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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Os dez elementos fundamentais que fazem parte da vida do homem do interior

Uma mulher, uma rede, uma lamparina, uma espingarda, uma canoa, um machado, uma flecha, um mosquiteiro, um terçado e um cachorro.

Casa tipica do caboclo ribeirinho da nossa região (Fotos: Edy Lima)

A canoa para procurar alimentos nos rios e nos lagos, e para lhe transportar de uma comunidade


1 – A mulher como companheira e amiga, para compartilhar de suas lutas cotidianas nas alegrias ou nas tristezas;

2 – A rede para seu descanso nas horas de fadigas;

3 – A lamparina para iluminar seu barraco;

4 – A espingarda para sua defesa e abater caças para a sua sobrevivência e da sua prole;

5 – A canoa para procurar alimentos nos rios e nos lagos, e para lhe transportar de uma comunidade a outras em visitas e para participar de festejos religiosos e tradicionais do interior;

6 – Uma machado para abater grandes árvores e fazer seus roçados;

7 – A flecha para flechar peixes para sua alimentação;

8 – Um mosquiteiro para livrar-se das picadas dos insetos;

9 – O terçado para abrir seus roçados e fazer caminhos nas matas em busca de produtos naturais;

10 – O cachorro para vigiar sua barraca, ajudá-lo nas caçadas, fazer companhia e avisar qualquer aproximação de animais ou visitantes.

Fonte: Histórias do Nosso Chão


Edy Lima DRT-AM 1823   

segunda-feira, 2 de março de 2015

Peixes existentes nos Igarapés, lagos e rios do município de Manicoré

Peixes


Peixe Pirarará (Fotos: Edy Lima)

Peixe Boi ameaçado de instição (Foto: Ibama)


Tambaqui de viveiro

Peixe Surumbim



Tambaqui, Peixe-Boi, (em extinção), Pirapitinga, Pirarucu, Dourado (de Couro), Filhote, Piraiba, Surumbim, Capararí ou pintado, Jatuarana ou Matrichã, Curimatá ou Curimatã, Cuiu-Cuiu, Piramutaba, Pirarára, Boto (Tucuxi e Vermelho), Peixe Lenha, Tucunaré, Acára-Açu, Pescada, Sardinha, Pacú, Branquinha, Cascudinha, Traíra, Acarí, Cará de diversas espécies, Mapará, Jeju, Apapá, Jaraqui, Aruanã, Piranha, (diversas espécies), Caroatá, Piranambú, Peixe cachorro, Bacu, Jacundá, Lírio, Bico de Pato, Mandií, Boca de Chinelo, Capadinho, Réco-Réco, Peixe Agulha, Arari, Aracú listrado e Rabo de Fogo, Landráia.   

Fonte: Histórias do Nosso Chão


Edy Lima DRT-AM 1823

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Fauna e Flora do Município

Ariramba, Arapapa, Inambu, Nambu Preta

Garça (Fotos: Edy Lima)

Arará Vermelha

Mutum

 Aves:

Marreca, Pato do Mato, Colhereiro, Garça, Jaçanã ou frango d’água, Corta Água, Mergulhão, Jacamim, Urumutum, Araçari, Coruja, Jaburu, Cigana, Avoante ou Pombo Selvagem, Papagaio, Mutum, Tucano, Maguari, Jacú, Araras (Azul, Amarela e Vermelha), Anambé, Gaivota, Bacurau, Gavião, Jandaia do Campo, Ararinha Azul, Alencorne, Pombo Trocal, Carão, Socó, Córocóro, Carará, Surucuá, Ariramba, Ariramba, Arapapa, Inambu, Nambu Preta, Cabeça Vermelha, Tona, Sururina, Corcovado, Japiim, Iapú, Cancão, Cauré, Juruti, Gavião Real, Tauató, Urutau, Tesoreito e outros...

Fonte: Histórias do Nosso Chão


Edy Lima DRT-AM 1823    

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Peixes-boi reabilitados no AM serão devolvidos à natureza

Seis animais chegaram à RDS Amamã com poucos meses de vida, após se perderem das mães, em decorrência de acidentes como emalhes em redes de pesca ou pela caça. Peixes-boi receberam atendimento e foram reabilitados


Soltura acontecerá no Lago Arati, em frente à comunidade Vila Nova do Amanã, setor Paranã do Amanã (Divulgação)

Seis peixes-boi amazônicos que estão em reabilitação serão devolvidos à natureza. Os animais estão sob os cuidados da equipe do Instituto Mamirauá e de moradores de comunidades ribeirinhas, no Centro de Reabilitação de Peixe-Boi Amazônico de Base Comunitária, o "Centrinho", na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã, no município de Maraã (AM).
Todos os animais chegaram ao Centrinho com poucos meses de vida, após se perderem das mães, em decorrência de acidentes como emalhes em redes de pesca ou pela caça. Esse será o terceiro evento de soltura de peixes-boi amazônicos reabilitados, realizado pelo Instituto Mamirauá.
A soltura acontece no Lago Arati, em frente à comunidade Vila Nova do Amanã, setor Paranã do Amanã, no dia 11 de janeiro. Durante o dia estão programadas atividades nas comunidades Vila Nova do Amanã e Boa Esperança, com participação dos moradores dessas e outras comunidades da Reserva.
Os animais foram acompanhados por uma equipe formada por veterinários, oceanógrafos, educadores ambientais e técnicos, além dos comunitários que também participam e contribuem para os cuidados. Desde a chegada no Centrinho, é acompanhado o estado clínico dos animais e verificada a necessidade de cuidados especiais, no caso de ferimentos, desidratação ou doenças.



"Ao chegar no Centrinho, nossa primeira preocupação é hidratar o animal, verificar se ele está bem, avaliar o estado clínico, e oferecer a alimentação. Acompanhamos com a biometria periódica, monitorando o desenvolvimento do filhote", afirmou Miriam Marmontel, pesquisadora do Instituto Mamirauá.
Os seis espécimes, dois machos e quatro fêmeas, serão soltos na natureza por terem apresentado desenvolvimento adequado ao longo do tempo em que permaneceram no Centrinho. Após a soltura, os animais continuam sendo monitorados pelos pesquisadores em ambiente natural. É adaptado à cauda um cinto equipado com transmissor de sinais de rádio.
"Cada cinto tem uma frequência única, então conseguimos acompanhar esses animais individualmente. É o momento de verificar se eles estão se adaptando bem ou não. Saber se estão fazendo a rota migratória, se estão em local rico em alimentação, se estão juntos ou não, se estão se deslocando ou se permaneceram parados em algum local", reforça Miriam.
O último evento de soltura dos animais reabilitados pelo Instituto Mamirauá aconteceu em agosto de 2012. Na época, cinco peixes-boi foram devolvidos à natureza, sendo que quatro deles foram adaptados com cintos com radiotransmissores. Foram acompanhados durante cinco meses, até a perda de sinal do último peixe-boi monitorado. 




Piti foi o primeiro peixe-boi a chegar no Centrinho e participou da primeira soltura. No entanto, não se adaptou ao ambiente natural e precisou ser recapturado, para impedir a contínua perda de peso observada na época pelos pesquisadores. Nessa nova soltura, espera-se que ele esteja mais adaptado ao ambiente e se desenvolva bem.
O Centro de Reabilitação de Peixe-Boi Amazônico de Base Comunitária foi criado pelo Instituto Mamirauá em 2008, e é um criatório conservacionista autorizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama). Há 15 anos, antes da criação do Centrinho, o Instituto Mamirauá realizou a primeira soltura de um peixe-boi reabilitado da Amazônia.
Com informações da assessoria de imprensa

 
 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Curupira (A lenda)

Grande protetor da fauna e da floresta


‘Curupira’ é descrito como um indiozinho ágil (Foto: Ilustrativa)




Grande protetor da fauna e da floresta, o ‘Curupira’ é descrito como um indiozinho ágil, de pés voltados para trás, cabelos vermelhos ou cabeça raspada, protetor das árvores e senhor dos animais que habitam a floresta.

Curupira (The Legend)

Environments great protector, Curupira is described as a smart little indian, wth his feet facing back, red hair or bald, protector of the trees and naster of the inhabitants living the forost Before the big estorms, run the forest beating the trees´trunks to ensure its resistance.
Brings to life the rumors and uncertain of those who dare na adventure inner forest.


Edy Lima DRT-AM 1823

quarta-feira, 6 de março de 2013

Filhote de peixe-boi é resgatado no município de Autazes (AM)

O animal foi levado ao Inpa/MCT pelo biólogo com o apoio do Batalhão Ambiental e começará a integrar o “Projeto Peixe-Boi” do Inpa com a participação da Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa)

Lili foi encaminhada ao Inpa
Lili foi encaminhada ao Inpa (Alexandre Fonseca)

A pequena Lili, peixe-boi encontrado na comunidade Remanso em Autazes (município a 112 quilômetros de Manaus), foi resgatado pelo biólogo Halley Soares no último domingo (03), por volta das 16h. O filhote foi encaminhado ao Parque Robin C. Best do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT) às 20h desta terça-feira (05).

O animal foi levado ao Inpa/MCT pelo biólogo com o apoio do Batalhão Ambiental e começará a integrar o “Projeto Peixe-Boi” do Inpa com a participação da Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa). “Ela é recém-nascida, tem cerca de 80 centímetros e pesa aproximadamente 20 quilos”, informou o biólogo.

Após o resgate, ela recebeu os cuidados de Halley. “Ela estava sozinha e filhotes costumam sempre estar do lado da mãe, sem contar que naquela área é difícil ver um peixe-boi, o que chamou atenção. Pegamos uma canoa e colocamos em uma piscina e ficamos alimentando com leite na mamadeira”, contou.

Todo este carinho especial tem uma explicação. Este é o primeiro resgate que o biólogo realiza. O nome é uma homenagem a sua avó falecida há três anos. “Nunca havia me conectado tanto com uma vida assim. Valeu ser biólogo, por estas coisas”, disse emocionado.

Ampa

A Ampa é uma organização não governamental que surgiu da necessidade de promover atividades de proteção, conservação, pesquisa, manejo do peixe-boi e de outros mamíferos aquáticos existentes na Amazônia: lontra neotropical (Lontra longicaudis), ariranha (Pteronura brasiliensis), tucuxi (Sotalia fluviatilis) e boto-vermelho (Inia geoffrensis).

CAMILA PEREIRA

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Peixe-boi resgatado em Coari (AM) chega ao Inpa

O filhote que recebeu o nome de Sol, está ferida na nadadeira direita e apresenta sinais de desidratação.

Um verdadeiro mutirão foi organizado para resgatar o peixe-boi
Um verdadeiro mutirão foi organizado para resgatar o peixe-boi (Divulgação)
Um filhote de peixe-boi do sexo feminino, com aproximadamente cinco a seis meses de vida, medindo cerca de 90 centímetros, foi resgatado na última terça-feira (06), por técnicos da Secretaria de Meio Ambiente de Coari e conduzido, de avião, ao Instituto Nacional de Pesquisas na Amazônia (Inpa), em Manaus.

Ele está ferido na nadadeira direita, um pouco abaixo do peso e apresenta sinais de desidratação. “No geral, ele apresenta bom estado físico”, assegura Afrânio César, engenheiro da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo (Sematur). A mãe, provavelmente foi capturada e morta no rio Solimões, próximo à comunidade rural Amazonino Mendes, na região do baixo Solimões.

Um verdadeiro mutirão foi organizado pela secretária Regina Glória Cerdeira para resgatar o mamífero de aproximadamente 15 quilos. Depois de receber a informação de que um peixe-boi estava sendo mantido dentro de uma canoa alagada e sendo alimentado pela agricultora Maria Valdilene Souza e seus filhos, a operação resgate foi organizada e realizada com sucesso.

Depois de uma hora de viagem, em voadeira, até a comunidade, "Sol" (nome dado por ter sido capturada no rio Solimões) ganhou um tanque com 300 litros de água.
No avião, providenciado pela prefeitura local, Sol ganhou um colchonete com toalhas molhadas, leite na mamadeira e carinho de todos. O avião decolou, às 14h15 levando o animal acompanhado de uma técnica da Sematur, que fez a entrega aos pesquisadores do Inpa, na capital amazonense.

ACRITICA