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domingo, 20 de dezembro de 2015

Alerta climático na Amazônia: desmatamento pode aumentar temperatura em até 4,5°C

Estudo apresentado por pesquisador do Inpa e UEA aponta que o desmatamento pode aumentar temperatura em 4,5°C dos próximos 85 anos


Desmatamento na Amazônia (Arquivo AC)



Um estudo sobre os impactos do desflorestamento na Amazônia aponta uma redução de 35% no volume de chuvas e um aumento de 4,5ºC na temperatura da bacia amazônica em 2100, caso o desmatamento na região continue avançando. A pesquisa destacou, ainda, que a crise hídrica no Sudeste do país, em 2014, não teve nenhuma relação com o estado atual de desmatamento da Amazônia.
O físico Luiz Gustavo Teixeira, mestre em clima e ambiente pela Universidade do Estado Amazonas (UEA) e Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), defendeu a pesquisa na última sexta-feira. A tese foi concluída na mesma semana em que um acordo internacional que limita o aumento da temperatura da terra em 1,5ºC até 2100 foi firmado na Conferência do Clima (COP 21), em Paris.
“Para alcançar os resultados, utilizei um modelo climático numérico e mais de 20 anos de dados calculados em supercomputadores”, conta.  Os impactos do desmatamento na Amazônia nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, e na bacia do Plata, na Argentina, também foram avaliados.
O estudo afirma  que, até agora, não houve nenhum impacto significativo no regime de chuvas para a Amazônia e nem para outras regiões do País, contrariando as teses de cientistas que relacionaram a crise hídrica no Sudeste, no ano passado, ao desmatamento na Amazônia. “Hoje não dá pra dizer que o atual estado de desflorestamento está afetando o clima na Amazônia ou em outras regiões”, pontua.
Prognóstico negativo

No entanto, se o desmatamento continuar no mesmo ritmo, as perspectivas não são das melhores, segundo o cientista. No Sudeste, a previsão para 2100 é que haja uma redução de 16% na precipitação oriunda da evaporação da Amazônia.
Em 2050, o volume de chuvas na mesma região pode reduzir em até 9%. Já, na Amazônia, a redução pode ser de 13%. “A gente observou que, nas outras regiões, a redução de chuva no cenário futuro será determinada pela água transportada pela bacia amazônica”, explica o orientador do projeto, Francis Wagner Correia, doutor em metereologia e professor da UEA.
De acordo com Wagner, o estudo mostra que o desmatamento também modifica a circulação regional, alterando o fluxo de umidade na região amazônica. “Isso indica, mais uma vez, que a completa e rápida destruição da floresta pode tornar-se um processo irreversível, pois mudanças significativas na reciclagem de precipitação, no ciclo hidrológico e na relação solo-planta-atmosfera seriam tão significativas que, uma vez destruída, a mesma não seria capaz de restabelecer-se por si só”.
Desmatamento sobe na Amazônia

Segundo relatório do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe) divulgado no mês passado, o desmatamento voltou a subir na Amazônia Legal. De agosto de 2014 a julho de 2015 o Brasil perdeu 5.831 km² de florestas, um aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano passado.
Amazonas (54%), Rondônia (41%) e Mato Grosso (40%) impulsionaram o aumento, segundo o Inpe. A área desmatada equivale a 753 mil campos de futebol.
Em setembro, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, a presidente Dilma Rousseff  se comprometeu em eliminar o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030. No entanto, a alta no desmate pode colocar o objetivo em risco, segundo ambientalistas. De acordo com o Greenpeace,  “o curioso é que os estados que concentraram os maiores aumentos receberam recursos do Fundo Amazônia - constituído de doações internacionais – para reduzir o desmatamento”. Na ocasião, a Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, atribuiu o aumento à má gestão dos Estados.
Tecnologia

O modelo climático utilizado para a pesquisa, chamado modelo regional ETA, do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe),  foi calculado em máquinas de alta performance do Sistema de Processamento de Alto Desempenho das UEA e em super computadores Tupã, do Inpe, em Cachoeira Paulista (SP).
Blog: Wagner Correia, doutor em Meteorologia 

"A principal  contribuição do Brasil pra redução das emissões de gases de efeito estufa passa pelo desmatamento na Amazônia.   O Brasil é fortemente importante nessa discussão, não por causa das emissões pela queima de combustíveis fósseis, mas pelo desmatamento na Amazônia. Quando desmata essa área, grande parte do carbono vai para a atmosfera. Então, se o Brasil tiver uma política de preservação ambiental, conservação da floresta em pé e manutenção de projetos para manter o ecossistema, é de uma importância de escala global. A floresta em pé é capaz de absorver muito mais carbono da atmosfera, contribuindo para a redução das mudanças climáticas futuras. O Brasil tem um papel fundamental nas mudanças climáticas pelo fato da conservação da floresta amazônica. Contribuímos para o aquecimento pelo fato do desmatamento, mas se houver, de fato, redução das taxas e a eliminação total do desmatamento, essa será nossa maior contribuição”.

Luana Carvalho


sexta-feira, 10 de abril de 2015

Academias ao ar livre já estão em Manicoré

Academias ao ar livre compradas pela Prefeitura de Manicoré 

Os espaços vão receber pessoas de todas as idades (Fotos: Edy Lima)


Será instalada uma academia ao ar livre enfrente ao Ginásio 


Os aparelhos geralmente são simples, mas proporcionam 


A Prefeitura de Manicoré tem cada vez mais invertido, na saúde, na educação, no esporte e agora com a parceria do governo do estado do Amazonas, inverte em equipamentos de ‘Academias a Céu Aberto’, que já esta na cede do município de Manicoré.  Academias ao ar livre compradas pela Prefeitura de Manicoré com a presença do prefeito de Manicoré Lúcio Flávio serão instaladas na cidade, dentro de poucos dias, segundo o Lúcio Flávio do Rosário.

Os amantes da saúde, natureza e do corpo definido podem desfrutar destes três elementos nas academias a céu aberto, espalhadas pelos pela cidade de Manicoré. Os espaços vão receber pessoas de todas as idades e proporcionar momentos de atividades físicas ao ar livre. Os aparelhos geralmente são simples, mas proporcionam ao usuário o trabalho necessário para cada região do corpo, uma forma agradável e acessível para se exercitar.

Destinados aos esportistas que gostam do contato com a natureza, e até mesmo a pessoas de fora da cidade que pretendem praticar exercícios durante sua estadia, os centros de atividades se espalham pelos principais pontos estratégicos da cidade.  Será instalada uma academia ao ar livre enfrente ao Ginásio Poliesportivo do Complexo do Módulo, uma na Estrada do Aeroporto, e a outra será instalada na Alameda José Cleto Oliveira, ao lado da Praça da Melancia.



Edy Lima DRT-AM 1823

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Peixes-boi reabilitados no AM serão devolvidos à natureza

Seis animais chegaram à RDS Amamã com poucos meses de vida, após se perderem das mães, em decorrência de acidentes como emalhes em redes de pesca ou pela caça. Peixes-boi receberam atendimento e foram reabilitados


Soltura acontecerá no Lago Arati, em frente à comunidade Vila Nova do Amanã, setor Paranã do Amanã (Divulgação)

Seis peixes-boi amazônicos que estão em reabilitação serão devolvidos à natureza. Os animais estão sob os cuidados da equipe do Instituto Mamirauá e de moradores de comunidades ribeirinhas, no Centro de Reabilitação de Peixe-Boi Amazônico de Base Comunitária, o "Centrinho", na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã, no município de Maraã (AM).
Todos os animais chegaram ao Centrinho com poucos meses de vida, após se perderem das mães, em decorrência de acidentes como emalhes em redes de pesca ou pela caça. Esse será o terceiro evento de soltura de peixes-boi amazônicos reabilitados, realizado pelo Instituto Mamirauá.
A soltura acontece no Lago Arati, em frente à comunidade Vila Nova do Amanã, setor Paranã do Amanã, no dia 11 de janeiro. Durante o dia estão programadas atividades nas comunidades Vila Nova do Amanã e Boa Esperança, com participação dos moradores dessas e outras comunidades da Reserva.
Os animais foram acompanhados por uma equipe formada por veterinários, oceanógrafos, educadores ambientais e técnicos, além dos comunitários que também participam e contribuem para os cuidados. Desde a chegada no Centrinho, é acompanhado o estado clínico dos animais e verificada a necessidade de cuidados especiais, no caso de ferimentos, desidratação ou doenças.



"Ao chegar no Centrinho, nossa primeira preocupação é hidratar o animal, verificar se ele está bem, avaliar o estado clínico, e oferecer a alimentação. Acompanhamos com a biometria periódica, monitorando o desenvolvimento do filhote", afirmou Miriam Marmontel, pesquisadora do Instituto Mamirauá.
Os seis espécimes, dois machos e quatro fêmeas, serão soltos na natureza por terem apresentado desenvolvimento adequado ao longo do tempo em que permaneceram no Centrinho. Após a soltura, os animais continuam sendo monitorados pelos pesquisadores em ambiente natural. É adaptado à cauda um cinto equipado com transmissor de sinais de rádio.
"Cada cinto tem uma frequência única, então conseguimos acompanhar esses animais individualmente. É o momento de verificar se eles estão se adaptando bem ou não. Saber se estão fazendo a rota migratória, se estão em local rico em alimentação, se estão juntos ou não, se estão se deslocando ou se permaneceram parados em algum local", reforça Miriam.
O último evento de soltura dos animais reabilitados pelo Instituto Mamirauá aconteceu em agosto de 2012. Na época, cinco peixes-boi foram devolvidos à natureza, sendo que quatro deles foram adaptados com cintos com radiotransmissores. Foram acompanhados durante cinco meses, até a perda de sinal do último peixe-boi monitorado. 




Piti foi o primeiro peixe-boi a chegar no Centrinho e participou da primeira soltura. No entanto, não se adaptou ao ambiente natural e precisou ser recapturado, para impedir a contínua perda de peso observada na época pelos pesquisadores. Nessa nova soltura, espera-se que ele esteja mais adaptado ao ambiente e se desenvolva bem.
O Centro de Reabilitação de Peixe-Boi Amazônico de Base Comunitária foi criado pelo Instituto Mamirauá em 2008, e é um criatório conservacionista autorizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama). Há 15 anos, antes da criação do Centrinho, o Instituto Mamirauá realizou a primeira soltura de um peixe-boi reabilitado da Amazônia.
Com informações da assessoria de imprensa

 
 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Em breve mural de fotos

Breve o portal estará com o mural de fotos que é uma página de entretenimento para que os usuários do Portal EdyLimaRadialista

Fotos de pontos turísticos, de pessoas, paisagem, animais, pássaros, natureza, rios(Arquivo Portal Edy Lima)

Caros amigos em breve o portal estará com o mural de fotos que é uma página de entretenimento para que os usuários do Portal EdyLimaRadialista.com possam ver as mais variadas fotos tiradas pelo Edy Lima e demais colegas, Fotos de turistas que visitaram a cidade ou dos moradores.


Fotos de pontos turísticos, de pessoas, paisagem, animais, pássaros, natureza, rios, igarapés, festas, carnaval, aniversário, festa da melancia em Manicoré, das ruas, do porto, da Cidade de Manaus, dos barcos, festas no interior, concursos, desfile e muito mais.

Por enquanto estamos trabalhando afinco para deixarmos o mural numa perfeição na quais vocês amigos internautas filhos de Manicoré e do Amazonas merecem e desejam tanto ver as fotos da cidade a qual para muitos serviu de berço, ou seja, muitos nasceram no Município de Manicoré e hoje se encontram distantes por muitas vezes por falta de opção na área de trabalho, é obvio e natural que sentem saudades de sua terra querida.

Pensando nisso e a pedido de várias pessoas resolvemos fazer um mural de fotos pra lá de especial, espero que vocês curtam bastante.

Aguardem!...

sábado, 6 de outubro de 2012

Filhote de peixe-boi morre após ser resgatado no Amazonas

Filhote tinha ferimentos de arpão no corpo; uma necropsia será feia para apontar o que teria motivado a morte do mamífero

O veterinário Anselmo D’Affonseca mostra os ferimentos encontrados no corpo do peixe-boi resgatado na terça-feira
O veterinário Anselmo D’Affonseca mostra os ferimentos encontrados no corpo do peixe-boi resgatado na terça-feira (Ney Mendes)

O filhote de peixe-boi de aproximadamente um metro de comprimento, resgatado na quarta-feira (03),pelo Batalhão de Policiamento Ambiental do Amazonas (BPAMB), no Município de Manaquiri (a 65 quilômetros de Manaus), chegou sem vida ao Laboratório de Mamíferos Aquáticos do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (LMA-Inpa), no Bosque da Ciência, Zona Sul. Somente este ano, sete mamíferos foram resgatados pela instituição.

De acordo com o veterinário responsável do LMA-Inpa, Anselmo D’Affonseca, o peixe-boi é alvo do comércio ilegal de carnes de mamíferos no Amazonas. O veterinário suspeita de que o filhote tenha sido morto devido aos ferimentos oriundos de arpão de pescadores.

Ainda conforme o veterinário, a carne é muito apreciada pela população do interior e também da capital, e pode ser encontrada, de forma clandestina, em feiras de vários municípios do Estado. Na capital, ela chega, normalmente, por encomenda. “A morte do filhote é um caso atípico porque, geralmente, os caçadores não matam a cria, que é o principal motivo de atração de outros mamíferos”, disse.

Hoje, segundo o veterinário Anselmo D´Affonseca, o espaço do animal está limitado. “Nesse período, o problema maior é a seca, que limita o espaço para o mamífero, criando uma situação de locais restritos e desfavoráveis a ele”, disse.

Segundo o Inpa, o mamífero passará por necropsia para identificar as causas da morte e será colocado à disposição da coleção de mamíferos aquáticos do instituto para estudo. Segundo ele, o peixe-boi está na lista dos mamíferos que correm o risco de extinção.

Proximidade

Segundo a Associação Amigos do Peixe-Boi (Ampa), os caçadores de mamíferos podem morar próximos às comunidades que fazem a denúncia. “O peixe-boi é um animal dócil, carismático e tem a carne bastante procurada. Então, há suspeitas de que os matadores morem perto das comunidades que ajudam a resgatar o filhote”, disse a bióloga Isabel Reis.


MILTON DE OLIVEIRA

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Cinco peixes-boi retornarão à natureza no interior do AM

Os cinco animais passaram por processo de readaptação à vida silvestre no Centro de Reabilitação de Peixes-Boi Amazônicos de Base Comunitária, que o Instituto mantém na Reserva Amanã.

No interior do Amazonas, ainda são comuns os registros de caça de subsistência do peixe-boi.
No interior do Amazonas, ainda são comuns os registros de caça de subsistência do peixe-boi. (Carolina Oliveira / Instituto Mamirauá)

O Instituto Mamirauá prepara para o dia 11 de agosto a devolução à natureza de cinco peixes-boi amazônicos na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã, na região do município de Maraã, noroeste do Amazonas. Os cinco animais passaram por processo de readaptação à vida silvestre no Centro de Reabilitação de Peixes-Boi Amazônicos de Base Comunitária, que o Instituto mantém na Reserva Amanã. Outros dois animais ainda permanecerão sob os cuidados do Centro.
No interior do Amazonas, ainda são comuns os registros de caça de subsistência do peixe-boi. As fêmeas adultas, maiores que os machos, são alvo dos caçadores. Sem os cuidados maternos, os filhotes de peixe-boi dificilmente sobrevivem na natureza.

Um dos fatores de ameaça aos filhotes órfãos de peixes-boi são as redes de pesca. Ao ficar preso a uma rede, o filhote pode morrer afogado - como são mamíferos, os peixes-boi precisam vir à superfície para respirar, em intervalos de aproximadamente dois minutos.

Os peixes-boi chegaram ao Centro de Reabilitação com apenas alguns dias de vida - dentre os que serão soltos, o mais velho tem quatro anos e o mais novo, dois. Dos cinco peixes-boi que serão soltos, três ficaram presos acidentalmente em redes de pesca e foram entregues à equipe do Centro de Reabilitação pelos próprios pescadores; os outros dois foram apreendidos por agentes ambientais e entregues aos cuidados do Centro.

Segundo Miriam Marmontel, coordenadora do Grupo de Pesquisas em Mamíferos Aquáticos Amazônicos, peixes-boi criados em cativeiro deixam de aprender informações necessárias à vida selvagem. Por isso, os peixes-boi liberados serão monitorados em vida livre, por meio de sinais de rádio emitidos por um aparelho que será adaptado às caudas dos animais.

"Temos que acompanhá-los após a soltura para saber se o nosso trabalho de reabilitação foi bem sucedido. Esses animais certamente são mais vulneráveis à caça do que os que nasceram e foram criados pela mãe, na natureza, pois ela repassa ao filhote informações como rotas de migração, lugares onde se alimentar e como fugir de um pescador. Existe um risco, mas esses animais terão que enfrentá-lo", diz a pesquisadora.

Cuidados especiais

De acordo com Miriam Marmontel, o peixe-boi amazônico (Trichechus inunguis) requer atenção especial da comunidade científica, o que se explica pelo histórico de exploração da espécie. Há registros de caça comercial de peixe-boi desde o século XVII. O auge da procura comercial da espécie ocorreu entre o século XIX e meados do XX, período em que milhares de animais foram mortos por causa da utilização de seu couro para a fabricação de correias e de sua banha para iluminação pública.

Hoje a espécie é considerada vulnerável à extinção. Mais de 100 peixes-boi amazônicos são mantidos em cativeiro, em centros de reabilitação nas regiões metropolitanas de Manaus e Belém, na Reserva Amanã.

O trabalho nos centros de reabilitação de peixe-boi amazônico pode evitar o que já aconteceu a outras espécies de mamíferos aquáticos. Em 2007, o baiji (Lipotes vexillifer), golfinho que habitava o rio Yang-tsé, na China, foi declarado extinto. Devido à caça predatória, em 1768 a vaca marinha (Hydrodamalis gigas) foi declarada extinta, 27 anos após ter sido descoberta.
As atividades do Centro de Reabilitação de Peixe-Boi Amazônico recebem o patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Ambiental.

ACRITICA.COM*

*com informações de assessoria