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quarta-feira, 18 de março de 2015

Porto Fluvial Valdomiro Gomes de Manicoré volta a funcionar

Depois de sete meses desativado por motivo da forte enchente

Porto Valdomiro Gomes volta a funcionar em Manicoré (Fotos: Edy Lima)

Considerando a necessidade de normatizar o embarque e desembarque 

O Porto Fluvial Valdomiro Gomes em Manicoré estava sem funcionar desde setembro de 2014, por causa de uma rachadura que aconteceu no barranco em frente a cede do município, danificando as estrutura de aço e as bóias que dão sustentação a passarela da balsa, parte da barreira de contenção das instalações do porto feito com sacas de areia e cimento, também desmoronou.

Depois de sete meses desativado por motivo da forte enchente que aconteceu no ano passado em 2014, o Porto Valdomiro Gomes finalmente reabriu os portões de entrada nesta terça-feira (17), ou seja, voltou a funcionar normalmente. Agora com novos regulamentos de Instrução de Serviço emitidos pelo Superintendente da Administração das Hidrovias da Amazônia Ocidental (AHMOC), senhor Washington de Oliveira Viégas – Diretor Presidente da Companhia Docas do Maranhão (CODOMAR).

Considerando a necessidade de normatizar o embarque e desembarque de passageiros no Terminal Hidroviário do município de Manicoré, objetivando oferecer comodidade, segurança aos passageiros que utilizam o aludido terminal e, ainda, a preservação do bem público.

Resolve:

Determinar que a partir do dia 17 de março de 2015, fica terminantemente proibido o tráfego de veículos pesados (ônibus, caminhão, trator, caçamba, e outros do gênero), bem como, embarque e desembarque de materiais do tipo: gasolina, gás de cozinha, seixo, areia, cimento, tijolo, telha, pedra, barro, cerâmicas acima de 50 caixas ou 100 m quadrados, e outros que interfira no tráfego dos passageiros que utilizam diariamente as dependências do Terminal Hidroviário do município de Manicoré-AM.

Edy Lima DRT-AM 1823


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Porto Fluvial de Manicoré voltará a funcionar

Depois de meses desativado por motivo da forte enchente


Porto Fluvial Valdomiro Gomes (Foto: Edy Lima)


O Porto Fluvial Valdomiro Gomes em Manicoré esta sem funcionar desde setembro de 2014, por causa de uma rachadura que aconteceu no barranco em frente a cede do município, não só danificando as estrutura de aço e as bóias que dão sustentação a passarela, mais também parte da barreira de contenção das instalações do porto feito com sacas de areia e cimento, parte dela desmoronou.

Depois de meses desativado por motivo da forte enchente que aconteceu no ano passado em 2014, agora o Porto Valdomiro Gomes esta prestes a reabrir, ou seja, voltar a funcionar normalmente.

Segundo funcionários do porto fluvial, o que falta agora é uma pintura nova para restaurar as cores originais da balsa, e também a presença da equipe do DNIT de Manaus, juntamente com a Empresa responsável da construção do porto e da Marinha do Brasil do município de Humaitá, vir realizar uma fiscalização de rotina para checarem se o mesmo está apto à volta a funcionar.

“Acredito-me que daqui para o mês de fevereiro, essas equipes já tenham vindo à Manicoré, para realizar esta inspeção nas estruturas metálicas, e após essa fiscalização dos órgãos competentes, obviamente o porto será liberado e voltará a operar normalmente”. Disse um funcionário do porto.  


Edy Lima DRT-AM 1823

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Marinha do Brasil atende população ribeirinha em Manicoré

O Navio Hospitalar da Marinha do Brasil fica no porto de Manicoré 

Depois de quase um mês de trabalho nós já atendemos cerca de mil (Foto: Internete)



O Navio de Assistência Hospitalar Soares de Meirelles da Marinha do Brasil esta ancorado no Porto Fluvial Valdomiro Gomes prestando serviços de saúde aos ribeirinhos e moradores do município de Manicoré. O navio hospitalar da Marinha está em Manicoré desde a última terça-feira (01).

“O trabalho da Marinha em especial na calha do madeira é justamente em apoio às populações ribeirinhas que estão sendo prejudicados pela cheia histórica do Rio Madeira. Particularmente deste o inicio do mês de março o Navio Hospitalar vem realizando atendimento médico e odontológico primário, sendo que nossa área de atuação foi até o município de Humaitá. 

Depois de quase um mês de trabalho nós já atendemos cerca de mil e trezentas (1.300), pessoas em toda calha do Rio Madeira, promovendo atendimento médico, atendimento odontológico primário, exames laboratoriais e entrega de medicamentos para o tratamento de doenças que eventualmente venham aparecer”. Disse o Capital de Corveta senhor Faro. 

“Na quinta-feira (03), estaremos no município de Borba realizando os mesmos serviços que estão sendo prestados no município de Manicoré, em seguida regressaremos para Manaus. As enfermidades mais detectadas através de nossos médicos são doenças dermatológicas e as verminoses que justamente causam a diarreia e o vomito realmente isso foi bastante encontrada ao longo de nossa missão na calha do Rio Madeira”.Finalizou Faro.

O Navio Hospitalar da Marinha do Brasil fica no porto de Manicoré ate quarta-feira (02). Sendo que os atendimentos iniciaram-se, ontem terça-feira, (01) de abril. Os atendimentos são das oito horas da manhã até às dezessete horas. O dia inteiro.As triagens dos pacientes estão sendo feitas no próprio navio da Marinha.



Edy Lima DRT/AM 1823

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Índios do AM se qualificam para obter carteiras para navegar

Parceria entre a Seind e o Cetam viabilizou a realização de curso para obtenção da carteira nos municípios de Coari, Toanantins e Iranduba

Participantes do curso aprendem a utilizar colete salva-vidas, durante as aulas para a obtenção da carteira
Participantes do curso aprendem a utilizar colete salva-vidas, durante as aulas para a obtenção da carteira (Divulgação - Seind )
O número de indígenas interessados em participar do curso preparatório para a prova que possibilita a obtenção da carteira de arrais-amador tem aumentado nos últimos meses no Amazonas. De janeiro até a primeira semana de agosto, o curso teve mais de 100 participantes, com beneficiamento direto para indígenas dos povos Sateré, Apurinã, Tikuna, Tukano, Arara, Miranha, Kambeba e Kokama, distribuídos entre os municípios de Tonantins, Iranduba e Coari.

Ministrado por meio da parceria entre a Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (Seind) e o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), o curso está dentro das normas estabelecidas pela Marinha do Brasil em todo o Território Nacional. A Carteira de Habilitação de Amador (CHA), como é conhecida, tem validade de dez anos e permite a essas populações, a oportunidade de conduzir embarcações de pequeno porte pelos rios da Amazônia.

A capacitação faz parte da Câmara 3, do Comitê Gestor de Atuação Integrada entre o Governo do Amazonas e a Fundação Nacional do Índio (Funai), intitulada Melhoria da Qualidade de Vida dos Povos e Comunidades Indígenas.

Apoio fundamental
 
Entre os dias 6 e 14 deste mês, o município de Coari – situado a 370 quilômetros de Manaus -, recebeu o curso de arrais-amador, no qual capacitou um grupo de 50 indígenas, dos povos Tikuna, Tukano, Arara, Miranha, Kambeba e Kokama.

Em junho, a ação já havia beneficiado aproximadamente 30 indígenas tikuna e kokama em Tonantins - a 867 quilômetros de Manaus. O projeto também levou benefícios de forma indireta a 1,4 mil indígenas e atendeu a uma demanda da Associação do Povo Kokama da Sede de Tonantins (APKST), localizada na comunidade Igarapé do Manacá.

Em julho, o curso chegou a Iranduba - a 70 quilômetros de Manaus - para 25 pessoas, em cumprimento às condicionantes indígenas para atendimento ao Programa de Compensação e Mitigação da Ponte sobre o Rio Negro.

Nos três casos, todos os participantes receberam noções sobre condução e segurança em navegação fluvial e foram qualificados conforme as normas de navegação e conteúdos específicos para subsidiá-los durante a realização da prova.

Linguagem adequada
 
O conteúdo é transmitido dentro de uma linguagem adequada aos próprios indígenas, de acordo com o técnico do Departamento de Etnodesenvolvimento da Seind e instrutor do curso, Ronisley Martins.

“Não é só conhecimento técnico que é passado, mas há uma adequação da linguagem ao conhecimento tradicional, ou seja, a didática é o envolvimento deles com a dinâmica, para que obtenham o conhecimento por meio da atividade”, explicou Ronisley.

Durante o preparatório, entre aulas teóricas e práticas os indígenas têm acesso a nomes, tipos e outros detalhes sobre embarcação; normas de segurança em navegação; sinalização; equipamentos de salvatagem; registro e cartografia náutica. São repassadas técnicas de nós, ancoragem, salvamento aquático, além de noções sobre primeiros socorros, combate a incêndio e meio ambiente.

Após realizar o curso, algumas prefeituras têm encaminhado os nomes dos aprovados à Capitania dos Portos, para que realizem a prova, de acordo com o calendário estabelecido pela Marinha. O certificado de participação é entregue pelo Cetam.


ACRITICA

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Lanchas sociais irão atender comunidades ribeirinhas da Amazônia e Pantanal

Programa do Governo Federal destinará embarcações para serem usadas como Centros de Referência de Assistência Social

Lanchas sociais serão construídas na Base Naval de Val-de- Cães, em Belém, e distribuídas em 109 municípios das Regiões Norte e Centro-Oeste
Lanchas sociais serão construídas na Base Naval de Val-de- Cães, em Belém, e distribuídas em 109 municípios das Regiões Norte e Centro-Oeste (Divulgação/MDS)

Um acordo de cooperação técnica entre o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e a Marinha do Brasil vai permitir que as populações ribeirinhas da Amazônia e Pantanal (Região Centro-Oeste) sejam assistidas dentro do plano “Brasil sem Miséria” a partir de 2013.

Inicialmente serão construídas cem lanchas sociais para atender 109 cidades da Região Norte e Centro-Oeste. Somente no Estado Amazonas serão beneficiados 31 municípios e outros 33 no Pará. Cada lancha, avaliada, em R$ 230 mil, terá capacidade de transportar até dez profissionais de assistência social, além da tripulação, enquanto os barcos comportam 12 profissionais.

A segunda fase do programa é construir os barcos sociais que serão transformados em Centros de Referência de Assistência Social (Cras). O investimento inicial previsto é R$ 23,1 milhões e a cooperação técnica entre as duas entidades vigora até 2014.
Com as lanchas, as populações ribeirinhas terão acesso a todos os serviços dos Cras. 

Os técnicos das embarcações prestarão serviços socioassistenciais como busca ativa, cadastramento no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, acompanhamento, atendimento às famílias, serviço de convivência com adolescentes, idosos e a população em geral, atividades de grupo, campanhas e esclarecimentos. Os barcos sociais serão os próprios Cras de forma volante.

A Marinha construirá as lanchas sociais na Base Naval de Val-de-Cães, em Belém (PA). A previsão é que todas as cem lanchas estejam prontas em nove meses – a partir de janeiro do ano que vem, devem começar os trabalhos nas duas regiões.

“Para o MDS, essas ações são fundamentais e estratégicas. Nosso grande desafio é garantir que o Estado e os serviços públicos cheguem a todos os cidadãos brasileiros, já que essa população não consegue chegar ao Estado. Não teríamos condições e expertise sem o apoio da Defesa, da Marinha", disse a ministra Tereza Campello.

A Marinha já desenvolve operações como essa nas áreas da educação e da saúde. A ministra do lembra que a meta do MDS é universalizar os serviços de assistência social, mas que as populações ribeirinhas ainda não conseguiam ter acesso a esse serviço devido às dificuldades de deslocamento. A ministra destaca que a Amazônia e o Pantanal são os primeiros passos nesse sentido. A partir dessa experiência, o MDS poderá avaliar a implantação das lanchas e dos barcos em outras localidades.

Deputado quer mais recursos
 
Na busca de atendimento às populações ribeirinhas da Amazônia, que só têm acesso por meio dos rios, o deputado federal Francisco Praciano (PT-AM) apresentou emendas à Medida Provisória 573/2012, que abre crédito extraordinário a vários Ministérios do Governo Federal, no valor de R$ 6,84 bilhões. O parlamentar amazonense solicita que sejam remanejados R$ 28,35 milhões para comprar 450 “ambulanchas” (pequenas unidades de saúde móvel por meio de embarcações) e atender 450 municípios da Região Norte.

O preço médio de cada uma dessas unidades fica em torno de R$ 63 mil. Na mesma medida provisória, Praciano também pede remanejamento de recursos no valor de R$ 16,8 milhões para comprar 14 barcos e transformá-los em Unidades Básicas de Saúde Fluvial, equipados com gabinete médico e odontológico. Outra proposta do deputado amazonense, oferecida à MP 573, pede R$ 74,2 milhões para aquisição de 450 barcos-escola para fazer o transporte escolar na região ao preço médio de R$ 165 mil.

Educação
 
O Ministério da Educação já adota as embarcações na Amazônia e no Pantanal no programa de Transporte Escolar desde 2004. Em 2012, há uma previsão de repasse de quase R$ 20 milhões ao transporte escolar no Amazonas.

ANTONIO PAULO

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Marinha do Brasil dará início à fiscalização de barcos que seguem para Parintins (AM)

A ação tem o propósito de garantir a segurança do tráfego aquaviário e a salvaguarda da vida humana no período do evento, que concentra o maior número de embarcações de passageiros e recreio no rio Amazonas

Em 2011 ação da Marinha do Brasil teve início na segunda quinzena de maio
Em 2011 ação da Marinha do Brasil teve início na segunda quinzena de maio (Márcio Silva - 22.06.2011)

No próximo dia 28, a Marinha do Brasil dará inicio aos preparativos para a Operação Parintins 2012, com o recebimento das solicitações para a realização das Vistorias Especiais para a concessão do “PASSE” pela Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental (CFAOC). Os proprietários das embarcações que conduzirão passageiros para assistirem o tradicional Festival Folclórico dos Bois Bumbás deverão agendar as vistorias junto à CFAOC. 
A referida operação tem o propósito de garantir a segurança do tráfego aquaviário e a salvaguarda da vida humana no período do evento, que concentra o maior número de embarcações de passageiros e recreio no rio Amazonas.
As Vistorias Especiais serão iniciadas no dia 29 de maio e poderão ser marcadas até o dia 22 de junho.
O “PASSE” tem o propósito de reduzir o tempo de inspeção das embarcações nos postos de fiscalização fixos (abaixo relacionados) e, para tal, serão somente verificados os itens relacionados à documentação, ao material de salvamento e à quantidade de passageiros. O “PASSE” será entregue a partir do dia 20 de junho na CFAOC, localizada na rua Frei José dos inocentes, 36, Centro de Manaus.
A fiscalização em um determinado posto fixo não isentará as embarcações de serem inspecionadas novamente, no trajeto de ida e volta a Parintins pelas equipes de inspeção naval, que estarão em patrulhamento móvel.
Para mais esclarecimentos, o proprietário da embarcação deverá comparecer à CFAOC ou ligar para o telefone 2123-4956.
A operação contará com postos de fiscalização fixos em Manaus, Itacoatiara e Parintins, além de navios do Comando da Flotilha do Amazonas, lanchas da Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental e de suas agências em Parintins e Itacoatiara, nas inspeções navais, e aeronaves do 3º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral.
Um dos navios estará preparado para atendimentos emergenciais, dispondo de médicos, dentistas e enfermeiros da Marinha do Brasil.

ACRITICA