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quarta-feira, 9 de julho de 2014

MORADIA E BEM ESTAR SOCIAL


APRESENTAÇÃO


SITEMA DE CONSTRUÇÃO DE CASAS MORADIA- RESIDENCIAL RURAL EM AREA DE VARZEA.
(Divulgação: de Lana)

Adamario de Lana mora em Manicoré e trabalha na SEMAPA órgão pertencente ao município de Manicoré. Quanto a sua proposta através do seu projeto “Moradia e Bem Estar Social”, Adamario de Lana já enviou para o governador do estado do Amazonas, José Melo, para o prefeito da Capital de Manaus Artur Virgílio, Presidenta Dilma Rousseff, para Câmara Municipal de Manicoré, prefeito do município de Manicoré Lúcio Flávio e vice-prefeito de Manicoré Paulo Sérgio.  Podendo assim em breve enviar mais propostas a quem possa interessar. 
Amazônia, o verde do planeta, orgulho dos brasileiros e satisfação dos amazonidas, com mais de 40% do território nacional. Coberto pela maior floresta do mundo, clima quente e úmido, o que favorecem grandes volumes de pluviosidades. Nos meses de dezembro a junho período em que os Rios transbordam, a exemplo do Madeira, alagando as margens, e inundando propriedades, casas, plantações, pastagens e por consequência, perda de animais.


No século 20, foram registrados duas grandes enchentes (1954 e 1997), com intervalo de 43 anos uma da outra. Agora no século 21, no ano em curso, após 17 anos do ultimo registro, ocorre à maior de todos os tempos, passando a ser noticiário Nacional e Internacional, como a maior catástrofe natural na região. Fazendo com que os residentes das áreas de várzeas sofram muito com essas enchentes, necessitando mudar para cidade, deixando suas residências e passando a viver abrigos públicos (ginásios, igrejas, escolas e tendas montadas pela defesa civil) e casas de parentes.

PERMANÊNCIA DA FAMÍLIA NO IMÓVEL DURANTE A ENCHENTE, EM CASA DE DOIS PISOS JÁ EXISTENTES NAS MARGENS DOS RIOS COM CONFORTO RELATIVAMENTE BOM (Foto: Adamario de Lana)


Aqueles que insistem em ficar nas suas casas, correndo o risco de ser atacado por animais peçonhentos, tenta salvar um pouco dos seus pertences, vivendo com a família em situação aventurada, deprimente e desumana (HUMILHADO!). Construindo marombas dentro de casa, diminuindo o espaço para família, um verdadeiro transtorno para conglomeração, principalmente para as crianças e idosos que dependem de cuidados especiais.

O modelo de casa residencial com dois pisos, construída com madeira de lei, devidamente legalizada, pode sem dúvida reduzir muito as dificuldades que nossos irmãos ribeirinhos enfrentam. O padrão não é novidade, pois, já existem dezenas as margens do Rio Madeira, conforme fotos demonstrativas. Aliás, um grande exemplo, pois famílias que vivem em casas de dois pisos permanecem mesmo enfrentando todas as dificuldades das grandes cheias.

O projeto padrão de casas de dois pisos, que apresentamos, trás embasamento característico, na adequação de áreas de várzeas, para resistir impactos nas grandes enchentes, com suas bases bem fixadas ao solo (esteios de qualidades e resistente), com certeza, uma obra que trará muita segurança e conforto aos nossos irmãos ruralistas. 

AUSÊNCIA DA FAMÍLIA DURANTE A ENCHENTE EM CASA DE UM PISO, UM DESCONFORTO SOCIAL QUE PODE SER EVITADO COM CONSTRUÇÃO DE CASA DE DOIS PISOS CONFORME O NOVO MODELO APRESENTADO  (Foto: Adamario de lana)


O modelo é composto de casa com proporção regular para família de até oito (8) pessoas. Sendo que o primeiro piso será de 36m2, o segundo 49m2, no piso superior, incluirá uma área-varanda de um metro de largura em torno de toda extensão da casa, para comodidade da família e conservação de sementes e mudas em caso de futuras grandes enchentes. Pois, a altura do solo para o assoalho será de 1m. E, toda a altura do imóvel, conterá 6m. A madeira a ser utilizada para construção poderá ser retirada na própria comunidade, ou adjacente, gerando emprego e renda para os comunitários, podem ainda ser adquirida nas madeireiras da região.

O telhado poderá ser de telha galvanizada ou alumínio. O imóvel pode ser adquirido com recursos próprio ou financiado através dos programas de moradia dos Agentes financeiros, Bancos estatais (estadual e federal) ou Agentes financeiros privados, até mesmo em parceria, com organizações não governamentais. Dito posto, apesar dos desastres naturais subscritos tem-se a garantir do direito de todos em viver com qualidade de vida, na certeza novas conquistas e novos horizontes.

AMAZÔNIA/BRASIL, MAIO DE 2014
Idealização e Proteção: Adamario de Lana.
Rua Capitão Antônio Franco dos Reis N 849 – Auxiliadora
Telefone e E-mail (97) 9175 – 9571/ adamariodelana@hotmail.com
Revisão de texto: Radialista Edy Lima DRT/AM 1823
Participação Técnica: Mizael França da Silva, Suamy Braga de Melo e Rodolfo Torres de Albuquerque.
Participação Técnica: Mizael França da Silva, Suamy Braga de Melo e Rodolfo Torres de Albuquerque.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Seduc implanta coordenação de Educação Ambiental

Em atendimento à política de Educação Ambiental do Amazonas, instituída pela Lei Ordinária nº 3.222, de 2 de janeiro de 2008, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) criou, neste ano, uma coordenação específica de Educação Ambiental.


Atividades de Educação Ambiental serão disseminadas.

 Aprovada em 2008, mas regulamentada somente em 2012, a Lei nº 3.222 determina a criação dentro das secretarias de governo do Estado, como as de Educação e Meio Ambiente, uma coordenação para o segmento.

 Telma de Oliveira Prado, que vai chefiar a coordenação, afirma que a Seduc larga na frente com a iniciativa. E faz sua parte na luta para fortalecer a consciência individual e coletiva sobre a responsabilidade de preservar e conservar o equilíbrio do meio ambiente.
“A partir da regulamentação dessa política estadual, podemos fortalecer as questões ambientais dentro do Estado do Amazonas. A Seduc hoje toma essa iniciativa, que é uma ação inovadora. Estamos cumprindo o que a lei determina”, comenta Telma.

 Educação ambiental - Segundo a coordenadora, a unidade vai poder potencializar os projetos na área de Educação Ambiental trabalhados nas escolas estaduais. A coordenação dará as diretrizes e os meios para que os projetos possam se concretizar.
 “Estaremos mais próximo dos alunos e dos professores. Hoje, o que e o professor pode trabalhar na sua sala? É o tema do lixo? Tudo bem. Mas quais são os outros problemas e potencialidades que a gente pode trabalhar. Enquanto coordenação, daremos esse apoio em busca de outros temas norteadores”, explica Tema.

 Por meio da coordenação de Educação Ambiental, será possível aumentar as ações no tocante à capacitação de educadores na área. “Poderemos promover fóruns, ou até mesmo oficinas, além dos cursos à distância, ou até mesmo ações pelo Centro de Mídias. É dessa forma que a gente pretende trabalhar para atingir um número maior de professores”, diz Tema.

 Com um corpo técnico de profissionais de diferentes áreas, como geógrafos, biólogos, matemáticos e historiadores, a coordenação de Educação Ambiental estará ligada ao Departamento de Gestão da Seduc (Degesc).

 Comissão – A Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental do Estado do Amazonas (Ciea-AM) é o órgão gestor da Política Estadual de Educação Ambiental. Membro da Ciea-AM, a Seduc vai presidir a comissão a partir do segundo semestre, na pessoa do titular da pasta, Rossieli Soares. 
A Ciea-AM assessora os órgãos ambientais e de educação na elaboração e avaliação de programas e projetos de Educação Ambiental, bem como propor linhas prioritárias de ação. Atualmente, a Ciea-AM é dirigida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS). 

 A Lei nº 3.222, que dispõe sobre a política de Educação Ambiental no Estado do Amazonas foi formulada pelos órgãos que integram a comissão. No seu primeiro artigo, a Lei nº 3.222 define Educação Ambiental como o processo por meio do qual o indivíduo e a coletividade constroem os valores sociais, conhecimento, habilidade, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente.

Portal do Governo do Estado do Amazonas