessa falta de energia nas residências, seria por causa do crescimento da cidade nos últimos seis anos. “Antes a energia era somente fornecida para quem mora na cidade, hoje com a chegada do ‘Luz Para Todos’, Programa do Governo Federal, indo até as comunidades rurais, como Rio Atininga, Barro Alto, Esperança e outras comunidades do município as maquinas não aquentam”. Disse um morador da cidade.

Edy Lima DRT-AM 1823


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Lúcio Flávio e Paulo Sérgio estão em Manaus buscando melhorias para o município de Manicoré

O prefeito de Manicoré Lúcio Flávio do Rosário esta na Capital de Manaus


A recuperação geral do sistema prejudicado pela grande cheia do Rio Madeira ano passado (Foto: Edy Lima)

Unidade Básica de Saúde (UBS), fluvial que irá atender a população ribeirinha nos rios (Foto: Facebook)


O governo do município de Manicoré estará em breve juntamente com sua equipe de governo entregando uma Unidade Básica de Saúde (UBS), fluvial que irá atender a população ribeirinha nos rios, lagos e igarapés da região, onde a UBS fluvial poder entrar, lá acontecerá o atendimento.

No encontro do prefeito Lúcio Flávio com o presidente do DETRAN do Amazonas senhor Leonel, Lúcio solicitou a viabilização da nova sinalização para Manicoré. Lúcio também teve uma conversa com o presidente senhor Radi da Amazonas Energia.

Onde o assunto foi o Programa “Luz Para Todos”, no interior de Manicoré (Zona Rural), restabelecer o fornecimento de energia até o Distrito de Cachoeirinha (Baixo madeira), realizando assim a recuperação geral do sistema prejudicado pela grande cheia do Rio Madeira ano passado.  

Também discutiu assunto sobre a interligação do cabo subaquático, que irá atravessar o rio Madeira de frente da foz do rio Manicoré para a comunidade de Democracia, levando energia elétrica até a região do Capanã (Médio madeira). E na manhã da última quinta-feira (09) Flávio conversou com a secretária da SDS, Kamila Botelho do Amaral, e o assunto abordado entre ambos foi à contemplação de mais um Caminhão Coletor de Lixo doméstico para a, cede do município.

Vale ressaltar que a Emenda para o coletor de lixo vir para Manicoré, foi do deputado Silas Câmara (PSC). O prefeito de Manicoré Lúcio Flávio do Rosário esta na Capital de Manaus tratando de assuntos que se referem ao município num todo. O vice-prefeito Paulo Sérgio também esta em Manaus. Quem está no comando do município é o vereador e presidente da Câmara Municipal de Manicoré (CMM), senhor Sabá Pimentel de Medeiros. 


Edy Lima DRT/AM 1823




terça-feira, 8 de outubro de 2013

Requerimento propõe que Humaitá receba energia do linhão do Madeira

O presidente da Assembleia justifica sua proposta lembrando que o abastecimento de energia 


Possa também abastecer parte da cidade de Humaitá, no Amazonas(Foto: Jornaldaenergia.com.br)



Entra em pauta esta semana, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), um requerimento do deputado Josué Neto (PSD), que propõe à Eletrobrás/Amazonas Energia que as Hidrelétricas do Rio Madeira, em Rondônia, possa também abastecer parte da cidade de Humaitá, no Amazonas. No requerimento, Josué Neto solicita a realização de estudos para a implantação de uma linha de transmissão do linhão do Madeira para o município. A proposta foi encampada por 14 deputados estaduais, que subscreveram o requerimento de Josué Neto.

O presidente da Assembleia justifica sua proposta lembrando que o abastecimento de energia elétrica é um serviço essencial para garantir qualidade de vida às populações, principalmente as de baixa renda que vivem em comunidades distantes, na periferia de Humaitá. “A energia elétrica é vetor de desenvolvimento social e econômico dessas comunidades”, destaca Josué Neto, completando que “estudos revelam que as famílias sem acesso à energia, estão majoritariamente nas localidades de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e nas famílias de baixa renda”.

Josué Neto lembra ainda que, em função da característica única do sistema de energia do Amazonas – totalmente isolado do sistema nacional – é preciso adequar soluções que atendam também os extremos de seu território.



Com Informação da Assessoria

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Usinas termelétricas vão denunciar Amazonas Energia à Aneel por falta de pagamento

Conforme denúncia feita pelo deputado estadual Marcos Rotta, do PMDB, na tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas



Conforme o parlamentar, o calote, em termos globais, é de R$ 1,3 bilhão(A Critica.com)



Há mais de 60 meses sem pagamento, as usinas produtoras independentes de energia irão denunciar a Amazonas Energia à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por descumprimento de contrato.

Conforme denúncia feita pelo deputado estadual Marcos Rotta, do PMDB, na tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas, a concessionária deve milhões às empresas, somente à Raesa, a dívida é de R$ 22 milhões, podendo chegar a R$ 30 milhões se não for quitada até setembro.

Segundo Rotta, as usinas deverão enviar à Aneel um requerimento para que a reguladora não repasse mais a concessionária os valores relacionados à Conta de Consumo de Combustíveis.

De posse de um dossiê, Rotta informou que as quatro usinas já se articulam para fazer uma ação conjunta contra a Eletrobrás para requerer o cumprimento do contrato e o pagamento em juízo dos valores atrasados.

 Rotta lamentou ainda a dívida que a concessionária mantém com a Cigás, um total de R$ 42 milhões.

Conforme o parlamentar, o calote, em termos globais, é de R$ 1,3 bilhão.
Deste total, segundo Rotta, R$ 42 milhões referem-se à parcela da Cigás e o restante ao pagamento da commodity e transporte devido à Petrobras.



Com Informação da Assessoria

sábado, 25 de maio de 2013

Sinésio denuncia caos na iluminação pública de Novo Airão


Segundo Sinésio, durante reunião na sede da prefeitura com a prefeita e vereadores da cidade

O representante da companhia disse que atualmente conta com apenas dois eletricistas(Aleam)


O líder do governo na Assembleia, deputado Sinésio Campos (PT) denunciou na última segunda-feira, 20, que o município de Novo Airão (distante 175 quilômetros de Manaus) está com mais de 60% do sistema de iluminação pública afetado pela falta de lâmpadas, suporte de ferro e bocais nos postes de energia. Na sexta, 17, o parlamentar esteve naquela cidade e acompanhado da prefeita Lindinalva Ferreira (PT), percorreu as principais vias que estão às escuras.

Segundo Sinésio, durante reunião na sede da prefeitura com a prefeita e vereadores da cidade, o gerente da Amazonas Energia em Novo Airão, Vinícius Guimarães, informou que na sede do município estão instalados mais de 900 postes e, que em mais de 530, lâmpadas, suporte de ferro e bocais não funcionam deixando as ruas e avenidas sem iluminação pública, em bairros como o Centro, Nossa Senhora Auxiliadora e Novo Horizonte.

Guimarães informou, também, que a iluminação pública não é municipalizada, mas que a prefeitura paga mensalmente R$ 5 mil de taxa para a Amazonas Energia, referentes a reparos na rede elétrica, mas a companhia não tem como comprar os materiais necessários.

O representante da companhia disse que atualmente conta com apenas dois eletricistas e dez funcionários para atender as mais de 3,5 mil residências, um número considerado por ele insuficiente para a demanda da sede e das comunidades rurais.

Para o deputado petista, a Amazonas Energia comete dois descasos com a população de Novo Airão. O primeiro é de cobrar da prefeitura R$ 5 mil pela iluminação pública que não está a contento e o segundo é não oferecer um serviço de qualidade.

“A falta de iluminação está causando um problema sério para a segurança e deixando famílias inteiras às escuras e com medo. Isso é um absurdo por parte da companhia”, criticou.

A prefeita Lindinalva Ferreira disse que o projeto de municipalização da iluminação pública está sendo analisado pela Câmara de Vereadores e que até o próximo ano deverá ser votado. 

O vereador Kleber Bichara e presidente da Comissão de Obras e Serviços Públicos informou que a falta de iluminação na cidade será tema de audiência pública marcada para o dia 3 de junho, quando pretende reunir a população, empresários e autoridades para discutir o assunto.

O deputado Sinésio Campos afirmou que vai encaminhar requerimento à Mesa Diretora da Assembleia solicitando da Amazonas Energia a imediata intervenção no sistema de energia de Novo Airão.

“Estaremos pedindo por meio da Assembleia que o problema seja resolvido de imediato. A população de Novo Airão não tem que passar por essa situação e vamos exigir da companhia respeito aos usuários”, afirmou o parlamentar.




Antônio Lopes


sábado, 4 de maio de 2013

Urgência na instalação de usinas solares no Amazonas


As unidades vão garantir energia elétrica às residências de localidades rurais às margens dos rios, lagos e ilhas


O modelo para recebimento de propostas está disponível no(Divulgação)


O líder do governo, deputado Sinésio Campos (PT) cobrou do Ministério das Minas e Energia (MME), na última segunda-feira (29), durante a reunião da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), no Rio de Janeiro (RJ), a imediata instalação de Usinas Fotovoltaicas (painéis solares) em 36 municípios do Amazonas. 

As unidades vão garantir energia elétrica às residências de localidades rurais às margens dos rios, lagos e ilhas.

De acordo com o parlamentar, no ano passado, o governo Federal, por intermédio da Empresa Amazonas Energia, implantou 13 usinas solares no município de Novo Airão (a 115 quilômetros de Manaus). 

O parque elétrico atende mais de 120 residências, que não haviam sido contempladas pelo Programa Luz Para Todos por conta das dificuldades de instalação da rede elétrica convencional.

No encontro, o deputado convocou uma nova rodada de reunião com representantes do MME, EPE e Amazonas Energia, marcada para a segunda quinzena de maio em Brasília. 

O presidente da EFE, Maurício Tomasquim, disse que o Amazonas faz parte do cronograma de instalação das Usinas Fotovoltaicas até o ano de 2015 e que a solicitação do líder do governo será discutida em outro encontro na Capital Federal.

A reunião contou com a participação da secretária de Desenvolvimento Sustentável (SDS), Nádia Ferreira e membros do Conselho de Energia do Amazonas (Ceam). 

Sinésio Campos afirmou que, em muitos municípios do Amazonas, existem comunidades indígenas e rurais em áreas isoladas. 

“Queremos as usinas solares para solucionar o problema de falta de energia elétrica de forma definitiva no interior”, cobrou.

No próximo dia 23 de agosto serão negociados Contratos de Energia de Reserva (CER) na modalidade “Quantidade”, com início de suprimento em 1º de setembro de 2015 e prazo de vinte anos, exclusivamente para a fonte solar. 

O modelo para recebimento de propostas está disponível no endereço eletrônico www.mme.gov.br.


Com Informação da Assessoria



segunda-feira, 8 de abril de 2013

Demissão voluntária na Eletrobrás pode piorar serviços do Amazonas

Se o serviço já é deficitário hoje, imaginem daqui a algum tempo com o desligamento de mais de 18% do total de empregados

Em apenas duas horas e meia, foram contabilizadas 23 quedas (Divulgação)





Diante do anúncio da Eletrobrás em reduzir 5 mil dos 27 mil empregados do sistema, o deputado estadual Marcos Rotta (PMDB) afirmou, na semana passada, quarta-feira (3), que o maior prejudicado deste novo “plano” da concessionária será o consumidor, principalmente, o amazonense. 
 
Segundo o parlamentar, essa decisão pode piorar os serviços desenvolvidos pela empresa no Amazonas.

A redução no quadro faz parte do Plano de Incentivo ao Desligamento, que será implementado ainda este ano.

“Se o serviço já é deficitário hoje, imaginem daqui a algum tempo com o desligamento de mais de 18% do total de empregados.

“Será um caos total”, afirmou Rotta, ao comentar que, somente na da última terça-feira (3), moradores da Zona Centro-Sul de Manaus (bairros Parque das Laranjeiras, Parque Dez e Flores) sofreram com a interrupção, sequencial, de energia elétrica.

“Em apenas duas horas e meia, foram contabilizadas 23 quedas de energia elétrica nesta região.

Isso é um absurdo. E o absurdo maior é que, ao entrar em contato com a Eletrobrás/Amazonas Energia para saber o porquê das falhas, o consumidor é obrigado a ouvir que nenhum registro foi feito sobre o ocorrido”, lamentou Rotta, ao acrescentar que é inaceitável, em plena era tecnológica, uma empresa não ter estrutura para identificar problemas na rede do sistema elétrica que ela opera.

“A empresa não pode justificar esse tipo de falha por falta de aporte financeiro. Pois temos ciência de que esse problema não existe para a Eletrobrás, a qual acabou de anunciar investimentos da ordem de R$ 52 bilhões até 2017.

Então, posso dizer que o problema é administrativo. Algo está errado neste modelo de gestão”, disse Rotta.

Na avaliação do peemedebista, falta comprometimento e profissionalismo à frente da Amazonas Energia.

“Se interrupções sucessivas na capital não conseguem ser registradas pela concessionária, imaginem os problemas ocorridos no interior do Estado. 


Com Informação da Assessoria









quinta-feira, 4 de abril de 2013

Audiência pública para tratar dos problemas de abastecimento de água na capital



Entre as entidades convocadas e convidadas pelas duas comissões estão representantes da Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos

Todos as proposituras foram aprovadas por unanimidade pelos parlamentares(Edy Lima / Drt 1823)


A Comissão de Serviços Públicos em conjunto com a Comissão de Defesa e Proteção dos Direitos da Mulher promovem nesta quinta-feira, 4 de abril, no Plenário Adriano Jorge da Câmara Municipal de Manaus, uma audiência pública para discutir questões referentes ao abastecimento de água na capital, como o rompimento recente das adutoras nos bairros São Jorge e Compensa.
 
Entre as entidades convocadas e convidadas pelas duas comissões estão representantes da Agência Reguladora dos Serviços Públicos Concedidos do Estado do Amazonas (Arsam), Programa Estadual de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon-AM), Manaus Ambiental, Eletrobras Amazonas Energia e Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seminf).
 
Para o evento, o presidente da CMM, vereador Bosco Saraiva (PSDB) determinou a distribuição de cópias do relatório da CPI da Água instaurada pela Casa ainda em 2012.
 
A realização da audiência pública se deu a partir de requerimentos propostos pelos vereadores Felipe Souza (PTN), Marcelo Serafim (PSB), Elias Emanuel (PSB) e Professora Jacqueline (PPS). 
 
Todos as proposituras foram aprovadas por unanimidade pelos parlamentares.


Com Informação da Assessoria