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domingo, 18 de outubro de 2015

Eletrobras Amazonas fará ação de manutenção na zona Leste de Manaus

Os técnicos da distribuidora executarão trabalhos de podas de árvores 


(Foto: Rodrigo Araujo) Os técnicos da distribuidora executarão trabalhos de podas de árvores




Equipes de manutenção da Diretoria de Operação da Eletrobras Distribuição Amazonas estarão, nesta semana, na zona Leste de Manaus, realizando uma série de operações para reduzir as ocorrências de desligamentos nos bairros Coroado 1 e São José 1. Serão 10 equipes participando da operação, que inicia nesta segunda-feira e vai até quinta-feira.

Os técnicos da distribuidora executarão trabalhos de podas de árvores (para evitar rompimento de cabos e curto circuito), substituição de cruzetas, de chaves deterioradas e de postes de madeira por postes de concreto, entre outras ações. Os serviços de manutenção beneficiarão cerca de 16 mil famílias. 

De acordo com o diretor de Operação da Capital, Eduardo de Xerez Vieiralves, a Eletrobras fez um minucioso mapeamento dos locais que receberão a ação. "Identificamos as áreas críticas e vamos atuar ao longo destes quatro dias para fazer as correções necessárias que vão reduzir a incidências de desligamentos", afirmou.

A Eletrobras Distribuição Amazonas está trabalhando para que esta e outras ações preventivas ocorram na capital e no interior do Estado para garantir energia de qualidade a todos os municípios amazonenses. Os investimentos em expansão e ampliação da geração, transmissão e distribuição de energia no Amazonas, até 2018, são de R$ 6 bilhões.


Com Informação da Assessoria


domingo, 26 de outubro de 2014

Treze urnas eletrônicas são trocadas durante votação no AM, diz presidente do TRE

Blecaute em Parintins atrasou votação em 1h. Em Manacapuru, uma urna ficou danificada após "goteira" atingir aparelho. Presidente do TRE avalia saldo do pleito nas primeiras horas como "positivo" no Amazonas



Presidente avalia saldo das primeiras horas de votação como "positivo" (Denir Simplício)



Treze urnas eletrônicas precisaram ser substituídas em todo o Amazonas durante o início do pleito neste domingo (26). As informações foram repassadas pela presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-AM), desembargadora Socorro Guedes, durante coletiva de imprensa. Em Parintins (a 535 quilômetros de Manaus), um "apagão" atrasou em uma hora  o início da votação.

De acordo com Socorro Guedes, 18 ocorrências envolvendo problemas técnicos com os aparelhos foram registradas em todo o Estado. Ao serem reiniciadas, cinco urnas voltaram ao normal. Treze tiveram que ser trocadas, sendo que seis estavam instaladas no interior e sete na capital. Apenas três delas fazem parte do sistema biométrico, segundo a desembargadora. Ainda segundo a presidente, os objetos apresentaram problemas principalmente no visor e nos registros de data e hora. 
“O saldo é extremamente positivo. O único contratempo que tivemos foi do ponto de vista climático, porque em Parintins está chovendo mundo. Lá é o segundo maior colégio eleitoral do Amazonas, e deu um pequeno pico de luz, mas já se normalizou e em nada atrapalhou as eleições. Fiz um sobrevoo sobre a cidade com o exército para verificar o sistema de transporte coletivo e os ônibus estão trafegando normalmente. Podemos dizer que a cidade está tranquila”, explicou a desembargadora.
Blecaute em Parintins
Em Parintins, a votação sofreu atraso de uma hora por conta de um blecaute na região. A empresa Eletrobrás Amazonas Energia foi acionada. Já em Manacapuru (a 70 quilômetros de Manaus), uma urna precisou ser substituída após ser danificada devido a uma goteira no local. O órgão também não registrou nenhum caso de crime eleitoral até o momento.
*Com informações da Agência Brasil

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Cheia prejudica estaleiros em Manaus, diz o Sindnaval

Com a cheia, cerca de 40 estaleiros perderam carreira – trilho para construção e reparo naval, e área, comprometendo seriamente a construção de novas embarcações, reparos, e os empregos e pagamento de financiamentos

Cheia dos rios prejudica atividades de estaleiro em Manaus, segundo sindicato
Cheia dos rios prejudica atividades de estaleiros em Manaus, segundo sindicato (WALTER MENDES/ARQUIVO ACRÍTICA)

Os estaleiros de reparo e com poucas áreas são os que mais estão sofrendo com a cheia, segundo o presidente do Sindnaval, Matheus Araújo. “A situação está tão crítica quanto dos ribeirinhos”, disse o dirigente.
Com a cheia, cerca de 40 estaleiros perderam carreira – trilho para construção e reparo naval, e área, comprometendo seriamente a construção de novas embarcações, reparos, e os empregos e pagamento de financiamentos. “Os estaleiros de reparo estão quase todos parados, com exceção dos que têm dique seco (balsa flutuante para fazer embarcação)”, disse Matheus.
A maioria dos estaleiros com problema está nas margens dos igarapés do São Raimundo, Educandos, Quarenta e rio Negro, como no bairro Colônia Antônio Aleixo. Entre os mais afetados estão o Bibi, Bering, Estaman, F. Barbosa, Ponta Branca, Santo Antônio, Bons Amigos e Enchova.
Para o Sindnaval, a grande cheia deste ano mostrou que ela será uma constante e que o setor precisa o quanto antes da implantação do projeto do polo naval, no Puraquequara. Antes o tempo entre um a grande cheia e outra era de dez anos e agora reduziu para três.
“Estamos aguardando retornar com o governador Omar Aziz e depois ele deve se encontrar com a presidente Dilma Rousseff para que o projeto possa ser incluído no PAC 2. A princípio ele vai demandar R$ 250 milhões”, disse Matheus.

ACRITICA