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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Dia Nacional da Consciência Negra

O Dia da Consciência Negra é comemorado em 20 de Novembro em todo o país


(Imagem: Internete) No dia da Consciência Negra o objetivo é fazer uma reflexão sobre o relevo da cultura



O Dia da Consciência Negra é comemorado em 20 de Novembro em todo o país. A data homenageia o Zumbi, um escravo que foi líder do Quilombo dos Palmares. Zumbi morreu em 20 de Novembro de 1695.
No dia da Consciência Negra o objetivo é fazer uma reflexão sobre o relevo da cultura e do povo africano e o impacto que tiveram na evolução da cultura brasileira. Sociologia, política, religião e gastronomia entre várias outras áreas, foram profundamente influenciadas pelas culturas negra e africanas. É dia de comemorar e mostrar profundo apreço pela cultura afro-brasileira.
Origem do Dia Nacional da Consciência Negra
História de Zumbi
Municípios Onde o Dia Nacional da Consciência Negra é Feriado
  • Alagoas - Todos os municípios, Lei Estadual Nº 5.724/95
  • Amazonas - Todos os municípios, Lei nº 84/2010
  • Amapá - Todos os municípios, Lei Estadual Nº 1169/2007
  • Bahia - 3 municípios
  • Espírito Santo - 2 municípios
  • Goiás - 4 municípios
  • Maranhão - 1 município
  • Minas Gerais - 11 municípios
  • Mato Grosso do Sul - 1 município (Corumbá)
  • Mato Grosso - Todos os municípios, Lei Estadual Nº 7879/2002
  • Paraná - 3 municípios
  • Rio de Janeiro - Todos os municípios, Lei Estadual Nº 4007/2002
  • Rio Grande do Sul - Todos os municípios - facultativo, Lei Estadual nº 8.352
  • São Paulo - 104 municípios
  • Tocantins - 1 município (Porto Nacional)

O Dia da Consciência Negra foi estabelecido pelo projeto Lei nº 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. No entanto, apenas em 2011 a presidente Dilma Roussef sancionou a Lei 12.519/2011 que cria a data, sem obrigatoriedade de feriado.
No período do Brasil colonial, Zumbi simbolizou a luta do negro contra a escravidão que sofriam os brasileiros de raça negra. Zumbi morreu enquanto defendia a sua comunidade e lutava pelos direitos do seu povo.
Os quilombos, liderados por Zumbi, formavam a resistência ao sistema escravista que vigorava, e eram o principal motor responsável pela preservação da cultura africana no Brasil.
Zumbi lutou até a morte contra a escravidão, que só viria em 1888, com a abolição oficial da escravatura no Brasil, cerca de 193 anos após sua morte.
780 municípios brasileiros consideraram feriado o Dia Nacional da Consciência Negra:


domingo, 8 de novembro de 2015

Balsa Iranduba está a caminho de Manicoré

Nesse exato momento em que essa matéria está sendo digitado 


(Fotos: Facebook) Lá ao fundo da foto no comando Comandante Altenor Delgado e mais na frente seu filho Junior Delgado 

Essa balsa é para o transporte de veículos e pessoas para o Distrito de Democracia



Que o governo municipal de Manicoré, Lúcio Flávio e Paulo Sérgio, vêm trabalhando para o desenvolvimento do município de Manicoré, os Manicoreenses, já não duvidam disso! Nesse exato momento em que essa matéria está sendo digitado para ir para o portal “O maracana da Amazonia” de notícias, o comandante Antenor Delgado, já está navegando pelas águas dos rios da Amazônia, na Balsa Iranduba rumo a cidade de Manicoré. Essa balsa terá a capacidade de transportar 30 carros.

Essa balsa é para o transporte de veículos e pessoas para o Distrito de Democracia. Já em Democracia, quem quiser ir para Porto Velho-RO, ou a Capital de Manaus-AM, é só pegar a BR 174, que dá acesso a BR 319, e sair para ambos os lados, ou se preferir ir para outros estados do nosso País. 

Na embarcação, também estão vindas novas “Ambulanchas” que vão ajudar na remoção de pacientes ribeirinhos que moram nas comunidades mais distantes da cede do município. O prefeito Lúcio Flávio e o Vice-prefeito Paulo Sérgio, não medem esforços, quando o assunto diz respeito ao melhoramento e ao bem estar da população Manicoreense. Parabéns Prefeito Lúcio, Vice-Prefeito Paulo Sérgio, e todos da equipe de Governo.


Edy lima DRT/AM 1823

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Sandra Braga e senadores do PMDB se reúnem com ministro das Minas e Energia

Os técnicos do Ministério apresentaram também dados



Segundo o ministro Eduardo Braga, “todos estes fatores mostram um setor mais (Foto: VagnerCarvalho)


A convite do ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga, a senadora Sandra Braga e demais senadores da bancada do PMDB no Senado estiveram nesta terça-feira (02/10) no Ministério para conhecer a situação do setor elétrico no país.

Durante o encontro, técnicos do órgão apresentaram um panorama do setor no país, assim como o planejamento do governo para o curto, médio e longo prazos da expansão do sistema elétrico brasileiro.

Foram apresentadas as diferenças do setor elétrico atual e em 2001. Além do aumento da oferta de energia – hoje são mais de 133 mil megawatts (MW) contra cerca de 70 mil em 2001 –, os principais destaques são o aumento da oferta da energia térmica, que passou de cinco mil MW para mais de 20 mil MW, e uma maior e melhor interligação dos sistemas.

Segundo o ministro Eduardo Braga, “todos estes fatores mostram um setor mais robusto e diversificado. Combinando termelétrica, biomassa e eólicas, linhas de transmissão e diversas e diferentes bacias hidrodrológicas, estamos conseguindo passar com menos água reservada e com menos chuva do que 2001 sem fazer racionamento”.

Os técnicos do Ministério apresentaram também dados da matriz energética brasileira e as perspectivas para o setor, com expansão da participação de energias renováveis, como solar e eólica, à matriz.

Para a senadora Sandra Braga, a reunião das equipes técnicas do ministério com os senadores do partido mostra a disposição ao diálogo entre o Executivo e o Legislativo, mas “em especial uma oportunidade para os senadores debaterem um tema de suma importância para o país”.

Também participaram da reunião o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), o líder do PMDB na Casa, Eunício Oliveira (CE), o presidente do partido, Valdir Raupp, o senador Edison Lobão (MA), antecessor de Braga como ministro de Minas e Energia e demais senadores peemedebistas.


Com Informação da Assessoria


quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Medicamento 3 em 1 para a Aids começa a ser distribuído no Brasil

A previsão é que novo tratamento beneficie cerca de 100 mil novos pacientes com HIV e aids. Para a aquisição de 7,3 milhões de comprimidos, foram investidos R$ 36 milhões 

A combinação de medicamentos deverá beneficiar 100 mil novos pacientes com HIV e aids (Reprodução/Internet)


O Ministério da Saúde enviou esta semana, a todos os estados brasileiros, o medicamento 3 em 1 para o tratamento de pacientes com HIV e aids. A previsão é de que a dose tripla combinada, composta pelos medicamentos Tenofovir (300 mg), Lamivudina (300 mg) e Efavirenz (600 mg) comece a chegar aos estados, responsáveis pela distribuição para os municípios, na próxima semana. A combinação de medicamentos deverá beneficiar 100 mil novos pacientes com HIV e aids. O Ministério da Saúde investiu R$ 36 milhões na aquisição de 7,3 milhões de comprimidos. O estoque é suficiente para atender os pacientes nos próximos doze meses.
O uso do medicamento 3 em 1 está previsto no Protocolo Clínico de Tratamento de Adultos com HIV e Aids do Ministério da Saúde como tratamento inicial para os pacientes soropositivos. Atualmente, os medicamentos são distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e consumidos, separadamente. Os Estados do Rio Grande do Sul e Amazonas, que possuem as maiores taxas de detecção do vírus, recebem, desde novembro, a dose tripla combinada. Nesse período, cerca de 11 mil pacientes foram beneficiados nos dois estados.
Para o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a dose combinada representa um avanço importante na melhoria do acesso ao tratamento de aids no país. “A utilização de dose fixa combinada (3 em 1) irá permitir uma melhor adesão ao tratamento de pessoas que vivem com HIV e aids. Além de ser de fácil ingestão, o novo medicamento tem como grande vantagem a boa tolerância pelo paciente, já que significa a redução dos 3 medicamentos para apenas 1 comprimido ”, explicou o ministro.
INCORPORAÇÕES
Em 2014, o Ministério da Saúde incorporou novas formulações para os pacientes com aids, como o ritonavir 100 mg, na apresentação termoestável, que permite que o medicamento seja mantido em temperatura de até 30°C. A incorporação representou um importante avanço uma vez que o medicamento distribuído anteriormente no SUS necessitava de armazenamento em câmara fria. A apresentação termoestável proporciona maior comodidade aos pacientes, facilitando a logística de armazenamento, distribuição e dispensação.
Em dezembro, o SUS passou a oferecer o medicamento tenofovir 300 mg composto com a lamivudina 300mg em um único comprimido, o chamado 2 em 1. A nova formulação, produzida nacionalmente, é distribuída pela Farmanguinhos/Fiocruz. Ainda em dezembro, o Ministério da Saúde passou a garantir a todos os adultos com testes positivos de HIV, mesmo que não apresentem comprometimento do sistema imunológico, o acesso aos medicamentos antirretrovirais contra a aids pelo SUS. A medida também integra o novo Protocolo Clínico de Tratamento de Adultos com HIV e Aids.
TRATAMENTO
Entre 2005 e 2013, o Ministério da Saúde mais do que dobrou o total de brasileiros com acesso ao tratamento, passando de 165 mil (2005) pra 400 mil (2014). Atualmente, o SUS oferece, gratuitamente, 22 medicamentos para os pacientes soropositivos. Desse total, 12 são produzidos no Brasil.
Em julho de 2014, a revista britânica The Lancet, uma das mais importantes publicações científicas da área médica, divulgou um estudo mostrando que o tratamento para aids no Brasil é mais eficiente que a média global. Segundo o estudo, as mortes em decorrência do vírus HIV no país caíram a uma taxa anual de 2,3% entre 2000 e 2013, enquanto a média global apresenta uma queda de 1,5% ao ano.
“Esses números compravam o sucesso da política que vem sendo adotada pelo governo brasileiro, com o aumento da realização de testes e o início cada vez mais cedo do tratamento. No entanto, ainda temos como desafio incluir uma parcela significativa de pessoas na terapia com antirretrovirais. Isso ajuda a romper a cadeia de transmissão, além de proporcionar uma melhor qualidade de vida às pessoas vivendo com HIV e aids”, avaliou o ministro Chioro.
A rede de assistência conta hoje com 518 Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), 712 Serviços de Assistência Especializada (SAE) e 724 Unidades de Distribuição de Medicamentos (UDM). Gradualmente, as Unidades Básicas de Saúde estão sendo incorporadas na atenção aos pacientes vivendo com aids e HIV.
De acordo com o novo boletim epidemiológico, atualmente cerca de 734 mil pessoas vivem com HIV e aids no país. Deste total, 80% (589 mil) foram diagnosticadas. Desde os anos 80, foram notificados 757 mil casos de aids no país. A epidemia no Brasil está estabilizada, com taxa de detecção em torno de 20,4 casos, a cada 100 mil habitantes. Isso representa cerca de 39 mil casos de aids novos ao ano.
 Com informações da assessoria de comunicação

terça-feira, 11 de março de 2014

Projeto proíbe dinheiro público para músicas que desvalorizem a mulher

De acordo, com relatório da Organização Mundial da Saúde 



Na Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (Clubfm)




O deputado José Ricardo (PT) irá propor na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) um Projeto de Lei (PL) para proibir a utilização de verbas públicas estaduais na contratação ou patrocínio de eventos com grupos musicais de repertório que “desvalorize, incentive a violência ou exponha mulheres à situação de constrangimento”. O projeto também contemplará bandas musicais que façam apologia ao racismo e a homofobia.
  
A proposta que será apresentada pelo parlamentar é uma demanda do Fórum Permanente das Mulheres de Manaus (FPMM), que desde 2006 vem discutindo entre dezenas de entidades um meio de inibir a promoção dessas músicas. A preocupação do deputado deve-se aos índices alarmantes de violência contra mulheres, que tem na depreciação cultural da figura feminina um dos seus incentivadores.

“Não somos contra a criatividade ou a manifestação artística, mesmo porque sabemos que a música por si só não é a causa da violência contra mulher, mas é uma forma de incentivo, de apoio “velado” a desvalorização da mulher em nossa sociedade”, disse. Ele ressaltou que não é razoável o governo estadual apoiar com recursos públicos este tipo de “manifestação artística”, visto que a luta no combate a violência é uma bandeira institucionalizada pelos órgãos públicos. “É fomentar o mal do qual pretende se livrar”, expôs. 

De acordo, com relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado em junho de 2013, um terço das mulheres de todo o mundo são, ou já foram vítimas de violência física ou sexual. O documento constatou que 38% de todas as mulheres vítimas de homicídio foram assassinadas por seus parceiros e 42% das que foram vítimas de violência física ou sexual sofreram lesões como consequência. Ainda segundo o levantamento, a violência contra as mulheres é uma das causas de vários problemas de saúde, que vão de lesões imediatas a infecções sexualmente transmissíveis, quadros como depressão e outros transtornos de saúde mental.

Na Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) foi registrada uma média de 157 denúncias de crimes contra mulher diariamente, somente entre os meses de janeiro a junho de 2013. 

O projeto já é lei em outros estados do País. Na Bahia, por exemplo, 20 municípios também implementaram essa legislação.



Com Informação da Assessoria

quarta-feira, 25 de julho de 2012

AM é o 13º campeão em atropelamentos de crianças

Ong 'Criança Segura' divulga ranking dos estados campeões em atropelamentos de crianças no país. Pelo estudo, foram registrados 1.895 mortes de crianças de 0 a 14 anos no trânsito, 711 que vitimaram a criança na condição de pedestre no país. O estudo teve como base os números de mortalidade de 2010, os mais atuais divulgados pelo Ministério da Saúde

De acordo com dados do Disque Direitos Humanos, o Disque 100, apenas nos primeiros quatro meses de 2012 o módulo Criança e Adolescente registrou 34.142 denúncias
De acordo com dados do Disque Direitos Humanos, o Disque 100, apenas nos primeiros quatro meses de 2012 o módulo Criança e Adolescente registrou 34.142 denúncias (Ney Mendes)

O trânsito é responsável pela principal causa de morte, entre os acidentes, de crianças e adolescentes até 14 anos no Brasil. Do total de lesões que vitimam a criança no trânsito, a maior parte, 38%, corresponde aos atropelamentos.

Para entender os dados mais profundamente, gerar alerta para as medidas de prevenção desta lesão e incentivar a adoção de políticas públicas que visem reduzir estes acidentes, a Ong 'CRIANÇA SEGURA' realizou um estudo tendo como base números de mortalidade de 2010, os mais atuais divulgados pelo Ministério da Saúde.

Pelo estudo, foram registrados 1.895 mortes de crianças de 0 a 14 anos no trânsito, 711 que vitimaram a criança na condição de pedestre. Outras 7.392 foram internadas devido a atropelamentos. Os pequenos são mais vulneráveis a este perigo porque estão expostos às condições de tráfego que superam sua capacidade de percepção do risco.

As idades e sexo das crianças vítimas destes acidentes também foram considerados. As mortes com crianças de 10 a 14 anos representaram 35%, com crianças de 5 a 9 anos 34%, de 1 a 4 anos, 28% e 3% no caso das crianças com menos de 1 ano. Os meninos foram vítimas quase duas vezes mais que as meninas, sendo 65% das mortes por atropelamentos com garotos e 35% envolvendo garotas.

Ranking por regiões

O estado de Sergipe foi o campeão em mortes de crianças vítimas de atropelamentos, com taxa de 2,88 por cem mil habitantes menores de 15 anos, seguido de Tocantins, com 2,76, Goiás com 2,50, Santa Catarina, com 2,28 e Alagoas, com 2,20. O Amapá apresentou a menor taxa: 0,90. O Amazonas aparece em 13º lugar com 1,64.


 EstadoTaxa por cem mil Hab. menores de 15 anosEstadoTaxa por cem mil Hab. menores de 15 anos
1.     Sergipe2,8813. Amazonas e Pernambuco1,64
2.     Tocantins2,7614. Pará e Rio Grande do Sul1,57
3.     Goiás2,5015. Rio de Janeiro1,54
4.     Santa Catarina2,2816. Maranhão1,52
5.     Alagoas2,2017. Mato Grosso do Sul1,47
6.     Mato Grosso2,1818. Ceará1,46
7.     Piauí2,1719. Bahia1,36
8.     Distrito Federal2,1420. Minas Gerais1,25
9.     Espírito Santo2,0921. São Paulo1,06
10.  Paraná2,0522. Paraíba0,94
11.  Rondônia1,8923. Amapá0,90
12.  Rio Grande do Norte1,78

Acre e Roraima não apresentaram registros de mortes por atropelamentos o que pode estar relacionado à uma deficiência na notificação destas lesões.

Crianças são mais vulneráveis aos atropelamentos

Ainda em desenvolvimento, são incapazes de discernir a velocidade e distância dos veículos, direção de onde vêm os sons, tem a visão periférica limitada (não enxergam nas laterais) e, devido à sua estatura, nem sempre podem ser vistos pelos motoristas. O imaginário infantil também influencia neste caso: as crianças são capazes de acreditar que podem sair ilesas após uma batida – assim como assistem nos programas de TV por exemplo.

Além destas dificuldades, o ambiente em que transitam as crianças apresenta um grande potencial de risco e poucas condições de segurança para os pedestres. Entre outros fatores que causam o atropelamento, está a ausência de uma campanha educativa para motoristas e pedestres, desrespeito aos limites de velocidade, falta de calçadas, sinalização ineficiente, vias e rodovias projetadas sem os devidos cuidados para pedestres e a falta da cultura do respeito às leis. No entanto, a principal causa destes atropelamentos, pode estar relacionada à falta de um adulto com as crianças quando elas estão no trânsito.

Prevenindo os atropelamentos:

Para prevenir este acidente, os responsáveis devem supervisionar sempre até que a criança demonstre habilidades e capacidade de julgamento do trânsito. Isto se dá a partir dos 10 anos aproximadamente. Além disso, devem adotar algumas medidas:

- segurar sempre a criança, firme, pelo pulso, enquanto estiverem caminhando na rua;

- não permitir a brincadeira em locais que não são adequados como entradas de garagens, quintais sem cerca, ruas ou estacionamentos;

- acompanhar a criança para identificar o caminho mais seguro e ensinar a completá-lo de forma segura e cuidadosa.

Além de dar o bom exemplo, os responsáveis também devem ensinar a criança:

- a olhar para os dois lados várias vezes antes de atravessar a rua;

- utilizar a faixa de pedestres sempre que disponível;

- obedecer aos sinais de trânsito;

- não atravessar a rua por trás de carros, ônibus, árvores e postes;

- nunca correr para a rua sem antes parar e olhar se vem carro - seja para pegar uma bola, o cachorro ou por qualquer outra razão;

- esperar que o veículo pare totalmente ao desembarcar do ônibus e aguardar que ele se afaste para atravessar a rua.

*Os dados são da Ong 'Criança Segura' divulgados pela assessoria de imprensa. 


ACRITICA 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Prazo para apresentar emendas da MP do Código Florestal acaba nesta segunda

Parlamentares ligados à Frente Parlamentar da Agropecuária propuseram, até a última sexta-feira (1/6), 62 emendas, enquanto o Partido Verde apresentou seis modificações

A floresta amazônica pode sofrer efeitos negativos com a aprovação do texto-base do Código Florestal, especialmente as áreas de igapó e várzeas
A floresta amazônica pode sofrer efeitos negativos com a aprovação do texto-base do Código Florestal, especialmente as áreas de igapó e várzeas (Márcio Silva)

SÃO PAULO(FP) - Deputados e senadores têm até a meia-noite desta segunda-feira (4) para apresentarem as emendas que alterem a MP (Medida Provisória) 571 que trata do Código Florestal Brasileiro. As informações são da Agência Brasil.
Parlamentares ligados à Frente Parlamentar da Agropecuária propuseram, até a última sexta-feira (1/6), 62 emendas, enquanto o Partido Verde apresentou seis modificações. Está prevista para a amanhã a instalação da comissão mista do Congresso que irá analisar previamente a MP.
Pela proporcionalidade das bancas no Congresso, caberá ao deputado Bohn Gass (PT-RS) presidir a comissão e ao senador Luiz Henrique (PMDB-SC) a relatoria. O senador catarinense foi um dos relatores do CF na tramitação da matéria no Senado. Câmara e Senado terão até o mês de outubro para discutir e votar a MP editada na última segunda-feira.
O senador Luiz Henrique disse que buscará o convencimento dos demais parlamentares para superar temas polêmicos como o da obrigação de se recompor APPs (áreas de proteção permanente) desmatadas depois de 2008 para o aumento de lavouras ou de pastos e o da largura das APPs a partir das margens dos rios.

ACRITICA