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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

No recesso parlamentar: Ibama será convocado a explicar paralisação nas obras da BR-319

A convocação será feita pela Assembleia Legislativa do Amazonas

(Foto:  Hugo Bronzere) Nesta semana, os deputados Francisco Souza e Platiny Soares estiveram reunidos com a presidente do Instituto 


O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) será chamado para dar explicações sobre os constantes pedidos de paralisação das obras de recuperação da BR-319. A convocação será feita pela Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) no mês de janeiro, mesmo que o Poder Legislativo esteja de recesso.

A ideia é ‘pressionar’ o Ibama a dar explicações à sociedade sobre os pedidos que embargo às obras da BR-319. “A Justiça Federal já liberou as obras, porém os serviços são constantemente interrompidos à pedido do Ibama, que não apresenta os motivos à sociedade”, afirmou o deputado Francisco Souza.

De acordo com o parlamentar, a convocação do Ibama não pode esperar até o mês de fevereiro, quando a Assembleia Legislativa volta do recesso. “A BR-319 é uma obra de grande importância para o Amazonas, por isso não pode ficar 40 dias nesta indefinição”, ressaltou Souza.

No caso da reunião não acontecer na Assembleia Legislativa por causa do recesso parlamentar, a convocação do Ibama será feita para outro local. “O que importa é ouvirmos os técnicos do Ibama e saber os reais motivos que levam à paralisação das obras da BR-319”, acrescentou Souza. 

COORDENADA

 Reunião ouviu presidente do Ipaam

 Nesta semana, os deputados Francisco Souza e Platiny Soares estiveram reunidos com a presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), Ana Aleixo. Os parlamentares foram ao Instituto para saber por que as licenças ambientais para a BR-319 são emitidas exclusivamente pelo Ibama.

Os deputados foram informados que qualquer licença para dar continuidade às obras da BR-319 estão sob competência do Ibama, desde agosto de 2015, por determinação do decreto 8.437 de 22 abril de 2015, da Presidência da República.

“Fomos informados que um decreto presidencial, assinado em abril deste ano, tirou dos governos estaduais a função de emitir licenças ambientais para rodovias federais”, explicou Souza. “Desde o mês de agosto, apenas o Ibama está autorizado a analisar questões ambientais e imitir licenças para a BR-319”, completou o deputado.


Com Informação da Assessoria









quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Prefeitura de Manicoré está construindo CCF na cede do município

O Centro de Convivência da Família de Manicoré está sendo construído 

(Fotos: Edy Lima) A construção do Centro de Convivência custará em torno de R$ 3 milhões de reais


Recursos provenientes do Fundo de Promoção Social 



A prefeitura de municipal de Manicoré, em parceria com o governo do Estado do Amazonas, está construindo o Centro de Convivência da Família (CCF), na cede do município. Obra essa que teve seu inicio no dia 4 de novembro, mês passado.

A construção do Centro de Convivência custará em torno de R$ 3 milhões de reais, recursos provenientes do Fundo de Promoção Social (FPS), com a participação da primeira dama do Estado do Amazonas Edinele Gomes, com contrapartida do Poder Executivo de Manicoré no de R$ 150 mil reais. 

O prefeito de Manicoré, Lúcio Flávio, disse que local para ser construído o Centro Familiar, além de oferecer um espaço bastante amplo é de suma importância para a construção, que tem como objetivo oferecer entretenimento de boa qualidade, oferecendo mais comodidade para os idosos e todos que vão participar do centro de convivência.

O Centro de Convivência da Família de Manicoré está sendo construído ao lado do Ginásio Poliesportivo Rosival Ribeiro. Próximo ao Tiro de Guerra 12002, (Exército Brasileiro).


Edy Lima DRT/AM 1823





sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Justiça suspende liminar e libera as obras na rodovia BR-319

Informação foi confirmada pelo procurador-geral do Dnit ao deputado federal Alfredo Nascimento (PR)



A Justiça Federal havia suspendido as obras à pedido do MPF, mas retirou o embargo(Euzivaldo Queiroz)


As obras na rodovia federal BR-319 estão liberadas, conforme decisão tomada nesta sexta-feira (20) pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Cândido Artur Medeiros Ribeiro Filho.
A informação foi confirmada pelo procurador-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) ao deputado federal Alfredo Nascimento (PR-AM).
A Justiça Federal havia suspendido as obras de manutenção na BR-319 à pedido do Ministério Público Federal (MPF). Entretanto, o Dnit entrou com recurso no TRF-1 e, agora, a Justiça Federal liberou as obras.
Na quinta-feira (19), a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e os senadores rondonienses Acir Gurgacz (PDT-RO) e Valdir Raupp (PMDB-RO) visitaram o presidente do TRF-1 para pedir aceleração no processo e a liberação das obras.
Os parlamentares fizeram um relato da diligência da Comissão de Infraestrutura do Senado feita no mês passado. Na ocasião, os três senadores saíram de ônibus de Porto Velho para Manaus.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já havia liberado as obras na BR-319, retirando o embargo anterior feito no trecho do meio, entre os km 250 e km 655,5.
MPF
Mesmo o Ibama tendo liberado as obras, o MPF afirmou que precisava mais e as obras deveriam continuar embargadas. O procurador Rafael da Silva Rocha foi o autor da ação civil pública que pediu a suspensão das obras.
A juíza federal Aline Soares Lucena Carnaúba concedeu uma liminar no dia 27 de outubro suspendendo as obras conforme pedido do MPF, afirmando que a nova posição do Ibama não era suficiente.
Amazonas
O Governo do Amazonas informou que está trabalhando em um projeto técnico para solucionar o impasse ambiental que impede a conclusão da pavimentação da rodovia BR-319 (Manaus-Porto Velho).
A informação foi dada pelo governador José Melo durante o Seminário de Apoio a Investimentos no Estado, na VIII Feira Internacional da Amazônia.
Segundo o governador, a ideia é proteger uma área de preservação que envolve 400 quilômetros de um trecho da estrada. O projeto está sendo finalizado para ser encaminhado e discutido com o Ibama e posteriormente enviado ao Governo Federal.

A Critica.Com


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Dnit e Ibama dizem à Sandra que retomada das obras de manutenção da BR 319 só depende da Justiça

A secretária executiva do Ministério dos Transportes

(Foto: Noticiajato.com.br) Recurso impetrado pelo órgão contra o embargo nas obras da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho


A secretária executiva do Ministério dos Transportes, Natalia Marcassa de Souza, disse hoje (16) à senadora Sandra Braga que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) aguarda decisão da Justiça sobre recurso impetrado pelo órgão contra o embargo nas obras da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho. O questionamento da senadora foi feito durante audiência pública no Senado na Comissão de Infraestrutura, onde se debateu a agilidade na execução de obras de infraestrutura de transportes.

“Eu, e alguns membros da Comissão de Infraestrutura, participamos de uma audiência com a presidente do Ibama, a senhora Marilene Ramos, e ela nos disse que o órgão iria entrar em acordo com o Dnit para a retomada das obras de manutenção da rodovia. Houve esse entendimento?”, perguntou a parlamentar.

A resposta foi dada pelo diretor de Licenciamento Ambiental do Ibama, Thomaz Toledo, também presente na audiência. Ele disse que o Ibama e o Dnit já entraram em acordo e, assim que a Justiça retirar o embargo, as obras de manutenção poderão ser realizadas.
“Houve um pedido do presidente do Dnit para o fim do embargo. Esse pedido foi avaliado pela área técnica do Ibama e a presidente do Ibama já informou ao presidente do Dnit que há um consenso em relação às atividades de manutenção e só está pendente a questão da decisão judicial para que as obras possam ser retomadas ”, esclareceu.

Na reunião realizada no Ibama, no último dia 4, Marilene Ramos explicou aos senadores que as obras de manutenção incluem terraplanagem em uma área definida, que pode chegar a 15 metros de largura e devem preservar a característica atual da rodovia. Para obras de ampliação e asfaltamento, é preciso que o Dnit apresente os estudos ambientais necessários.


Com Informação da Assessoria

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Prefeito de Parintins acompanha avanço da obra de Praça de Esporte e Cultura

O prefeito aprovou o andamento da construção e enfatizou que a obra orçada

(Foto: P. d. P) Alexandre também informou que a praça terá a área de caminhada e receberá 



Na manhã desta quinta-feira, 12, o prefeito Alexandre da Carbrás realizou vistoria na obra da Praça de Esportes e da Cultura no bairro União. A praça contará com a primeira pista de skate da cidade, além de auditórios, biblioteca, área para o funcionamento do CRAS – Centro de Referencia de Assistência Social e uma quadra poliesportiva para a realização de várias modalidades de esportes.

O prefeito aprovou o andamento da construção e enfatizou que a obra orçada em quase dois milhões de reais mudará a realidade dos moradores do União.
O gestor municipal, afirmou sentir feliz por ver que a empresa está cumprindo os prazos. Ele ressaltou que a obra está bem adiantada na parte de alvenaria e teto e que em breve os moradores do bairro união contarão com um espaço novo incentivar as práticas esportivas e culturais.

Alexandre também informou que a praça terá a área de caminhada e receberá um trabalho urbanístico.  “Estamos felizes em atuar com responsabilidade com o dinheiro público, porquê a partir do momento que você abandona a obra e faz descaso com o recurso municipal, quem perde com isso é a população”, ressaltou.

O mestre de obras responsável pela PEC, Elias Lima, destacou que a obra passou pela fase mais complexa de se executar que foi a laje, fundações e os aterros. Ele disse que agora estão na etapa de vedação de alvenaria e irão iniciar a parte da cobertura da quadra. “Estamos obedecendo fielmente ao projeto. A obra está sendo executada com o acompanhamento do engenheiro civil da secretaria de obras e está dentro dos parâmetros”, afirmou.


Coordenadoria de Comunicação


terça-feira, 27 de outubro de 2015

A pedido do MPF-AM, Justiça Federal suspende obras da BR-319

Relatório do Ibama constatou desmatamento e vários outros danos ambientais decorrentes da retomada irregular de obras no trecho central da rodovia, com impactos em área de preservação



A Justiça determinou ainda ao Ipaam que não conceda qualquer nova licença ou autorização para quaisquer atividades na BR-319, até o julgamento final da ação, sob pena de multa diária no valor de R$ 5 mil (Márcio Silva)



A Justiça Federal acatou parcialmente os pedidos do Ministério Público Federal no Amazonas (MPF-AM) em ação civil pública e determinou, em caráter liminar, a suspensão de quaisquer intervenções que estejam sendo realizadas no trecho central da rodovia BR-319.

Relatório de inspeção do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) encaminhado ao órgão demonstrou a realização de obras com graves danos ambientais no trecho entre os quilômetros 250 e 655 da rodovia, trecho esse que ainda não recebeu licenciamento ambiental do órgão para ser reconstruído.
Na decisão, a Justiça sustenta que “não se pode permitir que uma potencial obra na qual fosse necessário o prévio EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impactos ao Meio Ambiente) se desenvolva sem ele, ao arrepio da Constituição 1988”.
A liminar destaca que, pelos documentos relacionados no processo, “parece-nos tratar de obra de construção/reconstrução, e ainda que haja dúvida acerca disso, num primeiro momento, impõe-se assim considerar em face dos princípios da prevenção e da proibição do retrocesso ambiental”.
Além de suspender os efeitos das licenças já concedidas para a obra, a Justiça determinou ainda ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) que não conceda qualquer nova licença ou autorização para quaisquer atividades na BR-319, até o julgamento final da ação, sob pena de multa diária no valor de R$ 5 mil. A determinação de suspensão vale, inclusive, para renovação das licenças já existentes. A decisão destaca ser clara a atribuição do Ibama, e não do Ipaam, para licenciamento das obras na rodovia, uma vez que se trata de interligação interestadual.
Antecipando-se aos questionamentos referentes aos prejuízos causados à integração do Amazonas a outros Estados pelas medidas judiciais, o juízo da 7ª Vara Federal ressalta que a decisão não pretende “impossibilitar a trafegabilidade na rodovia BR-319” ou “impossibilitar o pleno desenvolvimento econômico da região e sua população”, e sim “restaurar a legalidade da qual se desviou a BR-319 no caminho de sua concretização”.
A ação civil pública tramita na 7ª Vara Federal do Amazonas, sob o número 14031-28.2015.4.01.3200. Cabe recurso da decisão liminar.
Ausência de estudo prévio

Em fevereiro deste ano, o Ibama informou ao MPF que as obras dos três trechos da rodovia haviam sido autorizadas após assinatura de termo de compromisso entre o órgão e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), responsável pela obra.
Em relação ao trecho central, no entanto, foi solicitada elaboração de Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima). Pelo termo de compromisso, o estudo deveria ser aprovado antes de qualquer obra no referido trecho, mas não foi o que o Ibama constatou na prática.
O MPF/AM embasou a ação nas conclusões de relatório de vistoria do Ibama, datado de 25 de agosto deste ano, que constatou desmatamento de uma grande área de vegetação ao longo dos 405,7 quilômetros do trecho central da BR-319.
Os técnicos do órgão apontam no documento que a vegetação encontrava-se em estágio avançado de regeneração e a pista com largura de cinco metros. As obras detectadas na área abrangem largura que varia de 12 a 18 metros da pista. Aterramento de cursos d'água, depósito de solo no leito de igarapés, retirada de solos para uso na obra sem reparação do local e despejo de dejetos e resíduos de máquinas no solo são apenas algumas das várias irregularidades praticadas pelas empresas contratadas pelo Dnit para execução da obra.
Licença irregular

Contrariando toda a legislação sobre licenciamento ambiental, o Ipaam expediu a Licença Ambiental Única em 15 de agosto, tendo como interessado a Superintendência Regional do Dnit, para a atividade de manutenção/recuperação de rodovia, para quatro trechos.
Segundo o MPF, a licença não foi precedida de licença prévia, nem tem natureza de instalação. “Trata-se de uma licença única que, de uma vez só, substitui as três fases sucessivas e complementares do procedimento de licenciamento ambiental”, cita trecho da ação.
Para o MPF/AM, o licenciamento ambiental estava sendo regularmente realizado pelo Ibama, na fase de apresentação de EIA/RIMA, e não houve nenhuma delegação para que o Estado do Amazonas, por meio do Ipaam, assumisse essa tarefa. Além disso, o órgão sustenta que o trecho do meio não é uma rodovia pavimentada, por isso não se submete à portaria mencionada pelo Ipaam como justificativa para sua licença ambiental.
Indenizações

Como pedidos finais da ação, o MPF requer que a Justiça sentencie os processados ao pagamento de indenização pelos danos ambientais causados, em valor não inferior a R$ 315.160,00.
O valor preciso ainda deverá ser apurado durante a tramitação da ação. Há ainda pedido de condenação dos responsáveis ao pagamento de indenização de, no mínimo, R$ 10 milhões, por danos morais coletivos causados à sociedade a partir da agressão a um bem ambiental tão importante como a floresta amazônica, seu solo e seus cursos d'água.

*Com informações da assessoria de imprensa


terça-feira, 10 de março de 2015

Despejo coletivo em Barcelos

O Deputado Serafim Corrêa esteve na sede da Defensoria 

A área ocupada há mais de 25 anos pertence a Aeronáutica (Foto: Aleam)




O Deputado Serafim Corrêa esteve na sede da Defensoria Pública da União, na tarde desta segunda-feira, 9, para protocolar um documento que solicita a ajuda da DPU na questão envolvendo um despejo coletivo de famílias que vivem em três bairros do município de Barcelos, no interior do Amazonas.  A área ocupada há mais de 25 anos pertence a Aeronáutica e, após decisão judicial, terá que ser devolvida. O episódio está causando comoção na cidade e o deputado, sensibilizado com o apelo das famílias, está engajado em tentar minimizar o impacto social que a decisão poderá causar.


"Mesmo entendendo que a justiça está cumprindo seu papel e que a decisão é correta perante a lei, não podemos esquecer que a rotina dessas famílias será extremamente abalada. Já que a Aeronáutica não tem nenhuma intenção de construir obras na área, estou aqui para pedir o apoio da Defensoria no sentido de encontrar uma solução para o problema", disse Serafim, que foi recebido pelos Defensores Públicos Federais  Edilson Santana Filho  e Thomas Luchsinger. 

Com Informação da Assessoria


quinta-feira, 5 de março de 2015

Base da ponte de Santa Luzia está pronta

Agora essa ponte está sendo feita de concreto e mesmo 


Quem passa hoje pelo Igarapé usando o desvio, pode ver a base da ponte já construída (Foto: Edy Lima)




Por mais de 20 anos, carros, motos, bicicletas e pessoas usaram uma ponte feita de madeira do Igarapé de Santa Luzia – Estrada do Atininga. Agora essa ponte está sendo feita de concreto e mesmo com os contra tempo, a ponte está sendo construída.

Quem passa hoje pelo Igarapé usando o desvio, pode ver a base da ponte já construída, ou seja, a sapata toda no concreto. Agora será a vez de construir os pilares e isso acontecerá em breve. “Mesmo com as fortes chuvas que insistem em cair sobre Manicoré, nós não paramos de trabalhar. Quando o tempo limpa e o sol aparece, caímos na batalha”. Falou Anísio responsável da construção da ponte.


Edy Lima DRT-AM 1823

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Desvio da ponte de Santa Luzia passa por manutenção

Quase todo o dia chove


Desvio da ponte de Santa Luzia recebendo manutenção (Fotos: Edy Lima)


Ponte do Igarapé de Santa Luzia em fase de construção 



Devido à construção da ponte do Igarapé de Santa Luzia na estrada do Atininga, a empresa contratada pela prefeitura municipal de Manicoré, fez um desvio onde todos possam passar com segurança, mais por causa do inverno rigoroso que todo o Amazonas vem enfrentado, foi preciso que a empresa responsável da construção fizesse essa semana uma manutenção urgente no local, por causa da enchente do Igarapé.

Durante dois dias da semana, funcionários da empresa trabalharam em ritmo acelerado para deixarem o desvio com condições de trafego. Por causa das chuvas, a empresa ainda não concluiu a construção da ponte, mais mesmo assim os trabalhos estão bem avançados. “Essa demora na construção da ponte, é por causa de muita chuva. Quase todo o dia chove, e isso tem atrasado o nosso trabalho, mas mesmo assim já conseguimos fazer a base de sustentação da ponte que será todo no concreto armado”.  Disse Anísio o encarregado da obra.


Edy Lima DRT-AM 1823

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Prefeito de Manicoré e gerente do IDAM visitam construção de ponte

Segundo o encarregado da obra Dionísio

Prefeito de Manicoré visita obra de ponte que esta sendo construída no Igarapé de Santa Luzia (Fotos) Edy Lima)


Devido às fortes chuvas que tem caído quase que diariamente no município 



O Prefeito de Manicoré Lúcio Flávio do Rosário acompanhado do Gerente do IDAM – Local Cleudo Brasil de Oliveira, do Presidente da Colônia dos Pescadores Z-20, Toninho, e sua comitiva estiveram na tarde de quarta-feira (14) visitando a construção da ponte do Igarapé de Santa Luzia, na estrada do Atininga.

Devido às fortes chuvas que tem caído quase que diariamente no município de Manicoré, a construção da ponte está lenta, mas os primeiros pilares que dará sustentação a ponte de concreto armado já começaram a ser erguidos. Segundo o encarregado da obra Dionísio Silva, a ponte vai esta pronta em 45 dias no máximo.

“Estamos muito satisfeitos com o asfaltamento da estrada do Atininga, e agora com essa ponte sendo construída... muito mais ainda, isso só está acontecendo porque temos parceria com o Governo do Estado do Amazonas, professor José Melo”. Disse satisfeito Lúcio Flávio.


Edy Lima DRT-AM 1823 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Porto Fluvial de Manicoré voltará a funcionar

Depois de meses desativado por motivo da forte enchente


Porto Fluvial Valdomiro Gomes (Foto: Edy Lima)


O Porto Fluvial Valdomiro Gomes em Manicoré esta sem funcionar desde setembro de 2014, por causa de uma rachadura que aconteceu no barranco em frente a cede do município, não só danificando as estrutura de aço e as bóias que dão sustentação a passarela, mais também parte da barreira de contenção das instalações do porto feito com sacas de areia e cimento, parte dela desmoronou.

Depois de meses desativado por motivo da forte enchente que aconteceu no ano passado em 2014, agora o Porto Valdomiro Gomes esta prestes a reabrir, ou seja, voltar a funcionar normalmente.

Segundo funcionários do porto fluvial, o que falta agora é uma pintura nova para restaurar as cores originais da balsa, e também a presença da equipe do DNIT de Manaus, juntamente com a Empresa responsável da construção do porto e da Marinha do Brasil do município de Humaitá, vir realizar uma fiscalização de rotina para checarem se o mesmo está apto à volta a funcionar.

“Acredito-me que daqui para o mês de fevereiro, essas equipes já tenham vindo à Manicoré, para realizar esta inspeção nas estruturas metálicas, e após essa fiscalização dos órgãos competentes, obviamente o porto será liberado e voltará a operar normalmente”. Disse um funcionário do porto.  


Edy Lima DRT-AM 1823

sábado, 10 de janeiro de 2015

Ponte do Igarapé de Santa Luzia começa a ser construída

Segundo informações, a mais de 25 anos a ponte que cruza o Igarapé


Ponte do Igarapé de Santa Luzia está sendo construída (Fotos: Edy Lima)

Mesmo com o desvio, alguns motoristas ainda se arriscam passar pela ponte 

Vice-prefeito Paulo Sérgio visita construção da Ponte de Santa Luzia



Desde o ano passado (2014) a velha estrada que dá acesso ao rio Atininga, vem passando por uma super transformação. Por causa dessa súbita mudança o Vice-prefeito de Manicoré, Paulo Sérgio Barbosa, esteve essa semana visitando o inicio da construção da ponte do Igarapé de Santa Luzia, na estrada do Atininga.

Segundo informações, a mais de 25 anos a ponte que cruza o Igarapé de Santa Luzia, está em pleno funcionamento, mas por ser de madeira, de alguns anos pra cá vem apresentando perigo para as pessoas que precisam dela para ir aos seus sítios ou até mesmo para os pontos turísticos nos finais de semana.

Com a pavimentação, drenagem e o asfaltamento da estrada do Atininga, a velha ponte de madeira será demolida brevemente dando lugar a outra ponte, só que de concreto armado e aço. A empresa responsável pela construção da estrada já condenou a ponte de madeira e abriu um desvio pelo lado direito de quem vai para o rio Atininga, mas mesmo assim alguns motoristas insistem em passar pela ponte de madeira, não usando o desvio.

“A ponte que vamos construir nesse local, mesmo sendo de concreto armado e ferro, não vai de maneira alguma afetar o curso do Igarapé e nem o meio ambiente, ou seja, a construção desta ponte será ecologicamente correta, em nível de estradas federais e estaduais. Será um trabalho bem feito como manda a Lei”. Disse Dionísio Silva responsável pela obra.


Edy Lima DRT-AM 1823

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Empresa responsável pela recuperação do porto fluvial de Manicoré, já começaram os trabalhos

Segundo os engenheiros que estiveram no local fazendo a pericia


Um rebocador acoplado em uma balsa com guindaste já esta atracada (Fotos: Edy Lima)

Não só danificando as estrutura de aço e as boias que dão sustentação a passarela




Embarque e o desembarque de pessoas e mercadorias vindo de Manaus ou Porto velho



O Porto Fluvial Valdomiro Gomes em Manicoré estava desativado desde setembro de 2014, por causa de uma rachadura que aconteceu no barranco em frente a cede do município, não só danificando as estrutura de aço e as boias que dão sustentação a passarela, mais também parte da barreira de contenção das instalações do porto feito com sacas de areia e cimento, parte dela desmoronou.

Segundo os engenheiros que estiveram no local fazendo a pericia, o motivo de essa fenda ter aberto e o barranco ter cedido, foi por causa da grande enchente do rio Madeira, que aconteceu neste ano abalando assim as estruturas do porto.

A empresa Antonelly Construções começou essa semana os trabalhos de recuperação do porto Valdomiro Gomes. Um rebocador acoplado em uma balsa com guindaste já esta atracada na balsa, com ele será possível reparar os estrago feito pela natureza. Desde que o porto fluvial foi fechado, o embarque e o desembarque de pessoas e mercadorias vindo de Manaus ou Porto velho esta sendo feito no antigo porto de Manicoré, sem as mínimas condições.

A empresa Antonelly agora esta pedindo através dos de meios de comunicação de Manicoré, que todas as embarcações, atracados na balsa do porto, que os proprietários das mesmas tirem de lá, deixem pelo menos, a uns cem metros de distância de onde esta sendo feito os trabalhos de recuperação.



Edy Lima DRT-AM 1823

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Amazonense expõe obra no museu 'Louvre' em Paris

A obra “Fúria verde” do artista plástico e chargista Euros Barbosa, foi a selecionada para participar da Salon National des Beaux-Arts

Artista plástico e chargista Euros Barbosa
FOTO: Divulgação
Responsável por conservar grandes obras da História da Arte, como a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia e a Vênus de Milo, o Louvre, um dos mais importantes – e extensos – museus do mundo, receberá, no dia 13 de dezembro, um trabalho do conceituado artista plástico e chargista amazonense Euros Barbosa.

A obra, intitulada “Fúria verde” (“Rage vert” em francês), dividirá os holofotes com outros 11 trabalhos de artistas brasileiros, como os renomados Nuno Ramos e Magda Colares, no Salon National des Beaux-Arts (SNBA), exposição que acontece anualmente no Carrouseul do Louvre, com curadoria do paulista Marcelo Neves.

Paris
FOTO: Divulgação
“O convite dele (Neves) para eu expor no museu surgiu de uma conversa entre ele e minha curadora, Virna Lisi. Ela lhe enviou alguns trabalhos meus e ele ficou bastante interessado”, revelou o chargista, que deve embarcar para a capital francesa na segunda semana de dezembro.

Arte amazonense em Paris
FOTO: Divulgação
Diferente do que se costuma ver quando o assunto é artes plásticas, há cerca de dois anos, Euros deixou o lápis e o papel de lado e resolveu se aventurar em uma nova técnica: a photo painting. “Não abandonei a mão e o traço natural, mas hoje não largo mais o computador (risos). Desde pequeno gosto de misturar as coisas para ver o que acontece”, destacou o chargista, a respeito do estilo que o levará ao museu francês, com o qual costuma selecionar uma foto e alterá-la digitalmente.

“O que acontece é que começo a trabalhá-la (a foto) da forma artística e visual como a imagino, como se eu a estivesse interpretando”, completou.

Arte amazonense em Paris
FOTO: Divulgação

Sobre a obra selecionada por Neves para compor a mostra, que ficará em exibição até o dia 16 do mesmo mês, uma curiosidade: aquele olho, tingido digitalmente com as cores azul e verde e com fisionomia de raiva, é do próprio Euros. “É uma história engraçada. Enviei ao Neves diversos trabalhos meus e ele escolheu esse antigo, sem saber que era o meu próprio olho (risos)”, comentou.



Projetos

Os fãs do artista que não puderem conferir o SNBA terão outra oportunidade de prestigiar Euros, Nuno, Magda e cia. Isso porque, ao encerramento da exposição, o curador Marcelo Neves pretende montar uma mostra do que esteve no Louvre em São Paulo. “Ele (Neves) é dono de uma galeria bastante conceituada na capital paulista e, em novembro, deverá abrir uma outra. Para celebrar a inauguração, ele quer montar uma exposição com as 12 obras que estiveram em Paris”, adiantou o chargista.
Arte amazonense em Paris
 FOTO: Divulgação

Já no próximo ano, Euros montará uma mostra em comemoração aos seus 25 anos de trabalho em jornal, com diversas ilustrações, charges e outras obras que marcaram a sua trajetória. Até o momento, o artista já selecionou um total de 40 peças.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Terminais portuários do AM com obras superfaturadas

TCU aponta irregularidades no preço das obras de onze portos do interior do Amazonas, sete deles construídos pela Seinfra

Governador Omar Aziz contestou denúncia de pagamento por obras não realizadas nos terminais portuários do interior
Governador Omar Aziz contestou denúncia de pagamento por obras não realizadas nos terminais portuários do interior (Antônio Menezes)


O Tribunal de Contas da União (TCU) constatou sobrepreço e superfaturamento de R$ 39,2 milhões em obras de 11 portos em construção no interior do Amazonas. Sete projetos são executados pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra).

Os portos construídos pelo Governo do Amazonas onde o TCU constatou superfaturamento estão localizados nos municípios de Barreirinha, Canutama, Beruri, Tapauá, Boa Vista do Ramos, Iranduba e Itapiranga.

Os outros quatro portos (Barcelos, Anamã, Anori e Alvarães) nos quais também foram constatadas irregularidades decorrentes de preço acima do que é praticado pelo mercado são de responsabilidade do Ministério dos Transportes, por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e da Companhia Docas do Maranhão S.A. (Codomar).
Além do superfaturamento, as inspeções técnicas do TCU constataram nas obras executadas pela Seinfra a antecipação de pagamentos de serviços não concluídos pelo consórcio Sanches Tripoloni-Erin, contratado para construir os portos.

Os sócios da construtora paulista Sanches-Tripoloni doaram R$ 1,5 milhão ao governador Omar Aziz (PSD), na campanha de 2008, quando ele disputou e perdeu a eleição para a Prefeitura de Manaus. A empresa é responsável por executar as obras civis dos portos. O Erin Estaleiros Rio Negro foi contratada para construir a parte naval.

Os acórdãos (decisão emitida por um colegiado de magistrados) onde o TCU aponta as irregularidades nas obras dos portos tiveram como relator o ministro Augusto Sherman Cavalcanti. As sessões que aprovaram as decisões sobre as irregularidades nas obras dos terminais portuários ocorreram nos dias 4 e 7 deste mês.

Iranduba

Na obra do porto do Município de Iranduba (a 25 quilômetros de Manaus), o TCU estima que o prejuízo aos cofres públicos chega a R$ 5 milhões. Nesse empreendimento, foi identificado superfaturamento de itens como beneficiamento do aço naval (mão de obra, eletrodos, equipamentos, tratamento e pintura) e aquisição de aço naval.

Em Canutama (a 555 quilômetros de Manaus), os auditores do TCU identificaram inicialmente sobrepreço no valor de R$ 5 milhões. E, como cerca de 79% da obra (R$ 15,1 milhões de R$ 19,1 milhões) já foram medidos e pagos, o órgão concluiu que o sobrepreço apontado resultou em prejuízo de 4,39 milhões. O beneficiamento do aço naval também foi um dos principais itens da obra onde o TCU constatou a prática de superfaturamento. 

O relator Augusto Sherman determinou no acórdão aprovado pelo TCU que sejam realizas oitivas (depoimentos) com o Dnit, Seinfra e o consórcio Sanches-Tripoloni-Erin, para que os mesmos possam se manifestar a respeito das irregularidades apontadas pelas auditorias do órgão. As oitivas devem ser realizadas em 15 dias, após a notificação.

Empresa foi doadora de campanha

Em 2008, os empresários Paulo Francisco Tripoloni, Antônio Sanches e João Sanches Junqueira, sócio da construtora Sanches-Tripoloni, doaram, cada um, R$ 500 mil ao então vice-governador e candidato a prefeito de Manaus, Omar Aziz (PSD). As informações estão no portal da organização não governamental Transparência Brasil no link: Às Claras (www.asclaras.org.br).

No ano seguinte à eleição, a Sanches-Tripoloni, em consórcio com o estaleiro Erin Estaleiros Rio Negro, ganhou licitação para construir nove portos no interior do Amazonas. O Erin é o mesmo grupo que venceu licitação no valor de R$ 89,2 milhões para construir as defensas da ponte Rio Negro. Até hoje, o serviço não foi concluído. 

Marcadas por atrasos e falhas de projeto, as obras dos terminais hidroviários de 17 municípios do interior do Amazonas irão receber novo repasse de R$ 27,1 milhões do Governo Federal. O decreto liberando os recursos foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) do dia 31 de maio. 
Dos 17 portos que receberão os recursos, 15 são executados por meio de convênio entre o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) e o Governo do Amazonas.

Seinfra diz que projetos são do Dnit

A Secretaria Estadual de Infraeestrutura (Seinfra) informou, ontem, por meio de nota, que recebeu prontos do Dnit documentos como o projeto básico, planilha de preços, composição de custo unitário, memorial descritivo e projeto executivo dos portos no interior do Estado, limitando-se apenas a “realizar o devido processo licitatório, a contratação das empresas vencedoras do certame e o acompanhamento das obras”.

“Desta forma, e com base nos argumentos citados, não cabe imputar à Seinfra nem ao Governo do Estado do Amazonas qualquer responsabilidade em termos de preços e quantidades porventura questionados”, disse a Seinfra. A secretaria informou que ainda não foi comunicada oficialmente sobre o problema pelo TCU.

A Seinfra afirmou que os portos de Beruri e de Tapauá já estão com as obras civis e navais concluídas para serem entregues ao Dnit.

A assessoria de imprensa do Dnit, no Amazonas, informou que o órgão tem um prazo de 15 dias para se manifestar junto ao Tribunal de Contas da União (TCU). E garantiu que já estão sendo tomadas todas as providências para corrigir os apontamentos do TCU.

Pagamento é questionado 

Inspeção do TCU identificou pagamento de obras do porto de Iranduba que não haviam sido concluídas

Um dos portos onde a Seinfra pagou por serviços não realizados é o do Município de Iranduba. Segundo o TCU, foi constatado  adiantamento de R$ 555,9 mil nos pagamentos de serviços de beneficiamento de aço naval daquele terminal hidroviário.

“Verificou-se que 95% desses serviços foram medidos e pagos, embora o critério de medição e de pagamento previsto no memorial descritivo da obra estabeleça que, na atual situação dessas estruturas, apenas 83% poderiam ter sido medidos”, diz trecho do relatório da auditoria do TCU.

Sobre o porto de Barreirinha, os técnicos do TCU apontaram que em inspeção in loco realizada no dia 28 de março deste ano no Estaleiro Erin, localizado em Manaus, constatou que a estrutura naval do flutuante principal encontra-se ainda ancorada nas imediações do estaleiro, recebendo serviços complementares e de acabamento. “Desta forma, o valor máximo que poderia ser medido e pago ao contratado, de acordo com o projeto básico do edital, seria o equivalente a 83% do total do item, e não 95%, visto que os flutuantes não se encontram fixados em suas posições definitivas na cidade de Barreirinha”, diz o relatório do tribunal.  

No dia 25 de janeiro deste ano, em matéria publicada por A CRÍTICA, o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes no Amazonas (Dnit-AM), Afonso Lins Jr, acusou o Governo do Amazonas de pagar por serviços não realizados nos portos em construção no interior do Estado. No mesmo dia, o governador Omar Aziz rebateu as acusações feitas pelo Dnit-AM, agora reforçadas por auditoria  técnica do TCU.


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Ponte Rio Negro deve receber novas vias de acesso

De acordo com os estudos já executados pela Seinfra, serão feitas três intervenções nos retornos da avenida Coronel Teixeira, a Estrada da Ponta Negra, e uma outra na rotatória do cruzamento com a avenida Brasil

Os estudos são para a implantação de novos acessos viários na área de influência da Ponte Rio Negro, pelo lado de Manaus
Os estudos são para a implantação de novos acessos viários na área de influência da Ponte Rio Negro, pelo lado de Manaus (Luiz Vasconcelos - 29/10/2011)

O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), está realizando estudos para a implantação de novos acessos viários na área de influência da Ponte Rio Negro, pelo lado de Manaus, de modo a permitir maior velocidade no fluxo de veículos naquela região e minimizar a ocorrência de engarrafamentos nas proximidades da estrada da Ponta Negra, zona oeste de Manaus.

De acordo com os estudos já executados pela Seinfra, serão feitas três intervenções nos retornos da avenida Coronel Teixeira, a Estrada da Ponta Negra, e uma outra na rotatória do cruzamento com a avenida Brasil. Também haverá uma intervenção em frente à subestação da Eletrobrás Amazonas Energia. O estudo também prevê a construção de um retorno e uma via de acesso no entroncamento com a Estrada da Jonasa.

Outra mudança de grande importância para o sistema viário do entorno da Ponte e que garantirá fluidez no tráfego, diz respeito à criação de um acesso com início no bairro da Glória, finalizando no bairro Santo Agostinho, ambos na zona oeste da cidade.

Nesse último caso, o traçado será construído numa extensão de aproximadamente 5 km, iniciando na rua Jerônimo Ribeiro, no bairro da Glória; passando pela Estrada Padre Caballero Martin, no bairro da Compensa; avenida B e Estrada do Bombeamento, no Santo Agostinho, com 3 km de extensão; confluindo todos os acessos na Estrada da Estanave e, por fim, culminando na Ponte Rio Negro.

ACRITICA