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terça-feira, 24 de março de 2015

Josué Neto anuncia votação de pauta recheada de requerimentos

 Josué Neto, atendeu solicitação do 2º vice-presidente

O parlamentar apontou que existem muitos os requerimentos  (Foto: Alem)




O deputado Josué Neto (PSD) informou nesta terça-feira (24), após a abertura do Pequeno Expediente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), a votação de uma pauta extensa de matérias legislativas para esta semana.

Segundo o presidente, na programação da pauta que está sendo elaborada pela Diretoria de Apoio Legislativo, para ser votada na quarta-feira (25) ou na quinta-feira (26), vão constar votação e promulgação de projetos e votação de todos os requerimentos em tramitação.

A manifestação do presidente da Aleam, Josué Neto, atendeu solicitação do 2º vice-presidente, deputado David Almeida (PSD), que argumentou que existem requerimentos que não podem ser simplesmente aprovados pela Mesa Diretora, mas precisa ser colocados em votação no plenário.

O parlamentar apontou que existem muitos os requerimentos que não se enquadram na norma regimental de deferimento pela Mesa, sendo prontamente atendido pelo presidente Josué Neto.



Com Informação da Assesoria

domingo, 26 de outubro de 2014

Treze urnas eletrônicas são trocadas durante votação no AM, diz presidente do TRE

Blecaute em Parintins atrasou votação em 1h. Em Manacapuru, uma urna ficou danificada após "goteira" atingir aparelho. Presidente do TRE avalia saldo do pleito nas primeiras horas como "positivo" no Amazonas



Presidente avalia saldo das primeiras horas de votação como "positivo" (Denir Simplício)



Treze urnas eletrônicas precisaram ser substituídas em todo o Amazonas durante o início do pleito neste domingo (26). As informações foram repassadas pela presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-AM), desembargadora Socorro Guedes, durante coletiva de imprensa. Em Parintins (a 535 quilômetros de Manaus), um "apagão" atrasou em uma hora  o início da votação.

De acordo com Socorro Guedes, 18 ocorrências envolvendo problemas técnicos com os aparelhos foram registradas em todo o Estado. Ao serem reiniciadas, cinco urnas voltaram ao normal. Treze tiveram que ser trocadas, sendo que seis estavam instaladas no interior e sete na capital. Apenas três delas fazem parte do sistema biométrico, segundo a desembargadora. Ainda segundo a presidente, os objetos apresentaram problemas principalmente no visor e nos registros de data e hora. 
“O saldo é extremamente positivo. O único contratempo que tivemos foi do ponto de vista climático, porque em Parintins está chovendo mundo. Lá é o segundo maior colégio eleitoral do Amazonas, e deu um pequeno pico de luz, mas já se normalizou e em nada atrapalhou as eleições. Fiz um sobrevoo sobre a cidade com o exército para verificar o sistema de transporte coletivo e os ônibus estão trafegando normalmente. Podemos dizer que a cidade está tranquila”, explicou a desembargadora.
Blecaute em Parintins
Em Parintins, a votação sofreu atraso de uma hora por conta de um blecaute na região. A empresa Eletrobrás Amazonas Energia foi acionada. Já em Manacapuru (a 70 quilômetros de Manaus), uma urna precisou ser substituída após ser danificada devido a uma goteira no local. O órgão também não registrou nenhum caso de crime eleitoral até o momento.
*Com informações da Agência Brasil

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Em eleição tranquila Adelson Albuquerque é eleito presidente do boi Garantido

A apuração das dez urnas atravessou a noite de domingo (31) e só acabou na madrugada do do dia 1º de setembro, e confirmou a vitória da chapa "Sempre serei Garantido" como vencedora. O novo mandatário do boi vermelho e branco ficará no cargo pelos próximos três anos


Adelson Albuquerque é eleito como novo presidente do boi-bumbá Garantido.(Divulgação/Site Boi Garantido)


Adelson Albuquerque, da chapa “Sempre serei Garantido”, foi eleito presidente da agremiação boi-bumbá Garantido, em eleição ocorrida neste domingo (31), em Manaus e Parintins simutaneamente. Foram apuradas dez urnas, sendo quatro do colégio eleitoral de Manaus e outras seis do pleito acontecido na cidade do interior do Amazonas. O eleito para o triênio 2015/2016/2017 terá pela frente a luta pelo tricampeonato do festival folclórico parintinense no ano em que o evento completa meio século de existência.
A eleição tanto em Manaus, como em Parintins teve início às 8h da manhã de domingo, encerrando o pleito na capital às 15h. A votação na Ilha Encantada seguiu até às 17h, e assim que as urnas vindas de Manaus chegaram na Cidade Garantido, local da apuração, começou a contagem dos votos.
De acordo com os organizadores da eleição, cerca de 50% dos 4,6 mil sócios da agremiação aptos a votar eram esperados nos locais de votação. A eleição em Parintins foi realizada na Cidade Garantido, onde a quantidade de eleitores é maior do que na capital, por isso o número maior de urnas no interior.
Logo na abertura da primeira urna oriunda de Parintins, se percebeu que a confirmação da eleição do empresário Adelson Albuquerque era uma questão de tempo. A cada nova contagem de votos, a vantagem da chapa "Sempre serei Garantido" aumentava em relação ao segundo colocado, Fred Goes, da chapa "Garantido Vencedor".
Após a apuração da sexta e última urna da terra natal do boi da Baixa do São José ser concluída, a diferença para o candidato Fred Goes era de mais de 400 votos. As outras quatro urnas vindas de Manaus, no pleito realizado no Centro de Convivência do Idoso, no bairro Aparecida, na Zona Sul da capital, apenas ratificaram a vitória de Adelson.
Antes mesmo que a décima urna fosse aberta, os eleitores da chapa "Sempre serei Garantido" já faziam a festa nas ruas da Ilha Encantada. Em 2015, primeiro ano da gestão de Adelson Albuquerque, o Festival Folclórico de Parintins completa 50 anos. E a expectativa dos fãs do bumbá Garantido é que o boi vermelho e branco conquiste o tão sonhado tricampeonato.  
ACRITICA.COM

quarta-feira, 16 de julho de 2014

PEC da Zona Franca e Lei de Informática serão votadas nesta quarta-feira (16)

De acordo com Braga, a aprovação dos requerimentos permitirá 


Reunião de líderes do Senado para tratar da votação da PEC da Zona Franca, Lei de Informática e Área de Livre Comércio (Divulgação)



Está tudo pronto para votação no Senado da Proposta de Emenda a Constituição (PEC) nº 20/2014, que prorroga por mais 50 anos os incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus (ZFM). Nesta terça-feira (15), o plenário da Casa aprovou requerimento do líder do governo, senador Eduardo Braga (PMDB/AM), solicitando a adoção de calendário especial para discussão e votação da proposta. Ele também apresentou requerimento para votação em regime de urgência, em plenário, do Projeto de Lei da Câmara 61/2014, que prorroga os incentivos para a informática e o prazo de vigência de Áreas de Livre Comércio na Região Norte.

De acordo com Braga, a aprovação dos requerimentos permitirá a votação da PEC da ZFM na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira (16) para, em seguida, ser votada pelo plenário em dois turnos no mesmo dia. Também no mesmo dia será votado pelo plenário, em regime de urgência, o PLC 61/2014.

“Acordamos com os líderes partidários a aprovação dos requerimentos e a votação amanhã da PEC e do projeto da Lei de Informática. Vai ser votado o acordo aprovado na Câmara dos Deputados, sem alteração nos textos”, informou Braga após reunião com líderes do Senado.
A reunião da CCJ nesta quarta-feira inicia às 10h.


Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 17 de março de 2014

Após votação, CPI da Pedofilia será instalada depois de eleições

Decisão obteve 12 votos a favor e 9 contra. Segundo o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Josué Neto, a Casa não tem condições administrativas de tocar duas Comissões – CPI da Telefonia e CPI da Pedofilia – simultaneamente

Com 12 a favor e 9 contra, instalação de CPI da Pedofilia deve ocorrer somente após período eleitoral
Com 12 a favor e 9 contra, instalação de CPI da Pedofilia deve ocorrer somente após período eleitoral (Divulgação/Aleam)
Com a criação aprovada na manhã desta quarta-feira (12) na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia deve ser instalada somente após o período eleitoral. Por meio de votação entre os 21 deputados presentes na Casa, a decisão foi estabelecida com 12 votos a favor. O presidente da Aleam, deputado Josué Neto (PSD), mostrou satisfação com o resultado.

Durante a reunião, que durou cerca de quatro horas, foram discutidos vários aspectos referentes ao foco das investigações e data da instalação da comissão. De acordo com Josué Neto, a reunião foi conduzida de forma democrática e externou total apoio ao requerimento do deputado Luiz Castro (PPS).

O presidente Josué Neto apontou os dois principais motivos colocados pelos deputados para a proposta de adiamento da instalação da CPI. O primeiro, pelo fato de já existir uma CPI (da Telefonia) na Casa, o que deixa a Assembleia Legislativa sem condições administrativas de tocar duas comissões ao mesmo tempo. Além disso, se fosse instalada agora, a CPI da Pedofilia terminaria por volta de 15 de julho, já no período eleitoral.

Após as decisões tomadas durante a reunião, o requerimento do deputado Luiz Castro, assinado por 23 dos 24 membros do poder, será lido nesta quinta-feira (13) no plenário, durante a ordem do dia, para consolidar a aprovação da criação da CPI. O deputado Josué Neto disse que as decisões foram tomadas após discussões políticas em torno das questões colocadas à mesa, e acatadas por todos após a votação.

Apesar de reconhecer a condução democrática do processo, o deputado Luiz Castro discordou sobre o adiamento. "A maioria decidiu pela instalação somente depois das eleições. Saio triste, decepcionado, mas não vamos desistir do objetivo final”, disse. O líder do Governo, deputado Sinésio Campos (PT), também votou a favor da instalação imediata da comissão, mas concordou com Castro na questão do voto vencido.

ACRITICA.COM

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Senado e Câmara terão de votar 23 medidas provisórias

A questão das MPs foi uma das mais polêmicas da gestão do ex-presidente José Sarney. Além do grande número de medidas, os senadores se ressentiam do prazo curto para examiná-las

Renan, com Alves (E) promessas de esforços  para reduzir MPs e fortalecer  parlamento
Renan, com Alves (E) promessas de esforços para reduzir MPs e fortalecer parlamento (Jonas Pereira/Arquivo Senado)
A Câmara e o Senado terão de votar, nos próximos dias, 23 medidas provisórias (MPs) que tratam tanto de temas triviais da administração pública, como a abertura de créditos extraordinários no Orçamento, quanto de assuntos de grande impacto nas relações federativas, como a compensação aos estados e ao Distrito Federal pela redução gradual das alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

O excesso de MPs foi um dos temas principais do discurso de posse do novo presidente do Senado e do Congresso, Renan Calheiros. Depois de eleito no dia 1º, Renan ressaltou a importância do equilíbrio entre os poderes e saiu em defesa de um Legislativo mais forte. O parlamentar alagoano criticou o excesso de medidas provisórias que chegam ao Congresso, e prometeu acabar com o acúmulo de vetos aguardando deliberação.

- As medidas provisórias só podem ser editadas em situação de urgência e relevância, dois conceitos banalizados nos últimos anos, e que atrofiaram o Congresso - reclamou.

No dia 4, ao abrir o ano legislativo, ele anunciou que pretendia se reunir com o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, em busca de solução definitiva para o excesso de MPs enviadas ao Parlamento.

Controvérsia

A questão das MPs foi uma das mais polêmicas da gestão do ex-presidente José Sarney. Além do grande número de medidas, os senadores se ressentiam do prazo curto para examiná-las. Com o objetivo de sanar o problema, o próprio Sarney tomou  a iniciativa de apresentar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC)  11/ 11. Atualmente na Câmara dos Deputados, sob o número de PEC 70/11, a proposta altera o rito de tramitação das medidas provisórias. Depois de aprovada na Comissão de Constituição e Justiça daquela Casa em setembro de 2012, a matéria aguarda criação de comissão temporária para seguir sendo apreciada.

A PEC 70/11 prevê uma nova divisão do tempo que Câmara e Senado têm para analisar as medidas provisórias.

Pelo texto, o prazo de 120 dias estabelecido na Constituição passa a ser dividido em 80 dias na Câmara e 30 dias no Senado. Outros 10 dias são dados à Câmara para a análise de possíveis emendas apresentadas no Senado. Atualmente, a maior parte dos 120 dias reservados à análise da matéria são gastos na Câmara dos Deputados. As MPs chegam ao Senado a poucos dias de perder a validade.

A PEC prevê também que, quando transformada em projeto de lei de conversão, a medida provisória não pode conter artigos tratando de matéria distinta de seu objeto. A intenção dos senadores ao aprovar este artigo foi evitar que assuntos alheios ao objeto da MP se tornem lei por meio do texto aprovado.

O prazo exíguo que o Senado tem para analisar as medidas provisórias resultou, em novembro de 2012, na perda de validade da MP 574/2012, que tratava das dívidas de estados e municípios com o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).  Aprovado pela Câmara, o texto foi enviado ao Senado menos de dez dias antes de perder a vigência.

Em cumprimento a acordo firmado com líderes partidários,Sarney anunciou que o texto não seria lido em plenário. A MP não foi votada e perdeu a validade em 9 de novembro.

Alterações

Mesmo sem a aprovação do texto na Câmara dos Deputados, o rito atual das MPs já não é o mesmo da época em que foi elaborada a PEC. Em março de 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o Congresso passasse a cumprir a determinação constitucional de submeter as medidas provisórias à análise prévia de comissões mistas, responsáveis por verificar a presença dos requisitos de urgência e relevância. Até então, as MPs vinham sendo analisadas apenas separadamente pelas duas casas.

Além de analisar a admissibilidade das MPs quanto aos requisitos constitucionais de urgência e relevância, as comissões mistas também avaliam conteúdo e a adequação financeira e orçamentária das matérias. Na prática, a mudança adiou o início da análise pela Câmara dos Deputados, que só começa após a tramitação na comissão especial.

Temas
 
Das MPs a serem examinadas agora pelo Legislativo, apenas uma – a 585/2012, que trata de transferências aos estados exportadores a título de compensação pela Lei Kandir – está no Senado. Um projeto de conversão elaborado por comissão mista (PLV 28/2012) tranca a pauta do Plenário e deverá ser votado até 2 de abril, quando a MP perderá a eficácia, se o texto não for aprovado.

As demais MPs estão na pauta da Câmara, algumas com parecer de comissão mista, como a 581/2012, que trata de operações de crédito de fundos de desenvolvimento e foi transformada em projeto de lei de conversão (PLV 32/2012). Outra MP convertida em projeto pela comissão mista é a 582/2012, que trata de contribuições previdenciária e sociais das empresas industriais e de serviços (PLV 1/2013).

Há uma MP (a 588/2012, que abre crédito extraordinário no Orçamento da União) com parecer pela aprovação da Comissão Mista de Orçamento (CMO). Ainda aguardam pareceres de comissões mistas 19 medidas provisórias – só depois desse rito, estabelecido em decisão do Supremo Tribunal Federal, as matérias poderão ser submetidas aos Plenários da Câmara e do Senado.

Por: DJALBA LIMA, ISABELA VILAR E PAOLA LIMA 

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Marco civil da internet deve ser votado nesta quinta (11) na Câmara Federal

A proposta deveria ter sido votada nessa terça-feira (10) pela comissão, mas Molon pediu mais tempo para analisar as propostas que foram encaminhadas por meio do portal e-democracia, da Câmara dos Deputados

Outra mudança refere-se à atuação do Comitê Gestor da Internet (CGI) sobre a definição da neutralidade de rede, que é a garantia de tratamento igualitário dos dados que trafegam na internet
Outra mudança refere-se à atuação do Comitê Gestor da Internet (CGI) sobre a definição da neutralidade de rede, que é a garantia de tratamento igualitário dos dados que trafegam na internet (Divulgação/PSA)

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o projeto de lei que estabelece o marco civil da internet deverá votar hoje (11) o substitutivo apresentado pelo relator da matéria, deputado Alessandro Molon (PT-RJ). Segundo ele, as principais mudanças de redação feitas no projeto têm como objetivo aumentar a proteção aos usuários.

“Estamos modificando a redação de alguns artigos, deixando mais clara a proteção à privacidade do usuário”, explicou Molon. O novo marco civil estabelece os princípios que devem nortear o uso da rede no Brasil, além dos direitos dos usuários, das obrigações dos provedores do serviço e das responsabilidades do Poder Público.

Outra mudança refere-se à atuação do Comitê Gestor da Internet (CGI) sobre a definição da neutralidade de rede, que é a garantia de tratamento igualitário dos dados que trafegam na internet. “O CGI vai continuar a ser decisivo sobre a definição de neutralidade, sem ser o órgão regulador. Não propomos em momento nenhum que ele regulasse essa questão, mas o governo entendeu que, do jeito que estava escrito, o CGI regulamentaria, que não é o papel dele, de fato”.

A proposta deveria ter sido votada nessa terça-feira (10) pela comissão, mas Molon pediu mais tempo para analisar as propostas que foram encaminhadas por meio do portal e-democracia, da Câmara dos Deputados. Segundo ele, entre quarta-feira (4) e sexta-feira (6) da semana passada, o portal recebeu mais de 14 mil visitas, com 109 contribuições ao projeto.

O diretor do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), Eduardo Levy, criticou o pouco tempo para a análise das contribuições da sociedade ao relatório. Segundo ele, isso pode levar a um engessamento da rede, o que poderá impedir mudanças no futuro. Para Levy, o risco é ter questões com as quais se possa concordar no texto e não perceber que daqui a seis meses poderia não ter concordado, porque não houve análise suficiente a respeito daquilo. Ele também manifestou preocupação com uma possível restrição à flexibilidade dos provedores de internet em oferecer planos diferenciados aos clientes.

SABRINA CRAIDE/ AGÊNCIA BRASIL