A Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas (CMM) do Senado, irá realizar nas Assembléias Legislativas
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Ou se vai continuar vivenciando mudanças bruscas que ocasionam problemas( Divulgação) |
Dando
continuidade à meta anunciada pelo presidente da Assembleia Legislativa do
Amazonas, deputado estadual Josué Neto (PSD), de abrir os auditórios da Casa
para o uso da população e autoridades, o plenário Ruy Araújo sediou na manhã
desta segunda-feira (22) a primeira reunião de uma série, que a Comissão Mista
Permanente sobre Mudanças Climáticas (CMM) do Senado, irá realizar nas
Assembléias Legislativas brasileiras para tratar sobre “Mudanças Climáticas e
Biodiversidade: PSA e outros instrumentos econômicos”.
A
reunião foi presidida pela presidente da Comissão, deputada federal Vanessa
Grazziotin (PCdoB-AM).
Também
estiveram presentes, o vice-presidente da comissão deputado federal Fernando
Ferro (PT-PE) e o deputado Sarney Filho (PV-NA), o relator dos trabalhos.
A
intenção da CMM é fazer um relatório a ser divulgado no fim do ano em
seminário.
“O governo brasileiro abraçou essa causa com muita força por
entender que: Ou se muda a forma de interagir com a natureza.
Ou
se vai continuar vivenciando mudanças bruscas que ocasionam problemas graves à
população”, disse Grazziotin.
O
plano de trabalho da CMM para 2013 envolve duas ações importantes: A primeira é
fazer com que os projetos que tramitam sobre Pagamento por Serviços Ambientais
(PSA) sejam aprovados.
De
acordo com Vanessa Grazziotin o Amazonas vai ganhar muito com isso. Outro
assunto é a realização de um Seminário com as Assembleias Legislativas de todos
os Estados, cujo objetivo será a harmonização da Legislação Brasileira de
Mudanças Climáticas.
O
deputado Sarney Filho elogiou o nível dos debates realizados na ALEAM, na
reunião que teve como foco o Pagamento por Serviços Ambientais, inclusive o
tema tratado pelo pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
(Inpa), Philip Feanside, que questionou a forma como será feito o pagamento dos
serviços ambientais e de onde virá o dinheiro.
Também
estiveram presentes os representantes da Secretaria de Estado de
Desenvolvimento Econômico e Social (SDS), João Talocchi e da Fundação Amazonas
Sustentável (FAS), João Batista Pezza Neto, o consultor da Fieam, Alexandre
Kadopa e o presidente da Faea, Muni Lourenço.
Orçamento
reduzido
O
presidente da Comissão de Meio Ambiente da ALEAM, deputado estadual Luiz Castro
(PPS) denunciou o orçamento reduzido para a área ambiental do Amazonas,
informando que apenas 0,15% do recurso estadual é voltado para tratar de
questões técnica, logística e operacional.
“Ainda
é um desafio acompanhar as ações que envolvem o meio ambiente neste Estado”,
lamentou.
Com Informação da Assessoria

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