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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Risco de 10 mil alunos ficarem sem aula em Benjamin Constant

De acordo com Nogueira, a prefeita Iracema, em dezembro de 2013

10 mil alunos da rede municipal de ensino de Benjamin Constant(Foto: Blogdoedu)



O deputado estadual Belarmino Lins (PMDB) está preocupado com a possibilidade de 10 mil alunos da rede municipal de ensino de Benjamin Constant, no alto Solimões, ficarem com o ano escolar de 2014 comprometido em função da reforma de três escolas realizada pela prefeita Iracema Maia. A reforma, segundo ele, não ocorreu no período das férias escolares, mas neste início de 2014, prejudicando milhares de estudantes.

A denúncia sobre foi feita a Belarmino, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), pela vereadora Maria Nogueira (PV), na manhã desta quarta-feira (26). “A vereadora já protocolou sua denúncia ao procurador geral de contas do Tribunal de Contas do Estado, Dr. Carlos Alberto Souza de Almeida, e também ao Ministério Público Federal (MPF) para providências”, informou o deputado, que se solidarizou à indignação da parlamentar benjaminense.

De acordo com Nogueira, a prefeita Iracema, em dezembro de 2013, anunciou um aporte de recursos da ordem de R$ 5 milhões, do Fundeb, que investiria em construção e reforma de escolas na cidade e zona Rural. “Só que as obras de reforma, nas escolas Chagas de Almeida, Olavo Bilac e Cosme Jean, acontecem agora. Sou a favor da reforma, mas durante as férias, não neste momento em prejuízo do ano letivo”, destacou.

Outro problema, conforme a vereadora, diz respeito à situação
indefinida de 40% dos professores contratados. “Sou professora de carreira, tenho conhecimento de causa e sustento que até a lotação dos efetivos ainda não foi feita, além do que permanece na estaca zero o processo seletivo básico para viabilizar a renovação dos contratos”, enfatizou.



Com Informação da Assessoria

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Almeida destaca os investimentos do Governo no Alto Solimões


O governador foi acompanhado da presidente do Fundo de Promoção Social (FPS) e primeira-dama do Estado

Esse pacote de obras do governo dá as cidades do interior(Aleam)


Acompanhando a comitiva do governador Omar Aziz (PSD) na visita ao Alto Solimões, o deputado David Almeida (PSD) destacou na manhã desta quarta-feira (12) os investimentos de mais de R$ 500 milhões que o governo do Estado levou a Região.

Segundo ele, esse investimento levará desenvolvimento nas áreas de educação, saúde e infraestrutura, entre outros, ás cidades de Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Tabatinga, São Paulo de Olivença, Amaturá, Santo Antônio do Içá, Tonantins, Jutaí e Fonte Boa.

Desse total, R$ 45 milhões foram destinados ao município de Santo Antonio do Içá. Em Jutaí, a ordem é de R$ 65 milhões de investimentos. Para Fonte Boa, foram disponibilizados mais de R$ 50 milhões na reforma e ampliação do aeroporto do município. O restante dos investimentos foi distribuído as demais cidades.

“Esse pacote de obras do governo dá as cidades do interior, a oportunidade de desenvolvimento, crescimento e qualidade de vida aos moradores, além de gerar emprego e renda ao local”, destacou o parlamentar.

O governador foi acompanhado da presidente do Fundo de Promoção Social (FPS) e primeira-dama do Estado, Nejmi Aziz, do vice-governador, José Melo, e de titulares de secretárias do Governo do Estado, além de deputados estaduais.




Assessoria de Imprensa

Moara Cabral
(
Jornalista SRTE/AM Nº.628

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Usuários de 12 municípios do Amazonas terão acesso aos índices de qualidade da água

Os projetos de desenvolvimento de sites de órgãos e instituições vinculadas ao Governo do Estado fazem parte do processo de modernização das páginas governamentais na Internet, aliando os princípios da transparência e segurança da informação

O site destaca a ivulgação dos índices de qualidade da água potável, consumida nos 12 municípios onde a Cosama é responsável pela captação, tratamento e fornecimento
O site destaca a divulgação dos índices de qualidade da água potável, consumida nos 12 municípios onde a Cosama é responsável pela captação, tratamento e fornecimento (Divulgação)
Informações sobre a qualidade da água, dados de processos de licitação da empresa e outros serviços já podem ser conferidos pelos usuários da Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama) em 12 municípios através do novo site da empresa. O novo meio de comunicação atende aos padrões de segurança e acessibilidade.

De acordo com o assessor de planejamento, organização e método da Cosama, Odílio Mendonça, no caso da webpage da empresa, um dos grandes ganhos institucionais é a divulgação dos índices de qualidade da água potável, consumida nos 12 municípios onde a Cosama é responsável pela captação, tratamento e fornecimento – Alvarães, Autazes, Benjamin Constant, Carauari, Careiro da Várzea, Codajás, Eirunepé, Itamarati, Juruá, Manaquiri, São Paulo de Olivença e Tabatinga. 

Mendonça explica que nos municípios a coleta e a análise da água são feitas diariamente. “A divulgação dos resultados das análises será feita mensalmente, no site”, frisou. Os índices, diz ele, comprovam que a água fornecida atende aos índices de qualidade estabelecidos pelo Ministério da Saúde para o consumo humano. A previsão é que as primeiras atualizações estejam disponíveis até o fim da semana. 

No novo site da Cosama, o internauta encontra, também, avisos e resultados de licitação, valores de contratos, pregão eletrônico, dentre outros dados e processos cuja divulgação cumpre o objetivo de dar conhecimento público aos atos administrativos. Na capital, a empresa é responsável pela pré-operação do novo sistema de captação e tratamento de água, o Programa Água para Manaus (Proama).

Os projetos de desenvolvimento de sites de órgãos e instituições vinculadas ao Governo do Estado fazem parte do processo de modernização das páginas governamentais na Internet, aliando os princípios da transparência e segurança da informação, conforme explica o diretor presidente da Prodam, Tiago Paiva. “A orientação do governador Omar Aziz é de que o cidadão possa ter acesso aos dados e serviços do Governo, de forma simples e rápida”, frisou.

*Com informações de assessoria

sexta-feira, 23 de março de 2012

Operadora terá que solucionar problemas de telefonia no AM

Vivo terá que solucionar problemas de telefonia móvel em município do interior do AM




A decisão atende a um pedido formulado pela Promotoria de Benjamin Constant, segundo informações do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE), e determina melhorias no sistema da localidade.

A Justiça Estadual deferiu, no último dia 20, pedido do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE), formulado por meio de Ação Civil Pública (ACP), e determinou que a empresa Vivo adote as providências técnicas necessárias para resolver os problemas da telefonia móvel que afetam a qualidade do serviço oferecido pela operadora na cidade de Benjamin Constant (a1.118 quilômetros de Manaus).
Além disso, a decisão estipula, ainda, que seja feitos os reparos, substituições e ampliação dos equipamentos existentes, inclusive no que se refere à fonte própria de energia para garantir a continuidade de seus serviços, mesmo durante eventual falta de energia da prestadora Eletrobras Amazonas Energia, no prazo improrrogável de 60 dias. Em caso de descumprimento, será aplicada multa de R$ 10 mil/dia, conforme informações contidas no portal do MPE na internet.

Ainda atendendo ao pedido da Promotoria de Benjamin, formulado pelo promotor Luiz Alberto Dantas de Vasconcelos, a decisão impôs que a empresa paralise a venda de novos chips na localidade, ficando ainda com a obrigação de comunicar todas as revendedoras acerca da decisão, sob pena de multa diária no valor de R$ 1 mil.
Segundo o promotor de Justiça Luiz Alberto Dantas de Vasconcelos, a ausência de contra-prestação da empresa Vivo pelos valores recebidos mensalmente dos consumidores de Benjamin Constant vem lhe proporcionando fonte de enriquecimento ilícito.

terça-feira, 20 de março de 2012

Deputado pede realização de novo concurso para a Polícia Civil do AM

O deputado Luiz Castro (PPS), afirmou que após o concurso para preenchimento de cargos de delegado da Polícia Civil, restaram 211 candidatos aptos a ingressar na Academia de Polícia Civil (Acadepol), mas apenas 123 foram convocados

A situação, segundo Luiz Castro é preocupante, porque enquanto a Delegacia Geral de Polícia Civil dispõe de 314 vagas ociosas, conforme dados do próprio órgão
A situação, segundo Luiz Castro é preocupante, porque enquanto a Delegacia Geral de Polícia Civil
dispõe de 314 vagas ociosas, conforme dados do próprio órgão (Antonio Lima)

O preenchimento das 314 vagas de delegado da Polícia Civil do Amazonas foi solicitado pelo deputado estadual Luiz Castro (PPS), por meio de indicação encaminhada à Secretaria de Segurança Pública e ao governador do Estado Omar Aziz. O parlamentar pede urgência na realização de um novo concurso para preenchimento dessas vagas.

O deputado disse, que após o concurso para preenchimento de cargos de delegado da Polícia Civil, restaram 211 candidatos aptos a ingressar na Academia de Polícia Civil (Acadepol), mas apenas 123 foram convocados. “Mesmo havendo falta de delegados nos quadros policiais, o Governo não convocou os aprovados no concurso público”, afirmou o deputado.

A situação, segundo Luiz Castro é preocupante, porque enquanto a Delegacia Geral de Polícia Civil dispõe de 314 vagas ociosas, conforme dados do próprio órgão, as delegacias da capital funcionam precariamente. Das 39 delegacias de Manaus, apenas 20 prestam atendimento 24 horas, por falta de delegados para cobrir o plantão.

Segundo Castro, no interior a situação é ainda mais grave. Dos 62 municípios amazonenses, 32 não têm delegado de polícia e as delegacias são comandadas por policiais militares, ou por investigadores escrivães. Manicoré, Benjamim Constant, São Paulo de Olivença, Eirunepé e Novo Aripuanã, são alguns dos municípios desprovidos de delegados e com altos índices de violência. “A falta de delegados torna a Polícia Civil deficiente para realizar investigações e conduzir inquéritos que reúnam provas necessárias para subsidiar o trabalho da Justiça”, argumentou Luiz Castro.

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