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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Equipe da Seminfra de Manicoré “O trabalho não Pará”

Quanto essa situação, o governo Lúcio Flávio e Paulo Sérgio


(Foto: Seminfra) Equipe da Secretaria de Infraestrutura de Manicoré tem feito um grande trabalho na recuperação de ramais



Prefeitura Municipal de Manicoré (PMM), através da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra), vem realizando ótimos trabalhos, quando o assunto se refere à pavimentação, de ruas, ramais, vicinais e estradas do nosso município.

Somente esse ano mais de 70 km entre estradas, ramais, vicinais e ruas, foram totalmente recuperadas, ou seja, feita a terraplenagem, em seguida em alguns ramais e vicinais foram jogadas centenas de metros cúbicos de areia grossa, isso para facilitar a trafegabilidade de carros bicicletas e motos, no inverno.

Até porque, no inverno a situação piora muito com a chegada das chuvas torrenciais, com isso carros e outros veículos ficam quase que impossibilitados de trafegar, pois a muitos agricultores que moram ao longo das mesmas. Mais a Seminfra, não deixa de está sempre cuidado para que essas estradas, vicinais e ramais não fechem como em outros governos, que aqui passaram aconteceu.

Ramais e vicinais sem as mínimas condições de trafegar deixam o agricultor sem ter como escoar sua produção agrícola. Deixando assim centenas de pessoas da cede do município de Manicoré, sem ter como comprar alimentos que são plantados na roça. Assim perde o agricultor e o município.

Quanto essa situação, o governo Lúcio Flávio e Paulo Sérgio, estão atentos para qualquer evento que possa impossibilitar que esses agricultores de escoarem suas produções. “Por isso essa equipe da Secretaria de Infraestrutura de Manicoré tem feito um grande trabalho na recuperação das nossas estradas vicinais”. Falou o Vice-prefeito Paulo Sérgio.


Edy Lima DRT/AM 1823

quinta-feira, 5 de março de 2015

Base da ponte de Santa Luzia está pronta

Agora essa ponte está sendo feita de concreto e mesmo 


Quem passa hoje pelo Igarapé usando o desvio, pode ver a base da ponte já construída (Foto: Edy Lima)




Por mais de 20 anos, carros, motos, bicicletas e pessoas usaram uma ponte feita de madeira do Igarapé de Santa Luzia – Estrada do Atininga. Agora essa ponte está sendo feita de concreto e mesmo com os contra tempo, a ponte está sendo construída.

Quem passa hoje pelo Igarapé usando o desvio, pode ver a base da ponte já construída, ou seja, a sapata toda no concreto. Agora será a vez de construir os pilares e isso acontecerá em breve. “Mesmo com as fortes chuvas que insistem em cair sobre Manicoré, nós não paramos de trabalhar. Quando o tempo limpa e o sol aparece, caímos na batalha”. Falou Anísio responsável da construção da ponte.


Edy Lima DRT-AM 1823

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Alerta máximo para o Baixo Amazonas

Em todo o Estado, 16 municípios estão em situação de emergência por conta de cheia na Bacia do rio Madeira, que atingiu o nível histórico, ficando acima com cota de 25,68 metros 
Cidades do interior do AM estão quase submersas por conta da enchente (J. Renato Queiroz)


Faltando apenas 0,55 cm para atingir a cota histórica que foi registrada em 17 de junho de 2009, o município de Parintins, no Baixo Amazonas, recebeu na manhã desta quarta feira (30) o alerta máximo para emergência, que foi emitido pela Chefia de Monitoramento da Defesa Civil do Estado. O Departamento de resposta ao Desastre pretende iniciar os trabalhos paralelamente às ações de resposta ao desastre, que devem ser iniciadas o quanto antes pelo município de Parintins, que tem o dever de apresentar a primeira resposta à população.
Uma das primeiras ações da Coordenadoria Regional de Proteção e Defesa Civil do Baixo Amazonas é orientar a população que mora em área de risco para buscar um local seguro: casas de amigos, casa de parentes, abrigos e se resguardar de possíveis perdas, tanto material quanto humana.
Essa anormalidade tem como principal fator a cheia histórica enfrentada pelo rio Madeira, com influência direta no Baixo Amazonas. Em todo o Estado, 16 municípios estão em situação de emergência: Guajará, Ipixuna, Boca do Acre, Envira, Humaitá, Lábrea, Pauini, Apuí, Canutama, Manicoré, Novo Aripuanã, Borba, Novo Olinda do Norte, Tapauá, Itamarati e Autazes. Dos municípios em emergência, apenas Humaitá está em estado de calamidade pública.
Apoio aos municípios
O Governo do Estado, por meio do Subcomando de Ações de Proteção e Defesa Civil (Subcomadec), já enviou 386 toneladas de alimentos e continua fazendo os atendimentos aos municípios afetados pela cheia, enviando kits de ajuda humanitária, constituídos de materiais de higiene, limpeza, medicamentos, colchões, além de oferecer serviço aeromédico, barracas de campanha e gás de cozinha.
O município de Humaitá foi o primeiro a receber o programa Amazonas Solidário, que visa beneficiar famílias que estão sofrendo com a cheia, e receberam cheques no valor de R$ 300. Centenas de famílias foram cadastradas pela Defesa Civil do município. Foram emitidos 3.955 cheques nominais, que impossibilitam qualquer tipo de fraude. Somente recebem o benefício as famílias que comprovadamente estão sofrendo com os danos causados pela enchente de 2014. Manicoré foi o segundo município a receber o beneficio do programa Amazonas Solidário, no dia 26 de abril, beneficiando 1.322 famílias.
Os municípios de Boca da Acre, Maraã, Apuí, Borba, Envira, Manicoré, Novo Aripuanã, Canutama e Humaitá receberam apoio financeiro, por meio de convênios junto à Defesa Civil do Estado, no valor total de R$ 3.255,885 para ações de prevenções, socorro e assistência por conta da emergência.
Também está disponível para o município de Humaitá uma estação de tratamento de água móvel, produto cedido pelo Exército que recebeu o equipamento de consignação pela empresa H2Life e está atendendo a população e abastecendo os alojamentos com água potável. Além disso, para prevenir acidentes com vitimas em embarcações ribeirinhas, o secretário da Defesa Civil do Estado, coronel Roberto Rocha, em ação de cooperação com a Marinha do Brasil, providenciou a distribuição de 250 coletes salva-vidas.
A Bacia do Madeira atingiu o nível histórico, ficando acima da média para o período, com cota de 25,68 metros, apresentando transbordamento nos municípios de Manicoré, Novo Aripuanã, Borba, Nova Olinda do Norte e Humaitá. As Bacias do Juruá e Purus apresentam sinais de finalização de cheia. Ambos atingiram sua cota máxima, chegando em situação de emergência nos municípios de Guajará, Ipixuna, Envira, Boca do Acre, Pauini, Lábrea, Canutama e Tapauá.
*Com informações da assessoria


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Cheia do Rio Madeira deixa Manicoré em estado de alerta

Famílias inteiras por causa do forte inverno amazônico 


Casa de um ribeirinho sendo engolida pela cheia do Madeira (Foto: Edy Lima)




Prefeito em Exercício de Manicoré Paulo Sérgio Barbosa esteve visitando na tarde de ontem (27), as comunidades de São João da Ponta Grossa e Sururu, ambas no médio madeira. Por causa da cheia do Rio Madeira o que se ver é uma cena triste. Plantações de mandioca, banana, cacau, macaxeira, milho, pimentões, cebolinha e cheiro verde, estão todos submersos.


Paulo Sérgio olhando o estrago que a água do madeira já fez com o milho( Foto: Edy Lima)




Prevendo o pior, muitos ribeirinhos já abandonaram suas casas.Famílias inteiras por causa do forte inverno amazônico foram obrigadas a procurar terra firme ou ir para casa de parentes na cidade de Manicoré. Mas alguns ainda resistem o fenômeno da natureza e teimam em deixar o pouco que ainda resta.



Casas da Comunidade de Sururu. Região do médio madeira (Foto: Edy Lima)



O que se ver são cenas de pura catástrofe, casas todas no fundo, troncos de madeiras sendo arrastados e, árvores inteiras sendo arrancadas pela raiz e sendo levada pela forte correnteza. Com tudo algumas famílias ribeirinhas não tendo muita opção aonde irem insistem em ficar mesmo correndo o risco de ter sua casa tomada pela água e ao mesmo tempo de ser invadida por cobras ou jacarés.

Edson Rodrigues é um desses ribeirinhos que ainda resiste à cheia do rio madeira. Junto com sua família eles dividem o pequeno espaço da casa que ainda não foi tomada pela água. Suas criações, ou seja, galinhas, patos, cachorros e porcos estão agasalhadas em uma maromba, espécie de assoalho improvisado feita de madeira e tábuas, que fica acima do nível do rio, podendo ser erguida a qualquer momento se assim for preciso.



Plantação de cocô sendo dizimada pela as águas turvas do madeira (Foto: Edy Lima)


Um dia antes da visita do prefeito a Comunidade de Sururu, dona Inês esposa de seu Edson, contou que estava lavando roupa na varanda de sua casa, quando de repente ela sem querer deu uma olhada em sua volta e avistou um enorme Jacaré que lhe observava, segundo ela, o animal estava uns quatro metros de distancia; “Tomei um baita susto, sem dúvida nenhuma, se eu não tivesse visto ele antes, teria me pegado”. Disse dona Inês que teme pela segurança de seus filhos e netos.



Plantação de Mandioca totalmente destruída pela enchente (Foto: Edy Lima)



Perguntado sobre a situação que essas famílias se encontram as margens do rio madeira, o prefeito em exercício Paulo Sérgio disse que, “O governo municipal está bastante sensibilizado, que nas próximas horas irá decretar estado de calamidade pública, não podemos deixar de forma alguma nossos irmãos a mercê da sorte”. Disse ainda, “Vamos buscar apoio através da Defesa Civil do Estado do Amazonas, junto ao Governador Omar Aziz e se possível a, Presidência da República, para minorar as perdas das famílias ribeirinhas”.




Edy Lima DRT/AM 1823

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Promoção Social e Defesa Civil de Manicoré em Ação

Mas a casa de dona Josiane não resistiu o inverno rigoroso que acontece no Amazonas

Equipe da Secretaria de Promoção Social entregando materiais da casa a dona Josiane  (Foto: Edy Lima)


A Assistente Social do município de Manicoré Ana Davila e o chefe da Defesa Civil no município de Manicoré senhor Joel, já vinham desde (24), Abril de 2013 acompanhando o caso desse casal. Na primeira visita da equipe da Secretaria de Promoção Social e Defesa Civil foi constatado que a casa corria o risco de desabar. A casa estava coberta com palhas e pedaços de TNT’s, não tinha piso, era de barro batido, o banheiro ficava do lado de fora da casa e funcionava em estado critico.

Mas a casa de dona Josiane não resistiu o inverno rigoroso que acontece no Amazonas, e sobre uma forte chuva que caiu no dia (07), novembro ainda daquele ano sobre a cidade de Manicoré, alagando alguns bairros, em consequência dessa forte tempestade, infelizmente a humilde residência do casal não resistiu e desabou, deixando a mesma e sua família sem ter onde morar.

Segundo dona Josiane seu marido está desempregado e ela tem problemas de saúde devido a uma descarga elétrica que a atingiu há cerca de dois anos. “Atualmente moramos de aluguel, onde pagamos R$ 50 reais de aluguel, e sobrevivemos com uma renda mensal de R$ 102,00 reais do Programa Bolsa Família (Governo Federal)”.


Comunidade ajudando a desembarcar a madeira doada pela Sempes (Foto: Edy Lima)


Em visita realizada no dia (14) de fevereiro do corrente ano, após o desabamento da casa da senhora Josiane Coelho, a Assistente Social Ana Dávila juntamente com o chefe da Defesa Civil do Município Joel, foi constatado que a mesma já tinha conseguido quase que os materiais todos, faltando somente às tabuas ou tabiques para cercar a casa. 

Mas... Na tarde da última segunda-feira (17), a angustia do casal terminou. O secretário Joaquim Ribeiro juntamente com a equipe da Secretaria de Promoção Social compraram 50 metros de tabique e doaram para Josiane. A família já se encontra cadastrada no Programa Morar Melhor do Governo Municipal, porem necessitava de uma ação imediata.

A madeira foi entregue pelo secretário Joaquim, Defesa Civil e equipe de governo municipal. O caminhão baú usado para transportar a madeira pertence à Secretaria Municipal de Produção e Abastecimento de Manicoré (SEMAPA). 

“Agora posso fazer minha casinha e morar com meus dois filhos e meu marido”. Disse Josiane Coelho, cheia de alegria.



Edy Lima DRT/AM 1823


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Inverno aumenta casos de problemas respiratórios no AM

A intensificação das chuvas e a imunização ‘atrasada’ da população contribuem para aumentar em 40% a procura por atendimento médico

A aposentada Francisca do Valle e o marido, Antônio Pedro, procuraram duas unidades de saúde em busca de atendimento
A aposentada Francisca do Valle e o marido, Antônio Pedro, procuraram duas unidades de saúde em busca de atendimento (Paula Pessoa)

Nos últimos dois meses aumentou em 40% o número de atendimentos para problemas no sistema respiratórios como asmas, bronquites, gripes e mesmo a dengue nas unidades de atendimento da prefeitura, por conta do inverno que o Amazonas enfrenta, e que deve perdurar até o fim de junho.

A informação é do secretário municipal de Saúde, Evandro Melo, que estima em mais de 300 os atendimentos diários nas unidades de saúde do município, por problemas relacionados ao aparelho respiratório. “Nossa grande demanda é por atendimento para crianças e idosos, que, nesSe período, são os mais inclinados a ficarem doentes”, disse.

Além da intensificação das chuvas, a imunização “atrasada” da população contribui para o aumento nos casos de problemas respiratórios, como explicou o secretário. Ele disse que a demanda de todos os Estados do Norte junto ao governo Federal é criar uma campanha de imunização antes da campanha nacional, realizada em abril de cada ano.

 “Nós, aqui no Amazonas, estamos brigando com o Ministério da Saúde para que possamos iniciar a nossa vacinação no mês de outubro, que aqui é o período ideal para imunizar contra os as doenças do inverno. Com as vacinas em abril, quem tinha que adoecer de problemas respiratórios já adoeceu. Ou seja, já foi atacado pela doença. Mas o Ministério não quer dividir as campanhas”, explicou.

Atendimento

Reclamando de fortes dores abdominais e dificuldade para respirar, a aposentada Francisca Do Valle, 69, em companhia do marido, Antônio Pedro, 69, procurou atendimento na manhã de sábado na UBS Leonor de Freitas, na Compensa 2. “Nós já fomos no Caimi da Compensa, mas infelizmente não tivemos atendimento. Aqui o médico mandou aplicar uma injeção e agora eu estou esperando para falar com ele de novo. Mas já me sinto melhor”, comentou dona Francisca.

A enfermeira responsável pelo SPA Joventina Dias, Vera Lúcia, disse que os atendimentos diários passam de 200 e os casos mais frequentes são a gripe e a dengue. “A gente faz uma triagem para saber qual o problema. Não podemos confundir a dengue com uma virose ou gripe. Quem estiver com dengue não poderá receber medicamentos que tenham ácido acetil salicílico. O exame do laço é feito no laboratório daqui”, garantiu.

Na sala de espera do SPA Joventina Dias, encontramos a dona de casa Fabiana Arcanjo, 27, com o filho Leandro da Silva, 10, com suspeita de dengue, que “desmentiu” a enfermeira. “Estamos esperando a liberação do médico pra ir a outro SPA ou ao pronto socorro, porque aqui não tem laboratório para saber se é dengue. O médico mesmo disse”, reclamou a mãe.

Atendimento ampliado

Para aliviar a demanda de atendimentos diários na rede municipal de Saúde em decorrência das enfermidades típicas do inverno amazônico, o secretário municipal de Saúde, Evandro Melo, disse que a prefeitura estendeu o horário de atendimento de oitos unidades de saúde até as 21h.

Nelas, a população terá consultas com especialistas em clínica médica, pediatria, ginecologia, ondontolgia, atendimentos para hipertensão e diabetes, diagnóstico de malária, atendimento de suspeita de dengue, tuberculose, imunização, prevenção ao câncer de colo do útero e de mama além de pré-natal às grávidas.

Nos casos de urgência, a prefeitura orienta que sejam procurados os  Serviços de Pronto Atendimento (SPA) do Governo do Estado, ou pronto socorro mais próximo.

As unidades da prefeitura que atendem nas quatro zonas de Manaus são: UBS Dr. José Rayol dos Santos, na avenida Constantino Nery, Chapada, UBS Morro da Liberdade, na rua São Benedito, Morro da Liberdade; USA Sálvio Belota, na rua das Samambaias, nº 786, Santa Etelvina, UBS Áugias Gadelha, na rua A, nº 15, Cidade Nova 1, USA Alfredo Campos, na rua André Araújo, Zumbi 2, UBS Leonor Brilhante, na avenida Autaz Mirim, Tancredo Neves, UBS Leonor de Freitas, na avenida Brasil, Compensa 2 e UBS Deodato de Miranda Leão, na avenida Presidente Dutra, s/nº, Glória.

KLEITON RENZO