Mostrando postagens com marcador Casamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Casamento. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Sejusc vai oficializar união de 25 casais em casamento coletivo

Segundo o presidente do Conselho do bairro Gloria

(Fotos: Sejusc) As despesas do cartório, as alianças e a ornamentação serão por conta da Sejusc 

 A cerimônia será no Centro de Convivência do Idoso


O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) com o apoio do Conselho Comunitário do bairro Gloria, realiza no próximo sábado, 19 de dezembro às 19h, o III casamento coletivo/2015 para 25 casais. A cerimônia será no Centro de Convivência do Idoso (Rua Wilkens de Matos, s/nº bairro Aparecida, zona Sul).

As despesas do cartório, as alianças e a ornamentação serão por conta da Sejusc que, também, vai oferecer o buffet da festa e uma foto de cada casal em um porta-retrato. “São casais com baixo poder aquisitivo e que já constituíram família, mas, que por motivos financeiros, ainda não oficializaram a união. O nosso objetivo é de fortalecer esses laços, através da justiça e proporcionar um momento inesquecível para eles”, explica a titular da Sejusc, Graça Prola.

Segundo o presidente do Conselho do bairro Gloria, Gilmar Camabeth, essa é uma demanda antiga dos moradores. “É uma ocasião importante, não só para os casais, mas, para todos os moradores e familiares dos noivos, pois, além de legalizar o casamento, vai proporcionar a confraternização entre todos em um momento tão especial”.


Com Informação da Assessoria


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Joelma e Chimbinha assinam separação, porém brigam por bens avaliados em R$ 35 milhões

Além da marca Calypso, o casal ainda terá a repartir os bens pessoais, que já não são muitos, já que a cantora vendeu a mansão que eles tinham em São Paulo e também um apartamento em Recife



Após 18 anos de casamento a cantora e o guitarrista colocaram um ponto final(Divulgação)




O casal Calypso, após uma separação com uma audiência maior que muita novela, enfim assinaram os papéis do divórcio. Joelma e Chibinha, colocaram um ponto final no casamento de 18 anos e inúmeras polêmicas, na manhã de ontem, no Fórum de Recife.
A cantora chegou ao Fórum sem falar com a imprensa, já o guitarrista, citou Chico Buarque ao comentar o final da união. "A vida continua, né?. Não é porque estou me separando que a minha vida vai parar. Como diz Chico Buarque, 'a vida é uma roda gigante’". Chimbinha falou ainda que a separação dos bens do casal ainda não está definida, assim como a guarda da filha Yasmin de 11 anos. “Esses assuntos serão discutidos em outro momento”.
Na saída Joelma, rodeada de fãs, sorriu, uniu as mãos em sinal de oração e apontou o dedo para o céu, em comemoração. Os fãs que em sua maioria apoiam a cantora, ainda realizaram um ‘Chá de Solteira’ na frente do Fórum.
Próximos capítulos
O casal ainda tem novas batalhas judiciais a resolver. A partilha dos bens é mais esperada, já que a marca Calypso vale mais de R$ 35 milhões, que envolve produtos licenciados como almofadas, capas de celular e fantasias usadas pela cantora, além do nome da banda. Joelma, disse em entrevistas que após 31 de dezembro, vai seguir carreira solo com o nome artístico de ‘Joelma Calypso”, por enquanto ela segue cumprindo a agenda de shows da banda, com um guitarrista substituto.
Chimbinha segue em projetos paralelos e recentemente anunciou a cantora de forró e axe Thábata Mendes, como substituta de Joelma nos vocais da Banda Calypso.
Além da marca Calypso, o casal ainda terá a repartir os bens pessoais, que já não são muitos, já que a cantora vendeu a mansão que eles tinham em São Paulo e também um apartamento em Recife. Além de doar para uma igreja a fazenda que o casal tinha no interior do Pará, com 850 cabeças de gado e toda a infraestrutura inclusa. Joelma e Chimbinha possuem apenas uma mansão em um condomínio de luxo, na região mais nobre de Belém. Agora é ver quem pode mais.

A Critica.com


sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Vereador Markson irá casar

A sexta-feira para a família dos noivos foi está bastante 

Após a cerimônia na Igreja os noivos recepcionaram os convidados  (Foto: Ilustrativa)




O sábado dia 27 de dezembro de 2014, será um dia muito importante nas vidas de dois jovens Manicoreense, o Vereador Markson Machado e Daniele Alecrim, vão se casar.
A cerimônia religiosa de casamento do parlamentar realiza-se às dezenove horas e trinta minutos deste sábado e será na Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, em Manicoré-Amazonas.

Markson Machado é filho do seu Manoel Campos Barbosa e de dona Alda Machado Barbosa. A noiva Daniela Alecrim, é filha de Adelino da Costa Alecrim, e da dona Leonilda Gonçalves da Silva, ambos empresários em Manicoré.

A sexta-feira para a família dos noivos está bastante corrida, inclusive para o próprio noivo. O vereador Markson Machado, fez questão de entregar pessoalmente os convites, um a um. Além do nome dos noivos no convite, o mesmo vem com uma frase que chama muita atenção; “Deste dia em diante caminharemos lado a lado unidos no amor para sempre”.

Após a cerimônia na Igreja os noivos recepcionaram os convidados no restaurante ‘Anuri’, que fica localizado no Bairro da Roçinha. O Portal WWW. Edylimaradialista.com, deseja aos noivos toda a felicidade do mundo e um Feliz Ano Novo a todos os internautas.


Edy Lima DRT-AM 1823

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Vestido do século: noivas que se casaram com o mesmo vestido

Em 103 anos, 32 noivas de uma mesma família disseram o “sim” com a peça

1910: Beatriz Studart. A história começa quando ela importa o vestido de Bruxelas  1941: Klarisse Franco de Sá. Em homenagem à mãe, ela casa com o mesmo modelo
1910: Beatriz Studart. A história começa quando ela importa o vestido de Bruxelas 1941: Klarisse Franco de Sá. Em homenagem à mãe, ela casa com o mesmo modelo (Arquivo Pessoal)
 
Em 1910, Beatriz Studart procurava um vestido de noiva dos seus sonhos para dizer “sim” perante o altar. Em Manaus, na época, eles eram difíceis de encontrar. Além disso, poucas costureiras topavam encarar o desafio de fazê-los. Mas para uma ocasião especial, um vestido à altura: Beatriz importou o vestido de Bruxelas, Bélgica.

Feito em renda, com desenhos de flores e folhas bordadas à mão, o vestido começava ali uma história que atravessaria o tempo. As rendas tradicionais da cidade belga vestiram os sonhos de 32 noivas da família Franco de Sá, em mais de três estados brasileiros e por cinco gerações.


Resistiu ao tempo
 
O vestido de Beatriz Studart foi herdado primeiro pela filha, Klarisse Franco de Sá, que casou no ano de 1941. Depois disso, a peça virou parte integrante da família.

“Minha vó Klarisse teve seis filhos, e minha mãe foi a primeira que usou o vestido. Depois dela todas as sobrinhas, netas e bisnetas usaram ele”, diz a empresária Annik Valentine, que em 1987 casou com a mesma peça. “ A minha mãe foi a primera da terceira geração que usou o vestido e eu a primeira da quarta geração”, conta.

Para resistir ao tempo e às festas pelo qual passou, o vestido é lavado e guardado como manda uma tradição que também perdura por anos. “Depois que a noiva usa, o vestido deve deve ser lavado em água de chuva, e ser entregue de volta para a minha avó. Para não amarelar a renda, ela guarda-o dentro de um papel celofane de seda azul, e assim ele vem se conservando”, revela.

O vestido sofreu poucas modificações durante um século. De acordo Annik, apenas alterações de detalhes para se adaptar a diferentes silhuetas. “Algumas usaram com laço atrás outras sem e o forro também foi modificado. A maior delas foi a recomposição de toda a renda”, diz ela.



Lá vem a noiva!
 
O vestido centenário é atração nas festas da família Franco de Sá. “O casamento já é uma festa tradicional e com um vestido que tem história como esse, fica ainda mais emocionante”, conta Annik.

Depois de alguns anos de descanso, a peça se prepara para vestir mais uma integrante da quinta geração da família. E o casamento será este ano. Que seja eterno, assim como o vestido.

Valor sentimental

Algumas peças do closet da empresária Emanuelle Lins e suas irmãs tem muitas histórias para contar. Elas herdaram roupas usadas na juventude da mãe, dona Alice Lins, que até hoje se mantêm intactas ao tempo e aos modismos.

Um exemplo é o macacão branco comprado pela matriarca há 40 anos. “Ele não tem marca, e o valor é sentimental. Minha mãe usou durante um jantar especial com meu pai durante a primeira viagem deles pela Europa”, conta.

Outra peça guardada com carinho por Emanuelle e sua irmãs, é um casaco, que até já ficou famoso entre amigas. “Ele é bem diferente, tem uma malha metálica e é bem impactante”, descreve.

A empresária destaca a importância de reconhecer o real valor de peças de família. “Não são roupas importante por causa da grife ou preço, nem é questão de consumo, é sentimental. Elas têm uma história”, afirma . “Elas são provas de que a moda é passageira, mas o estilo é eterno”.


Por: LUANA RIBEIRO
Fonte: A Crítica

domingo, 8 de julho de 2012

Pastora evangélica incentiva uso de produtos estimulantes e roupas sensuais em palestra

Com a palestra denominada “O poder do sexo”, as pastoras tratam da intimidade do casal, falando abertamente do que é pecado e do que não é, que áreas do corpo podem ser exploradas para que o relacionamento íntimo do casal seja satisfatório para os dois

A pastora Vânia,a pastora de jovens Priscina Inocêncio e Adriana Pinheiro trabalham a partir dos ensinamentos bíblicos um tema tabu para a maioria das igrejas
A pastora Vânia,a pastora de jovens Priscina Inocêncio e Adriana Pinheiro trabalham a partir dos ensinamentos bíblicos um tema tabu para a maioria das igrejas (Alexandre Fonseca)

Há seis anos, os integrantes da congregação da Igreja de Deus Pentecostal do Brasil (IDPB) do Lírio do Vale, Zona Centro-Oeste, aprendem novidades sobre uma área considerada tabu nas igrejas: o sexo. A pastora Vânia Medeiros Pinheiro, 47, com a pastora de jovens Priscina Inocêncio, 23, e a filha de Vânia, Adriana Pinheiro, 27, pregam e ministram palestras estimulando e incentivando a prática do sexo livre, dentro do casamento.

Para elas, o casal deve experimentar posições além da mais tradicional para manter relações sexuais, assim como também pode e deve usar produtos estimulantes e roupas sensuais. “O sexo tem que ser bom tanto para o homem quanto para a mulher e não é pecado ter prazer em praticá-lo”, afirmou Vânia.

 Com a palestra denominada “O poder do sexo”, as pastoras tratam da intimidade do casal, falando abertamente do que é pecado e do que não é, que áreas do corpo podem ser exploradas para que o relacionamento íntimo do casal seja satisfatório para os dois. “O que se vê nos meios evangélicos é que o homem é o único a ter direito a prazer, enquanto as mulheres são proibidas disso, o que está errado porque o sexo foi dado por Deus para o casal”, assegurou Vânia, que realiza o trabalho com grupos na igreja e se surpreendeu com a repercussão positiva, apesar da maioria das mulheres ainda ter dificuldade de falar do assunto, tido como pecado.

CREMES E ROUPAS
 
Hoje, conforme explicam Vânia e Priscila, o sexo está banalizado, mas da forma como elas explicam, os casais experimentam e gostamm porque conseguem ‘recriar’ a vida sexual. Paralelo ao trabalho pastoral, elas vendem produtos usados para estimular a vida sexual, que vão desde cremes até roupas sensuais. O uso de produtos como cremes e “brinquedos” as levou, inicialmente, a uma sex shop, ato causador de constrangimentos. Agora, elas compram os produtos via correio e os comercializam. O consumo de cremes e perfumes estimulantes é muito importante para as mulheres que, segundo afirmam, necessitam de ‘algo a mais’ para o estímulo sexual. Elas só condenam a masturbação e o uso de equipamentos como o vibrador, capazes de prover o prazer solitário.

 “O sexo é para o casal, tem que ser prazeroso para os dois. Um tem que estimular o outro”, ensinam Vânia e Priscila - esta última casada recentemente - fazendo uso tanto dos ensinamentos das palestras quanto dos produtos estimuladores do prazer. Para ensinar as posições capazes de garantir o orgasmo à mulher, elas buscaram nos registros de livros como o ‘Kama-Sutra’ e redesenharam as posições e atos para levá-los às palestras, entre eles, o sexo oral. Outra inovação trazida pelas pastoras é a de que os casais podem e devem, se quiserem, ir a um motel e desfrutar do ambiente estimulante. “Temos encontros que falam sobre posições que podem levar o casal ao orgasmo. Com o esposo, isso não é pecado. Pode ser no motel, se a pessoa não se incomodar”, afirma.

Bíblia revela diferença entre santo e profano

Até no Antigo Testamento há ensinamentos sobre a prática sexual do casal Roupas sensuais, perfumes e cremes ajudam a manter o “fogo” do casamento Como separar o que é santo e mundano nessa área sempre tão delicada é um segredo descoberto na Bíblia. Nos livros de Eclesiastes e Cantares, ambos no Antigo Testamento, estão versículos exaltando o prazer do sexo. Salomão, por exemplo, que teve mil mulheres, no livro de Eclesiastes fala do corpo, dos olhos, dos seios da mulher, demonstrando que ele acariciava e estimulava ao prazer.

 “Ele chamava a mulher de amada, a acariciava dizendo colocar a mão na fechadura da mulher”, relatam as pastoras, que por isso, decidiram quebrar outro tabu e passaram a vender lingeries, roupas íntimas, cremes e perfumes, já que seria difícil as mulheres da igreja frequentarem um sex-shop. O incentivo ao casal investir no relacionamento íntimo causa reações, ainda que mínimas, dentro da igreja delas.

“Já ouvi alguém falar que eu deveria trabalhar com a Bíblia, mas o trabalho do pastor é mudar as mentes. Num sex-shop era constrangedor, porque ali banalizam o sexo, mas nós damos o valor dado por Deus a ele”, asseguram elas, citando que as mulheres têm um órgão – o clitóris – cuja única função é dar prazer às mulheres. “Foi dado por Deus, não há porque ignorá-lo”, asseguram. Para elas, o melhor sinal de que estão no caminho de Deus e não pregando algo contrário à Bíblia é o resultado do trabalho. “Orientamos o casal a ler a Bíblia, a buscar o significado das palavras”, dizem elas, afirmando que, com isso, tiram das mulheres o sofrimento imposto às herdeiras de Eva, a primeira mulher por meio de quem, segundo a Bíblia, o pecado entrou no paraíso criado por Deus.

terça-feira, 12 de junho de 2012

O amor nas ondas da web

O meio pode até ser virtual, mas o amor é mais que realidade

O romance no meio virtual algumas vezes pode resultar em algo mais sério
O romance no meio virtual algumas vezes pode resultar em algo mais sério (Reprodução)

De acordo com recente pesquisa feita pela rede social Badoo.com, cerca de 70% dos internautas brasileiros já se encontraram pessoalmente com alguém que conheceram através da Internet. Histórias como a de Hamilton e Luziane, que se “conectaram” através do Orkut e hoje, cinco anos depois, estão mais firmes que nunca e têm até data marcada para o casamento.
Mas não é em todo encontro que nasce uma linda história de amor. Se você faz parte dos 40% de brasileiros que estão solteiros no Dia dos Namorados, mas acredita que a Internet é um grande Cupido, saiba que um encontro em ambiente físico pode ser perigoso, já que não se sabe quem pode estar por trás das carinhas felizes dos emotions dos bate-papos.
Alice Bonasio, diretora de marketing do Badoo, vê a Internet como uma “força transformadora” das relações sociais, que permite a pessoas talvez que nunca se veriam de outra forma estarem ligadas por interesses comuns. Mas ela também alerta para os cuidados que se deve tomar nos encontros “off line”. “O mais importante é exercitar nosso senso comum e ter cautela, como, por exemplo, marcar um encontro em um local público e sempre avisar um amigo que você está fazendo isso”, diz ela, que admite também já ter conhecido pessoas através da rede, já que viaja sempre. “É uma ótima forma de conhecer pessoas em uma cidade nova”, diz ela.
Foi justamente o caso de Hamilton Nitoli. Quando veio a trabalho para Manaus, não conhecia ninguém na cidade. Recorreu então ao Orkut como ferramenta para conhecer pessoas novas e acabou encontrando um grande amor. A estudante de odontologia Luziane Ribeiro havia postado uma foto dela numa festa - na qual Hamilton também estava - e ele não pensou duas vezes: escreveu uma mensagem para a moça, dizendo que tinha a visto na festa, o que, soube-se depois, era mentira. “Ele não tinha me visto”, revela Luziane, que hoje ri da história toda. “Era só para puxar assunto”, admite Hamilton, que não se arrepende nenhum um pouco da estratégia.
 Hoje, depois de cinco anos, eles já pensam em casamento e tem até data marcada para a cerimônia. Mas, lá no começo, ninguém tinha deixado a desconfiança - ou o cuidado - de lado. Depois de um encontro - cada um precavidamente acompanhado de um amigo - num shopping da cidade, eles foram aos poucos se conhecendo e, coincidentemente no dia do aniversário de Hamilton, encontraram-se numa boate e... bem, o resto a gente já sabe.


FELIPE DE PAULA