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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Pagamento do 13º salário deve injetar R$ 1,87 bilhão na economia do AM

Montante é cerca de 8,2% superior ao calculado para ano anterior. Valor corresponde a 1,1% do total do país, diz Dieese.

Lojas apostam em vitrines para atrair clientes (Foto: Suelen Gonçalves / G1 AM)

O pagamento do 13º salário deve injetar cerca de R$ 1,87 bilhão na economia amazonense até o fim do ano, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado nesta quarta-feira (11). O valor corresponde a 1,1% do total do país.


De acordo com o levantamento, o montante representa em torno de 2,2% do PIB estadual. Em comparação com 2014, o valor é cerca de 8,2% superior ao calculado para o ano anterior.



"O valor médio pago em forma de 13º em 2015 será de R$ 1.892,70, em termos nominais, supõe um aumento de 8,1% em relação ao valor médio pago em 2014", informou o Departamento.



"O consumir pode usar uma parte para pagar dívida, usar uma outra parte para guardar porque há gastos que costumam aumentar no fim do ano. Ele não deve gastar tudo", disse.



O pagamento do 13º salário deve injetar na economia brasileira aproximadamente R$ 173 bilhões até dezembro de 2015. 
Em todo o país, 84,4 milhões de brasileiros serão beneficiados com o rendimento adicional, em média, de R$ 1.924,00.



O número de pessoas que receberá o 13º salário em 2015 é aproximadamente 0,3% inferior ao calculado em 2014, em grande parte pela redução do estoque desempregos no setor formal.



Por outro lado, estima-se que cerca de 900 mil pessoas passarão a receber o benefício, por terem requerido aposentadoria ou pensão pelo INSS.



Conforme o Dieese, o número de pessoas no Amazonas que receberá o décimo terceiro foi estimado em pouco mais de 925 mil, queda de -1,2% em relação ao ano de 2014. O contingente correspondente a 1,1% do total que terá acesso ao benefício no Brasil.

No estado, os empregados formais de empregados ficam com 79,2% do total do pagamento (R$ 1,48 bilhões) e os beneficiários do INSS, com 14,2% (R$ 265,6 milhões), enquanto aos aposentados e pensionistas do estado do Regime Próprio caberão 5,7% (R$ 107,5 bilhões).

O economista e supervisor Técnico do Diesse no Amazonas, Inaldo Seixas Cruz, observou que o consumir pode estar mais cauteloso na hora de usar o pagamento do décimo em razão do cenário econômico atual.

Cenário nacional
Em termos médios, o valor do 13º salário pago ao setor formal corresponde a R$ 2.451. A maior média deve ser paga para os trabalhadores do setor de serviços, corresponde a R$ 2.796; o setor industrial aparece com o segundo valor, equivalente a R$ 2.570 e o menor 13o salário foi verificado entre os trabalhadores do setor primário da economia (R$ 1.497).

G1 Amazonas


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Preço da cesta básica de Manaus cai para R$ 335 em setembro, diz Dieese

Banana (7,66%) foi o produto que apresentou maior alta.Manaus ocupa 10ª colocação dentre 18 capitais onde é realizada pesquisa.


(Foto: Edy Lima)Banana foi o produto com maior variação positiva


O preço da cesta básica de Manaus apresentou redução de 1,43% no preço no mês de setembro deste ano, segundo pesquisa do departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgada nesta terça-feira (6). Mesmo com o recuo, Manaus ocupa a 10ª colocação com o maior custo dentre as 18 capitais onde é realizada a pesquisa.
De acordo com a pesquisa, o preço em setembro ficou em R$ 335,73. No mês de agosto, o conjunto de itens alimentícios essenciais custava R$ 340,59. No mesmo período de 2014 a cesta básica custava R$ 302,49. Na capital amazonense, oito produtos apresentaram alta e quatro tiveram queda nos seus preços.

A banana (7,66%) foi o produto que apresentou maior alta no mês seguido da manteiga (6,5%), do leite (4,75%), do café (3,24%), do arroz (1,92%), do pão (1,7%), do feijão (0,22%) e da carne (0,10%). O tomate (-14,17%) foi o produto que apresentou a maior queda no mês seguido do óleo (-5,03%), da farinha (-2,37%) e do açúcar (-1,05%).

Em 12 meses, entre outubro de 2014 e setembro de 2015, as 18 cidades acumularam
alta no preço da cesta. As variações ficaram entre 4,70%, em Recife, e 20,19%, em Aracaju. Manaus teve variação de 10,99%, segundo o Dieese.

Fonte: G1 Amazonas



segunda-feira, 8 de abril de 2013

Farinha alavanca o preço da Cesta Básica em Manaus

O item teve um incremento de (18,98%). No último mês, os alimentos custaram R$ 328,49, valor R$ 14,31 maior que em fevereiro, quando os mesmos itens puderam ser adquiridos por R$ 314,18. Os números deram a Manaus o status de 3ª cidade do país onde os alimentos são mais caros

Farinha é o alimento base da cultura alimentar amazônica. O quilo chega a R$ 9
Farinha é o alimento base da cultura alimentar amazônica. O quilo chega a R$ 9 (Winnetou Almeida)
Não é de hoje que o consumidor manauara comenta os altos preços cobrados pelo quilo da farinha. Mas, nesta segunda-feira (8) o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) comprovou por meio de pesquisa o aumento no valor da iguaria. De acordo com o Dieese, a farinha teve um incremento mensal de (18,98%), com relação ao mês de fevereiro.

O produto foi o que mais contribuiu para o salto de 4,55% no valor da Cesta Básica em Manaus. Em março, os alimentos custaram R$ 328,49, valor R$ 14,31 maior que em fevereiro, quando os mesmos itens puderam ser adquiridos por R$ 314,18. Os números deram a Manaus o status de 3ª cidade do país onde os alimentos são mais caros.

A banana também deu sua parcela de contribuição para a elevação do preço da cesta, ela teve um aumento de (14,62%), seguida pelo feijão (10,9%), óleo (5,36%), tomate (4,56%), açúcar (4,14%), café (1,4%), pão (0,12%) e da carne (0,65%).

JOELMA MUNIZ

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Amazonense pagou 0,32% a mais pela Cesta Básica em junho

Os dados revelados pela pesquisa mensal do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), demonstram que apenas cinco dos 12 produtos que integram a cesta básica apresentaram redução em seus valores

O mês das guloseimas juninas teve retração no preço do açúcar, mas, o valor da cesta básica continua em alta em Manaus.
O mês das guloseimas juninas teve retração no preço do açúcar, mas, o valor da cesta básica continua em alta em Manaus. (Divulgação)

Mês tradicionalmente 'regado' por doces, junho teve retração no valor do açúcar, que ficou 4,35%, mais barato que no mês anterior. Os dados pesquisados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), porém, mostram que a queda foi sentida em apenas cinco itens da cesta básica, que continua em alta (0,32%) em Manaus, passando de R$ 272,86 em maio para R$ 273,73 em junho de 2012.
Os itens que acompanharam a baixa do açúcar foram arroz (-2,05%), banana (-1,83%), da carne (-1%) do café (-0,98%) e do leite (-0,38%).
Já os vilões são velhos conhecidos das donas de casa, tendo o óleo como novidade, o produto encabeçou a lista dos mais caros no mês de junho, ficando (5,56%) mais caro. Seguindo a tendência ficaram a manteiga (3,44%), feijão (3,22%), tomate (1,45%), farinha (1,08%) e pão (0,52%).
Das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese Manaus foi onde o óleo mais apresentou aumento no preço, de acordo com a pesquisa do Departamento o aumento do dólar, foi o fator que alavancou as exportações e diminuiu a oferta do produto.
Com o aumento do valor da cesta a capital amazonense ocupa o 4° lugar no ranking de cidades com a alimentação básica mais cara do país, ficando atrás apenas dos Estados de Rio de Janeiro (3,79%), Porto Alegre (2,87%) e Curitiba (2,62%).

JOELMA MUNIZ