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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Ibama prende homem considerado o 'maior desmatador da Amazônia' durante operação

A prisão de Antônio Castanha era um dos objetivos da Operação Castanheira, deflagrada pelo Ibama, Ministério Público Federal, Receita Federal e Polícia Federal, que desarticulou a maior quadrilha de grileiros que operava na região da BR-163, no Pará, respondendo por 20% de todo o desmatamento da Amazônia


Apenas o núcleo familiar do grileiro responde por quase R$ 47 milhões em multas junto ao Ibama, sem contar com os autos de infração em nome dos demais membros da quadrilha. (Divulgação/Ibama)


Ezequiel Antônio Castanha, o maior grileiro da BR-163, foi preso pelo Ibama no último sábado (21), em Itaituba, no Pará.  A ação contou com a participação da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança. A prisão preventiva foi decretada pela Justiça Federal de Itaituba por ação movida pelo Ministério Público do Pará.

Segundo o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano Evaristo, que acompanhou a operação, a efetivação da prisão do grileiro Castanha é o maior marco representativo das ações de combate ao desmatamento no oeste do Pará. “A desarticulação desta quadrilha contribui significativamente para o controle do desmatamento na região”.

Castanha vinha atuando na BR-163 invadindo terras da União, promovendo o desmatamento e comercializando ilegalmente as terras furtadas. Apenas o núcleo familiar do grileiro responde por quase R$ 47 milhões em multas junto ao Ibama, sem contar com os autos de infração em nome dos demais membros da quadrilha.
O maior desmatador da Amazônia será julgado pela Justiça Federal e poderá receber pena de mais de 46 anos de prisão pelos diversos crimes cometidos, tais como desmatamento ilegal, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, uso de documentos falsos, além de outros.


Acrítica.com 


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

PM AGRIDE REPÓRTER CINEMATOGRÁFICO

NOTA DE REPÚDIO


DIVULGAÇÃO


O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Amazonas – SJP/AM torna público o seu repúdio à agressão covarde praticada pelo tenente da Polícia Militar do Amazonas – PMAM, CARLOS EDUARDO ESTEVES VEDOR contra o Repórter Cinematográfico, JACKSON RODRIGUES, da TV Bandeirantes, no Amazonas. 

A lastimável agressão veio acompanhada da arbitrariedade contra o repórter que, após ser agredido fisicamente, recebeu voz de prisão, sendo detido, de forma arbitrária, e levado em viatura policial até o 1º Distrito Interativo de Polícia – DIP.

DIVULGAÇÃO

O SJP/AM, em nome de toda a categoria, não irá calar-se diante dos desmandos e abuso de autoridade de um PM despreparado para lidar com os profissionais da Imprensa e, por extensão, com a sociedade. Solicitaremos junto a Corregedoria da Polícia Militar a apuração dos fatos para que o agressor, ao final, possa ser punido. 

A agressão sofrida pelo repórter cinematográfico, JACKSON RODRIGUES será comunicada à Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ e à Federação Internacional de Jornalistas – FIJ, com sede em Bruxelas, na Bélgica, a fim de que possamos inserir a agressão sofrida pelo profissional no foco das ações das entidades em defesa do livre exercício da profissão de jornalista.

O SJP/AM condena todo ato de violência que fere o pleno exercício profissional e agride a Liberdade de Imprensa. Por fim, o SJP/AM, como entidade representativa dos jornalistas no território do Amazonas, solidariza-se com o repórter fotográfico, JACKSON RODRIGUES, colocando à disposição a Assessoria Jurídica da entidade para as medidas que se fizerem necessárias.

Manaus, 27 de fevereiro de 2014.



DIRETORIA

SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DO ESTADO DO AMAZONAS – SJP/AM

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Tribunal de Justiça decreta prisão imediata de Adail Pinheiro e mais cinco pessoas

Para formalizar a denúncia contra o Prefeito de Coari - acusado de exploração sexual de menores, entre outros crimes -, a Procuradoria-Geral de Justiça tomou como base os depoimentos de supostas vítimas de Adail


A ligação de Adail Pinheiro com o tema pedofilia está no noticiário local, nas páginas de polícia e política, desde 2008 (Evandro Seixas)




O desembargador Djalma Martins decretou, por volta das 16h desta sexta-feira (7), a prisão preventiva de Adail Pinheiro (PRP), prefeito do município amazonense de Coari. O ato se deu após o Ministério Público do Estado (MPE/AM) mover nova denúncia junto ao Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) contra o político, suspeito de chefiar uma quadrilha de exploração sexual de crianças e adolescentes, entre outros crimes. 

Na manhã desta sexta-feira, o MPE ingressou uma nova denúncia junto ao TJ-AM onde pedia a prisão preventiva de Adail Pinheiro e outras cinco pessoas, que não tiveram o nome revelado por se tratar de um processo que corre em segredo de Justiça.
O presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, Ari Moutinho, pediu para que a denúncia fosse distribuída eletronicamente e foi parar nas mãos do desembargador Cláudio Roessing, que pediu a redistribuição, alegando ser de área incompatível com a denúncia que apura crimes no âmbito penal.
Em redistribuição, o pedido do MP foi analisado pelo desembargador Djalma Martins, que concedeu as prisões preventivas: dos sete denunciados, o MPE solicitou a prisão de seis, já decretadas.
Segundo a assessoria de comunicação do TJ-AM, a decisão foi encaminhada eletronicamente à Delegacia Geral de Polícia, que deverá cumprir imediatamente os mandados nos endereços informados pelo MP na denúncia. 
De acordo com o Procurador-Geral de Justiça, Francisco Cruz, a medida foi tomada para garantir a segurança de outras vítimas. “Me convenci da necessidade da decretação preventiva não só para garantir a correta instrução do processo como para evitar que novas crianças pobres e desprotegidas sejam vítimas dos desvios sexuais do prefeito”, afirmou Cruz. 

Para formalizar a denúncia, a Procuradoria-Geral de Justiça do MPE/AM tomou como base investigação feita pelo Centro de Apoio e Combate ao Crime Organizado (Caocrimo), que ouviu, em Manaus e em Coari, garotas que relatam terem sido vítimas de exploração sexual praticadas pelo prefeito. Adail Pinheiro nega as acusações e diz que é vítima de perseguição política patrocinada por adversários.

Jornal a Critica


segunda-feira, 4 de março de 2013

Ex-prefeito de Rio Preto da Eva (AM) é preso em Manaus

Ele é acusado de participação na trama de assassinato que mataria figuras da política e do judiciário do Município, incluindo o atual prefeito, Luiz Carlos Chagas.

Anderson de Souza (PTB) teria motivações políticas para planejar o assassinato do atual prefeito de Rio Preto da Eva, interior do Amazonas
Anderson de Souza (PTB) teria motivações políticas para planejar o assassinato do atual prefeito de Rio Preto da Eva, interior do Amazonas (Luiz Vasconcelos)
Após prestar depoimento na sede da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), localizada no bairro Flores, na Zona Centro-Sul de Manaus, o ex-prefeito do município de Rio Preto da Eva, Anderson de Souza (PTB), foi preso em cumprimento de um mandado de prisão preventiva expedido pelo juiz Cássio Borges.

Anderson é suspeito de ter envolvimento em uma trama que pretendia assassinar o atual prefeito daquele município, Luiz Ricardo Chagas; o vice Ernane Santiago, e o ouvidor do município, Erick Franco de Sá.

No último dia 16 de fevereiro, em uma operação da Polícia Civil, foram presos: o bacharel em Direito Bolívar de Almeida Maués, o filho dele, Bruno Leandro Campos Maués, Marcos Antônio Lima, Maikon da Silva e Raimundo Raniere da Silva. Bolivar é irmão e Bruno é sobrinho do  deputado federal Sabino Castelo Branco (PTB).

De acordo com fontes da SSP, Anderson seria transferido ainda na tarde desta segunda-feira, para a Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), na Zona Leste de Manaus.

ACRITICA