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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Aades publica resultado final de seleção no Amazonas; veja lista

Vagas foram ofertadas em mais de 12 cidades do estado.Selecionados devem apresentar documentação exigida no edital.


(Foto: Portalriomadeira) Cidade de Humaitá



A Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico e Social (Aades) tornou público na terça-feira (22) o Edital de Homologação do Resultado Final do (PSS) do Projeto de Apoio ao Fortalecimento dos Serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural no Estado do Amazonas, Edital nº 022/2015. A seleção foi realizada em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam).

A relação dos classificados no Processo Seletivo Simplificado traz a proporção de até 10 vezes o número de vagas ofertadas, ficando os demais classificados em cadastro de reserva.
Os candidatos devem apresentar a documentação comprobatória exigida no edital na sede da Aades, localizada na Rua Major Gabriel, no 1.721, Centro, Manaus, conforme a seguir: Polo Manaus: Manaus, Manacapuru, Iranduba, Novo Airão, Vila de Rica de Caviana, Caapiranga, Anamã, Anori, Codajás, Coari, Manaquiri, Careiro do Castanho, Careiro da Várzea, Autazes, Novo Olinda do Norte, Borba, Novo Aripuanã, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Itapiranga, Silves, São Sebastião do Uatumã, Urucará, Itacoatiara, Maués, Vila Novo Remanso, Urucurituba, Beruri, Canutama e Tapauá no período de 19 a 29/01/2016 das 09h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30.

Veja lista de polos para contratação:


Polo: Boca do Acre
Municípios: Vila  Extrema e Pauini
Período: 19 a 22/01/2016
Horário: 09h 30min às 11h30min e das 13h30min às 16h30min
Endereço: Rua: José Pereira Cunha s/nº - Platô do Piquiá
Polo: Eirunepé
Municípios:  Envira e Itamarati
Período: 19 a 22/01/2016
Horário: 09h 30min às 11h30min e das 13h30min às 16h30min
Endereço: Rua: Otaviano Melo s/nº - Fátima
Polo: Guajará
Município: Ipixuna
Período: 19 a 22/01/2016
Horário: 09h 30min às 11h30min e das 13h30min às 16h30min
Endereço: Rua: Juvenal de Paula e Castro s/nº - Centro
Polo: Humaitá
Municípios: Apuí, Distrito de Santo Antônio do Matupi, Manicoré e Lábrea
Período: 19 a 22/01/2016
Horário: 09h 30min às 11h30min e das 13h30min às 16h30min
Endereço: Av: Transamazônica Nº1.890 – São Domingos Sávio
Polo: Santa Izabel do Rio Negro
Municípios: São Gabriel da Cachoeira e Barcelos
Período: 26 a 29/01/2016
Horário: 09h 30min às 11h30min e das 13h30min às 16h30min
Endereço: Av: Danilo Corrêa s/nº - Centro
Polo: Parintins
Municípios:  Nhamundá, Barreirinha, Boa Vista do Ramos
Período: 26 a 29/01/2016
Horário: 09h 30min às 11h30min e das 13h30min às 16h30min
Endereço: Av: Das Nações Unidas Nº 2.636
Polo: Tabatinga
Municípios: Atalaia do Norte, Benjamin Constant, São Paulo de Olivença, Santo Antônio do Iça, Amaturá e Tonantins
Período: 26 a 29/01/2016
Horário: 09h 30min às 11h30min e das 13h30min às 16h30min
Endereço: Rua Santos Dumont Nº76 – Dom Pedro
Polo: Tefé
Município: Uarini, Alvarães, Maraã, Japurá, Fonte Boa, Jutaí, Carauari e Juruá
Período: 26 a 29/01/2016
Horário: 09h 30min às 11h30min e das 13h30min às 16h30min
Endereço: Rua Marechal Hermes Nº617 - Centro

G1 AM.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Vereador suspeito de produzir pornografia com adolescentes é preso em Apuí (AM)

Ele foi ao 71º DIP achando que só seria ouvido, mas, como na quarta-feira (19), o Juiz da Comarca de Apuí, Carlos Jardim, emitiu mandado de prisão preventiva em seu nome diante das suspeitas, lhe foi dada voz de prisão



Crime aconteceu em Apuí, a 408 Kms de Manaus (reprodução/nternet)


O vereador Jadson de Oliveira Martins (PSB), afastadotemporariamente de suas funções na Câmara de Vereadores de Apuí, município distante 408 quilômetros de Manaus, foi preso na tarde desta quinta-feira (20), devido às suspeitas de que tenha gravado material pornográfico com duas adolescentes.
Ele já havia sido afastado de suas funções legislativas por conta do ocorrido na última terça-feira (18) e, nesta tarde, por volta das 15h, ele foi à sede do 71º Distrito Integrado de Polícia (DIP) para ser ouvido sobre o caso.
Ele pensava que só seria ouvido, mas, na quarta-feira (19), o Juiz da Comarca de Apuí, Carlos Jardim, emitiu mandado de prisão preventiva em seu nome diante das suspeitas.
Segundo a Polícia Civil, durante todo o interrogatório, Jardson se limitava a ficar calado, alegando seu direito de só se manifestar em Juízo. Ao final, o delegado Francisco Rocha lhe deu voz de prisão. Ele permanecerá na carceragem do 71º DIP, onde ficará à disposição da Justiça.
Saiba mais sobre o caso
Um vídeo com imagens pornográficas supostamente envolvendo o vereador foi divulgado no último dia 12 por meio de celulares e redes sociais em Apuí. Sem revelar rostos, o vídeo mostra um homem, possivelmente o membro da Câmara Municipal do município, em ato sexual com duas garotas da cidade.
Em outro arquivo, este com 1 minuto e 19 segundos, as imagens feitas dentro de um veículo mostram o vereador aos beijos com uma jovem seminua, que veste apenas uma calcinha e está com os seios à mostra. Ela pede para não ser fotografada, apesar da insistência do homem, que aparece por apenas alguns segundos enquanto beija a jovem . “Eu não vou tirar foto. Tira esse celular agora”, desbrava a garota, citando o nome do vereador.
Estatuto
A prática de ato sexual com pessoas entre 14 e 18 anos não é crime. Entretanto, “produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar cena de sexo explícito ou pornográfica com criança ou adolescente” é configurado crime, conforme artigo 240 do Estatuto da Criança e do Adolescente, com prisão de quatro a oito anos e multa para o infrator.
LUCAS JARDIM
 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Polícia Civil investiga vídeos em que vereador de Apuí (AM) supostamente comete pedofilia

Em município no interior do Amazonas, vídeos divulgados em redes sociais mostram suposto vereador da cidade em ato sexual com duas adolescentes, de 15 e 16 anos de idade


Após acusações, parlamentar não foi encontrado em Apuí, pequena cidade no sudeste do Amazonas (reprodução/nternet)

Um vídeo com imagens pornográficas envolvendo supostamente um vereador do município de Apuí, a 453 quilômetros de Manaus, é a principal prova que a Polícia Civil tem para investigar um crime de pedofilia na Internet contra duas adolescentes de 15 e 16 anos. Sem revelar rostos, o vídeo mostra um homem, possivelmente membro da Câmara Municipal de Apuí, em ato sexual com duas garotas da cidade.
Localizada no extremo sudeste do Estado, por onde passa a rodovia BR-230 (a Transamazônica), a cidade de Apuí foi tomada desde quarta-feira (12) pela divulgação do vídeo, por meio de celulares e redes sociais. Desde então, o titular da 71ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), delegado Francisco Rocha, abriu um inquérito para investigar o caso.
“O vídeo já está sendo periciado para verificar a autenticidade dele ou se há alguma edição fraudulenta. Mas o inquérito corre em caráter sigiloso, por se tratar de menores de idade”, avisou o delegado. Em um dos vídeos, com 11 segundos de duração, é possível ver apenas uma menina praticando sexo oral em um homem adulto.
Em outro arquivo, este com 1 minuto e 19 segundos, as imagens foram feitas dentro de um veículo e mostram o vereador aos beijos com uma jovem seminua, que veste apenas uma calcinha e está com os seios à mostra. Ela pede para não ser fotografada, apesar da insistência do homem, que aparece por apenas alguns segundos enquanto beija a jovem . “Eu não vou tirar foto. Tira esse celular agora”, desbrava a garota, citando o nome do vereador.
Até agora, a polícia teve acesso aos dois vídeos. Conforme o delegado, vítimas e testemunhas já prestaram depoimento no último sábado e domingo (15 e 16), mas o vereador não é encontrado na cidade desde sexta-feira (14), data em que foi emitida sua convocação. “Há fortes indícios de crime por parte do vereador. Esta semana iremos nos manifestar”, disse Rocha.
Na Câmara Municipal de Apuí, ele não foi mais visto. “Estou tentando falar com ele desde sábado. Ele é um vereador atuante”, disse o presidente da Câmara, vereador Wagner da Silva Luiz da Silva. Conforme o parlamentar, o órgão só falará sobre o caso após notificação. “Assim que chegar algo formalizado, a Casa se pronunciará", finalizou.
Estatuto
A prática de ato sexual com pessoas entre 14 e 18 anos não é crime. Entretanto, “produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar cena de sexo explícito ou pornográfica com criança ou adolescente” é configurado crime, conforme artigo 240 do Estatuto da Criança e do Adolescente, com prisão de quatro a oito anos e multa para o infrator.
VINICIUS LEAL

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Bando armado com fuzis leva R$ 400 mil de agência bancária em Apuí (AM), azendoclientes e funcionários de reféns

Depois de subtraírem a quantia, eles forçaram mais de 20 pessoas a saírem do local e irem para a rua, para que eles servissem de barreira humana para o caso da polícia atirar contra eles


Bandidos incendiaram um carro usado na fuga (Divulgação)


Nesta segunda-feira (1º ), uma quadrilha de oito homens armados com fuzis assaltaram uma agência do banco Bradesco localizada em Apuí, município a 408 quilômetros de Manaus, levando quantia estimada pela polícia em cerca de R$ 400 mil, fazendo de reféns clientes e funcionários da agência. Na hora da fuga, eles ainda tentaram queimar uma ponte de madeira que dá acesso à cidade.

As informações policiais dão conta que, por volta das 10h, os oito suspeitos entraram na agência atirando, de forma a intimidar clientes e funcionários. Depois de subtraírem a quantia, eles forçaram mais de 20 pessoas a saírem do local e irem para a rua, para que eles servissem de barreira humana para o caso da polícia atirar contra eles.



Os suspeitos fugiram, então, em uma S-10 de cor branca e placa do Estado do Mato Grosso, levando os reféns na carroceria em direção a cidade de Humaitá, (a 590 quilômetros da capital). Para auxiliar sua fuga, quando chegaram à ponte do rio Juma, eles pararam, tiraram os reféns da carroceria da picape, liberaram a maioria deles, e atearam fogo no veículo em cima da ponta de madeira, de modo a fragilizar a estrutura e impedir que a perseguição continuasse.
Eles seguiram fugindo, dessa vez em uma Saveiro Cross, ainda com um cliente e o gerente do banco como reféns. Eles foram liberados mais adiante na estrada, mas os criminosos não foram encontrados. Populares ajudaram a tirar os destroços da ponte para que ela não queimasse e a Polícia Militar já disse ter enviado tropas de busca para procurar a quadrilha na mata e nos rios próximos à cidade. Até o fechamento desta matéria, ela continuava foragida.
Onda de assaltos
Este é o segundo assalto a banco no interior do Amazonas em menos de uma semana. Na última quinta-feira (28 de agosto), uma quadrilha roubou mais de R$ 100 mil de uma agência bancária do Bradesco em Boa Vista dos Ramos (município a 269 quilômetros de Manaus).
A Critíca
 

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Comissão da Assembleia debaterá sobre segurança pública no Sul do Amazonas

Cabo Maciel reunirá também com os moradores 


Comunidade do Santo Antonio do Matupi, situada no km180 da rodovia (Foto: A Crítica)




A Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), sob a presidência do deputado Cabo Maciel (PR) seguiu, na última quarta-feira (25), para o município de Apuí ( a 453 km de Manaus) para debater com a população e líderes políticos da região os conflitos que já culminaram, inclusive, com o assassinato de moradores pelos índios tenharin.                

Cabo Maciel reuniu também com os moradores da comunidade do Santo Antonio do Matupi, situada no km180 da rodovia BR-230 (Transamazônica). 
               
Os técnicos da Comissão de Segurança realizarão um levantamento dos problemas existentes no Sul do Amazonas, para que possam encaminhar relatórios com fotos e vídeos para a Secretaria de Segurança Pública tomar as providências cabíveis.


 Com informação da Assessoria

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Devido a cheia dos rios do AM, governo federal reconhece período de defeso para pescadores

O período de defeso é quando ficam vetadas ou controladas atividades de caça, coleta e pesca com o objetivo de permitir que os peixes se reproduzam sem a ameaças


A medida é considerada excepcional em decorrência de fenômenos naturais(Arquivo AC)



Uma instrução normativa do Ministério da Pesca e Aquicultura e do Ministério do Meio Ambiente publicada nesta segunda-feira (19) no Diário Oficial da União reconhece, por 30 dias, período de defeso (paralisação temporária da pesca) em municípios do Amazonas. A medida é considerada uma excepcionalidade por conta de fenômenos naturais, ou seja, a enchente dos rios.

A decisão vale para os municípios de Apuí, Manicoré, Nova Olinda do Norte, Nova Aripuanã, Borba, Canutama, Lábrea, Envira, Ipixuna, Guajará, Careiro da Várzea, Humaitá e Boca do Acre. O governo levou em consideração decretos de situação de emergência em diversos municípios da região da Bacia Hidrográfica do Rio Amazonas em razão de chuvas intensas e inundações. A instrução normativa já entrou em vigor.
No Brasil, o período de defeso é quando ficam vetadas ou controladas as atividades de caça, coleta e pesca em diversos locais do território nacional, com o objetivo de permitir que os peixes se reproduzam sem a ameaça de caçadores. Este período é estabelecido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
O tempo dessa paralisação da pesca é determinado conforme o tempo em que os crustáceos e os peixes se reproduzem na natureza. A medida visa a preservação das espécies e a fruição sustentável dos recursos naturais. Quando é período de defeso, ou seja, época em que a renda da pesca tem impedimento legal, os pescadores artesanais recebem do governo proventos em dinheiro
O engenheiro de pesca e professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Carlos Freitas explica como a enchente ou seca dos rios em nível extremo pode prejudicar a pesca. “Os peixes da Amazônia desenvolveram um sinal reprodutivo. Quando o rio está muito cheio eles se reproduzem e colocam seus ovos em um lugar, e quando o rio está muito seco é outro lugar”, disse.

“Os peixes ajustaram a reprodução deles conforme a época do ano, ou seja, cheia ou seca. Quando acontece uma seca ou cheia muito forte, eles podem não reconhecer esse sinal reprodutor, e isso afeta a reprodução. Quando o rio está muito cheio há prejuízo para a pesca porque fica muito difícil de capturá-los. Eles (peixes) entrem nos igapós e fica difícil jogar uma rede, por exemplo”, declarou.
Com Informação da Agência de comunicação

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Alerta máximo para o Baixo Amazonas

Em todo o Estado, 16 municípios estão em situação de emergência por conta de cheia na Bacia do rio Madeira, que atingiu o nível histórico, ficando acima com cota de 25,68 metros 
Cidades do interior do AM estão quase submersas por conta da enchente (J. Renato Queiroz)


Faltando apenas 0,55 cm para atingir a cota histórica que foi registrada em 17 de junho de 2009, o município de Parintins, no Baixo Amazonas, recebeu na manhã desta quarta feira (30) o alerta máximo para emergência, que foi emitido pela Chefia de Monitoramento da Defesa Civil do Estado. O Departamento de resposta ao Desastre pretende iniciar os trabalhos paralelamente às ações de resposta ao desastre, que devem ser iniciadas o quanto antes pelo município de Parintins, que tem o dever de apresentar a primeira resposta à população.
Uma das primeiras ações da Coordenadoria Regional de Proteção e Defesa Civil do Baixo Amazonas é orientar a população que mora em área de risco para buscar um local seguro: casas de amigos, casa de parentes, abrigos e se resguardar de possíveis perdas, tanto material quanto humana.
Essa anormalidade tem como principal fator a cheia histórica enfrentada pelo rio Madeira, com influência direta no Baixo Amazonas. Em todo o Estado, 16 municípios estão em situação de emergência: Guajará, Ipixuna, Boca do Acre, Envira, Humaitá, Lábrea, Pauini, Apuí, Canutama, Manicoré, Novo Aripuanã, Borba, Novo Olinda do Norte, Tapauá, Itamarati e Autazes. Dos municípios em emergência, apenas Humaitá está em estado de calamidade pública.
Apoio aos municípios
O Governo do Estado, por meio do Subcomando de Ações de Proteção e Defesa Civil (Subcomadec), já enviou 386 toneladas de alimentos e continua fazendo os atendimentos aos municípios afetados pela cheia, enviando kits de ajuda humanitária, constituídos de materiais de higiene, limpeza, medicamentos, colchões, além de oferecer serviço aeromédico, barracas de campanha e gás de cozinha.
O município de Humaitá foi o primeiro a receber o programa Amazonas Solidário, que visa beneficiar famílias que estão sofrendo com a cheia, e receberam cheques no valor de R$ 300. Centenas de famílias foram cadastradas pela Defesa Civil do município. Foram emitidos 3.955 cheques nominais, que impossibilitam qualquer tipo de fraude. Somente recebem o benefício as famílias que comprovadamente estão sofrendo com os danos causados pela enchente de 2014. Manicoré foi o segundo município a receber o beneficio do programa Amazonas Solidário, no dia 26 de abril, beneficiando 1.322 famílias.
Os municípios de Boca da Acre, Maraã, Apuí, Borba, Envira, Manicoré, Novo Aripuanã, Canutama e Humaitá receberam apoio financeiro, por meio de convênios junto à Defesa Civil do Estado, no valor total de R$ 3.255,885 para ações de prevenções, socorro e assistência por conta da emergência.
Também está disponível para o município de Humaitá uma estação de tratamento de água móvel, produto cedido pelo Exército que recebeu o equipamento de consignação pela empresa H2Life e está atendendo a população e abastecendo os alojamentos com água potável. Além disso, para prevenir acidentes com vitimas em embarcações ribeirinhas, o secretário da Defesa Civil do Estado, coronel Roberto Rocha, em ação de cooperação com a Marinha do Brasil, providenciou a distribuição de 250 coletes salva-vidas.
A Bacia do Madeira atingiu o nível histórico, ficando acima da média para o período, com cota de 25,68 metros, apresentando transbordamento nos municípios de Manicoré, Novo Aripuanã, Borba, Nova Olinda do Norte e Humaitá. As Bacias do Juruá e Purus apresentam sinais de finalização de cheia. Ambos atingiram sua cota máxima, chegando em situação de emergência nos municípios de Guajará, Ipixuna, Envira, Boca do Acre, Pauini, Lábrea, Canutama e Tapauá.
*Com informações da assessoria


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Câmara marca votação da PEC da ZFM para o dia 18 de março

Espero que os líderes se sensibilizem a essa matéria




Espero que os líderes se sensibilizem a essa matéria (Foto: Internet)




A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 103/2011, que trata da prorrogação por mais 50 anos do modelo Zona Franca de Manaus (ZFM), será votada no plenário da Câmara no próximo dia 18 de março. A decisão foi anunciada ontem (25) após reunião do Colégio de Líderes da Câmara dos Deputados. O senador Eduardo Braga (PMDB/AM) ficou satisfeito com a data e agradeceu o empenho do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN), com quem falou sobre a necessidade de votação da emenda constitucional.

“O presidente nos prometeu que colocaria a PEC em pauta e o importante é que agora já temos uma data definida para a votação dessa matéria essencial para o nosso estado”, ressaltou.
Antes da reunião de líderes, Henrique Eduardo Alves, que disse receber pedidos diários do senador Eduardo Braga para colocar a PEC em pauta, explicou que já previa que a votação poderia ficar para depois do carnaval. Isso porque nas próximas semanas a Casa pode ser afetada com baixo quórum provocado pelo feriado.


“Como tem que ter um quórum alto, porque é emenda constitucional, a gente não pode correr o risco de fragilidade de votos no plenário. Espero que os líderes se sensibilizem a essa matéria, que, a meu ver, é muito justa e muito meritória com estado do Amazonas”, disse o presidente da Câmara.



Com Informações da Assessoria

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Superintendente da PF se reúne com prefeitos da região de conflito

 Os prefeitos Lúcio Flávio do Rosário (PSD) de Manicoré e José Cidenei Lobo do Nascimento (PMDB), de Humaitá (AM), foram recebidos na tarde desta quinta feira(26), pelo superintendente da PF em Rondônia, Manoel Gaya, e trataram do conflito entre brancos e índios da etnia Tenharin, na região de Humaitá. As autoridades devem pedir ao Judiciário que autorize a entrada de policiais na aldeia.

Na noite do dia 25 de dezembro, uma multidão ateou fogo em carros, barcos e nas sedes da Funai e da Funasa em Humaitá, em protesto contra o desparecimento de três pessoas.

Cerca de sessenta índios estão refugiados no quartel do 54ª Batalhão de Infantaria de Selva. A população fechou a rodovia Transamazônica e ameaça invadir o quartel caso os índios não permitam a entrada de agentes federais na Terra Indígena dos Tenharin, onde segundo moradores, podem estar os corpos dos desaparecidos. a situação é tensa na região.
Fonte: RONDONIAGORA
Autor: RONDONIAGORA

143 índios recebem segurança do Exército após ataques à Funai no AM

Há crianças e adolescentes entre abrigados no 54º BIS, em Humaitá. Após desaparecimento de homens, grupo queimou bens da Funai e Funasa. 

O Exército informou que 143 indígenas estão abrigados no quartel do 54º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS), em Humaitá, município do Amazonas a 590 km de Manaus. Entre o grupo há adultos, adolescentes e crianças. Os índios recebem segurança depois que as unidades da Funai e Funasa foram incendiadas por um grupo de pessoas que cobra agilidade nas buscas por homens desaparecidos na BR-230 (Rodovia Transamazônica). Há suspeita de que eles tenham desaparecido na altura da aldeia dos índios Tenharim.

O conflito na região se agravou na quarta-feira (25), quando moradores de Apuí e Humaitá, municípios situados no Sul do estado, promoveram diversas manifestações. Eles cobraram agilidade da Polícia Federal de Rondônia (PF-RO) nas buscas pelos homens que estão desaparecidos há mais de uma semana. Eles acusam os índios da etnia Tenharim de estarem fazendo o grupo de refém dentro da reserva indígena localizada na divisa entre Rondônia e Amazonas. Os manifestantes chegaram a atear fogo em três carros e nas sedes da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) de Humaitá.

O grupo de desaparecidos teria sido visto pela última vez na aldeia de índios da etnia Tenharim. De acordo com o coronel Antônio Prado, comandante do 54º BIS, na terça-feira (24), véspera de Natal, familiares e amigos dos desaparecidos interditaram a balsa que faz a travessia do Rio Madeira, em Humaitá.

O grupo de desaparecidos teria sido visto pela última vez na aldeia de índios da etnia Tenharim. De acordo com o coronel Antônio Prado, comandante do 54º BIS, na terça-feira (24), véspera de Natal, familiares e amigos dos desaparecidos interditaram a balsa que faz a travessia do Rio Madeira, em Humaitá.

"A manifestação popular atingiu nível muito alto de violência. Na tarde de 25 de dezembro, os manifestantes passaram a se reunir, dessa vez em frente ao prédio da Funai e iniciaram o lançamento de fogos de artifício e coquetel molotov contra o prédio e veículos daquela instituição. Em seguida, partiram para a sede da Casai e Pólo Base onde causaram os mesmos danos. Além disso, incendiaram o Barco da Funai que prestava apoio aos indígenas em outros municípios", informou Prado.
O comandante afirmou que, após os ataques, a Funai solicitou proteção à integridade dos indígenas. "A solução mais segura encontrada foi a de trazê-los para o interior do quartel do 54º BIS, onde se encontram em segurança 143 indígenas, adultos, adolescentes e crianças", disse.

Reforço

Até a tarde de quinta (26), o Exército ainda não estava participando de ações ligadas ao desaparecimento dos homens, segundo Prado. "Após a solicitação feita pelo Ministério da Justiça à Presidência da República ou ao Ministério da Defesa, o emprego de tropa federal poderá ser autorizado por meio de apoio logístico, de comunicações e de inteligência", afirmou o comandante.

Na manhã quinta, a Polícia Militar do Amazonas enviou um efetivo de 30 policiais do Batalhão de Choque a Humaitá para evitar novos tumultos. Segundo a PM, a medida foi tomada como forma de prevenir novos conflitos e ações de vandalismo decorrentes de protestos pela cidade.

Investigação

Em coletiva de imprensa na manhã de quinta, o delegado superintendente da Polícia Federal de Rondônia, Carlos Manoel Gaya da Costa, informou que a PF instaurou inquérito para apurar o desaparecimento das três pessoas dentro da reserva indígena. De acordo com ele, a PF mobilizou todo o seu efetivo para a operação. O Governo do Estado do Amazonas, a Força Nacional, o Exército, a Polícia Militar do Amazonas, a Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil de Rondônia e Corpo de Bombeiros também estão prestando apoio à Polícia Federal.

Desaparecidos

Um grupo de pessoas está desaparecido em uma região do km 85 da BR-230, Rodovia Transamazônica, em trecho situado entre os municípios amazonenses de Humaitá e Manicoré. Entre os desaparecidos há um funcionário da Eletrobras. A Polícia Federal (PF) foi acionada e faz buscas na região. Segundo informações preliminares, o grupo teria sido visto pela última vez na aldeia de índios da etnia Tenharim. Um dos desaparecidos, Aldeney Ribeiro Salvador, é funcionário da Eletrobras Amazonas Energia. Ele atua na Agência do Distrito de Santo Antônio do Matupi, em Manicoré.

    Fonte: g1.globo.com

MPF/AM expede recomendação contra violência de indígenas em Humaitá

 
MPF/AM expede recomendação para cessar incitação à violência e discurso de preconceito contra indígenas em Humaitá

 


27.12.2013 - Sedes e bens de órgãos públicos federais ligados aos povos indígenas foram depredados por manifestantes, que seguem divulgando mensagens de cunho preconceituoso e racista 
 

O Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) recomendou a retirada de publicações já feitas e abstenção de novas mensagens no Facebook, portais de notícia outros veículos de imprensa da região dos municípios de Humaitá, Manicoré e Apuí, no sul do Amazonas, que contenham informações com conteúdo discriminatório, preconceituoso ou que incitem a violência, o ódio e o racismo contra os povos indígenas da região, em especial o povo Tenharim. De acordo com o documento, os autores devem retirar todo o conteúdo já publicado em 24 horas.


No documento, o MPF pede ainda aos organizadores e subscritores do manifesto de moradores de Santo Antônio do Matupi, distrito do município de Manicoré, que retirem o material de circulação e não promovam novas manifestações preconceituosas e discriminatórias contra o povo indígena Tenharim. No texto do manifesto, reproduzido em notícia do site Racismo Ambiental, há quatro reivindicações, dentre elas a de que os subscritores não querem mais nenhuma etnia indígena estudando nas escolas da comunidade e querem o afastamento das aldeias da margem da rodovia Transamazônica “para que não haja mais contato com a comunidade”.


Desde o último dia 25 de dezembro, a cidade de Humaitá vive dias de instabilidade por conta de protestos violentos que já resultaram na depredação de prédios e bens públicos de órgãos e autarquias federais relacionados a políticas públicas voltadas aos povos indígenas, além de ameaças a um grupo de indígenas que estava na cidade para tratamento de saúde. Os manifestos estariam relacionados ao suposto desaparecimento de três pessoas na área da terra indígena Tenharim Marmelos, cortada pela rodovia Transamazônica (BR-230).


Na recomendação, o MPF/AM destaca que praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade é crime pela legislação brasileira e pode ser punido com prisão de um a três anos. Caso sejam utilizados meios de comunicação ou  quaisquer outros tipos de publicação para difundir mensagens de ódio, a pena pode chegar a cinco anos. Como parte do inquérito já instaurado pela Polícia Federal para investigar o caso, o MPF/AM vai solicitar que seja investigada também a prática de incitação à violência contra os indígenas.


Discurso de ódio – Diante do grande volume de publicações de portais de notícia locais e comentários pessoais com conteúdo preconceituoso e racista na rede social Facebook, o MPF/AM também recomendou à empresa responsável pela rede no Brasil que exclua publicações e comentários com discurso de ódio contra os povos indígenas, especialmente contra o povo Tenharim. O MPF se baseou no termo de direitos e responsabilidades da própria rede social, que diz: “Você não publicará conteúdo que: contenha discurso de ódio, seja ameaçador ou pornográfico; incite violência; ou contenha nudez ou violência gráfica ou desnecessária”.


De acordo com a recomendação, os portais de notícia, veículos de imprensa escrita e emissoras de rádio e televisão do sul do Amazonas devem divulgar amplamente o conteúdo da recomendação e da espaço para manifestação aos povos indígenas sempre que forem relatados fatos que os mencionem. Nas rádios, o documento deve ser divulgado ao longo da programação dos próximos cinco dias, entre 6h e 20h.


O documento será encaminhado ao Estado do Amazonas, aos representantes do Executivo e aos membros do Poder Legislativo dos três municípios para conhecimento e divulgação à população local. Todos os órgãos públicos municipais, estaduais e federais da região também receberão cópias da recomendação para afixar em local visível e de fácil acesso em suas sedes. Tendo em vista as características da logística na região amazônica, o MPF/AM também pediu apoio à Polícia Federal, Exército e Polícia Militar do Amazonas para que ajudem a levar o documento até seus destinatários, principalmente aos moradores do distrito de Santo Antônio do Matupi, que fica localizado no quilômetro 180 da rodovia Transamazônica.

Assessoria de Comunicação

Procuradoria da República no Amazonas

(92) 2129-4743 / 4661

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Centenas de índios pedem abrigo do Exército em Humaitá (AM) após protestos da população

Cerca de 3 mil moradores incendiaram propriedades da Funai e da Funasa. Os índios são acusados pelo desaparecimento de três homens na rodovia BR-230, que passa dentro da reserva indígena. Só nesta quinta (26) a polícia se pronunciou oficialmente

População revoltada promove caos em Humaitá (AM)
Populares usaram combustível, pedras, rojões de fogo e coquetéis molotov para destruir propriedades voltadas aos indígenas em Humaitá (Raolin Magalhães/Freelancer)
Um clima de guerra tomou conta do município amazonense de Humaitá (a 675 quilômetros a sul de Manaus) nos últimos dois dias e fez com que 141 índios de várias etnias que moram na Terra Indígena de Tenharim pedissem refúgio do Exército Brasileiro no local. A reserva Tenharim fica entre Humaitá, Apuí e Manicoré, e é cortada pela rodovia BR-230, a Transamazônica. A população acusa os índios de sequestro.

Em alojamentos do 54º Batalhão de Infantaria de Selva, na própria cidade de Humaitá, estão abrigados 34 crianças indígenas, seis idosos, 38 mulheres - algumas delas grávidas -, e 65 homens. Segundo o Exército, esses 141 refugiados estavam no perímetro urbano retornando para as aldeias, mas foram impedidos de voltar após serem ameaçados por populares durante protestos na noite de quarta (25).


Alguns dos 141 índios estavam recebendo atendimento médico na Casa de Saúde do Índio, local administrado pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa), e tiveram que fugir da confusão. “A maioria mulheres e crianças estão com problemas de saúde. Os índios não podiam retornar. A via de acesso à aldeia estava bloqueada (pela população)”, declarou o coronel Mendonça, do Comando Militar da Amazônia (CMA).
 
“Um cacique Tenharim e um representante da Funai procuraram o comandante do 54º Batalhão para que a integridade física dos índios fosse garantida. O Exército recebeu os índios como receberia qualquer pessoa”, declarou Mendonça. Segundo ele, os indígenas tiveram sua integridade física ameaçada e a situação no local é considerada crítica.

Mais de 3 mil pessoas invadiram, depredaram e incendiaram prédios da Fundação Nacional do Índio (Funai), da Funasa, no mínimo dez veículos (como carros e caminhonetes) e duas embarcações de propriedade da União, que estavam atracadas na orla de Humaitá. Os 186 policiais militares que atuam na cidade, contando até com quem estava de folga e foi convocado emergencialemtne, não conseguiram conter a população.

A região possui histórico de conflitos e tensão entre grileiros, invasores e os índios. Essa última revolta contra os indígenas de Tenharim começou depois que três homens desapareceram na rodovia BR-230, no último dia 16 de dezembro, e nenhuma autoridade deu retorno para os familiares sobre as investigações. Pessoas disseram terem visto os homens pela última vez em um carro preto no KM 85 da estrada.

O desaparecimento do trio foi registrado e a Polícia Federal de Rondônia (PF-RO) se responsabilizou pelo caso. Com mais de uma semana sem respostas do Poder Público, familiares e amigos se revoltaram contra aqueles que eles consideram culpados: os indígenas.

Durante o protesto, a população usou barris de combustível, pedras, rojões de fogos de artifício e coquetéis molotov contra as propriedades da União. “O nosso efetivo não deu conta, a população fez os policiais militares recuarem após um longo confronto. Eram 3 mil contra 100”, conta o vereador Edvaldo França, de Humaitá, que é sargento da Polícia Militar (PM) de licença.

Reforço

O Comando de Policiamento do Interior do Amazonas (CPI) enviou de Manaus para Humaitá, na manhã desta quinta (26), duas aeronaves com 38 policiais militares para reforçar o trabalho de contenção das revoltas. O clima de calmaria e tranquilidade nas ruas de Humaitá na manhã desta quinta contrastava com a cenário de guerra da noite anterior.



Na última terça-feira (24), cerca de 30 familiares e amigos tinham bloqueado o acesso de carros e pessoas à orla de Humaitá durante protesto por respostas da PF-RO. O grupo empunhava cartazes nas mãos enquanto uma fila de carros e caminhões se formava pela estrada de acesso ao porto. Os manifestantes teriam dado prazo até quarta para receberem algum posicionamento das autoridades.
Desaparecidos

Desapareceram no dia 16 de dezembro o professor Stef Pinheiro de Souza, que mora Apuí; o gerente da Eletrobrás Amazonas Energia Aldeney Ribeiro Salvador, que trabalha na comunidade do Santo Antônio do Matupi, em Manicoré; e o representante comercial Luciano da Conceição Ferreira Freire, que reside em Humaitá.

“O caso já saiu do âmbito familiar. Agora não são mais apenas os familiares e amigos que estão revoltados, é toda a população”, afirma Israel Júnior, parente do desaparecido Luciano. Segundo ele, as pessoas estão vendo a situação como um descaso das autoridades. “Eles desapareceram no dia 16, dois dias depois prestaram queixa e até agora ninguém fez nada, nem sequer emitiram uma nota oficial”, diz.

Investigação

De acordo com Israel, a PF-RO afirmou que, com seu efetivo de 30 pessoas, não consegue entrar na mata da reserva, área federal, para realizar as buscas. “Os índios dizem que os rapazes não estão lá, mas também não permitem a entrada de ninguém. Afirmam que só vão autorizar se for por meio da Funai ou se for uma decisão judicial federal”, disse Israel.

A Funai de Humaitá informou no início da semana que estava participando das investigações e intermediava o trabalho da PF-RO dentro da reserva de Tenharim.

Segundo Israel, a PF de Rondônia, que detém jurisdição da área, chegou a ir até os portões da reserva indígena dos Tenharim, mas não foi autorizada a entrar para realizar as buscas. “A PF pediu que os próprios índios fizessem as buscas, o que revoltou ainda mais a população”, diz um morador do município que pediu para não ser identificado.

Após dez dias do desaparecimento, a Polícia Federal de Rondônia se pronunciou por meio de nota. Segundo o órgão, foi instaurado um inquérito sobre o caso e foram realizadas buscas em locais que não foram informados. De acordo com a PF-RO, nenhum resultado foi alcançado durante as investigações até o momento.

A assessoria da Funai também disse que enviaria nota sobre o caso.

VINICIUS LEAL*

terça-feira, 16 de julho de 2013

Sobe para três número de mortos em explosão de avião, em Manaus

Cinco passageiros e um piloto estavam a bordo da aeronave, diz Infraero.
Três vítimas em estado grave passam por cirurgia em hospital.




Fumaça preta surge na região do Aeroporto Eduardo Gomes após a explosão de aeronave(Foto: Evandro Freitas/Arquivo pessoal)





A Infraero elevou para três mortos as vítimas do acidente com um avião de pequeno porte na manhã desta terça-feira (16). A aeronave explodiu durante a decolagem no Terminal 2, do Aeroporto Eduardo Gomes, Zona Centro-Oeste de Manaus. 

Segundo o setor de comunicação do órgão, informações fornecidas pela empresa proprietária do avião, a Contrape Construtora e Transportadora Pioneira Ltda, repassaram que seis tripulantes, sendo cinco passageiros e um piloto, estavam a bordo no momento do acidente.

As outras três vítimas estão internadas em estado grave no Hospital 28 de Agosto, Zona Centro-Sul de Manaus, onde passam por procedimentos cirúrgicos. 

Segundo o setor de comunicação da unidade de saúde, dos dois homens e uma mulher que estavam a bordo do bimotor apresentam queimaduras de 1º,  2º e 3º graus. 

Eles deram entrada na unidade por volta das 7h e foram encaminhados ao centro cirúrgico, onde passam por procedimentos de limpeza e raspagens dos ferimentos.


G1 AM